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A disposição final de materiais residuais no ambiente tem se tornado uma operação extremamente complicada e cada vez mais onerosa, tendo em vista a grande diversidade e periculosidade dos rejeitos químicos gerados. Para minimizar esses problemas é necessário, em primeiro lugar, evitar a própria geração do material residual e, em seguida, verificar a possibilidade de reaproveitar, com ou sem tratamento, os resíduos gerados. Com base nos tratamentos de materiais residuais, assinale a afirmativa INCORRETA.
Hipocloritos, percloratos, bromatos, iodatos, periodatos, peróxidos inorgânicos e hidroperóxidos, persulfatos, cromatos, molibdatos e permanganatos podem ser reduzidos com bissulfito de sódio.
O pH de neutralização de aminas, hidróxido de amônio e solução aquosa de amônia deve ser inferior a 7. No caso de hidróxidos de metais alcalinos, ao se atingir o pH >10, a solução pode ser descartada na pia.
A precipitação de metais de soluções residuais é uma das técnicas mais usadas devido à simplicidade de operação. A precipitação ocorre através da elevação do pH da solução por meio da adição de hidróxidos, sulfetos, cloretos, sulfatos ou carbonatos.
Aldeídos podem ser queimados em incineradores ou fornos de cimento, mas como muitos são irritantes para o trato respiratório e alguns, como o formaldeído e acroleína, são tóxicos, é recomendável sua oxidação com permanganato de potássio ao ácido carboxílico correspondente.