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Recomenda-se que o registro de impressões pessoais seja evitado na redação de correspondências oficiais, mas a decisão sobre seguir ou não essa recomendação cabe a quem expede o documento.
O Poder Público redige os atos normativos e comunicações tendo por base a redação oficial, que deve caracterizar-se pelo(a)
pessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
presença de impressões individuais de quem comunica.
uso de caráter pessoal do próprio assunto tratado: se o universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.
impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
uso de uma linguagem restrita a determinados grupos.
Senhor Deputado,
O relator da comissão, de cujo parecer depende o andamento
do processo, deverá manifestar-se em até dois dias, razão por
que solicitamos a Vossa Excelência que aguarde seu pronunciamento para encaminhamento da votação.
Atenciosamente,
Maria da Silva
deputada federal
Para atender à exigência de impessoalidade na redação oficial, não se deve indicar o nome do signatário, bastando constar, no documento, a assinatura seguida imediatamente da indicação do cargo do remetente.
O caráter de impessoalidade decorre, fundamentalmente, de dispositivo da Constituição da República de 1988, segundo o qual: “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”.
Em um documento oficial, uma expressão adequada para substituir a expressão coloquial “jogar areia no crescimento” (l.8) seria causar prejuízos ao crescimento.
Certo
Errado
O trecho A é inadequado para constituir introdução de ofício, por apresentar a forma verbal "Encaminho", flexionada na primeira pessoa do singular, o que infringe o princípio da impessoalidade em correspondências oficiais.
Os assuntos que constam da redação oficial devem ser tratados de forma impessoal, com exceção das propostas de projetos normativos apresentadas nas exposições de motivos.
Sobre a correspondência oficial, é correto afirmar que
não precisam ser necessariamente uniformes, pois nem sempre há um único comunicador; além disso, o receptor dessas comunicações é o próprio Serviço Público.
as formas de tratamento, de cortesia, e os clichês de redação podem ser incorporados quando se dirigirem à população de baixa escolaridade.
deve caracterizar-se pela impessoalidade, pelo uso do padrão culto de linguagem, pela clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
o universo temático das comunicações oficiais não se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público.
é, necessariamente, árida e contrária à evolução da língua, devido ao seu caráter impessoal e culto.
A linguagem formal é requerida na redação oficial como forma de se denotar impessoalidade e transmitir informações com clareza.
Certo
Errado
Ao dirigir-se ao vigário, no 23º parágrafo, Libório, na informalidade de sua linguagem, não observou o princípio da uniformidade de tratamento: "Dê cá o meu conto de réis, seu vigário, tenha paciência. Faça como o seu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfola os pobres." Dando-se ao trecho o tratamento "tu", de maior formalidade, a forma correta, de acordo com as normas em vigor, é:
Dá cá o meu conto de réis, seu vigário, tende paciência. Fazei como o teu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfolas os pobres.
Dai cá o meu conto de réis, seu vigário, tem paciência. Faz como o teu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfoles os pobres.
Dês cá o meu conto de réis, seu vigário, tenhas paciência. Façais como o teu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfolai os pobres.
Dá cá o meu conto de réis, seu vigário, tem paciência. Faze como o teu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfoles os pobres.
Deis cá o meu conto de réis, seu vigário, tenhas paciência. Faças como o teu amigo, que deve e confessa diante do povo, não esfolais os pobres.
Não constitui princípio da redação oficial:

Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.
Devido à existência de impessoalidade, clareza, seleção lexical e estruturas sintáticas, o texto está apropriado para compor uma correspondência oficial.
A expressão "desse sistema" (l.6) retoma o antecedente "tribunal de justiça" (l.3).
Na linha 6, a forma verbal "adquirem" está no plural porque concorda com "processos digitais".
O termo "fornecidos" (l.7) está no plural porque concorda com "trâmites" (l.6).
A oração "que inseriu em nosso ordenamento jurídico o sistema de certificação digital de documentos eletrônicos" (l.11-13) tem valor de restrição.

Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.
Devido à existência de impessoalidade, clareza, seleção lexical e estruturas sintáticas, o texto está apropriado para compor uma correspondência oficial.
A expressão "desse sistema" (l.6) retoma o antecedente "tribunal de justiça" (l.3).
Na linha 6, a forma verbal "adquirem" está no plural porque concorda com "processos digitais".
O termo "fornecidos" (l.7) está no plural porque concorda com "trâmites" (l.6).
A oração "que inseriu em nosso ordenamento jurídico o sistema de certificação digital de documentos eletrônicos" (l.11-13) tem valor de restrição.
A respeito das características da linguagem usada na redação oficial, assinale a opção correta.
Comunicar com impessoalidade e clareza é uma das finalidades básicas da redação oficial, que deve permitir aos receptores uma única interpretação.
O padrão culto da linguagem empregado em comunicações oficiais caracteriza-se pela aceitação e consagração de expressões e clichês do jargão burocrático.
A formalidade de tratamento é dispensável quando signatário e destinatário trabalham em um mesmo órgão administrativo.
Devido à exigência de clareza na exposição e transmissão de informações, admitem-se redundâncias e repetições de ideias em documentos oficiais.
Por se tratar de documentos oficiais cujos signatários e destinatários variam, observa-se a ausência de uniformidade na redação oficial.
Apesar de nomear o emissor do texto pelo nome próprio, o documento não fere o princípio da impessoalidade exigido nos documentos oficiais.
Sobre a linguagem das comunicações oficiais, assinale a opção incorreta.
As comunicações oficiais escritas devem ser formais, polidas e padronizadas. A polidez consiste no emprego de expressões respeitosas e tratamento apropriado àqueles com os quais nos relacionamos.
Há consenso de que as comunicações escritas oficiais devem empregar a norma padrão da língua, em que se observam as regras da gramática formal.
As comunicações que partem de uma entidade devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. A linguagem restrita a grupos específicos deve ser evitada.
A norma padrão não implica linguagem rebuscada, deve haver critério quanto à incorporação de estrangeirismos e neologismos, respeitando as transformações da língua ocorridas ao longo dos tempos.
A linguagem da correspondência oficial precisa ser adequada à região em que será veiculada; para entendimento de todos, precisa respeitar os aspectos linguísticos regionais.
Dado o padrão culto da linguagem, a impessoalidade e a formalidade que caracterizam o texto, ele poderia constar de um expediente de comunicação oficial.