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A família é uma instituição social construída pelo movimento da história e das relações socioeconômicas e culturais da sociedade. Sendo historicamente condicionada, ela é também dialeticamente articulada com a estrutura social na qual está inserida. Esse entendimento é contrário à compreensão de que a família é um grupo natural, limitado à essência biológica do homem e à sua continuidade através da consangüinidade e da filiação.
Nesse sentido, é correto afirmar que as novas configurações de família, expressas na contemporaneidade, não devem ser compreendidas como fontes de desvio e fragilidades, mas como novas alternativas e possibilidades de
reestruturação relacional.
composição residual.
sociabilidades familiares.
resgate valorativo.
estratégias conservadoras.
Embora as mudanças econômicas, sociais e políticas e o avanço das ciências tenham ampliado a expectativa de vida da população idosa, a preocupação apontada por estudiosos da longevidade é com as condições nas quais essa população envelhecerá. Junto com tais conquistas, permanece a dinâmica do processo de envelhecimento, geralmente acompanhado pelo declínio das capacidades e pelo adoecimento, desencadeando dependências físicas, cognitivas e emocionais. Identifica-se a já denominada crise do cuidado, caracterizada pela restrição da oferta de atenção das políticas públicas e também pela redução potencial dos cuidados tradicionalmente ofertados pela família, em vista das transformações demográficas na estrutura familiar, da composição da força de trabalho e com consequente alteração
do status das mulheres.
dos interesses dos idosos.
de cláusulas contratuais.
de compromissos anteriores.
de processos históricos.
A atuação do Serviço Social tradicional junto aos indivíduos seguiu a lógica de ajustamento do sujeito à ordem e da sua consequente preparação e aptidão para o mercado de trabalho. Também a intervenção profissional junto às famílias pautava-se na moralidade e nos valores cristãos, considerando os problemas econômicos e sociais como resultados de um desvio de conduta moral de seus membros. As práticas direcionadas às famílias da classe trabalhadora, impedidas de integrar-se ao restante da sociedade, tinham como objetivo atender às camadas populares, por meio do tratamento das suas
demandas emancipatórias.
necessidades antagônicas.
questões ideológicas.
disfunções sociais.
convicções permanentes.
Independentemente da configuração e da condição socioeconômica, a família pode se constituir em espaço de conflitos entre seus membros e entre o grupo familiar e a sociedade. No entanto, a maioria das famílias brasileiras está situada em um contexto desfavorável, de desigualdade e de exclusão social, com imensas dificuldades de satisfazer suas necessidades básicas. Portanto, é correto afirmar que a família é uma instituição contraditória, tanto na sua dimensão interna, como grupo particular, quanto externa, na medida em que expressa as contradições mais amplas
de sua herança histórica.
de seus membros.
de sua conformação.
de sua estrutura básica.
da sociedade.
“A configuração da família brasileira é diversa e se transformou nas últimas décadas. Em 2021, 9 mil casais homoafetivos se casaram – mais que o dobro que em 2013. A taxa de natalidade, enquanto isso, tem caído de forma constante: o número de nascimentos registrados em 2021 foi o menor da série histórica. Aumentou a média de idade com que uma mulher se torna mãe, e os divórcios têm acontecido em menos tempo do que antigamente”. (Folha de São Paulo, 2023). Sobre os arranjos familiares marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente:
( ) As famílias monoparentais são formadas pela criança ou o jovem e apenas um de seus progenitores (pai ou mãe).
( ) A família reconstituída é formada quando pelo menos um dos cônjuges possui um filho de um relacionamento anterior.
( ) A família nuclear é compreendida de forma restrita, composta por pelos pais e seus filhos.
( ) As Famílias anaparental são as famílias que não possuem a figura dos pais, onde os irmãos tornam-se responsáveis uns pelos outros.
( ) Não existem famílias de pessoas que vivem sozinhas (pessoas solteiras, viúvas ou separadas).
Todas as afirmativas são verdadeiras.
Todas as afirmativas são falsas.
Apenas uma afirmativa é falsa, as outras quatro são verdadeiras.
Apenas uma afirmativa é verdadeira, as outras quatro são falsas.
Duas afirmativas são verdadeiras e três afirmativas são falsas.
As barreiras relacionais criadas por questões individuais, grupais ou sociais, por preconceito, discriminação ou intolerância, estão no campo do convívio humano. A segurança da vivência familiar e do convívio comunitário e social supõe a não aceitação de situações de perda dessas relações. Na Assistência Social, há a previsão de que o resultado do trabalho social que intervém nas situações de vulnerabilidades relacionais promova
a acolhida institucional.
a reflexão entre pares.
a reestruturação familiar.
a padronização de condutas.
o fortalecimento de vínculos.
