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A nomeação dos aprovados em um determinado concurso público foi publicada. Esse foi um:
ato administrativo vinculado.
ato administrativo discricionário.
ato discricionário que eivado de vícios não pode ser revogado pela Administração ou pelo judiciário.
ato vinculado que eivado de vícios não pode ser revogado pela Administração ou pelo judiciário.
A revogação é modalidade de extinção de ato administrativo que ocorre por razões de oportunidade e conveniência. A alternativa que NÃO configura um motivo para isto está presente em:
a revogação de um ato administrativo somente poderá ser feita pela própria Administração Pública.
é necessário que a competência para revogar tenha sido expressamente estabelecida em lei.
os atos já exauridos, em que seus efeitos já tenham se esgotado.
atingir o bem maior, o interesse público.
defender os direitos da coletividade.
Sobre os atos administrativos, assinale a alternativa correta.
Se o ato emana da vontade de um único agente administrativo, classificar-se-á como ato complexo.
Existem atos administrativos que são irrevogáveis.
Entende-se por mérito do ato administrativo a valoração fixada concretamente na lei para a prática do ato.
Ato administrativo é todo negócio jurídico celebrado pela Administração Pública para fins de satisfação dos interesses coletivos.
O diretor de um órgão público municipal revogou uma licitação que ele próprio havia autorizado, sendo que a revogação foi justificada com base em contingenciamento de recursos orçamentários, que havia sido determinado pelo Prefeito. A empresa vencedora da licitação investigou a questão e descobriu que não havia nenhuma ordem de contingenciamento determinada pelo Chefe do Poder Executivo Municipal. Com base nesse relato, conclui-se que a revogação é
válida, visto que compete a quem pratica o ato revogá-lo.
inválida, pois as licitações não são sujeitas a revogação.
inválida, pois constata-se um vício formal no ato.
válida, pois sendo um ato discricionário, sequer precisava ser motivado.
inválida, o que se constata com base na teoria dos motivos determinantes.
É a supressão de um ato administrativo legítimo e eficaz, realizada pela Administração, por não mais lhe convir a sua existência. Pressupõe, portanto, um ato legal e perfeito, mas inconveniente ao interesse público. Em relação ao ato administrativo aqui descrevemos a:
Convalidação.
Invalidação.
Revogação.
Anulação.
Quanto aos atos administrativos, é CORRETO afirmar que:
I. A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.
II. O Poder Judiciário, no exercício da função jurisdicional, não pode anular ato administrativo, apenas revogar.
III. A revogação é a extinção do ato administrativo perfeito e eficaz, com eficácia ex nunc, praticada pela Administração Pública e fundada em razões de interesse público.
IV. O motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato e, quando falso, importa a invalidade do ato, que pode ser declarada pelo Poder Judiciário com base na teoria dos motivos determinantes.
V. Os efeitos da convalidação retroagem à data da prática do ato convalidado.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas as assertivas II e IV estão corretas.
Apenas as assertivas II, IV e V estão corretas.
Apenas as assertivas I, II, III e IV estão corretas.
Apenas as assertivas I, III, IV e V estão corretas.
Apenas as assertivas III, IV e V estão corretas.
Os atos administrativos podem ser modificados, anulados, revogados ou convalidados, conforme o caso, atendendo a alguns cuidados ligados à ideia de segurança jurídica, proteção ao direito adquirido e supremacia do interesse público. A este respeito, assinale a alternativa correta.
A Administração deve revogar seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode anulá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
O direito da Administração de revogar os atos administrativos de que decorram efeitos desfavoráveis para terceiros decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados.
A faculdade da Administração de convalidar os atos administrativos de que decorram efeitos benéficos para a Administração prescreve em dez anos, contados da data em que foram praticados.
Em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria Administração.
A revogação de ato administrativo, por interessar apenas à Administração, prescinde de publicação para a produção de efeitos, sendo despicienda a prévia intimação do interessado no ato para manifestação.
Sobre o tema Atos Administrativos, assinale a alternativa INCORRETA.
Não são anuláveis, nem revogáveis os atos vinculados.
