

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Com o advento da internet e a popularização do computador, as linguagens artísticas viram-se desafiadas a reelaborar suas formas e meios de comunicação. A tecnologia estabelece novas relações do homem com as noções de tempo e espaço, com base em propostas estéticas que consideram a interatividade como componente. O teatro, como reflexo do meio onde acontece, não se furta a essas mudanças, absorvendo elementos tecnológicos dos mais variados.
O que ocorre aqui é uma intensificação e uma desconstrução do teatro em vários níveis. Por um lado, o teatro “vivo” é posto em suspensão e passa a ser uma ilusão, um efeito de uma máquina de efeitos. Por outro lado, experimenta-se, na atmosfera intensa e vital do trabalho, uma tendência inversa: a tecnologia das mídias é teatralizada.
LEHMANN, Hans Thies. Teatro pós-dramático.São Paulo: Cosac Naify, 2001, p. 384.
Sobre as relações entre teatro e mídias digitais, com base em Lehmann, é correto afirmar que
a realidade teatral é definida pelo processo de comunicação, portanto, altera-se de maneira fundamental pela adição de recursos digitais.
há um processo de inversão, no qual as mídias digitais ocupam um lugar central que redefine a linguagem cênica, pondo o teatro em posição coadjuvante.
em se tratando da recepção, o uso de mídias no teatro faz surgir no espectador uma incerteza sobre quais imagens são reais, gerando instabilidade.
o mecânico, a reprodução e a reprodutibilidade tornam-se material de representação e devem servir da melhor maneira possível à atualidade do teatro.
A tecnologia promoveu uma revolução cultural, expandindo não só as possibilidades de acesso à informação e de conexão entre pessoas, como também as possibilidades de criação, o que resultou na ampliação do conceito de suporte e até mesmo no estabelecimento de um território de produção cultural específico. Dentro dessa vertente, representam ações de incentivo à produção e difusão digitais lançadas em 2017 pelo Ministério da Cultura:
Edital App Pra Cultura e Prêmio Pontos de Mídia Livre – 3º edição.
Prêmio Pontos de Mídia Livre – 3ª edição e Rede Cultura Viva.
Edital App Pra Cultura e Edital Juventude Vlogueira – Canais Culturais na Web.
Prêmio Pontos de Mídia Livre – 3ª edição e Edital Juventude Vlogueira – Canais Culturais na Web.
Prêmio Pontos de Cultura Indígena e Prêmio Pontos de Mídia Livre – 3ª edição.
A questão da sustentabilidade na cultura surgiu a partir das discussões sobre meio ambiente, iniciadas na década de 1970, quando a sustentabilidade cultural surgiu associada ao respeito às diferentes culturas, passando pelas relações entre cultura e desenvolvimento, para chegar à visão de sustentabilidade relacionada aos sistemas e mecanismos de financiamento da cultura.
Considerando os conceitos atuais de sustentabilidade cultural, atente para as a seguintes afirmações:
I. O conceito de sustentabilidade cultural refere-se às mudanças no interior da continuidade — equilíbrio entre respeito à tradição e inovação — e à capacidade de autonomia para elaboração de um projeto nacional integrado e endógeno — em oposição à cópia de modelos do exterior.
II. Sustentabilidade na cultura relaciona-se às políticas culturais voltadas para a sustentabilidade por meio de mecanismos de financiamento da cultura, outrora tidos como obstáculos para o crescimento econômico; os Pontos de Cultura conseguiram cumprir a meta de autossustentabilidade prevista no Programa Cultura Viva pelo apoio do poder público.
III. A autossustentabilidade, ou a sustentabilidade de suas ações, decorre das contrapartidas que os projetos podem oferecer: quanto maior a capacidade de oferta de serviços e saberes, mais possibilidades de troca a entidade terá; a cultura passa a ser entendida como condição e contexto social do desenvolvimento.
IV. A simplicidade do conceito de sustentabilidade obscurece complexidades e contradições subjacentes ao tema: não há clareza em torno do objeto a ser sustentado – por vezes, a sustentabilidade se refere aos recursos propriamente ditos; por outras, aos bens derivados desses recursos; alguns autores se referem à sustentabilidade dos níveis de produção, outros enfatizam a sustentabilidade dos níveis de consumo.
É correto o que se afirma em
No Dicionário critico de política cultural organizado por Teixeira Coelho, esforço único feito no Brasil de elaboração de um amplo quadro conceitual na área, a política cultural pode ser entendida como: “[...] um programa de intervenções realizadas pelo Estado, entidades privadas ou grupos comunitários com o objetivo de satisfazer as necessidades culturais da população e promover o desenvolvimento de suas representações simbólicas. Sob este entendimento imediato, a política cultural apresenta-se assim como um conjunto de iniciativas, tomadas por esses agentes, visando promover a produção, distribuição e o uso da cultura, a preservação e a divulgação do patrimônio histórico e o ordenamento do aparelho burocrático por elas responsável”. COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural: cultura e imaginário. São Paulo: Ed. Iluminuras, 1997, p.203.