Conforme Mioto (2010), o trabalho social com famílias é uma competência dos/as assistentes sociais desde a origem da profissão. Mas, após o Movimento de Reconceituação do Serviço Social, este passou por mudanças significativas no modo de compreender as demandas trazidas pelas famílias e na direção da ação profissional.
Fonte: MIOTO, R. C. T. Família, trabalho com famílias e Serviço Social. Serviço Social em Revista, v.12, n.2, jan/jun 2010.
Marque a alternativa CORRETA sobre este trabalho com famílias no Serviço Social, após o movimento de reconceituação, segundo Mioto (2010).
O trabalho social com famílias pós Movimento de Reconceituação e com referenciais marxistas passou a incluir uma nova forma de pensar e trabalhar com as famílias. As necessidades destas famílias passaram a ser interpretadas como necessidades sociais não satisfeitas pela sociedade capitalista e geradas pelas desigualdades sociais. A ação profissional passou a ser orientada para a efetivação dos direitos sociais.
O trabalho social com famílias pós Movimento de Reconceituação e com referenciais marxistas passou a compreender que as soluções para os problemas vividos pelas famílias só serão sanados com mudanças comportamentais, com compromissos destas de buscar superá-los, no cumprimento de seus deveres familiares.
O trabalho social com famílias pós Movimento de Reconceituação e com referenciais marxistas passou a compreender que as famílias devem se ajustar à realidade de uma boa família e mudar suas condutas geradoras de conflitos.
O trabalho social com famílias pós Movimento de Reconceituação e com referenciais marxistas passou a compreender que as famílias têm deveres e que, para garantir seus direitos sociais, estas devem ter, em contrapartida, novas tarefas, obrigações e responsabilidades.
O trabalho social com famílias pós Movimento de Reconceituação e com referenciais marxistas compreende que as famílias têm problemas individuais, conflitos decorrentes dos seus modelos familiares e a proteção social pública deve exigir contrapartidas e obrigações.
As visitas domiciliares são importantes instrumentos utilizados por assistentes sociais para uma melhor compreensão acerca das condições de vida das famílias, que envolvem a situação de moradia e as relações familiares e comunitárias. Atuando nos serviços de saúde, o levantamento de dados realizado pelo assistente social na visita domiciliar permite identificar as possibilidades de participação da família no diagnóstico e no tratamento do usuário. Com vistas à formulação de estratégias de intervenção do assistente social, tal instrumento permite também o conhecimento das variáveis socioeconômicas e sanitárias do usuário que interferem
na sua dedicação exclusiva.
na sua autoestima.
no cotidiano individual.
na opção do paciente.
no processo saúde/doença.
Na Política de Assistência Social e no trabalho social com famílias, devemos considerar que estas se encontram situadas em determinado tempo e espaço, sendo que o território é compreendido como:
I.espaço determinante para a compreensão das situações de vulnerabilidade e risco sociais, bem como para seu enfrentamento.
II.espaço humano e habitado, marcado pelas pessoas que ali vivem.
III.localidades intrinsecamente ligadas às formas de relacionamento social predominantes, que por sua vez são diretamente influenciados pelos contextos social, cultural e econômico.
IV.espaço que evidencia as contradições da realidade, no qual os conflitos e desigualdades perpassam e ressignificam as relações familiares e comunitárias e torna-se possível identificar as potencialidades para o enfrentamento das expressões da questão social.
Está correto o que se afirmar em:
I, II e III, apenas.
I e II, apenas.
IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
A concepção da família como referência na política social brasileira reavivou o debate em torno do trabalho com famílias. Os processos político-organizativos no trabalho com famílias implicam em ações que privilegiam a discussão da relação família e proteção social na esfera pública, visando ao rompimento com a ideologia vigente, que é crer na família como
dependente do Estado enquanto instituição pública.
relacionada com a sociedade em um espírito de solidariedade.
dependente do setor privado em suas necessidades.
compreendida enquanto lócus de assistencialismo.
responsável pela proteção social e garantia dos direitos sociais.
O capitalismo reproduz as ideias e representações das relações sociais e as condições materiais em que se processa a produção. Essas representações, enquanto pressuposto último,
possibilitam a criação da assistência social especializada.
criam somente mecanismos de reprodução da força de trabalho.
tornam-se somente um meio de reproduzir o capital, de produzir mais-valia.
estabelecem vínculos por meio de companheirismo entre as pessoas.
encobrem o antagonismo entre as classes sociais.
