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O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas ao Presidente da República é:
Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
Meritíssimo Senhor Presidente da República.
Ilustríssimo Senhor Presidente da República.
Senhor Presidente.
Magnífico Senhor Presidente da República.
Marcos, recém aprovado no cargo de analista administrativo, recebeu a tarefa de elaborar uma correspondência oficial que deveria ser dirigida ao Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda. De acordo com as regras de redação oficial, o vocativo a ser utilizado para se dirigir ao Secretário-Executivo é:
Excelentíssimo Secretário-Executivo.
Senhor Secretário-Executivo.
Magnífico Senhor Secretário-Executivo
Excelentíssimo Senhor Secretário-Executivo.
“Toda comunicação [institucional] deve ser escrita de forma polida ajustando as palavras e expressões às normas de educação e cortesia. O emprego correto da forma de tratamento é uma das formas de realizar esta tarefa” (FERREIRA, 2010, p. 30). A partir dessa ideia do autor, suponha que o diretor de uma escola solicitou ao secretário escolar que redigisse um ofício ao Reitor de uma Universidade. Qual a forma de tratamento que o secretário deverá utilizar?
Meritíssimo.
Vossa Excelência.
Vossa Magnificência.
Vossa Senhoria.
Relacione as formas de tratamento abaixo às suas respectivas abreviaturas, assinalando C, se corretas, ou I, se incorretas.
( ) Excelentíssimo – Exmo. ou Ex.mo
( ) Meritíssima – MM.
( ) Vossa Senhoria – V. Sra. ou V. Sr.a
( ) Vossa Excelência – V. Exa. ou V. Ex.a
( ) Ilustríssima – Isma. ou Is.ma
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
C – C – C – I – C.
I – I – I – C – C.
C – I – C – C – I.
I – C – C – I – C.
C – C – I – C – I.
O pronome de tratamento ―Vossa Reverendíssima‖ deve ser utilizado ao endereçar uma carta para:
Senadores da República
Reitores de Universidades
Sacerdotes e Religiosos em geral
Presidente da República
Os pronomes de tratamento devem ser utilizados de acordo com a autoridade a que se quer dirigir uma comunicação oficial. Nesse sentido, em conformidade com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República, o pronome de tratamento Vossa Excelência deve ser utilizado para endereçar comunicado oficial à autoridade:
Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial.
Umas das características do estilo da correspondência oficial e empresarial é a polidez, entendida como o ajustamento da expressão às normas de educação ou cortesia. Na utilização das formas de tratamento e endereçamento, deve-se considerar não apenas a área de atuação da autoridade, mas também a posição hierárquica do cargo que ocupa. Baseado nessa informação, marque a alternativa que apresenta a associação CORRETA entre o cargo ou função e o pronome de tratamento a ser utilizado:
Oficiais Generais = Meritíssimo General.
Papa = Vossa Reverendíssima.
Reis = Vossa Alteza.
Reitores = Vossa Magnificência.
Acerca das comunicações oficiais, analise os itens abaixo:
I. Na identificação do signatário, o cargo ocupado por pessoa do sexo feminino não deve ser flexionado no gênero feminino.
II. Os pronomes Vossa Senhoria ou Vossa Excelência são usados para se comunicar diretamente com o receptor.
III. Nas comunicações oficiais, há situações em que não se pode abreviar os pronomes de tratamento.
Analisados os itens, pode-se afirmar que:
Vossa Magnificência é um pronome de tratamento utilizado para:
Cardeais.
Ministros de estado.
Reitores de universidades.
Reis e rainhas.
Utiliza-se “Vossa Excelência” como pronome de tratamento quando a comunicação é direcionada a secretário executivo de Ministério.
Mariano estava em dúvida sobre qual seria o pronome de tratamento adequado para tratamento no corpo do texto de uma correspondência oficial dirigida a um militar que não seja do cargo de Oficial-General das Forças Armadas. De acordo com as regras de Redação Oficial, o pronome CORRETO é:
Vossa Senhoria.
Vossa Magnificência.
Vossa Majestade.
Vossa Pontificidade.