O sociólogo Alexandre Barbalho, no entanto, critica a forma proposta,
I. porque estaria muito próxima do conceito de gestão cultural. Para o autor, a política cultural é o pensamento da estratégia, e a gestão é o cuidado na sua execução.
II. porque se refere ao conjunto de técnicas, de instrumentos — oriundo dos saberes administrativos, gerenciais — aplicado ao setor da cultura.
III. porque qualquer política cultural necessariamente implica lutas institucionais e relações de poder na produção e circulação de bens simbólicos.
Estão corretas as complementações contidas em
Marketing cultural é “a utilização da cultura como base e instrumento para transmitir uma determinada mensagem (e, a longo prazo, desenvolver um relacionamento) a um público específico, sem que a cultura seja a atividade-fim da empresa” (REIS, A.C.F. Marketing cultural e financiamento da cultura: teoria e prática em um estudo internacional comparado. São Paulo: Thomson Learning Edições, 2006).
O marketing cultural é uma das ferramentas mais utilizadas pelas empresas para que seus planos de comunicação obtenham êxito. De acordo com Ana Carla Fonseca Reis, em seu livro Marketing cultural e financiamento da cultura (2006), uma instituição, ao optar por essa estratégia, busca atingir alguns objetivos, EXCETO:
estabelecer uma comunicação direta com o público-alvo, pois a cultura rompe com as resistências em relação aos veículos tradicionais de comunicação, sendo um veículo neutro para a transmissão da mensagem da empresa.
a manutenção da estrutura interna organizacional, pois o marketing cultural visa valorizar a marca da empresa, projetando-a externamente, não tendo, como um dos resultados, melhorias para o corpo funcional que a compõe.
reforçar ou aprimorar a sua imagem corporativa, pois, ao associar-se à cultura, a empresa transfere à sua marca valores como criatividade, inovação, tolerância e respeito às raízes da sociedade.
estabelecer relações duradouras com a comunidade, pois a atuação da empresa nesse contexto está vinculada ao valor da sua marca. Se a empresa não investir no futuro da sociedade, ela terá problemas em garantir a sua própria sobrevivência.
manter ou incrementar o conhecimento da marca ou da empresa, pois a divulgação do nome da empresa através do marketing cultural também possibilita a publicidade gerada por mídia espontânea.
A elaboração de um projeto cultural deve conter alguns itens básicos que permitam a sua compreensão geral por quem o escuta e analisa. Considere a seguinte descrição:
“Apresentar a proposta e os instrumentos a serem utilizados para a promoção e divulgação do projeto cultural, levando em consideração o equilíbrio entre a solicitação de patrocínios e apoios e a construção de parcerias e suas reciprocidades” (CUNHA, Maria Helena. Projeto cultural: concepção, elaboração e avaliação. Curso de Formação de Gestores Públicos e Agentes Culturais. Rio de Janeiro: Secretaria Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, 2015).
Assinale a alternativa que apresenta o componente do projeto cultural correspondente à descrição citada.
Plano de comunicação.
Objetivos.
Cronograma de Atividades.
Equipe técnica.
Justificativa.
O Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, define “patrimônio” como o conjunto de bens móveis e imóveis, existentes no Brasil, cuja conservação seja de interesse público. Cinquenta e um anos depois, a Constituição Federal Brasileira de 1988 ampliou esse conceito, trazendo a ideia de patrimônio como um conjunto de bens de natureza material e imaterial. Acerca desses conceitos, suas identificações na cultura brasileira e a gestão pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (Iphan), assinale a alternativa correta.
Os bens culturais de natureza material são classificados nos seguintes grupos: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; de belas artes; e das artes aplicadas. A forma de preservação mais adequada a esse tipo de bem é o tombamento, o qual pode ser solicitado ao Iphan somente por pessoas físicas.
O Tava (lugar de referência para o povo guarani); a Feira de Caruaru (Pernambuco); a Cachoeira de Iauaretê (lugar sagrado dos povos indígenas dos rios Uaupés e Papuri) e o Parque Nacional da Serra da Capivara (Piauí) são considerados bens culturais de natureza imaterial.
O Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, instituído em 2000, é uma iniciativa de apoio e fomento para projetos de identificação, reconhecimento, salvaguarda e promoção da dimensão imaterial do patrimônio cultural brasileiro. Esse programa busca parcerias apenas com instituições públicas governamentais, universidades e agências de desenvolvimento.