A revogação do ato administrativo é realizada por motivos de conveniência e oportunidade.
O sujeito ativo da anulação do ato administrativo pode ser tanto a Administração Pública quanto o Poder Judiciário.
A revogação do ato administrativo tem eficácia somente para o futuro, não tendo o poder de desconstituir efeitos passados.
Julgue os itens a seguir e marque a alternativa CORRETA. São insuscetíveis de revogação:
I - Os atos consumados, que exauriram seus efeitos.
II - Os atos vinculados.
III - Os atos que geraram direitos adquiridos.
IV - Os atos que integram um procedimento.
Em relação à revogação e à anulação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
O judiciário pode entrar no mérito do ato administrativo.
A Administração pública não pode declarar a nulidade dos seus próprios atos.
A administração não pode revogar seus atos.
A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos.
A administração não pode anular seus próprios atos ilegais, porque deles não se originam direitos.
As duas principais formas de extinção do ato administrativo são a anulação e a revogação. Vários aspectos referentes ao controle da função administrativa envolvem a anulação e a revogação. Dentre os aspectos legais, doutrinários e jurisprudenciais sobre anulação e revogação, tem-se como correta a seguinte alternativa:
Para os seguidores da Teoria Monista, como Hely Lopes Meirelles, diante de vícios e invalidades em um determinado ato administrativo, seria possível o instituto da Convalidação, no sentido de tentar aproveitar o ato administrativo e seus efeitos, quando não houver lesão ao interesse público ou prejuízo a terceiros.
Apesar do poder genérico que tem a Administração Pública de reavaliar o mérito de seus atos administrativos, existem atos que são irrevogáveis, como por exemplo, atos administrativos que geraram direitos adquiridos.
Pelo princípio da Autotutela, a Administração Pública pode revogar atos administrativos quando eivados de ilegalidade e deve anular aqueles que passem a ser tidos como inconvenientes e/ou inoportunos.
Os Poderes Legislativos não possuem capacidade de revogar atos administrativos, tal qual o Poder Executivo, pois a revogação seria um instituto próprio da função administrativa e, se praticada pelo Legislativo ou pelo Judiciário, configuraria uma violação ao Princípio da Separação dos Poderes.
No Brasil, a anulação do ato administrativo sempre terá efeitos ex tunc, isto é, retroativos, retornando ao início de quando praticada a ilegalidade que o vicia.
Não cabe a revogação de ato administrativo pela própria Administração Pública para os casos indicados em uma das alternativas abaixo. Assinale-a.
Quando o agente subordinado determina embargo da obra, ainda que a competência seja de superior hierárquico; e decreto expropriatório sem a indicação do bem a ser desapropriado.
Punição sumária de servidor público, sem que se tenha instaurado o regular processo disciplinar; e deferimento de férias de funcionário quando este já as gozou.
Deferimento de férias de funcionário quando este já as gozou; e adjudicação na licitação após celebrado o respectivo contrato.
Decreto expropriatório sem a indicação do bem a ser desapropriado; e punição sumária de servidor público, sem que se tenha instaurado o regular processo disciplinar.
Licença para construção, a qualquer tempo, não importando se a obra foi iniciada ou não; e deferimento de férias de funcionário quando este já as gozou.
O ato administrativo discricionário
apresenta discricionariedade em todos os seus requisitos, exceto quanto à competência para a prática do ato.
apresenta discricionariedade em um de seus requisitos, qual seja, a finalidade.
não comporta anulação.
é passível de revogação.
não está sujeito a controle judicial.
A revogação do ato administrativo é a supressão de um ato legítimo e eficaz, seja por oportunidade, seja por conveniência, seja por interesse público; entretanto, o poder de revogar da administração pública não é absoluto, pois há situações insuscetíveis de modificação por parte da administração.
