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Solenidades oficiais são muitas vezes sinônimo de eventos longos, cansativos e que despertam pouco interesse.
Esse estereótipo ocorre porque:
a formalidade necessária dos eventos oficiais os torna longos, o que contrasta com o pouco tempo disponível na vida moderna;
os eventos públicos se constituem de formalidades e objetivos que têm pouca relação com os valores dos cidadãos brasileiros;
a legislação brasileira sobre o tema é extremamente complexa e formal, contrastando com a de outros países, que tratam o cerimonial de maneira simplificada;
o Brasil é um país de dimensões continentais, o que torna necessário formalizar o relacionamento entre entidades da federação e os diversos poderes;
muitos organizadores desconhecem a importância do cerimonial, não utilizam as técnicas específicas e assim realizam eventos sem conteúdo.
O grau hierárquico de um vereador municipal, em evento oficial estadual, equivale ao de um:
juiz de direito;
promotor público;
major do exército;
diretor de escola de ensino secundário;
chefe de departamento de universidade particular.
Em eventos oficiais, há Mesas de Honra em que se trocam os componentes.
As autoridades ou personalidades que farão parte dela devem se sentar:
em qualquer lugar do local, visto que não há normas cerimoniais específicas;
em qualquer lugar do local, desde que sejam facilmente localizáveis;
na primeira fileira de cadeiras do local, considerada uma extensão da mesa;
em uma mesa lateral, de forma livre, próxima à mesa principal;
em uma mesa lateral, respeitando-se a hierarquia dos cargos.
O profissional responsável pela execução de solenidades e eventos é o(a):
chefe do protocolo;
cerimonialista;
mestre de cerimônias;
relações públicas;
chefe de gabinete.
As cores nacionais são verde:
e branco;
e amarelo;
azul e branco;
amarelo e azul;
amarelo, azul e branco.
Um vereador de Aracaju foi convidado para uma solenidade com a participação do presidente da República.
Como esse vereador se encontra impossibilitado de comparecer, enviar um representante é uma atitude:
correta, por se tratar de um convite da maior autoridade do país e que não pode ser recusado;
correta, porque os municípios estão subordinados hierarquicamente à União;
correta, desde que sejam efetuadas as explicações cabíveis, por meio de documento específico;
incorreta, porque convidados não se podem fazer representar em cerimônias em que compareça o presidente;
incorreta, porque outro vereador da mesma Câmara é um representante natural por ser do mesmo poder.
A norma geral para composição de uma mesa em um cerimonial segue, do ponto de vista de quem está na plateia, a seguinte ordem hierárquica crescente de importância:
1, 2, 3, 4, 5;
1, 3, 5, 4, 2;
4, 2, 1, 3, 5;
5, 3, 1, 2, 4;
5, 4, 3, 2, 1.
Em funeral, a Bandeira Nacional deve estar:
a meio mastro, sendo hasteada e arriada inicialmente até o tope;
a meio mastro, quando se tratar do falecimento de autoridade federal;
a meio mastro, com um laço preto de luto atado ao Pavilhão;
hasteada até o tope, com um laço preto de luto atado ao Pavilhão;
hasteada até o tope, com uma parada a meio mastro para saudação.
Quando várias bandeiras são hasteadas e arriadas simultaneamente, a Bandeira Nacional deve ser a:
primeira a atingir o tope e pode descer em qualquer ordem;
primeira a atingir o tope e a última a descer;
última a atingir o tope e a primeira a descer;
última a atingir o tope e a última a descer;
última a atingir o tope e pode descer em qualquer ordem.
O traje masculino composto de terno e gravata é conhecido como:
esporte;
esporte fino;
traje de calle;
passeio completo;
traje de gala.
A colocação de cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana na ordem de precedência para funcionários públicos é considerada:
correta, caso se trate de brasileiros natos;
correta, por se tratar de autoridade religiosa;
correta, por serem príncipes de potência estrangeira;
incorreta, porque não pertencem ao poder público;
incorreta, porque há separação entre Estado e Igreja.
