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Questões de Concurso sobre Advocacia administrativa

 
 
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Rinaldo, funcionário público de um determinado município do Estado de Pernambuco, valendo-se dessa qualidade, influiu sobre a atividade de outro colega, lotado no setor de obras, para que processo de autorização para construção de um imóvel, de interesse de um amigo de infância de Rinaldo, fosse acelerado, mesmo com a documentação incompleta, passando na frente de outros inúmeros pedidos que aguardavam decisão. Nesse caso, Rinaldo, nos termos preconizados pelo Código Penal, cometeu crime, em tese, de


A

corrupção ativa.


B

advocacia administrativa.


C

prevaricação.


D

peculato.


E

excesso de exação.

Segundo o Decreto-Lei nº 2.848/1940 — Código Penal, a situação de particular que cobra para si a vantagem, a pretexto de intervir em ato praticado por funcionário público no exercício da função, é categorizada como:


A

Advocacia administrativa.


B

Descaminho.


C

Violação do sigilo funcional.


D

Tráfico de influência.

Ivo, ocupante de cargo em comissão na Secretaria de Meio Ambiente do Estado Alfa, agindo com dolo, patrocinou, diretamente, interesse privado ilegítimo perante a Administração Pública, valendo-se, para tanto, da sua qualidade de agente público.

Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que Ivo responderá pelo crime de:


A

advocacia administrativa, na modalidade simples, com a incidência de uma causa de aumento de pena;


B

advocacia administrativa, na modalidade qualificada, com a incidência de uma causa de aumento de pena;


C

prevaricação, na modalidade qualificada, com a incidência de uma causa de aumento de pena;


D

advocacia administrativa, na modalidade simples, sem causas de aumento de pena;


E

prevaricação, na modalidade simples, sem causas de aumento de pena.

Sobre o tema “crimes contra a Administração Pública”, insculpido no Código Penal, é correto afirmar que incorrerá nas sanções do delito denominado


A

corrupção ativa aquele que prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar ato de ofício.


B

corrupção passiva aquele que exigir, para outrem, indiretamente, ainda que fora da função, mas em razão dela, vantagem indevida.


C

advocacia administrativa o advogado que trair o dever profissional, prejudicando interesse, cujo patrocínio lhe é confiado.


D

condescendência criminosa aquele que deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, para satisfazer interesse pessoal.


E

prevaricação o funcionário público que deixar de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo, por indulgência.

E., analista de licitações da Câmara de Vereadores do Município K, utiliza seu acesso a informações sigilosas de licitações que estão em fase preparatória para repassá-las a empresas de familiares interessadas em ganhar os processos licitatórios. Em troca dessas informações, E. recebia percentuais desses contratos. Baseando-se no Decreto-Lei nº 2.848/1940 — Código Penal, a atitude de E. configura o crime de:


A

Peculato.


B

Condescendência criminosa.


C

Advocacia administrativa.


D

Violação do sigilo funcional.

A respeito dos crimes praticados por funcionário público contra a administração, conforme o Decreto-Lei nº 2.848/1940 – Código Penal, analisar a sentença.


A prevaricação consiste em o funcionário deixar, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente (1ª parte). A advocacia administrativa trata-se de retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal (2ª parte).


A sentença está:


A

Totalmente correta.


B

Correta somente em sua 1ª parte.


C

Correta somente em sua 2ª parte.


D

Totalmente incorreta.

De acordo com o Código Penal Brasileiro (Decreto-lei n° 2.848 de 1940), leia os tipos penais a seguir, e assinale:


1. Concussão - art. 316 do CP.

2. Advocacia administrativa – art. 321 CP.

3. Excesso de exação - art. 316, § 1º do CP.


( ) Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.

( ) Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.

( ) Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido, ou, quando devido, emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso, que a lei não autoriza.


Assinale a alternativa CORRETA:


A

1 – 2 – 3.


B

2 – 3 – 1.


C

2 – 1 – 3.


D

3 – 2 – 1.

Imagine que determinado funcionário público, que tem o dever legal de expedir alvarás de soltura, ao perceber que a pessoa a ser solta é seu inimigo, posterga indevidamente a emissão do documento, prolongando a prisão por 5 dias.


Diante desse fato, é correto afirmar que


A

se caracterizou crime de advocacia administrativa.


B

se caracterizou crime de abandono de função.


C

não se caracterizou qualquer crime, pois a conduta foi omissiva.


D

se caracterizou crime de prevaricação.


E

não se caracterizou qualquer crime, podendo ser apurado eventual desvio funcional.

O Ministério Público tomou conhecimento de que Lucas, servidor público no Estado Alfa, agindo com dolo, facilitou a revelação de fato de que tinha ciência em razão do cargo e que deveria permanecer em segredo, resultando em dano severo à Administração Pública. Em assim sendo, foi deflagrada ação penal em face do agente.


Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que Lucas responderá pelo crime de


A

exercício funcional ilegal, na modalidade qualificada, com a incidência de uma causa de aumento de pena.


B

violação de sigilo funcional, na modalidade simples, com a incidência de uma causa de aumento de pena.


C

violação de sigilo funcional, na modalidade qualificada, sem causas de aumento de pena.


D

exercício funcional ilegal, na modalidade simples, sem causas de aumento de pena.


E

advocacia administrativa, na modalidade simples, sem causas de aumento de pena.

