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O governo brasileiro vem conduzindo, em todos os estados amazônicos, a negociação de Agendas Positivas, voltadas para coibir o desmatamento ilegal e, ao mesmo tempo, incentivar o uso sustentável da floresta em pé.
O Brasil está tecnologicamente bem situado quanto à implantação de bancos de germoplasma, haja vista a recente incorporação de tecnologia advinda dos primeiros resultados do Projeto Genoma Humano.
A Lei n.o 9.985, de 2000, permite e regulamenta a cobrança de ingressos e o financiamento de parques nacionais pela iniciativa privada, o que está em consonância com as políticas de crítica ao welfare state.
A política dos 3 R defende a adoção das seguintes ações, em ordem decrescente de prioridade: reciclagem, reutilização e redução.
As cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes devem elaborar seu plano diretor até 2006.
Um dos instrumentos de busca da sustentabilidade das cidades, previsto em lei federal, é a gestão orçamentária participativa, a ser realizada independentemente da filiação política da administração municipal.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da biopirataria investigou, entre outros, um projeto que envolve o Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas e o Smithsonian Institute. Esse projeto está voltado para o estabelecimento da área mínima de floresta necessária para preservação de um ecossistema.
Apesar de a discussão acerca das cidades sustentáveis ser recente no Brasil, a Conferência Habitat II, ocorrida no Canadá, no início da década de 80 do século passado, já alertava para esse problema.
A Convenção sobre Diversidade Biológica conseguiu acabar com o patenteamento de substâncias da flora e da fauna dos países do chamado terceiro mundo.
Mais de 80% da população brasileira vivem em áreas urbanas, o que supera, em muito, a média mundial apresentada no texto.
A proposta defendida pela senadora Marina Silva, do Acre, de que sejam assegurados os interesses das comunidades tradicionais, cujos conhecimentos estão associados aos recursos biológicos, é inovadora e representa avanço em relação à Convenção sobre Diversidade Biológica.
A Superintendência para o Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) elaborou o PP-G7 para desenvolver projetos específicos de proteção à floresta amazônica.
O conjunto de ações mencionado no texto CE-III constitui estratégia de conservação in situ recomendada pela Convenção sobre Diversidade Biológica.