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Entre as seguintes opções, não é de competência da auditoria interna examinar os seguintes objetivos:
Uma das características das funções da auditoria interna é a revisão periódica do programa de trabalho dos auditores externos, entre outras razões, para evitar a duplicação de esforços e recursos.
Uma das áreas em que atuam preferencialmente os auditores internos é a auditoria operacional, que envolve a obtenção e avaliação de evidências a respeito da eficiência e da eficácia das atividades operacionais de uma entidade em comparação com objetivos estabelecidos.
Considerando as normas brasileiras para o exercício da auditoria interna, assinale a opção incorreta.
O auditor interno é um empregado, em caráter permanente, da empresa que audita, e, na organização, não deve estar subordinado ao trabalho que examina.
O auditor interno, assim como o externo, deve ser zeloso e imparcial, e deve evitar prestar assessoria ao conselho fiscal, em função do princípio da segregação.
A auditoria interna compreende exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos; o controle interno gerencia riscos com vistas a assistir a administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.
A auditoria interna tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos.
A amplitude do trabalho do auditor interno e sua responsabilidade estão limitadas à sua área de atuação.
Em uma revisão de transação efetuada por meio de fluxograma, a identificação dos pontos fracos permite avaliar riscos significativos de erros mediante a realização de testes substantivos.
O Contador, na função de auditor interno, deve manter o seu nível de competência profissional pelo conhecimento atualizado das Normas Brasileiras de Contabilidade, das técnicas contábeis, especialmente na área de auditoria, da legislação inerente à profissão, dos conceitos e técnicas administrativas e da legislação aplicável à Entidade. Em relação a atuação do auditor interno, é FALSA a afirmação:
Os procedimentos de auditoria interna têm como referência as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBCs), expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade. Com base nessas normas, assinale a opção correta.
Os testes substantivos permitem ao auditor comprovar as hipóteses que eliminam a margem de erro de suas conclusões.
Em razão da natureza da atividade de auditor e da independência que deve ter esse profissional, o trabalho por ele desempenhado não está sujeito a revisão, tendo a responsabilidade de suas tarefas caráter estritamente pessoal.
As NBCs não se aplicam às entidades auditadas pertencentes a ramos de atividade sujeitos a normas reguladoras específicas.
Devem-se adotar procedimentos que permitam identificar as contingências ativas e passivas relevantes e verificar a tomada de conhecimento dessas contingências pelos administradores da entidade.
Na busca por evidências, os auditores devem-se fixar nas informações relevantes, ou seja, nas referentes aos valores contábeis mais elevados.
Com relação às não-conformidades apontadas no relatório, deve o auditor interno
Em função de o auditor externo passar pouco tempo dentro da empresa, surgiu a auditoria interna, com maior grau de profundidade, visando, inclusive, áreas da empresa como o sistema de controle de qualidade e a administração de pessoal. O auditor interno, que é empregado da empresa, deve executar com independência a auditoria contábil e operacional.
Na NBC T 12, aprovada pela Resolução 986, de 21 de novembro de 2.003, tem-se que a análise dos riscos da auditoria interna deve ser feita na fase do planejamento. Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que contém os dois aspectos principais descritos pela norma aqui mencionada:
Aspecto 01: Investigação e a comunicação de eventuais limitações ao tipo de técnica e aos procedimentos da auditoria interna, a serem aplicados, considerando o volume ou os custos envolvidos nas transações e nas operações a serem auditadas. Aspecto 02: Extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de funcionários do setor de engenharia da empresa auditada.
Aspecto 01: Interpretação e imposição da direção da empresa auditada quanto aos procedimentos da auditoria interna, a serem aplicados, considerando o volume de tempo e a complexidade dos testes sobre as transações e das operações. Aspecto 02: Extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de funcionários do setor contábil da empresa auditada.
Aspecto 01: Imposição de apropriação dos papéis de trabalho contendo os procedimentos da auditoria interna, a serem aplicados, para determinar o volume ou a complexidade das transações e das operações. Aspecto 02: Extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.
Aspecto 01: Verificação e a comunicação de eventuais limitações ao alcance dos procedimentos da auditoria interna, a serem aplicados, considerando o volume ou a complexidade das transações e das operações. Aspecto 02: Extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas.
É motivo para glosa total da Autorização de Internação Hospitalar:
Cobrança de diárias ou procedimentos especiais sem autorização
Cobrança de parto com assistência ao recém-nato, sem a presença de pediatra ou neonatologista na sala de parto.
Emissão indevida de mais de uma AIH para o mesmo paciente
Cobrança de procedimento caracterizado como primeiro atendimento
Ausência de exame anatomopatológico em oncologia.
Como técnica(s) de trabalho, para a consecução de suas finalidades, o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal utiliza
a tomada e a prestação de contas.
a tomada de contas especial.
a auditoria e a fiscalização.
a amostragem e a denúncia.
a circularização.
O relatório é o documento pelo qual a auditoria interna apresenta, a quem tenha solicitado, o resultado dos seus trabalhos, e deve abordar aspectos como limitações e evidências encontradas. Caso haja necessidade, é possível emitir relatório parcial.
Como conjunto de regras, diretrizes e sistemas, os princípios de Controle Interno Administrativo visam ao atingimento, entre outros, dos seguintes objetivos específicos, exceto:
Segregação de funções.
Delegação de poderes.
Controle sobre as transações.
Política salarial diferenciada para os auditores.
Aderência a diretrizes e normas legais.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um auditor constatou, ao verificar os saldos das diversas contas de uma empresa, que contas a receber incluía alguns adiantamentos de clientes.
Nessa situação, o auditor deverá recomendar que, para fins de apresentação das demonstrações, a empresa efetue um lançamento de ajuste, a débito de adiantamento de clientes e a crédito de contas a receber.
No planejamento da auditoria interna, devem-se considerar fatores relevantes na execução dos trabalhos como a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria; porém, o uso do trabalho de especialistas somente deve ser adotado em auditorias externa.
Nos termos da NBC-T-12, as informações que fundamentam os resultados da auditoria interna e que devem, por isso mesmo, ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecerem uma base sólida para as conclusões e recomendações, são denominadas
accountability.
base contábil.
evidências.
informes contábeis.
dados relevantes.
São características da auditoria interna:
exames das demonstrações financeiras, trabalho periódico e emissão de parecer;
exames dos controles operacionais, trabalho contínuo e recomendações administrativas;
trabalho periódico, recomendações administrativas e maior intensidade do trabalho em cada área;
emissão de parecer, exames das demonstrações financeiras e responsabilidade trabalhista do profissional;
responsabilidade civil do profissional, grau de independência mais amplo e trabalho contínuo.
O vínculo empregatício do auditor interno com a empresa deve ser meramente circunstancial, em virtude de seus serviços serem prestados exclusivamente para a empresa, em tempo integral. A administração, apesar de hierarquicamente superior, também deve sujeitar-se ao seu controle.