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O Relatório de Gestão Fiscal instituído pelo art. 54 da Lei Complementar n. 101/2000 conterá, exceto:
o montante da despesa com pessoal comparada com os limites estabelecidos na lei.
o montante dos investimentos realizados no último quadrimestre.
o total da dívida consolidada e mobiliária.
o total das operações de crédito, inclusive por antecipação de receitas.
indicação de medidas corretivas quando os limites definidos na lei forem ultrapassados.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), sob forma de projeto, deve ser encaminhada pelo Poder Executivo ao Poder Legislativo, na esfera federal, até:
quatro meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro (15 de junho) e devolvida para sanção até o final do primeiro período da sessão legislativa (30 de abril).
quatro meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro (15 de abril) e devolvida para sanção até o final do primeiro período da sessão legislativa (30 de junho).
oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro (15 de junho) e devolvida para sanção até o final do primeiro período da sessão legislativa (30 de abril).
oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro (15 de abril) e devolvida para sanção até o final do primeiro período da sessão legislativa (30 de junho).
seis meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro (15 de abril) e devolvida para sanção até o final do primeiro período da sessão legislativa (30 de junho).
A Lei do Orçamento, sob forma de projeto, deve ser encaminhada, no âmbito federal, até:
quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro (31 de agosto) e devolvida para sanção até o final da sessão legislativa.
oito meses antes do encerramento do exercício financeiro (31 de agosto) e devolvida para sanção até o final da sessão legislativa.
seis meses antes do encerramento do exercício financeiro (31 de agosto) e devolvida para sanção até o final da sessão legislativa.
seis meses antes do encerramento do exercício financeiro (30 de junho) e devolvida para sanção até o final da sessão legislativa.
oito meses antes do encerramento do exercício financeiro (30 de junho) e devolvida para sanção até o final da sessão legislativa.
O orçamento é um instrumento fundamental de controle, presente na maioria das organizações, que pode ser elaborado de diversas maneiras. Entre as abordagens orçamentárias existentes, aquela que contempla estimativas de melhoria contínua durante o período orçamentário é denominada orçamento:
por atividade;
tradicional;
base zero;
flexível;
kaizen.
A Lei Orçamentária Anual pode
O Banco BCH efetuou, no exercício de 2005, o registro de um crédito tributário, seguindo o regulamentado pelo COSIF. Esse crédito tributário pode ser decorrente
Nas entidades regidas pelo direito público, o exercício financeiro alcança o período de tempo:
de 1ª de janeiro a 31 de dezembro.
de 2 de janeiro a 31 de dezembro.
de 1ª de julho de um ano até 30 de junho do ano seguinte.
do 1ª trimestre de um ano até o 1ª trimestre do próximo ano.
de 2 de janeiro a 31 de dezembro, com período adicional de mais 1 mês para a despesa.
Assinale, dentre as alternativas abaixo aquela que contém a designação
do tipo de orçamento ao qual se aplica a norma acima:
Plano plurianual.
Lei de diretrizes orçamentárias.
Lei orçamentária trienal.
Lei orçamentária anual.
Considerando as normas que regem o Orçamento Público, indique qual, dentre as afirmativas a seguir, não é verdadeira.
A transferência de créditos entre Unidades Gestoras pertencentes a um mesmo Órgão é denominada de Provisão.
A movimentação de créditos entre unidades gestoras de órgãos diferentes é chamada de destaque.
Segundo o Art.165 da Constituição Federal, a Lei Orçamentária anual deverá conter o plano plurianual de investimentos, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual.
O princípio orçamentário da Especificação tem como objetivo facilitar a análise do orçamento pelos seus usuários.
O princípio orçamentário da Unidade determina que só deva existir um único orçamento para o exercício financeiro.
Considerando o campo de atuação da contabilidade pública, é correto afirmar que ela não se aplica
Um demonstrativo que é exigido apenas no Relatório Resumido da Execução Orçamentária referente ao último bimestre do ano é o relativo
Em Contabilidade Pública, os bens de almoxarifado
são avaliados pelo preço de compra do bem.
são avaliados pelo preço de mercado do bem.
são avaliados pelo preço médio ponderado das compras.
são avaliados pela média entre preços de mercado e de compra.
não são avaliados, pois não se caracterizam fatos de mutação patrimonial.
O montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses, é denominado:
obrigações públicas contratuais;
dívida pública fundada;
obrigações públicas creditícias;
dívida pública mobiliária;
obrigações públicas de longo prazo.
Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.
As variações extra-orçamentárias, patrimoniais ativas, que causam aumento do patrimônio líquido provocadas pelo também aumento de bens e direitos é chamada de:
superveniência do ativo.
superveniência do passivo.
insubsistência do ativo.
insubsistência do passivo.
Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará:
a disponibilidade de caixa constará de registro próprio, de modo que os recursos vinculados a órgão, fundo ou despesa obrigatória fiquem identificados e escriturados de forma consolidada;
as demonstrações orçamentárias compreenderão conjuntamente as operações de cada órgão, inclusive empresa estatal dependente;
as receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos financeiros e orçamentários específicos;
as inscrições em Restos a Pagar deverão ser escrituradas de modo a evidenciar o montante e a variação da dívida pública no período, sem detalhar a natureza e o tipo de credor;
a despesa será registrada segundo o regime de caixa, apurando-se, em caráter complementar, o resultado dos fluxos financeiros pelo regime de competência.
Em conformidade com o que dispõe o art. 35 da Lei n. 4.320/64, conclui-se que o regime contábil adotado pela Contabilidade Pública em nosso País é:
misto, sendo de competência para as receitas e de caixa para as receitas.
misto, sendo de caixa para as receitas e de competência para as despesas.
de caixa, para receitas e despesas.
misto, sendo de caixa para as receitas e despesas correntes, e de competência para as receitas e despesas de capital.
Emendas legislativas ao orçamento podem valer-se da anulação parcial ou total de
despesas de pessoal.
encargos patronais.
gastos voltados ao serviço da dívida.
serviços de terceiros.
transferências tributárias constitucionais.
Determinada Universidade Estadual de Ensino, instituída sob a forma de Fundação pelo Governo do Estado de Pernambuco, remunerada em sua maior parte pelas taxas que cobram dos seus alunos e o restante pelo Estado, entende que as suas receitas e despesas não devem ser incorporadas ao Orçamento do Estado, por ser dotada de independência de sua gestão financeira e administrativa. Sobre esta posição da Fundação, pode-se afirmar que está