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Disciplina 1
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Para que a arte seja entendida como um importante processo no aprendizado infantil, ela precisa ser (re)significada como a manifestação da:


A

lógica e raciocínio.


B

dialética e inteligência.


C

linguagem e repetição.


D

cultura e lógica.


E

expressão e linguagem.

Na proposta do ensino da arte de Monique Brière, o principal foco é o “fazer artístico”. Brière afirma que o professor primeiramente deve reconhecer, nos seus alunos:


A

a sua capacidade crítica.


B

a sua possibilidade reflexiva.


C

a sua habilidade artística.


D

a sua fase de desenvolvimento gráfico.


E

a sua aptidão em linguagens artísticas.

De acordo com a legislação educacional em vigor, o Professor deArte é um professor polivalente, pois sua formação deve abranger as quatro linguagens. São elas:


A

desenho, artes visuais, artes cênicas e dança.


B

artes visuais, teatro, dança e música.


C

artes cênicas, teatro, dança e música.


D

educação musical, desenho, fotografia e dança.


E

canto, artes plásticas, escultura e dança.

Uma das formas mais expressivas da linguagem da infância é o desenho. Para estimular a criação, a sensibilidade e a expressão a partir de tal linguagem, deve-se:


A

sempre dirigir a proposta.


B

identificar com o aluno suas representações.


C

deixar a criança desenhar livremente.


D

teorizar antes da prática.


E

intervir, corrigindo logo os erros.

O tema pluralidade cultural é proposto pela atual legislação como um tema transversal no ensino da arte. Essa proposta tem como principal intenção:


A

estudar as linguagens artísticas de outros países.


B

cultivar na escola temas referentes ao Brasil.


C

estudar as diferentes manifestações artísticas.


D

fazer com que os alunos troquem conhecimentos.


E

conhecer o folclore de outros países.

Um Professor de Artes decide trabalhar, na escola, o tema transversal multiculturalismo/etnias brasileiras. Com base nesse tema, ele escolhe um artista e uma obra. Qual das opções abaixo seria mais interessante para essa proposta?


A

Claude Monet; Impressão, nascer do sol.


B

Alfredo Volpi; Bandeirinhas.


C

Vincent Van Gogh;Anoite estrelada.


D

Hélio Oiticica; Metaesquemas.


E

Tarsila do Amaral; Operários.

No segundo movimento expressivo da criança, denominado por Gardner como “simbólico”, a criança inicia a construção de símbolos (representações sobre representações). Nas artes plásticas, esse movimento se dá por meio do:


A

rabisco.


B

espaço.


C

movimento.


D

círculo.


E

tridimensional.

“As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis: elas desejam ser olhadas de azul.” Nessa frase, as autoras Maria Isabel Leite e Luciana Ostetto referem-se ao:


A

entendimento das principais características das obras.


B

diálogo sensível entre obra e contemplador.


C

contexto histórico da obra.


D

uso de técnicas gráficas compreensíveis.


E

olhar capacitado para a arte.

De acordo com Ana Mae Barbosa, em seu livro “A imagem no ensino da arte”, enquanto o Modernismo recorria à arte como forma de expressão e apelava à emoção para a abordagem da obra de arte nas escolas, o pós-modernismo aponta como elementos definidores da arte:


A

concepção, sentimento e compreensão.


B

compreensão, anseios e entendimento.


C

cognição, construção e concepção.


D

conhecimento, sentimento e percepção.


E

aspiração, informação e conhecimento.

Para avaliar se o aluno atendeu aos objetivos da disciplina artes, em sua linguagem visual, referente à produção e à criação, o professor observa a capacidade do aluno em alguns pontos. Entre eles está:


A

consciência dos elementos constitutivos da arte.


B

experimentação dos códigos visuais.


C

percepção da multiplicidade de leituras da obra.


D

sensibilidade às questões da composição.


E

analisa interpretativamente.

Na contemporaneidade, a arte-educação tem buscado novos paradigmas para o ensino da Arte, implicando-a em seus aspectos cognitivos e fundamentada na reflexão, na crítica e na compreensão histórica, social e cultura da Arte nas sociedades. Essa proposta, que afirma a abrangência cultural, refere-se a um posicionamento teórico-metodológico conhecido por abordagem triangular, sistematizado por:


A

Maria Lúcia Godoy


B

Augusto Boal


C

Ana Mae Barbosa


D

Rodrigo Pederneiras

Fornecer acesso à aprendizagem das diversas linguagens da arte, desde a Educação Infantil, é lutar por uma formação estética, que possibilite à criança:


A

conhecer obras de pintores famosos.


B

escolher os conhecimentos que serão adquiridos.


C

ampliar seu universo cultural.


D

usar variadas técnicas no ato da criação.


E

definir qual linguagem artística seguirá.

Em uma aula de artes, a proposta realizada foi fundamentada na metodologia triangular. A professora contextualizou uma obra de arte, analisou-a junto com seus alunos e, por último, propôs:


A

uma atividade criadora.


B

o seu entendimento histórico.


C

a leitura de um texto artístico.


D

a sua fruição.


E

a sua leitura.