Para um bem cultural imaterial ser passível de registro no Iphan, alguns requisitos devem ser preenchidos, como: ter continuidade histórica, apresentar relevância para a memória nacional, ser objeto de um abaixo-assinado endossado por, pelo menos 70% da comunidade local e fazer parte de referências culturais de grupos formadores da sociedade brasileira.
Os bens culturais de natureza imaterial estão relacionados a práticas e domínios da vida social e são transmitidos de geração a geração. Esses bens estão em constante recriação pelos grupos e comunidades em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade.

Com base no artigo citado, o fenômeno da diversidade cultural implica:
“O mecenato, como o entendemos hoje, é a primeira forma de associação entre capital e cultura, em especial com as artes (…). Se o mecenato remonta à Antiguidade, o patrocínio só floresceu realmente a partir da década de 70, impulsionado por uma confluência de fatores (…). No Brasil, o patrocínio cultural era um termo relativamente pouco empregado até meados da década de 90, quando tomou novo impulso com as leis culturais (…). As diferenças entre patrocínio e mecenato são várias e explicitadas até mesmo no texto de muitas leis brasileiras” (REIS, A.C.F. Marketing Cultural e Financiamento da Cultura: teoria e prática em um estudo internacional comparado. São Paulo: Thomson Learning Edições, 2006).
Segundo Ana Carla Fonseca Reis, autora do texto acima, mecenato e patrocínio são conceitos associados e entrelaçados ao universo do marketing cultural; todavia, como explicitado, possuem várias diferenças, inclusive previstas legalmente no Brasil. Sendo assim, de acordo com o exposto, assinale a alternativa abaixo que, segundo a autora, distingue corretamente a natureza desses dois conceitos:
enquanto que o patrocínio está relacionado apenas ao programa de responsabilidade social da empresa, o mecenato está relacionado às demais ferramentas de comunicação da empresa.
para o mecenato, a exploração na comunicação é algo fundamental, enquanto que, para o patrocínio, é algo desejável.
o mecenato busca notoriedade, a imagem da marca; já para o patrocínio basta a participação social, com a satisfação pessoal do patrocinador.
o patrocínio está focado no retorno exclusivamente social da iniciativa, ao contrário do mecenato, que está voltado para o aspecto comercial.
o mecenato não exige nenhuma contrapartida pelo incentivo, ao contrário do patrocínio, que pressupõe um retorno do investimento.
O princípio da temporalidade é um dos mais comumente utilizados para categorizar os projetos culturais. Mas uma forma complementar de categorizá-los é utilizar os objetivos do projeto para definir o seu perfil, sendo os mais comuns: os projetos de eventos; os projetos de ações culturais; os projetos de produtos; e os projetos de espaços, centros culturais e casas de cultura. Considere a descrição do projeto a seguir:
“A 4a Mostra Universitária de Curtas tem como objetivo integrar estudantes produtores de audiovisual e interessados em cinema. A criação da mostra foi uma ideia iniciada a partir da vivência pessoal de alunos que, ao criar pequenos filmes para disciplinas da faculdade, notaram a ausência de divulgação e visibilidade para tais trabalhos. A mostra seleciona apenas produções que foram feitas como exercício ou atividade prática durante alguma disciplina – trabalhos individuais ou de grupo – e que anteriormente eram apenas exibidas em sala de aula e/ou na internet.”
(Fonte: Site da Mostra Universitária de Curtas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – https://moucmostra.wordpress.com/)
Com base na descrição apresentada, assinale a categoria de projeto cultural que melhor se relaciona com os seus objetivos.
Projeto de evento.
Projeto de produto.
Projeto de espaço e centro cultural.
Projeto de ação cultural.
Projeto de casas de cultura
Um projeto ou programa cultural se estrutura em três etapas principais: planejamento, produção e pós-produção. Das alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO corresponde à etapa de planejamento.
Pesquisa e levantamento de dados de possíveis patrocinadores.
Enquadramento do projeto ou programa em leis de incentivo.
Desenvolvimento da proposta conceitual e artística.
Elaboração do orçamento.
Pagamento de serviços ou de fornecedores.
Considerando a preparação de um Festival de música com 30 oficinas, 15 masterclass e 12 concertos, assinale a sequência cronológica CORRETA dos elementos básicos de construção do projeto:
Apresentação, Objetivos, Justificativa, Público-alvo, Equipe, Etapas do trabalho, Orçamento, Plano de divulgação, Plano de contrapartida, Execução, Prestação de Contas, Fechamento do projeto, Cronograma de atividades.
Apresentação, Objetivos, Justificativa, Prestação de Contas, Público-alvo, Equipe, Etapas do trabalho, Cronograma de atividades, Orçamento, Plano de divulgação, Plano de contrapartida, Execução, Fechamento do projeto.