Na análise de Horst & Mioto (2021), na realidade contemporânea verifica-se o avanço do familismo, que pode ser descrito como:
mecanismo de solidariedade entre famílias no sentido do cuidado e da preservação do seu núcleo;
política social que busca centralizar a questão social na família, escamoteando as classes sociais;
ferramenta para viabilizar políticas sociais seletivas através de critérios de pertencimento;
estratégia para responsabilizar os indivíduos e suas famílias pelo caos instalado pela sociabilidade burguesa;
mobilizador de comportamentos de solidariedade comunitária.
Considerando a relação existente entre família e política social no debate teórico da área, assinale a afirmativa correta.
A proteção social no Brasil recusou, ao longo de sua história, um caráter familista.
Os países com maior grau de desfamiliarização, em termos de políticas sociais, são os de Estado da social-democracia.
A tendência de familiarização das políticas sociais é enfraquecida pela concepção do pluralismo de bem-estar.
No processo de desfamiliarização, a satisfação das necessidades das famílias depende da inserção de seus membros na esfera mercantil.
Nas últimas décadas, em proteção social, ocorre um arrefecimento da ideia da família como fundamental na provisão de bem-estar.
Sobre os múltiplos arranjos familiares, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Segundo o artigo 226 da Constituição da República de 1988, a família é compreendida como a base da sociedade e recebe uma proteção especial do Estado. Ao longo dos anos, o significado de família vem sendo alterado.
A família tradicional, família nuclear, é composta por pai, provedor da casa; mãe, cuidadora da família, e seus filhos foi sendo substituída por novos tipos de família.
Atualmente, o entendimento jurídico sobre a família determina padrões, estruturas, responsabilidades e dimensões do agregado familiar.
Nos estudos da antropologia, por sua vez, o ser humano deve ser pensado em sua complexidade social, tendo a família como a instituição central dessa socialização.
Na sociologia, a família representa uma agregação de indivíduos unidos por laços afetivos ou de parentesco (consanguinidade). Dentro dessa relação, os adultos são responsáveis pelo cuidado com as crianças.
As políticas sociais com centralidade na família no Brasil são apontadas pela literatura crítica no Serviço Social como ainda familistas, apesar dos avanços com a Constituição Federal de 1988 ao instituir a Seguridade Social.
Qual dentre os conceitos abaixo se refere ao familismo?
O familismo refere-se a uma política pró-família na medida em que as políticas sociais amenizam os cuidados e a assistência realizada pelas famílias nos lares e oferecem benefícios e serviços que autonomizam os indivíduos em relação às suas famílias.
Para reduzir a jornada estendida das mulheres, o familismo oferece políticas, serviços e benefícios que reduzem a carga de trabalho doméstico e de cuidados das mulheres.
O familismo rompe com o entendimento de que as mulheres são boas gestoras dos recursos e benefícios, são protetoras por exercerem trabalhos domésticos sem custo social e realizam os cuidados por amor e retribuição.
O familismo é o processo de responsabilização das famílias. As famílias são convocadas como uma das principais instâncias de provisão social. Nos países em que predomina esta tendência, o Estado atua de forma subsidiária para as famílias que faliram na capacidade protetiva.
O familismo é uma tendência da política social que torna os indivíduos mais autônomos em relação aos cuidados familiares, por oferecer suporte em diferentes momentos do ciclo de vida das famílias.
Profissionais que atuam na Política de Assistência Social precisam estar atentos aos conceitos e ao Projeto Político de sua profissão, para tanto é importante definir corretamente alguns posicionamentos sobre o conceito de Família.
Famílias desestruturadas são o público alvo dos serviços e equipamentos da Assistência Social.
Famílias em situação de vulnerabilidade precisam ser inseridas nos serviços e equipamentos da Assistência Social.
O modelo de família ideal deve ser o objetivo final no trabalho dos profissionais dos equipamentos sociais.
A estrutura ideal de família é diferente para cada profissional dos equipamentos de Assistência Social.
Na perspectiva analítica de Marilda Iamamoto, o assistente social lida no seu trabalho cotidiano profissional com situações vividas por indivíduos, famílias, grupos e segmentos populacionais que são
negligenciadas pela agenda pública.
expressões culturais de um modo de vida.
refrações da ordem social ahistórica.
atravessadas por determinações de classe.
experiências singulares invisíveis às elites econômicas.
Para Mioto (2015), existe uma contraditória relação entre família e política social, evidenciando a questão do trabalho familiar. Sobre a temática, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Enquanto a família, no campo da seguridade social, tem sido incorporada como um recurso fundamental no atendimento das necessidades humanas (principalmente na função de suprir o retraimento do Estado na garantia de direitos), no campo das políticas de conciliação entre trabalho e família, a inclusão parece ser diferente.
