Questões de Concurso sobre Tribunais de Contas da União, do DF, dos Estados e dos Municípios

 
 
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O controle externo, por meio da fiscalização da aplicação de recursos repassados pela União, mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Município da Federação, é realizado pelo


A

Tribunal de Contas Estadual, de modo exclusivo.


B

Tribunal de Contas da União, de modo exclusivo.


C

Tribunal de Contas Municipal, de modo exclusivo.


D

Tribunal de Contas da União conjuntamente com Tribunal de Contas Estadual ou Municipal, conforme o caso.


E

Tribunal de Contas da União, em conjunto com o controle interno do Estado de cujo território pertença o Município.

Estão sujeitos(as) à jurisdição do Tribunal de Contas da União (TCU)


A

as empresas privatizadas concessionárias de serviços públicos.


B

as fundações constituídas sob a égide do Direito Civil, sujeitas à fiscalização do Ministério Público.


C

as empresas com participação minoritária de ente estatal.


D

as organizações da sociedade civil de interesse público.


E

os serviços sociais autônomos de caráter recreativo.

Acerca do controle externo exercido pelos Tribunais de Contas com relação às contas públicas, assinale a alternativa que está de acordo com a Constituição Federal:


A

As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo judicial.


B

O Tribunal de Contas poderá sustar contrato celebrado pelo Poder Público, diretamente.


C

Ao Tribunal de Contas da União incumbe o papel de apreciar e julgar as contas do Presidente da República.


D

O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional, trimestral e anualmente, relatório de suas atividades.

Em relação aos Tribunais de Contas, indique a opção correta.


A

Tem por objetivo fazer o controle interno das receitas públicas.


B

Os Tribunais de Contas são Órgãos investidos de autonomia, inexistindo qualquer vínculo de subordinação institucional ao Poder Legislativo.


C

Trata-se de órgão do Poder Judiciário.


D

Estão submissos à autoridade suprema do Presidente da República.

O Tribunal de Contas da União julga as contas dos administradores e dos demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta da União, bem como as dos que derem causa a qualquer prejuízo ao erário na aplicação de valores públicos.


C

Certo


E

Errado

Assinale a alternativa que indica corretamente o órgão responsável por fiscalizar a prestação de contas dos gestores públicos estaduais e municipais no Brasil.


A

Ministério da Economia.


B

Tribunal de Contas do Estado (TCE).


C

Tribunal de Contas da União (TCU).


D

Controladoria-Geral da União (CGU).


E

Banco Central do Brasil.

O TCU é o órgão de controle externo do governo federal e auxilia o Congresso Nacional na missão de acompanhar a execução orçamentária e financeira do país e contribuir com o aperfeiçoamento da Administração Pública em benefício da sociedade.


C

Certo


E

Errado

Compete ao Tribunal de Contas da União acompanhar por meio de auditorias, inspeções e análises a arrecadação da receita a cargo das entidades da administração indireta.


C

Certo


E

Errado

Com relação ao controle e à fiscalização das contas públicas municipais,


A

os Tribunais de Contas estaduais compõem o Poder Judiciário e possuem conselheiros vitalícios, nomeados pelos governadores, que julgarão as contas dos prefeitos.


B

os Poderes Legislativo e Executivo manterão, de forma integrada, um sistema de controle externo para fiscalização das contas públicas.


C

estão proibidas a criação de Tribunal de Contas do Município e a de Tribunal de Contas dos Municípios.


D

qualquer pessoa física ou jurídica é parte legítima para denunciar, na forma da lei, irregularidades ou ilegalidades perante os Tribunais de Contas.


E

os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, darão ciência ao Tribunal de Contas, sob pena de responsabilidade solidária.

Ana, ordenadora de despesas no Município Alfa, situado no Estado do Amazonas, vinha praticando uma gestão sabidamente temerária e prejudicial ao interesse público. Além de já ter causado danos ao erário, havia grande probabilidade de que viesse a causar outros danos. Existiam sólidos indícios desses fatos, devidamente comprovados em documentos em poder do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas.


Ao ser consultado sobre a possibilidade de o Tribunal de Contas determinar o afastamento de Ana, um Conselheiro respondeu, corretamente, que isto:


A

não é possível, em razão da autonomia política do Município Alfa;


B

não é possível, mas o Tribunal pode sugerir o afastamento, o que pode não ser acolhido pelo gestor;


C

somente é possível ao fim do processo administrativo, desde que haja requerimento do Ministério Público;


D

somente é possível ao fim da instrução processual, de ofício ou a requerimento de qualquer interessado;


E

pode ocorrer no início do processo administrativo, em caráter cautelar, de ofício ou a requerimento do Ministério Público.

O Tribunal Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas concluiu a apreciação de uma tomada de contas especial e decidiu pela imputação de débito e pela aplicação de multa a um ordenador de despesas.


