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No contexto de gestão de projetos com base no método do Caminho Crítico (Critical Path Method - CPM), o crashing consiste em
aumentar recursos para reduzir duração de atividades críticas, com aumento de custo total.
reduzir escopo do projeto para cumprir prazo, eliminando atividades que estejam no caminho crítico do projeto.
cancelar atividades situadas fora do caminho crítico, com redução de custo do projeto e dilação do cronograma.
aplicar avaliação probabilística, fundada no Program Evaluation and Review Techinique (PERT), às atividades com maior potencial de atraso.
reprogramar a sequência de atividades, buscando otimização financeira com redução de custos dada a inviabilidade de ampliação do orçamento original.
No que concerne à gestão de projetos, há, entre outros, dois métodos consagrados que são comumente utilizados pelas organizações: o Método do Caminho Crítico — Critical Path Method (CPM) e o Program Evaluation and Review Technique (PERT), sendo que
o PERT constitui uma derivação do CPM, trabalhando com o conceito aprimorado de caminho crítico, mediante aplicação de matriz de risco probabilidade/criticidade.
o método CPM tem por escopo mapear o denominado caminho crítico, que consiste nas principais ameaças à execução do projeto.
ambos controlam as variáveis críticas do projeto, sendo o CPM voltado para aspectos qualitativos, enquanto o foco no PERT é o controle de custos.
ambos possuem foco no cumprimento do prazo estabelecido para o projeto, sendo o CPM prospectivo, enquanto o PERT possui enfoque corretivo dos desvios de curso do projeto.
o PERT estima o tempo de duração do projeto a partir da média ponderada de cenários: pessimista, otimista e o mais provável.
Em um projeto de implantação de serviços digitais no setor público, o gestor adota o método PERT (Program Evaluation and Review Technique) para o planejamento do cronograma. Um dos principais benefícios do método PERT para esse tipo de projeto é:
A flexibilidade ao trabalhar com diferentes durações estimadas, permitindo uma previsão mais precisa de prazos.
A simplificação do processo, dispensando a análise das variações de tempo entre as etapas.
A criação de um fluxo rígido para cada tarefa, impedindo alterações e garantindo a estabilidade dos prazos.
A priorização exclusiva de tarefas secundárias, que geralmente sofrem menos pressão de prazos.
Considerando que uma organização que atua com base na gestão por projetos tenha decidido abandonar o Método do Caminho Crítico (CPM) para adotar a metodologia Program Evaluation and Review Technique (PERT), tem-se que o tempo de conclusão dos projetos
tomará por base as ações cujo atraso poderá comprometer o projeto como um todo, diversamente do CPM, que predica o monitoramento da integralidade das ações.
deixará de ser uma variável relevante, como ocorre no caminho crítico, e a prioridade passará a ser a qualidade de Execução.
passará a ser estimado a partir de uma média probabilística, que considera os cenários otimista, pessimista e provável.
deverá ser estimado com base em benchmarking, ou seja, na média obtida a partir de projetos similares que tenham sido concluídos com sucesso.
deverá considerar o desvio padrão obtido a partir dos atrasos verificados em outros projetos da organização, obtendo-se, assim, uma previsão mais acurada da execução.
Frequentemente, projetos de CT&I envolvem atividades interdependentes, prazos apertados e alto grau de incerteza. Ferramentas como PERT (Program Evaluation and Review Technique) e CPM (Critical Path Method) são utilizadas para identificar sequências críticas, prever atrasos e otimizar recursos. Em decorrência disso, a correta aplicação dessas ferramentas pode ser decisiva para o sucesso do projeto.
A utilização combinada das técnicas PERT e CPM é mais indicada quando:
o projeto é altamente padronizado e segue um cronograma fixo, com baixa variabilidade nas tarefas;
é necessário analisar estatisticamente prazos e incertezas, identificando o caminho crítico e as folgas das atividades;
o principal objetivo é registrar visualmente os responsáveis por cada atividade no ciclo do projeto;
se deseja acompanhar de forma contínua o fluxo de demandas, sem priorização de prazos ou dependências;
se pretende dividir o projeto em sprints curtos, com entregas incrementais, lideradas por equipes autônomas.