Na ocasião de particular que oferece vantagem indevida a funcionário público, conforme o Decreto-Lei nº 2.848/1940 – Código Penal, com o intuito de omitir ato de ofício, é caracterizado como crime de:


A

Advocacia administrativa.


B

Corrupção ativa.


C

Violência arbitrária.


D

Condescendência criminosa.

O Decreto Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940 (Código Penal), dispõe no seu art. 327 que “considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública”. Sendo assim, nos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral:


A

se o funcionário modifica sistema de informações sem autorização de autoridade competente, ainda que isso não resulte em dano para a Administração Pública, essa conduta é considerada atípica


B

equipara-se a funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada para a execução de atividade típica da Administração Pública


C

só constitui crime de advocacia administrativa o patrocínio direto ou indireto, perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, de interesse privado se este for ilegítimo


D

por se tratar de crimes de mão própria, não se admite a coautoria


E

a reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível, extingue a punibilidade

O servidor público deve exercer suas funções sem agir como representante ou intermediário de interesses de terceiros, evitando utilizar os contatos, o conhecimento ou as facilidades obtidas em sua carreira pública para benefício pessoal ou alheio. O apoio a interesses particulares pode ocorrer de forma explícita, como ao redigir petições ou requerimentos, ou de maneira disfarçada, como no acompanhamento informal de processos ou em pedidos feitos diretamente a outros servidores. Essa prática pode se manifestar por ação direta do servidor ou por meio de terceiros, utilizando-se de um "laranja" ou "testa de ferro", que atuará como se fosse o verdadeiro interessado na causa.


Sobre o crime de advocacia administrativa, que consiste em patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário público, analise as proposições:


I - A advocacia administrativa admite a modalidade culposa.

II - O crime pode ser praticado tanto por servidores da administração direta quanto indireta.

III - A pena pode ser aumentada, se o interesse privado defendido for ilegítimo.


Assinale a alternativa que apresente APENAS as afirmações corretas.


A

Somente I.


B

Somente II.


C

Somente III.


D

Somente II e III.


E

Somente I e III.

Anderson foi servidor público em cargo de provimento em comissão no Estado do Rio Grande do Sul, até que foi cientificado de sua exoneração pelo seu chefe imediato. Anderson, porém, continuou exercendo o ofício e frequentando o local de trabalho como se ainda pertencesse aos quadros da Administração. Nesse caso, segundo o Código Penal, Anderson praticou o crime de


A

violação de sigilo funcional.


B

advocacia administrativa.


C

usurpação administrativa


D

facilitação de prevaricação.


E

exercício funcional ilegalmente antecipado ou prolongado.

Chicão, funcionário público, ouve seu vizinho conversando com algumas pessoas na calçada, dizendo estar preocupado por estar sendo investigado em um inquérito policial. Aproveitando-se da situação, Chicão se aproxima do vizinho e faz falsas promessas, afirmando que poderia influenciar o delegado responsável pelo inquérito para que ele não fosse indiciado, mediante o pagamento de uma certa quantia em dinheiro.


Considerando essa situação hipotética, Chicão pratica o crime de:


A

Advocacia administrativa.


B

Tráfico de influência.


C

Exploração de prestígio.


D

Patrocínio infiel.

Um particular se encaminhou à sede do Departamento de Trânsito (DETRAN) do estado Alfa com o objetivo de realizar a vistoria do seu veículo automotor. Contudo, em razão das diversas irregularidades constatadas, o automóvel não passou no exame conduzido pelo servidor Caio, que ocupa um cargo público junto ao DETRAN. Dessa forma, Matheus, despachante que presenciou os fatos, se aproximou do particular e solicitou dois mil reais, para si, a pretexto de influir e reverter a decisão tomada pelo agente público.


Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, Matheus responderá pelo crime de:


A

advocacia administrativa;


B

exploração de prestígio;


C

favorecimento pessoal;


D

tráfico de influência;


E

patrocínio infiel.

José da Silva, proprietário de empresa que presta serviços a determinado Município, prometeu a Maria Pereira, servidora pública municipal, o pagamento de quantia em dinheiro, a fim de que ela retardasse a prática de ato de ofício. Nessa situação hipotética, segundo o Código Penal (Decreto-Lei n.º 2.848/1940), a conduta de José da Silva pode ser enquadrada como crime de


A

corrupção ativa.


B

tráfico de influência.


C

advocacia administrativa.


D

usurpação de função pública.

Arnaldo é fiscal da receita do Estado de São Paulo e passou a patrocinar os interesses de Francisco, seu amigo, perante a Administração Pública. Foi constatado que os interesses de Francisco são ilegítimos.


Nesse caso, a conduta de Arnaldo configura


A

advocacia administrativa.


B

prevaricação.


C

corrupção passiva privilegiada.


D

exploração de prestígio.


E

favorecimento pessoal.

O Código Penal, estabelece que, pratica o crime de ______, aquele que patrocinar direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.


A

Advocacia Administrativa


B

Corrupção


C

Prevaricação


D

Fraude

O crime de advocacia administrativa consiste em:


A

Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.


B

Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário.


C

Inserir ou facilitar, o funcionário autorizado, a inserção de dados falsos, alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano.


D

Modificar ou alterar, o funcionário, sistema de informações ou programa de informática sem autorização ou solicitação de autoridade competente.

 
 
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