Tendo as considerações apresentadas como referência inicial, assinale a opção que apresenta ato suscetível de revogação.
parecer emitido por órgão público consultivo
ato de concessão de licença para exercer determinada profissão, segundo requisitos exigidos na lei
ato de posse de candidato nomeado após aprovação em concurso público
ato administrativo praticado pelo Poder Judiciário
ato de concessão de licença funcional já gozada pelo servidor
Mara, servidora pública e chefe de determinada repartição pública, emitiu atestado a determinado particular, comprovando situação de que teve conhecimento por seus órgãos competentes. Um dia após a prática do ato administrativo, decidiu revogá-lo por razões de conveniência e oportunidade. O atestado emitido por Mara
comporta revogação desde que seja com efeitos ex nunc.
comporta revogação desde que seja com efeitos ex tunc.
não comporta revogação.
por já ter produzido efeitos, deve, obrigatoriamente, permanecer no mundo jurídico.
admite apenas anulação, a ser decretada somente pelo Poder Judiciário.
Acerca da revogação, analise as sentenças abaixo:
I. Revogação é a extinção de um ato administrativo ou de seus efeitos por outro ato administrativo, efetuada por razões de conveniência e oportunidade, respeitando-se os efeitos precedentes.
II. A revogação pode ser explícita ou implícita. É explícita quando a autoridade simplesmente declara revogado o ato anterior. É implícita quando, ao dispor sobre certa situação, emite um ato incompatível com o anterior.
Em conformidade com as sentenças expostas, assinale a assertiva correta:
Apenas I está correta
Apenas II está correta
Ambas estão corretas
Ambas estão incorretas
De acordo com os ensinamentos doutrinários sobre a invalidação e revogação do ato administrativo discricionário, é correto afirmar que:
a própria Administração Pública pode revê-lo (seja revogando-o, caso inoportuno ou inconveniente, seja invalidando-o, caso ilegal), e o Poder Judiciário, em regra, somente pode invalidá-lo por vício de legalidade, mas não revogá-lo por questão de mérito administrativo;
os Poderes Judiciário e Legislativo podem invalidá-lo (por vício de legalidade) e revogá-lo (por questão de mérito administrativo, caso o ato seja considerado inoportuno ou inconveniente ao interesse público), pelo sistema constitucional de freios e contrapesos;
a própria Administração Pública pode revê-lo apenas mediante a invalidação, caso haja algum vício de legalidade, e o Poder Judiciário pode, em regra, revogar o ato, caso o considere inoportuno ou inconveniente ao interesse público, pelo princípio da inafastabilidade da jurisdição;
tanto a própria Administração Pública quanto o Poder Judiciário podem, em regra, revê-lo, seja mediante a revogação, quando o ato for considerado inoportuno ou inconveniente, seja pela invalidação, caso seja considerado ilegal;
somente a própria Administração Pública pode, em regra, revê-lo, seja mediante a revogação, quando o ato for considerado inoportuno ou inconveniente, seja pela invalidação, caso seja considerado ilegal, e os Poderes Judiciário e Legislativo não podem se imiscuir na matéria, pelo princípio da separação de poderes.
É passível de revogação, por motivos de conveniência e oportunidade, o ato administrativo consistente em emissão de certidão que ateste, em favor de um administrado, determinada situação fática.
Certo
Errado
Analise as afirmativas a seguir, relacionadas à revogação do ato administrativo.
I. A Administração Pública pode revogar um ato administrativo por razões de conveniência e oportunidade.
II. A revogação pode ser efetivada pelo Poder Judiciário ou pela própria Administração no exercício de sua prerrogativa de autotutela.
III. O poder de revogar não é ilimitado, pois há situações que não rendem ensejo à revogação. Não podem ser revogados, por exemplo, os atos que exauriram seus efeitos.
Está correto o que se afirma em:
I e II, somente.
II e III, somente.
I e III, somente.
II, somente.
III, somente.
Jonas, servidor público, revogou ato administrativo que já havia exaurido seus efeitos. No mesmo dia, anulou ato administrativo que, embora válido, era inoportuno ao interesse público. Sobre o tema,
incorretas as condutas, pois não é válido na mesma data utilizar-se de ambos os institutos.
incorretas ambas as condutas, haja vista a inexistência dos requisitos legais para a adoção dos citados institutos.
corretas a revogação e a anulação.
correta apenas a anulação.
correta apenas a revogação.