Apresentação, Fechamento do projeto, Objetivos, Justificativa, Público-alvo, Equipe, Etapas do trabalho, Cronograma de atividades, Orçamento, Plano de divulgação, Plano de contrapartida, Execução, Prestação de Contas.
Apresentação, Prestação de Contas, Objetivos, Justificativa, Público-alvo, Equipe, Etapas do trabalho, Cronograma de atividades, Orçamento, Plano de divulgação, Plano de contrapartida, Execução, Fechamento do projeto.
Apresentação, Objetivos, Justificativa, Público-alvo, Equipe, Etapas do trabalho, Cronograma de atividades, Orçamento, Plano de divulgação, Plano de contrapartida, Execução, Prestação de Contas, Fechamento do projeto.
A formação de público é um dos principais desafios dos espaços culturais e da produção cultural e tem como agravante a crise econômica, política e educacional que o Brasil enfrenta nesse momento (de 2013 até o presente). A acessibilidade cultural, nesse contexto, pode ser uma aliada nas inovações necessárias e na reinvenção da produção cultural, criando espaços acolhedores e ergonômicos, discursos mais democráticos e recursos de comunicação e mediação multissensoriais que consideram novos públicos e novas formas de acessar e fruir espaços, serviços e produtos culturais.
Viviane Sarraf. Acessibilidade cultural para pessoas com deficiência - benefícios para todos. In: Revista do Centro de Pesquisa e Formação, n.0 6, junho/2018, p. 23-43.
Tendo o texto acima como referência inicial, assinale a alternativa correta acerca de acessibilidade em espaços culturais.
Uma das principais frentes de luta pela acessibilidade às manifestações artístico-culturais na atualidade busca que ela seja incluída no texto da Declaração Internacional de Direitos Humanos, a fim de ser considerada como direito universal do cidadão.
Na atualidade, entende-se por acessibilidade a eliminação de barreiras físicas/arquitetônicas de um espaço construído
O desenho universal é uma tecnologia direcionada apenas aos que dele necessitam.
A acessibilidade cultural refere-se exclusivamente ao acesso de pessoas com deficiência.
E) Para que as instituições culturais sejam universalmente acessíveis, elas deverão oferecer a todos os visitantes pleno acesso a seus espaços e conteúdos, independentemente das condições sociais, sensoriais, cognitivas ou físicas dessas pessoas.
No que se refere às políticas públicas de cultura, assinale a alternativa correta.
A Lei n.0 8.313, que instituiu o Projac (Projeto Jacarepaguá), atualmente denominado de Estúdios Globo, é popularmente conhecida como Lei Rouanet, em reconhecimento ao seu criador, o sociólogo Sérgio Paulo Rouanet.
A separação dos Ministérios de Educação e Cultura, em 1985, provocou uma diminuição orçamentária no setor de políticas públicas culturais no Brasil.
O Fundo Nacional de Cultura (FNC) corresponde ao patrocínio público indireto, via incentivo fiscal, às empresas patrocinadoras.
O mecenato corresponde ao patrocínio público direto a projetos culturais.
A seleção de projetos via editais culturais, pelo Ministério da Cultura, teve sua consolidação na gestão de Gilberto Gil/Juca Ferreira.
Hélio Oiticica (1937-1980) foi outra importante expressão do neoconcretismo. De caráter ousado e experimental, sua trajetória artística logo seguiu outros caminhos. Uma das contribuições de Oiticica foi a criação do termo “tropicália”, usado como título de uma de suas obras expostas na mostra Nova Objetividade Brasileira, em 1967, configurando-se, assim, como uma das influências do movimento conhecido como tropicalismo.
A respeito do movimento tropicalista, analise as afirmativas a seguir.
I. Constituiu-se num movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música e da cultura brasileira entre 1967 e 1968, destacando-se as participações de Caetano Veloso e Gilberto Gil.
II. Teve como uma de suas premissas a capacidade de misturar elementos de culturas estrangeiras à brasileira, proposta esta já defendida por Oswald de Andrade em seu Manifesto Antropofágico.
III. As ideias dos músicos tropicalistas dialogavam com os artistas nacionalistas de esquerda, à medida que também defendiam uma música que se manifestasse contra o autoritarismo e a desigualdade social, restrita ao engajamento e ao discurso político.
IV. Teve como uma de suas influências o verde-amarelismo, movimento surgido no contexto do modernismo brasileiro.
Estão corretas as afirmativas:
I e II.
I, II e III.
I, II e IV.
I, III e IV.
I, II, III e IV.
A seleção e organização de todas as matérias, notas, fotos, charges e críticas a respeito de um programa ou projeto cultural publicadas nos diversos veículos de comunicação é denominado(a):
assessoria de imprensa.
press kit.
mídia espontânea.
clipping.
links patrocinados.