

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A respeito dos crimes contra a administração pública, assinale a opção correta.
A conduta de médico particular solicitar o pagamento de valor em dinheiro para atender paciente pelo Sistema Único de Saúde não configura crime funcional, pois o agente não se enquadra no conceito de funcionário público para fins penais.
Comete o crime de prevaricação funcionário público que, por indulgência, deixa de responsabilizar subordinado que tenha cometido infração no exercício do cargo.
Particular que aquiesce com a exigência de funcionário público, quando este comete o crime de concussão, entregando-lhe o valor pedido em razão do exercício de sua função, não comete nenhum crime nesse caso.
O crime de corrupção passiva somente se configura com a efetiva prática ou omissão da conduta funcional do servidor, já que o chamado ato de ofício integra o tipo penal.
Quem oferece dinheiro a perito para que este elabore laudo favorável à sua pretensão comete crime de corrupção ativa, definido no art. 333 do Código Penal.
A luz do Código Penal brasileiro, em que pese os crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral, é correto afirmar que aquele que patrocinar, indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, estará incorrendo no tipo penal do crime de:
excesso de exação.
corrupção passiva.
prevaricação.
condescendência criminosa.
advocacia administrativa.
Aquele que patrocina, indiretamente, interesse privado legítimo perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário
comete crime de prevaricação.
comete crime de exercício ilegal.
comete crime de advocacia administrativa.
comete crime de condescendência criminosa.
não comete crime algum.
Em consonância com o Código Penal Brasileiro, o crime de advocacia criminosa consiste em:
patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.
deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.
praticar violência, no exercício de função ou a pretexto de exercê-la.
entrar no exercício de função pública antes de satisfeitas as exigências legais, ou continuar a exercê-la, sem autorização, depois de saber oficialmente que foi exonerado, removido, substituído ou suspenso.
devassar o sigilo de proposta de concorrência pública, ou proporcionar a terceiro o ensejo de devassá-lo.
O funcionário público que, por indulgência, deixar de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente comete o crime de
advocacia administrativa.
concussão.
condescendência criminosa.
prevaricação.
Lucas patrocinou, diretamente, interesses privados da empresa Lago Verde perante o INSS, valendo-se da sua qualidade de funcionário daquele órgão, no qual exercia o cargo de auditor fiscal. Ante a hipótese, pode-se afirmar que Lucas praticou o crime de
advocacia administrativa.
advocacia administrativa fazendária.
tráfico de influência.
peculato.
corrupção ativa.
Lucius, advogado, representando seu cliente Maximus, protocola petição inicial de ação de despejo em face de Claudius. Ocorre que, em audiência, após descobrir que Claudius fora seu amigo de infância – fato do qual não se lembrava quando da propositura da ação – Lucius renuncia regularmente aos poderes outorgados por Maximus, colhe procuração de Claudius e começa a defendê-lo na mesma ação. No curso da defesa de Claudius, Lucius utiliza-se de fatos que lhe foram narrados por Maximus e que não eram do conhecimento de Claudius, fatos esses que são essenciais para que a ação seja julgada improcedente.
Nesse caso, é correto afirmar que Lucius praticou
crime de tergiversação.
crime de advocacia administrativa.
fato atípico à luz do Direito Penal.
crime de patrocínio infiel.
crime de exercício ilegal da profissão.
A conduta de “revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação” configura crime de
violação de sigilo funcional.
violação de segredo profissional.
condescendência criminosa.
divulgação de segredo.
advocacia administrativa.
Matusalém, funcionário do INSS, aborda pessoas na fila da perícia da autarquia e oferece seus préstimos particulares, mediante uma retribuição pecuniária, para iniciar processos administrativos com o objetivo de conseguir para os particulares benefícios previdenciários na agência onde trabalha, recebendo, inclusive, poderes dos particulares, por meio de procurações, para dar andamento aos mencionados processos.
Nesse caso, é correto afirmar que a conduta de Matusalém
é atípica em virtude do relevante valor moral de ajudar os necessitados.
configura crime de usurpação de função pública.
configura crime de falsidade ideológica.
configura crime de corrupção ativa.
configura crime de advocacia administrativa.
Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício implica em crime de
advocacia administrativa.
concussão.
corrupção.
peculato.
prevaricação.
Sydney complementa sua renda familiar com a intermediação da venda de embarcações de médio porte. Considerando que as embarcações, a despeito de serem bens móveis, necessitam de registro na Capitania dos Portos (artigo 3º da Lei 7.6525/88) e que os bens imóveis necessitam de matrícula no Registro de Imóveis, pode-se afirmar que a conduta de Sydney, que não possui registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis, ao intermediar a venda de embarcações
configura exercício funcional ilegalmente antecipado.