Os termos utilizados, respectivamente, para designar a coexistência respeitosa entre membros de um grupo social, e o uso da hierarquia e formas de tratamento em universos mais amplos e não uniformes são:
etiqueta e protocolo;
cerimonial e etiqueta;
cerimonial e educação;
educação e etiqueta;
educação e protocolo.
Em 2020, a UFRJ completará 100 anos e uma série de eventos deverá ocorrer envolvendo a comunidade universitária e o estado do Rio de Janeiro.

(UFRJ Faz 100 Anos. Logotipo comemorativo do centenário da Universidade)
Para que cada evento do centenário tenha um conceito positivo é preciso planejamento. Segundo Kunsch (2016), há três tipos de atividades principais que envolvem o planejamento, a organização e a execução de eventos, que são:
pré-produção; produção; e pós-produção.
briefing; teasers; e action plan.
cronograma; checklist; e publicidade.
diagnose de ambiência e de stakeholders; bivalência no sistema publicidade/propaganda; e avaliação.
organização; produção de material informativo e promocional; e divulgação.
Na Bandeira Nacional, a estrela solitária, acima da faixa de Ordem e Progresso, representa o(a):
Distrito Federal;
estado do Rio de Janeiro;
estado do Pará;
União federativa;
capital da república, independentemente de onde estiver.
Um vereador recebe um convite para um evento oficial com a expressão R.S.V.P., o que significa que esse vereador:
faz parte dos chamados “VIPs”;
teve sua reserva aceita pelos organizadores;
deve responder o mais rapidamente possível;
precisa confirmar presença no referido evento;
recebeu a “ esposta Social do Vereador da Prefeitura”.
Os eventos são instrumentos estratégicos na comunicação organizacional integrada, porque por trás de seu preparo existe um objetivo a ser alcançado. O evento pode ser visto como um acontecimento criado, a fim de mudar a história na relação organização-público, após a observação da realidade, e pode contribuir para que a organização crie e mantenha bons relacionamentos com seus públicos. Para que sejam estratégicos, os eventos precisam:
destacar a democracia e a liberdade como pilares estratégicos da geração de saberes universais, transversais e plurais.
ter atratividade engendrada em seu cerne (“o meio é a mensagem”), seduzindo o participante ao “consumo” deste produto, tendo o benchmarking como garantia inescapável.
ser gratuitos ou ter taxa de acesso simbólica ou acessível, porque, no Brasil, a cultura de eventos caros é contraproducente e gera o chamado encalhe.
ter comunicação integrada que se integre à diversidade, desde a etapa de divulgação até a avaliação, desde que de encontro à plataforma estratégico-gerencial da organização que produz tal evento.
estar alinhados às metas de comunicação de uma organização e ser concebidos e planejados conforme a missão, a visão e os valores da organização, além dos preceitos éticos da atividade.
Em um evento oficial, o público de interesse que se deseja sensibilizar e mobilizar é conhecido como:
board members;
counselours;
sponsors;
stakeholders;
shareholders.
Em uma solenidade promovida pelo Governo da União, o presidente da Câmara Municipal de Aracaju deseja utilizar uma medalha de honra recebida do governador de Sergipe.
Essa utilização é considerada:
correta, pois cada estado tem autonomia para conceder condecorações;
correta, porque Sergipe é um estado integrante da União federativa brasileira;
correta, desde que autorizada pelo chefe do cerimonial da União;
incorreta, porque não podem ser usadas condecorações em eventos da União;
incorreta, porque só poderão ser usadas condecorações conferidas pelo Governo Federal.
Em uma cerimônia oficial em Brasília, de caráter federal, o presidente da Câmara de Vereadores de Aracaju está no mesmo grau hierárquico que:
juiz do Tribunal de Contas de Sergipe;
desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe;
secretário de Educação de Sergipe;
prefeito de uma cidade com 100 mil habitantes;
vereador municipal de Aracaju.
Em um evento estadual, o presidente da Câmara Municipal em que se processa a cerimônia está, para fins de protocolo, no mesmo nível hierárquico que um:
arcebispo católico;
almirante de esquadra;
reitor de universidade federal;
procurador-geral do Estado;
comandante da Polícia Militar do Estado.