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O abuso de poder pode ser caracterizado pelo excesso de poder, situação em que o agente público atua fora dos limites de sua competência.
Certo
Errado
Em matéria de poderes administrativos, quando a atuação de certo agente público extrapola a competência delimitada na lei, configura:
Ato ineficaz.
Poder vinculado.
Discricionariedade.
Excesso de poder.
Desvio de poder.
Ariadne e Afrodite são agentes da administração pública. A primeira atuou fora dos limites de sua competência, e a segunda, embora dentro de sua competência, praticou ato que se afastou do interesse público. Segundo a doutrina que trata dos poderes e deveres do administrador público, é correto afirmar que as referidas agentes incidiram, respectivamente, em
excesso de poder e desvio de poder.
desvio de finalidade e abuso de poder.
abuso de competência e desvio de competência.
excesso de competência e desvio de autoridade.
excesso de autoridade e abuso de finalidade.
O abuso de poder é gênero do qual são espécies o desvio de poder (ou desvio de finalidade) e o excesso de poder.
Certo
Errado
Sobre abuso de poder, se uma autoridade, embora competente para praticar o ato, vai além do permitido e exorbita no uso de suas faculdades administrativas, esta hipótese configura
inércia da administração, na espécie desvio de finalidade.
abuso de poder, na espécie excesso de poder.
excesso de poder por conduta negligente.
omissão administrativa.
Suponha que um analista de fiscalização, no exercício das atividades fiscalizatórias a ele atribuídas, em uma primeira visita técnica de fiscalização, passe a fazer exigências não previstas nos regramentos, aplicando penalidades ao profissional. E em visita a outro profissional devidamente habilitado, por questões de inimizade, o analista busque finalidade diversa do interesse público.
Com base no caso apresentado, tendo em vista os poderes administrativos e as classificações de abuso de poder, assinale a alternativa correta.
Em ambos os casos, ele agiu com excesso de poder.
No primeiro caso, ele agiu com excesso de poder, ao passo que, no segundo, com desvio de finalidade.
Em ambos os casos, ele agiu com desvio de finalidade.
No primeiro caso, ele agiu com desvio de finalidade, enquanto, no segundo, com excesso de poder.
No primeiro caso, ele agiu dentro da leg.alidade e, no segundo, com excesso de poder
Sobre os vícios dos atos administrativos, marque a alternativa incorreta:
quando o ato administrativo é praticado em violação a pressuposto de fato (quanto se constatar a inexistência do fato) ou a pressuposto de direito (hipótese em que embora o fato exista, foi enquadrado erroneamente na norma legal), é correto dizer-se que se trata de vício em relação à pessoa;
quando o agente se apossa de função ou cargo público de forma ilegal, é correto afirmar que está caracterizado o vício em relação ao sujeito, sendo, inclusive, tipificado no Código Penal como crime contra a administração pública;
Configura-se excesso de poder quando o agente público tem competência para a prática de atos administrativos, mas não para a prática de um ato específico e mesmo assim o pratica extrapolando sua função;
a realização de um concurso público sem edital vicia o ato administrativo por desrespeito à forma estabelecida na lei;
João, servidor público municipal, foi nomeado para cargo em comissão de chefe de departamento e, nessa condição, passou a ter competência legal para determinar a remoção de seus subordinados de um local de trabalho para outro dentro do município. Assim que assumiu o cargo, João, então, determinou a remoção de Joana sua inimiga política, para local de trabalho distante e perigoso. Acerca do ato praticado por João, indique a alternativa correta:
O ato de remoção de Joana foi praticado com abuso de poder na modalidade desvio de poder.
O ato de remoção de Joana foi praticado com abuso de poder na modalidade excesso de poder.
O ato de remoção de Joana é lícito, dado que a decisão acerca da remoção de servidores é discricionária.
O ato de remoção de Joana não pode ser anulado pelo Poder Judiciário, dado que a remoção do servidor é decisão de mérito não passível de controle judicial.
O interesse público é indisponível, e, para a sua observância, é necessário ao administrador fazer uso de seus poderes. Quando o agente pratica ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência, ocorre:
desvio de poder
excesso de poder
vício relativo à forma do ato
exercício do poder discricionário vinculado
transgressão dos limites de sua competência
Analise as informações a seguir:
I. A finalidade geral do ato administrativo é satisfazer ao interesse público. Já a finalidade específica, por sua vez, é aquela que a lei elegeu para o ato em específico.
