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Política cultural e gestão cultural são áreas que, apesar de diferentes, se inter-relacionam, de modo que a gestão cultural organiza e gere os meios disponíveis para execução do que foi estabelecido na política cultural.
O acesso aos bens culturais é um meio de sensibilização pessoal, por isso possibilita ao sujeito:
inserção na elite cultural.
valorização no meio artístico.
consciência dos patrimônios culturais de sua cidade.
informação contextualizada.
apropriação de múltiplas linguagens, tornando-o mais sociável.
“Existe uma semiologia do olhar que não é sempre a mesma: dependendo do lugar (ou contexto) em que se encontra a obra de arte, o olhar que ela vai exigir (ou não) do contemplador será diferente”. Diversificar espaços é estabelecer à obra um(a) novo(a):
código.
volume.
releitura.
material.
textura.
Consideram-se equipamentos culturais voltados à promoção de acesso gratuito somente os estabelecimentos de cultura públicos.
Alguns campos conceituais subsidiam o trabalho em arte. São eles:
criação, produção e percepção.
análise, percepção e conhecimento.
produção, contextualização e conhecimento.
criação, análise e conhecimento.
percepção, criação e produção.
Os artistas estrangeiros residentes no Brasil podem receber benefícios, como a concessão de bolsas de estudo e de pesquisa e de trabalho, no Brasil ou no exterior.
A pesquisa sobre os equipamentos disponíveis em uma localidade é determinante para se compreender o tipo de política cultural que o país necessita.
Os equipamentos culturais relacionam-se intrinsecamente com bens simbólicos que podem ser socialmente compartilhados, tais como as manifestações populares, os filmes, as fotografias e os livros.
O pré-teste é uma etapa definidora na elaboração de avaliação, mas dispensável em um planejamento cultural.
Os indicadores de resultados relacionam-se intrinsecamente aos instrumentos de avaliação.
O PRONAC responsabiliza-se por obras, produtos, eventos ou outros decorrentes, destinados ou circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que estabeleçam limitações de acesso.
Diz Stela Barbieri, em Tempo de experiência, publicado em Horizontes culturais: lugares de aprender do Programa Cultura é Currículo:
Claude Lévi-Strauss comenta que o turista constitui sua identidade com as vivências que se acrescentam ao longo de sua trajetória, ao fim da qual ele mesmo será também o outro. Sendo assim, as experiências vividas na cidade são também experiências de deslocamento: Quanto mais se entender a cidade como integração de funções, de renda, de idade, mais vida ela terá. Precisamos usufruir das oportunidades que as cidades nos oferecem. Precisamos ser turistas em nossa cidade. A diferença entre a posição do morador de um lugar e a do turista é que o primeiro passa todos os dias pelos mesmos espaços e já não os percebe mais, e o segundo está desperto para tudo ao seu redor, atento e querendo conhecer.[...] Os lugares que freqüentamos em nosso cotidiano têm uma organização peculiar e podem nos proporcionar uma vivência estética: o supermercado, a feira, a padaria. Na periferia, esses lugares têm uma cara. No centro, têm outra. Em bairros marcados pela forte presença de uma etnia, as características são marcadas pelos costumes daquela comunidade.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o texto.
A cidade é um campo fértil para nosso olhar aprendiz.
O valor da experiência é que transforma e fica impregnada em nós pela vida afora.
A experiência estética nos ensina a ver a beleza onde realmente não há.
A trajetória e a experiência de vida precisam ser atualizadas por meio da presença em cada ato.
A cidade tem impregnada em suas ruas a sua história, a nossa história.
A diversidade cultural é inerente à formação do povo brasileiro; contudo, esse hibridismo é acentuado pelo atual processo de globalização. A valorização de um mosaico cultural é tremendamente fragilizada pelo risco de aculturação, tornando oportuna a necessidade de reconhecimento e preservação de nosso patrimônio cultural, como rico componente do multiculturalismo. Segundo Lucia Santaella, a aculturação acontece quando
grupos culturais diferentes entram em contato, por meio da cultura midiática, com absorção e consumo de produtos culturais.
os artefatos ou objetos feitos pelo homem são compartilhados de uma geração a outra.
os elementos de uma determinada cultura tendem a ser gerais e universais em atividade econômica, religião, arte e linguagem.
dois grupos culturais são postos em contato e absorvem com alguma continuidade os elementos culturais um do outro.
grupos culturais minoritários entram em contato com grupos culturais majoritários, transmitindo-se a cultura destes para aqueles.
A pena, quando está no pássaro, é natureza, quando está na cabeça do índio, é cultura. Segundo essa afirmação, cultura
I. é a parte do ambiente que é feita pelo homem;
II. é mistura;
III. é aprendida;
IV. manifesta-se em instituições, padrões de pensamento e objetos materiais.
Estão corretas as afirmações:
I e II, apenas.
I,II, III e IV.
I, II e IV, apenas.
I e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
É importante educar com arte, porque o artista proporciona, com os objetos que cria e disponibiliza para outro, um desfrute que só é concretizado se há criação na recepção pelo outro, uma troca entre sujeitos, mediada por significados poéticos. Quem recebe a obra conecta seus sentidos com os do objeto criado e interage com as proposições poéticas do artista, em um momento de encantamento e trabalho intenso, de natureza:
diferente diante dos aspectos estéticos.
imaginativa dentro das possibilidades.
superficial diante dos elementos da arte.
estereotipadas já que a produção é rara.
análoga ao trabalho de criação do artista.
Em A cultura ante as culturas na escola e na vida, publicado em Horizontes culturais: lugares de aprender, do Programa Cultura é Currículo, Rejane Coutinho elabora considerações para pensar o processo de institucionalização de bens culturais patrimoniais. Nesse contexto, considere:
I. Um bem material ou imaterial, herança do passado para o presente e o futuro, com valores e características que contribuem para a permanência e identidade da cultura a que pertence, é considerado patrimônio cultural.
II. Bens imateriais são a linguagem e as manifestações coletivas e/ou festivas, como costumes e fazeres.
III. O acarajé na Bahia e o frevo em Pernambuco são tombados como patrimônio cultural brasileiro.
IV. O projeto de criação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN , em 1937, envolveu a intelectualidade modernista e teve como base um anteprojeto elaborado por Mário de Andrade.
V. O estudo sobre Patrimônio Cultural é um dos territórios que compõem o Mapa dos Territórios da Arte e Cultura na Proposta Curricular do Estado de São Paulo.
Estão corretas as afirmações:
I, II, III, IV e V.
I,II, IV e V, apenas.
I, IV e V, apenas.
II, III e V, apenas.
III, IV e V, apenas.
O FNC determina que o investidor escolha projetos que tenham recebido o aval do MinC, por meio da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
Um gestor de eventos deve possuir habilidades para criar e gerenciar fluxogramas e planilhas.
a valorização da cultura internacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão.
O conhecimento luminotécnico é muito importante na concepção de uma mostra. A iluminação de um desfile de moda conceitual, por exemplo, difere drasticamente da iluminação de uma exposição de indumentária.