( ) Compreender as bases em que as sociedades proporcionam a sobrevivência e o bem-estar de seus membros implica considerar apenas a forma de trabalho, remunerado, bem como as relações que se estabelecem entre esses membros nos marcos da sociabilidade contemporânea.
( ) O grande embate que se tem colocado no campo das relações entre política social e família refere-se às tendências entre uma perspectiva que persiste na ideia de manter as atividades de cuidado dentro da casa e tem redundado em um amplo processo de mercadorização e no aprofundamento da desigualdade de classe e de gênero.
( ) Dentro do quadro atual das transformações ocorridas na família e no mundo do trabalho, é necessária a instauração de mecanismos públicos que proporcionem às famílias/mulheres condições para gerir o trabalho de reprodução e para enfrentar os problemas advindos da própria precarização do trabalho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – V.
V – V – V – V.
V – V – F – F.
F – V – F – F.
F – F – V – V.
No que se refere aos Serviços de Convivência Familiar e Fortalecimento de Vínculos e suas características, de acordo com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, analise as afirmativas abaixo:
I. Serviço para crianças até 6 anos- tem por foco o desenvolvimento de atividades com crianças, familiares e comunidade, para fortalecer vínculos e prevenir ocorrência de situações de exclusão social e de risco, em especial a violência doméstica e o trabalho infantil, sendo um serviço complementar e diretamente articulado ao PAIF.
II. Serviço para adolescentes e jovens de 15 a 17 anos- tem por foco o fortalecimento da convivência familiar e comunitária e contribui para o retorno ou permanência dos adolescentes e jovens na escola, por meio do desenvolvimento de atividades que estimulem a convivência social, a participação cidadã e uma formação geral para o mundo do trabalho. As atividades devem abordar as questões relevantes sobre a juventude, contribuindo para a construção de novos conhecimentos e formação de atitudes e valores que reflitam no desenvolvimento integral do jovem.
III. Serviço para Idosos, a partir de 70 anos - tem por foco realizar a acolhida da pessoa idosa em Instituição de Longa Permanência (ILPI), a pedido da família. Aos que conseguem opinar, a intervenção social deve estar pautada nas características, interesses e demandas dessa faixa etária e considerar que a vivência em grupo, as experimentações artísticas, culturais, esportivas e de lazer e a valorização das experiências vividas constituem formas privilegiadas de expressão, interação e proteção social. Deve incluir vivências que valorizam suas experiências e que estimulem e potencializem a condição de escolher e decidir.
IV. Serviço para adultos de 30 a 50 anos- tem por foco o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, desenvolvendo ações complementares assegurando espaços de referência para o convívio grupal, comunitário e social e o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e encontros intergeracionais, de modo a desenvolver a sua convivência familiar e comunitária. Contribuir para a ampliação do universo informacional, artístico e cultural, bem como estimular o desenvolvimento de potencialidades para novos projetos de vida, propiciar sua formação cidadã e detectar necessidades e motivações, habilidades e talentos, propiciando vivências para o alcance de autonomia e protagonismo social, estimulando a participação na vida pública no território, além de desenvolver competências para a compreensão crítica da realidade social e do mundo contemporâneo.
Estão CORRETAS
I, II e IV, apenas.
I e II, apenas.
II, III e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Tanto no Brasil como em quaisquer outros países a sociedade está em constante evolução. Com isso, as famílias, que são as entidades que existem por toda a história, estão sempre mudando e formando um novo conceito de como elas são vistas. De acordo com as modalidades de família, relacione a coluna 1 com a coluna 2:
(Fonte:https://blog.supremotv.com.br/quais-sao-as-modalidades-de-familia/)
Coluna 1
(1)Família Mosaico.
(2)A Família Convivencial.
(3)Família Poliafetiva.
(4)Família Anaparental.
Coluna 2
(__)Trata-se de família constituída por três pessoas ou mais, geralmente um homem e duas mulheres ou o contrário, sendo esta uma modalidade não aceita pelo ordenamento jurídico.
(__)Tal família constitui-se pelos vários casamentos passados dos parceiros de uma relação ambos com filhos desses casamentos ou relações anteriores.
(__)Pode ser constituída sem a presença de um ascendente, ou seja, irmãos e irmãs, primos e primas residindo na mesma casa, deve ser o mesmo status de família.
(__)É formada pela união do homem e da mulher, ou seja, também heteroafetiva, porém não tem a formalidade do casamento. Mas detém durabilidade e publicidade com objetivo de constituir família, conforme artigo 1723 do Código Civil - Brasil (2002).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
2, 1, 3, 4.
3, 1, 4, 2.
3, 1, 2, 4.
4, 3, 1, 2.