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Na aplicação da reconhecida metodologia de gestão de projetos denominada Critical Path Method (CPM), o caminho crítico de determinado projeto corresponde
à média probabilística de falhas, apurada a partir da execução de projetos similares.
aos riscos para a execução do projeto, com variáveis gerenciáveis e não gerenciáveis.
às ameaças presentes no ambiente interno e externo à organização.
aos vícios no desenho do projeto que podem comprometer a sua execução.
à sequência de tarefas que condicionam a duração total do projeto.
Durante o planejamento da implementação de um novo sistema para atendimento à população em situação de vulnerabilidade na Defensoria Pública Estadual, a equipe responsável identificou que algumas atividades envolviam variáveis que poderiam gerar incertezas quanto ao prazo de execução. Para lidar com essa situação, foi adotada a técnica PERT, que utiliza três estimativas para calcular o tempo esperado (TE): a estimativa otimista de 30 dias, a mais provável de 50 dias e a pessimista de 100 dias.
Com base na técnica PERT, assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo esperado (TE) dessa atividade:
33 dias.
50 dias.
55 dias.
60 dias.
77 dias.
Considere que uma organização cuja gestão é realizada por projeto esteja cogitando alterar a metodologia que adota, consistente no Método do Caminho Crítico (Criticai Palh Method - CPM), pelo Método PERT - Program Evaluallon and Review Technlque. Caso efetuada tal transição, a organização
passará a dedicar-se ao desenho do projeto, com identificação dos riscos envolvidos e aplicar medidas de mitigação para evitar o insucesso do projeto, diversamente do CPM cujo enfoque é corretivo e não preventivo.
deverá identificar, entre todas as tarefas envolvidas no projeto, aquelas que podem comprometer seu tempo de duração, passando a monitorá-las de forma a fixar uma data certa para a finalização do projeto.
não mais irá monitorar o tempo de duração ou execução do projeto, este que deixa de ser uma variável de controle, passando a monitorar apenas a qualidade do serviço ou produto resultante do projeto.
terá maior probabilidade de êxito na execução dos projetos, dado que tal método utiliza benchmark de sucesso para execução e monitoramento dos projetos ao invés de, tal como o CPM, apenas atuar no desenho do projeto.
passará a utilizar um método probabilístico, estimando o tempo de execução dos projetos a partir da média ponderada de cenários: pessimista, otimista e o mais provável.
Em uma obra pública, a Construtora Delta elaborou um cronograma inicial. Porém, após dois meses, constatou que várias tarefas estavam atrasadas, mesmo com a execução dentro dos padrões previstos. Uma análise indicou que o cronograma falhava em representar adequadamente a variabilidade dos prazos de execução. A técnica correta a ser utilizada inicialmente para incorporar a incerteza dos prazos no planejamento é:
adoção da Técnica PERT (Program Evaluation and Review Technique), que prevê incertezas de duração através de estimativas probabilísticas, contribuindo para um planejamento mais realista frente a variações de execução
aplicação da Técnica da Estrutura Analítica do Projeto (EAP), que subdivide as entregas do projeto em componentes menores, favorecendo o controle dos prazos por meio de detalhamento hierárquico
emprego do Gráfico de Gantt, que possibilita o acompanhamento visual do progresso das atividades, promovendo ajustes de cronograma com base em marcos intermediários estabelecidos
utilização do Método do Caminho Crítico (CPM), que permite identificar atividades de maior impacto no cronograma e gerenciar desvios de prazos previstos com base em durações fixas
Uma organização que adote o modelo de gestão por projetos com ênfase na ferramenta Program Evaluation and Review Technique (PERT) estima o tempo de execução de um projeto tomando por base
a média ponderada de cenários: pessimista, otimista e mais provável.
o conjunto de eventos não gerenciáveis que podem inviabilizar ou atrasar o projeto.
o caminho crítico, correspondente aos gargalos que dificultam o avanço do projeto.
a mediana do prazo de conclusão de projetos similares em períodos recentes.
o tempo médio dispendido em projetos semelhantes por organizações de referência.


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A Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), empresa pública responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção (CPP), pela representação da União em Acordos de Individualização da Produção (AIP) e pela comercialização do petróleo e gás natural (O&G) pertencentes à União, vem aprimorando seus mecanismos de governança e transparência. No contexto da busca por maior eficiência na gestão dos contratos e nos processos de comercialização, foi instituído um comitê técnico com a missão de desenvolver um conjunto de métricas de avaliação de desempenho que permitissem monitorar os resultados obtidos pela União nos contratos em vigor. Entre os critérios discutidos, estavam o tempo de resposta nos processos decisórios, a rentabilidade líquida da comercialização, o grau de aproveitamento da capacidade de produção e a conformidade com os parâmetros estabelecidos pelo CNPE.
Diante desse cenário, e com base nas diretrizes publicadas oficialmente pela PPSA e pela ANP, qual das alternativas abaixo apresenta uma prática metodológica adequada para o desenvolvimento e a implementação de métricas de avaliação e mensuração de desempenho aplicáveis à gestão dos CPP, AIP e comercialização de O&G?
As métricas devem ser focadas exclusivamente nos volumes de produção e comercialização apurados, sendo desnecessária a vinculação com os objetivos estratégicos da política energética nacional.
As métricas devem ser construídas pela PPSA com base em critérios internos operacionais, independentemente da política energética definida pelo CNPE ou da legislação setorial vigente.
As métricas devem ser definidas com base nos objetivos estratégicos da política energética nacional, devendo refletir a maximização do valor da União nos contratos, a eficiência das decisões técnicas, a efetividade da atuação institucional e a conformidade com as diretrizes do CNPE e da legislação vigente.
A medição de desempenho deve priorizar indicadores genéricos de mercado, desconsiderando as especificidades dos contratos de partilha e os aspectos jurídicos dos acordos de individualização.
Em um programa voltado para a melhoria da infraestrutura hospitalar de determinada região, ficou estabelecido um plano de implementação de um novo sistema de prontuário eletrônico nos hospitais, visando melhorar o atendimento e reduzir o tempo de espera dos pacientes. Considerando a necessidade de informar o prazo aproximado de conclusão do projeto, o gestor utiliza o método PERT, visando descobrir a melhor estimativa.
Conforme a situação apresentada, sabendo ainda que as estimativas otimista, mais provável e pessimista são, respectivamente, 30, 50 e 70, é correto afirmar que a estimativa ideal para ser utilizada como prazo é
40 dias.
50 dias.
60 dias.
70 dias.
Considere o Modelo PERT (Program Evaluation and Review Technique) aplicado à gestão de projetos complexos. Avalie as seguintes afirmações sobre o modelo:
I. O Modelo PERT é uma ferramenta de gerenciamento de projetos que se baseia em três estimativas de tempo para cada atividade: o tempo mais otimista, o mais pessimista e o mais provável, para calcular a duração esperada do projeto.
II. Diferentemente do Método do Caminho Crítico (CPM), o Modelo PERT não permite a identificação de atividades críticas que podem atrasar todo o projeto.
III. O PERT é eficaz em projetos onde o tempo de execução de atividades é incerto, permitindo aos gestores identificar variações no cronograma e ajustar seus planos conforme necessário.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Apenas, III.
Apenas, I e III.
Apenas, II e III.
Apenas, II.
penas, I.
Observe o Diagrama PERT/CPM de um projeto, no qual os números são os seguintes:

Assinale a alternativa que indica o caminho crítico.
A – C – I – E – H – J
A – B – D – H – J
A – C – E – H – J
A – C – I – J
A – H – J
O planejamento estratégico é um processo organizacional compreensivo de adaptação por meio da aprovação, tomada de decisão e avaliação. O planejamento operacional é focalizado para o curto prazo e abrange cada uma das tarefas ou operações individualmente. Apesar de serem heterogêneos e diversificados, os planos operacionais podem ser classificados em quatro tipos: procedimentos, orçamentos, programas e regulamentos.
O tipo de programa que se destaca por um sistema lógico composto por cinco elementos principais, facilitando a detecção de desvios e fornecendo orientações para ajustar toda a rede de atividades ainda não realizadas, é o(a):
cronograma;
gráfico de Gantt;
lista de verificação;
PERT (Program Evaluation Review Technique);
diagrama de espinha de peixe (Ishikawa).


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Em um projeto de construção de uma praça pública, o gestor da prefeitura utiliza o método PERT-COM para garantir a entrega no prazo. Qual é o principal benefício do uso desse método em projetos públicos?
Eliminar a necessidade de acompanhamento do cronograma do projeto.
Priorizar apenas atividades que podem ser realizadas de forma rápida, independentemente da sequência.
Identificar atividades críticas que devem ser concluídas no prazo para evitar atrasos.
Focar apenas nos custos, sem preocupação com o tempo de execução.
Analise as partes que seguem, acerca de uma metodologia utilizada para projetos: a Metodologia PERT (Program Evaluation and Review Technique) é uma abordagem utilizada no gerenciamento de projetos para estimar a duração total do projeto (1º parte) e identificar as atividades críticas que podem afetar seu cronograma (2º parte), utilizando, em sua versão original, três estimativas, a mais provável, a otimista e a pessimista (3º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Enquanto a 1º parte está correta, a 2º e a 3º partes estão incorretas.
Enquanto a 22 parte está correta, a 1º e a 3º partes estão incorretas.
Enquanto a 3º parte está correta, a 1º e a 2º partes estão incorretas.
Todas as partes estão corretas.
Todas as partes estão incorretas.
Quanto a representação de uma rede sob a forma de cronograma integrado Gantt-PERT/CMP, é incorreto o que se afirma em:
Sua apresentação é simples e de fácil assimilação.
Serve para mostrar o progresso das atividades.
É base inconsistente para alocação dos recursos da obra.
É base para o cronograma físico-financeiro da obra.
É uma ferramenta de monitoramento e controle.
A gestão por projetos utilizando como ferramenta o método do caminho crítico, Critical Path Method (CPM), pressupõe a identificação
dos cenários de probabilidade de sucesso e de insucesso do projeto, bem como de fatores que impactam o cumprimento do respectivo cronograma de execução.
do conjunto de atividades ou tarefas críticas que não podem sofrer atrasos, sob pena de comprometer o prazo de execução do projeto.
das áreas mais deficientes da organização, ou seja, de seu caminho crítico, a fim de evitar que realizem etapas relevantes dos projetos.
dos colaboradores menos engajados e que tendem a dificultar e até mesmo sabotar os projetos da organização, os quais devem ser afastados de projetos prioritários.
dos obstáculos externos à organização, que constituem ameaças à execução dos projetos, procurando-se caminhos alternativos.
No âmbito da gestão de projetos, assinale a alternativa que corresponde ao principal objetivo da técnica “estimativa de três pontos” (ou, conforme o Guia PMBOK®, Program Evaluation and Review Technique (PERT).
Identificar os caminhos críticos do projeto.
Minimizar o tempo total do projeto.
Maximizar os recursos alocados.
Reduzir os riscos associados ao projeto.
Acelerar a execução das atividades não críticas.


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