Vossa Excelência.
Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. O pronome de tratamento adequado para tratamento no corpo do texto de uma correspondência oficial enviada para um capitão das Forças Armadas é:
Vossa Senhoria
Vossa Excelência.
Vossa Magnificência.
Vossa Santidade.
Se o seu signatário for pessoa do sexo feminino, o pronome de tratamento não flexiona o gênero.
Deve ser utilizado o termo "Digníssimo", pois este é o termo correto para tratar um ocupante de cargo público.
Deve conter o nome e o cargo da autoridade que as expede, excluindo-se as assinadas pelo Presidente da República.
Os pronomes de tratamento se referem à segunda pessoa gramatical (a pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige uma comunicação), por isso a concordância fica na segunda pessoa.
Apesar do decreto que dispõe sobre a forma de tratamento empregada na comunicação, oral ou escrita, com agentes públicos da administração pública federal direta e indireta, e sobre a forma de endereçamento de comunicações escritas a eles dirigidas, os pronomes de tratamento ainda são utilizados em documentos oficiais em outras escalas. Diante disso, o tratamento adequado para um documento endereçado a um reitor de universidade estadual é:
Vossa Senhoria;
Vossa Magnificência;
Vossa Excelência;
Vossa Reverendíssima.
O vocativo a ser empregado para comunicações oficiais dirigidas ao Ministro do Superior Tribunal de Justiça é:
Excelentíssimo Senhor Ministro.
Excelentíssimo Ministro.
Senhor Ministro.
Excelso Senhor Ministro.
_______________ é um pronome de tratamento muito utilizado, que pode ser abreviado pela sigla V.S.a. O termo que preenche CORRETAMENTE a lacuna acima é:
Vossa Alteza
Vossa Senhoria
Vossa Santidade
Vossa Eminência
A abreviatura de Vossa Excelência não deve ser usada quando dirigida ao seguinte destinatário:
Ministros de Estado.
Presidente do Supremo Tribunal Federal.
Desembargadores.
Presidente do Superior Tribunal de Justiça.
Sobre as atuais formas de tratamento e endereçamento nas comunicações oficiais estabelecidas pelo Decreto Presidencial n° 9.758/2019, uma das alternativas a seguir está incorreta. Assinale-a.
O Decreto dispõe sobre a forma de tratamento empregada na comunicação estritamente escrita, com agentes públicos da administração pública federal direta e indireta, e sobre a forma de endereçamento dessas comunicações a eles dirigidas.
Apenas “senhor” e “senhora”, e suas flexões para o plural, serão admitidos como pronome de tratamento adequado à comunicação com agentes públicos federais, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião.
O Decreto não se aplica às comunicações entre agentes públicos federais e autoridades estrangeiras ou de organismos internacionais.
O Decreto ampliou as formas vedadas na 3a Edição do Manual de 2018 (“ilustre”, “ilustríssimo”, “digno” ou “digníssimo”, “respeitável” ou “doutor”) para “Vossa Excelência ou Excelentíssimo”, “Vossa Senhoria”, “Excelentíssimo Senhor”.
A forma “Vossa Magnificência”, utilizada para reitores(as) de instituições de ensino superior, não é citada na 3a Edição do Manual, mas é mencionada no Decreto como forma de tratamento vedada.
A respeito do uso dos pronomes de tratamento, é possível afirmar que:
Há inadequação no emprego de todos os pronomes de tratamento no texto.
“Sua Excelência” deveria ser utilizado no endereçamento e não no corpo do texto.
O pronome de tratamento está empregado corretamente apenas no endereçamento.
Admite-se o uso de ambas as formas de pronomes de tratamento no corpo do texto.
O uso do pronome de tratamento “Vossa Excelência” é inadequado para Senadores da República.
Uma correspondência oficial em que foi utilizado o pronome de tratamento Excelentíssimo Senhor pode ter sido dirigida para:
I. Presidente do Supremo Tribunal Federal;
II. Governador;
III. Presidente da República;
IV. Prefeito.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
I e III.
I e IV.
II e III.
II e IV.
II, III e IV.