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Confrontar a crise de identidade versus confusão de identidade, ou confusão de identidade versus confusão de papel, de modo a tornar-se um adulto singular com uma percepção coerente do self e com um papel valorizado na sociedade é um dos conceitos de busca da identidade na adolescência trazidos por:
Erikson.
Winnicott.
Melanie Klein.
Piaget.
SPITZ (1979) ao abordar as doenças de carência afetiva do bebê, descreve duas situações resultantes da privação da mãe, sendo elas:
Privação parcial e privação total.
Privação intrusiva e privação extrusiva.
Privação interna e privação externa.
Privação curta e privação longa.
Privação cultural e privação social.
Na concepção winnicottiana de amadurecimento, no desenvolvimento saudável, o indivíduo caminha rumo à conquista de:
Perder aquilo que havia alcançado.
Um si mesmo integrado.
Sintomas psíquicos como consequências e repercussões.
Funcionamento patológico.
Uma defesa operando no sentido de manter algum tipo de ligação.
Uma mãe, com quadro de psicose, deu à luz uma menina, a quem deu seu próprio nome. A relação especular é marcada pela similitude dos nomes e também por manifestações ligadas ao olhar. Ela não pode olhar para sua filha; por isso, usa, o tempo todo, óculos de sol, inclusive na penumbra do quarto. Ela começa a desenvolver um delírio de vigilância, proveniente desse bebê que carrega exatamente seu nome. Para ela, a troca de olhares com o bebê significaria a morte de um dos dois. Vemos aqui, claramente, o lugar de objeto que a criança ocupa para essa mãe. A partir da psicanálise, Lacan aponta para duas formas de articulação do sintoma infantil. No caso acima, percebemos que a criança se torna objeto do Outro materno, saturando a falta em que se apoia o seu desejo.
Com efeito, a criança realiza a presença do objeto
O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) consolidou sua diferença com a teoria freudiana e construiu a Psicologia Analítica, na qual ele se interessava mais pelos aspectos culturais e religiosos e pela produção de símbolos. Tal teoria explica que há um inconsciente coletivo, que congrega e sintetiza a cultura humana.
I- Quando uma criança nasce, recebe como herança cultural o repertório desse inconsciente coletivo
PORQUE
II - essa base cultural tem como elemento-base os arquétipos, que são elementos antigos que tiveram a função de criar as condições para a compreensão da alma humana.
Ao analisar as afirmações acima, conclui-se que,
as duas afirmações são falsas.
as duas afirmações são verdadeiras.
a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
as duas afirmações não fazem parte da Psicologia Analítica.