é atípica.
é usurpação de função pública.
configure falsidade ideológica.
é crime de advocacia administrativa.
Aquele que se opõe à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja prestando auxílio, comete, em tese, o crime de
exercício arbitrário das próprias razões.
advocacia administrativa.
desobediência.
desacato.
resistência.
Em consonância com o Código Penal Brasileiro, o funcionário público que revelar fato de que tem ciência em razão do cargo do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação, incorrerá no crime de:
Corrupção passiva, com pena de reclusão de 2(dois) a 12(doze) anos, e multa.
Advocacia administrativa, com pena de detenção de 1(um) a 3(três) meses, ou multa.
Violação de sigilo funcional, com pena de detenção, de 6(seis) meses a 2(dois) anos, ou multa, se o crime não constituir crime mais grave.
Corrupção ativa, com pena de reclusão de 2(dois) a 12(doze) anos, e multa.
Exercício funcional ilegalmente antecipado ou prolongado, com pena de reclusão de 1(um) a 3(três) meses, ou multa.
Com relação aos crimes praticados contra a Administração Pública, assinale a alternativa correta.
Desobedecer a ordem legal de funcionário público, em tese, caracteriza o crime de desacato, punido com pena de detenção.
Aquele que exerce função pública de forma transitória e sem remuneração não será considerado funcionário público para efeitos penais.
A oposição passiva à execução de ato legal praticado por funcionário público não caracteriza o crime de resistência.
Na advocacia administrativa, o funcionário público patrocina assuntos privados perante a Administração Pública, sempre para satisfazer interesse próprio e ilícito, sujeitando-se à pena de reclusão.
Hermes, comerciante, procura a advogada Alice, que alegava ter influência junto a órgão público para impedir um ato de fiscalização.
Sabendo estar em situação administrativa irregular, Hermes acerta valor com Alice para que ela, usando de seus contatos e prestígios, vede que qualquer fiscalização seja realizada no seu empreendimento.
O valor acertado, de R$10.000,00, é pago, em espécie de uma vez só. Cerca de um mês depois, o empreendimento de Hermes é fiscalizado e autuado, diante da identificação da irregularidade fiscal.
À luz do cenário narrado, é correto afirmar que Hermes
praticou corrupção ativa.
praticou corrupção passiva.
praticou advocacia administrativa.
praticou tráfico de influência.
não praticou crime.
A respeito dos crimes contra funcionário público, contra a administração pública e contra a fé pública, assinale a opção correta.
Os crimes relacionados aos petrechos para falsificação de moeda somente são punidos se o sujeito ativo realizar o crime a título oneroso.
Há causa de aumento de pena quando os crimes contra a honra são cometidos contra ministros do Supremo Tribunal Federal.
As penas de crimes contra a administração pública são contadas em dobro quando estes forem praticados por ocasião de calamidade pública decretada pelo poder público.
O crime de advocacia administrativa só pode ser praticado por advogados, não podendo ser imputado a ministros de Estado.
Configura crime de concussão dar prioridade a repasse financeiro de verba pública por razões de ordem religiosa.
O particular que, conjuntamente com um funcionário público, sabendo da condição deste, patrocina diretamente interesse privado perante a administração fazendária pratica
advocacia administrativa.
tráfico de influência.
conduta atípica.
crime previsto na Lei n.º 8.137/1990.
prevaricação.
Quincas é policial penal e amigo de Vanda, advogada do apenado Martim, o qual cumpre pena privativa de liberdade no mesmo estabelecimento em que trabalha Quincas. Cedendo a pedido de Vanda, a fim de beneficiar Martim, Quincas pratica indevidamente um ato de ofício. Nesse contexto, é correto afirmar que Quincas praticou crime de:
corrupção passiva privilegiada
prevaricação
advocacia administrativa
tráfico de influência
Olímpio, delegado de polícia, com o fim de proteger seu amigo Erasmo, por quem tinha grande afeto, deixou de atender à requisição do membro do Ministério Público no sentido de determinar a instauração de inquérito policial para apurar eventual prática de crime por parte de Erasmo. Diante da situação hipotética acima mencionada, de acordo com o ordenamento jurídico, Olímpio praticou, em tese, o crime de
resistência.
desobediência.
prevaricação.
advocacia administrativa.
corrupção passiva.
De acordo com o Código Penal, aquele que pratica a conduta de “Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente”, incorre no crime de:
Advocacia administrativa.
Violência arbitrária.
Condescendência criminosa. .
Prevaricação.
Peculato.