Os cursos de pedagogia estão cada vez mais preocupados em formar profissionais mais abertos e plurais, atentos ao outro. Disciplinas ligadas à arte foram incluídas no currículo, possibilitando essa mudança. O intuito da disciplina arte, ligada à formação de professores, tem como principal competência:


A

ensino de técnicas.


B

produção de obras.


C

sensibilizar sentidos.


D

contextualização histórica.


E

racionalizar conhecimentos.

"Na perspectiva de uma Educação Infantil pública e de qualidade para todos, as múltiplas formas de expressão artística têm como objetivo ampliar o universo cultural das crianças e suas possibilidades de compreender a realidade que as cerca [...]” . Para que a criança tenha acesso ao acervo cultural e artístico, depende da(o):


A

valorização da família.


B

do interesse da própria criança.


C

interferência da família.


D

mediação da instituição educativa.


E

investimento dos pais.

Em Universos da Arte (2004), a autora afirma que no contexto da sociedade de consumo ocorre um processo de dessensibilização das pessoas, alienando-as de sua espontaneidade criativa e seu potencial sensível. Na tentativa de reverter esse quadro, Fayga Ostrower valoriza em sua experiência pedagógica


A

a imposição de valores socialistas através da persuasão cultural dos meios de comunicação.


B

as questões políticas, filosóficas e técnicas da História da Arte apenas ocidental.


C

a sequência cronológica das épocas históricas na arte.


D

as questões relativas à arte como mercadoria de luxo e inacessível aos operários da fábrica.


E

a arte com o objetivo de estimular a crítica e participação na contemporaneidade.

O ensino da arte deve enfatizar igualmente tanto a vivência de processos quanto a aprendizagem que daí advém, a realização de trabalhos artísticos e a construção cultural, ativando e incrementando a capacidade do aluno de:


A

visualização, da memória visual, da descoberta de soluções para problemas, sejam eles técnicos ou estéticos.


B

contextualizar, possibilitar e incorporar o entendimento da história individual e social de produções artísticas.


C

diversificar, melhorar, avaliar e ser avaliado em seu fazer e seu entender sensível-cognitivo e marte.


D

assimilar novos saberes, percorrer, transformar os hábitos, atitudes e as manifestações artísticas.


E

desenvolver, articular, selecionar obras organizadas por meio de etapas sequenciadas e encaminhadas.

Em uma experiência realizada por Murray Schafer (2003), seus alunos foram levados a criar um cânone multimeios, em que quatro deles foram instruídos a produzir sons vocais enquanto outros quatro, colocados diante de suas pranchas, deveriam traduzir sons em desenhos, à medida que os escutavam. Foi pedido também a quatro bailarinos que ignorassem o que estava sendo produzido vocalmente e se concentrassem na realização de movimentos corporais que traduzissem as formas que viam surgir nos desenhos nas pranchas. Finalmente, outros quatro alunos receberam instrumentos de percussão e lhes foi solicitado que reproduzissem em seus instrumentos os gestos dos bailarinos. Em sua conclusão, Schafer afirma que


A

essa foi uma ótima maneira de passar o tempo de lazer em conjunto com todos os colegas da classe.


B

tudo, afinal, foi uma enorme confusão, pois o exercício não tinha regras definidas.


C

o exercício parecia, a princípio, incoerente mas, depois de meia hora, foi possível constatar a competência dos executantes na tradução instantânea e imaginativa entre diferentes linguagens expressivas.


D

não seria possível chegar ao fim da proposta sem que os alunos, anteriormente, estabelecessem as relações entre as formas desenhadas, os sons produzidos e os gestos dos bailarinos.


E

a importância do autoritarismo do professor para que a experiência funcionasse.

Leia atentamente as duas colunas e estabeleça uma associação entre elas:

I. Portfólio do aluno.

II. Diário de bordo do professor.

III. Expedição.

IV. Coleta sensorial.

a. proporciona a atitude investigativa com tarefas singulares para cada um dos que dela participam, se diferenciando de passeio e entretenimento.

b. proporciona evidências dos conhecimentos que foram sendo construídos, as estratégias utilizadas para aprender e a disposição de quem o elabora para continuar aprendendo.

c. convoca o olhar silencioso que mergulha nas sensações que a imagem vai doando ao corpo do leitor.

d. convoca um estado reflexivo e inventivo, dando subsídios para uma avaliação constante que provoca a encontrar caminhos cada vez mais instigantes para o aprender e o ensinar.

A associação correta é


A

I-b; II-d; III-a; IV-c.


B

I-c; II-a; III-b; IV-d.


C

I-a; II-b; III-c; IV-d.


D

I-d; II-c; III-b; IV-a.


E

I-c; II-a; III-d; IV-b.

As autoras Martins & Picosque, em contraposição ao clichê de bom professor-executor de planos de ensino normatizados, propõem a ideia de invenção de si mesmo como professor, reativando a criação na docência por meio das escolhas dos fazeres em sala de aula. O que implica o vir-a-ser


A

professor-reflexivo.


B

professor-pesquisador.


C

professor-propositor.


D

professor-temporário.


E

professor-colaborativo.

   
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