No caso descrito na narrativa, a fiscalização do cumprimento da referida decisão incumbe:


A

privativamente ao relator do processo;


B

ao auditor designado para atuar junto ao Tribunal Pleno;


C

a uma das Câmaras, nos termos estabelecidos pelo Tribunal Pleno;


D

ao Corregedor-Geral, sem prejuízo das atribuições do relator do processo;


E

ao Presidente do Tribunal de Contas, sem prejuízo da atuação da Secretaria de Controle Externo.

Os processos de controle no âmbito dos tribunais de contas, a exemplo do crivo judicial, exigem provocação a retirá-los da inércia, tudo de modo a resguardar sua imparcialidade.


C

Certo


E

Errado

O Tribunal de Contas do Estado Alfa recebeu, poucos meses após a sua ultimação, o processo administrativo de concessão de aposentadoria a Ana, servidora do Poder Executivo estadual.


À luz da sistemática constitucional vigente, o Tribunal:


A

apenas deve tomar ciência da decisão;


B

pode registrar a decisão, ou não, mas não alterar o título de aposentadoria;


C

pode registrar a decisão, ou não, bem como alterar o título de aposentadoria;


D

pode anular a decisão e determinar que Ana retorne ao trabalho, não precisando ouvi-la;


E

pode anular a decisão e determinar que Ana retorne ao trabalho, devendo ouvi-la previamente.

Maria, servidora do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, questionou Joana, sua colega, sobre os efeitos da publicação das decisões do Tribunal. Joana informou que: (I) em se tratando de contas regulares, constitui certificado de quitação parcial do responsável para com o erário; (II) em se tratando de contas regulares com ressalva, constitui certificado de quitação, condicionado ao cumprimento das determinações previstas na ordem jurídica; e (III) em se tratando de contas irregulares, constitui apenas obrigação de recolhimento do débito que foi imputado ao responsável.


À luz da sistemática vigente, é correto afirmar que:


A

as informações I, II e III estão erradas;


B

as informações I, II e III estão certas;


C

apenas a informação III está certa;


D

apenas a informação II está certa;


E

apenas a informação I está certa.

Antônio, Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, recebeu um processo, de contornos eminentemente consultivos, que tinha por objeto matéria de indagação contábil submetida ao Tribunal. O objetivo era que ele emitisse um parecer sobre a matéria.


À luz da sistemática regimental vigente, é correto afirmar, em relação ao parecer que se almeja que seja elaborado por Antônio, que:


A

a atribuição para emiti-lo é da Secretaria de Controle Externo, não de Antônio;


B

a emissão do parecer é de atribuição de Antônio, podendo ser coletivo ou individual;


C

somente os órgãos de natureza não deliberativa podem emitir parecer, o que não é o caso do auditor;


D

em processos de natureza consultiva, o procedimento interno somente prevê a omissão de opinião pelo Tribunal Pleno;


E

é facultativo o parecer individual de Antônio, que pode contribuir para subsidiar a manifestação do Tribunal Pleno.

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas julgou regulares, com ressalva, as contas prestadas por determinado ordenador de despesas.


À luz da sistemática legal, a decisão assim proferida é considerada:


A

transitada em julgado;


B

terminativa;


C

preliminar;


D

apreciativa;


E

definitiva.

O Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas foi informado, por um assessor, que estavam concluídas as minutas dos relatórios trimestral e anual de suas atividades, que devem ser encaminhados à Assembleia Legislativa.


À luz da sistemática legal vigente, as informações do assessor estão:


A

corretas, já que o Presidente deve encaminhar, à Assembleia Legislativa, os referidos relatórios;


B

incorretas, pois o Presidente está obrigado a publicar os relatórios, não a encaminhá-los a outro órgão ou agente;


C

incorretas, pois o Presidente deve encaminhar os seus relatórios ao Tribunal Pleno, não à Assembleia Legislativa;


D

incorretas, pois o Presidente deve encaminhar os seus relatórios ao Governador do Estado, não à Assembleia Legislativa;


E

corretas, desde que a atribuição para encaminhar os relatórios à Assembleia Legislativa tenha sido delegada pelo Tribunal Pleno ao Presidente.

A Câmara Municipal de Aracaju, em matéria de controle da Administração Pública, está sujeita, por excelência, a controle financeiro de seus gastos públicos por parte do:


A

Tribunal de Contas do Município de Aracaju;


B

Tribunal de Contas do Estado de Sergipe;


C

Tribunal de Justiça do Município de Aracaju;


D

Ministério Público do Município de Aracaju;


E

Ministério Público Federal.

Acerca da eficiência, efetividade e eficácia no controle da Administração Pública, analise as afirmativas a seguir:


I. A efetividade, na análise das contas públicas, consiste em verificar a sua adequação com a moralidade administrativa.

II. A medição da eficiência do servidor público deve ser feita com base na quantidade de horas que o mesmo excede a jornada regular de trabalho, pois a dedicação máxima surge exatamente após o fim do expediente na repartição pública.

III. A análise de eficácia na gestão pública tem a ver com a relação de custos e benefícios, partindo-se do pressuposto de que os fins justificam os meios.


É correto o que se afirma


A

apenas em I.


B

apenas em I e II.


C

apenas em II e III.


D

em nenhuma das afirmativas.

 
 
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