II. O excesso de poder é um vício no elemento competência.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Um ato emanado por autoridade pública competente, porém visando alcançar objetivo não previsto na lei, incorre em abuso de poder da espécie
desvio de poder.
excesso de poder.
desvio de atribuição.
abuso de autoridade.
excesso de competência.
“W”, agente público, com o objetivo de prejudicar seu subordinado, por ser seu antigo desafeto, determinou que ele fosse transferido para uma comarca distante de sua residência. Diante da situação apresentada, assinalar a alternativa CORRETA:
Haverá desvio de poder.
O ato praticado por “W” é lícito.
Está configurado excesso de poder.
“W” agiu com excesso ou desvio de poder, tendo em vista que são expressões sinônimas.
Na busca por satisfazer o interesse coletivo, o Estado incorpora determinados poderes para instrumentalizar sua atuação (CARVALHO, 2019). No que se refere a poderes e deveres da administração pública, assinale a alternativa correta.
A avocação é permitida no caso de decisão de recurso hierárquico e na edição de atos normativos.
A partir do poder de polícia, podem ser punidas internamente infrações funcionais dos servidores públicos.
O contraditório diferido estabelece a discricionariedade do administrador para decidir o caso concreto, como atributo do poder de polícia.
O poder discricionário é aquele que estabelece único comportamento a ser seguido pelo administrador diante de determinados casos concretos.
Quando ultrapassa os limites de sua competência, o administrador atua com excesso de poder, que é expressão do abuso de poder.
Os poderes administrativos são instrumentos concedidos ao Estado, necessários à persecução do interesse coletivo. Nesse sentido, analisar os itens abaixo:
I. O desvio de poder estará presente sempre que o agente do Estado praticar o ato, mesmo dentro dos limites de competência a ele conferida, mas visando alcançar outra finalidade que não aquela prevista em lei.
II. O abuso de poder pode decorrer de condutas comissivas, mas não omissivas.
III. O excesso de poder não enseja a nulidade do ato administrativo.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente o item III.
Somente os itens I e III.
Excesso de poder é uma das formas de abuso de poder e ocorre quando a administração pública persegue uma finalidade legal, mas vai além do necessário para atingi-la.
Certo
Errado
Quando o servidor público competente emite ato administrativo aparentemente lícito, mas com intenção de alcançar objetivo diverso não previsto em lei, pratica ato:
com excesso de poder.
revogável.
com abuso de competência.
com desvio de finalidade.
válido.
A respeito dos poderes administrativos, assinale a opção correta.
A remoção de um servidor público de sua lotação originária, como forma de punição, é um exemplo de abuso de poder.
O poder regulamentar é uma prerrogativa que a administração possui para completar as leis, com vistas à sua efetiva aplicação, não sendo possível, contudo, a inovação na ordem jurídica.
Em razão do poder hierárquico, o subordinado deve cumprir todas as ordens emanadas do seu superior.
O poder disciplinar não atinge particular que esteja ligado à administração pública por algum vínculo jurídico.
O atributo da discricionariedade não é aplicável ao poder de polícia.
Os atos administrativos são atos jurídicos praticados pela Administração Pública para atingir suas finalidades, devendo apresentar para a sua existência e validade alguns elementos ou requisitos básicos. A esse respeito, é correto afirmar que
atua em usurpação de função aquele indivíduo que, embora investido em cargo, emprego ou função, exorbita os limites de sua competência legal, podendo seus atos serem imputados à Administração.
os atos administrativos devem sempre adotar a forma escrita, impressa em papel timbrado, com data e assinatura da autoridade competente, como condição de sua validade.
o objeto do ato administrativo consiste nas razões de fato e de direito que impõem ou autorizam a prática do ato administrativo pela Administração Pública.
age com excesso de poder o agente que atua fora dos limites de suas atribuições legais, sendo possível, em regra, a convalidação dos seus atos pelo agente legalmente competente.
os atos administrativos podem ou não ter um sujeito, ou seja, aquele a quem a lei atribui competência para a prática de um dado ato administrativo.
Dentre as normas referentes aos poderes administrativos, quando a atuação do agente pretende alcançar finalidade diversa do interesse público, esta será caracterizada como:
Poder hierárquico.
Delegificação.
Conflitos de atribuições.
Excesso de poder.
Desvio de poder.
O abuso do poder que, segundo Hely Lopes Meirelles (2016), ocorre quando a autoridade, embora competente para praticar o ato, vai além do permitido e exorbita no uso de suas faculdades administrativas, é o(a):
excesso de poder
desvio de finalidade
omissão da administração
desvio de poder