Questões de Concurso sobre Corrupção passiva

 
 
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Durante atendimento aos advogados no Tribunal de Justiça, um analista concursado que atuava junto ao cartório judicial da 2ª Vara Criminal solicitou a quantia de R$ 3.000,00 (três mil reais) a um advogado para que deixasse de juntar aos autos uma promoção do Ministério Público em que era solicitada a prisão cautelar do réu de um processo. De imediato, o patrono se recusou a pagar o valor e comunicou o fato ao juiz em atuação no órgão citado. Considerando apenas os fatos narrados, é possível afirmar que a conduta do analista:


A

é atípica, configurando apenas ilícito civil;


B

configura crime de corrupção passiva, consumado;


C

configura crime de advocacia administrativa, tentado;


D

configura crime de corrupção passiva, tentado;


E

configura crime de advocacia administrativa, consumado.

K. S., funcionário público, solicita, para si, indiretamente, uma determinada quantia em dinheiro de M. F, para não multá-lo. Sabendo-se que M. F. não pagou a propina para K. S., este deve responder por crime de


A

corrupção passiva, na forma consumada.


B

prevaricação, na forma tentada.


C

corrupção ativa, na forma tentada.


D

concussão, na forma consumada.

“Corrupção passiva é o ato receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes de assumi‐la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.”

O trecho apresentado é


A

verdadeiro e traduz adequadamente o tipo penal.


B

falso, pois o crime não abrange condutas fora da função.


C

falso, pois o crime não abrange a aceitação de promessa de vantagem.


D

falso, pois o crime não abrange o recebimento para outrem de vantagens indevidas.

Qual o tratamento penal para a conduta de Caio, médico servidor do Sistema Único de Saúde (SUS), que, em prejuízo do paciente Mévio, solicita “custos adicionais” para realizar um exame já homologado por órgão previdenciário?


A

Concussão


B

Estelionato


C

Conduta atípica


D

Corrupção passiva


E

Irrelevante penal

O agente que solicita, para si, indiretamente, antes de assumir função pública, mas em razão dela, vantagem indevida , pratica


A

o crime de excesso de exação.


B

o crime de corrupção ativa.


C

o crime de peculato.


D

o crime de corrupção passiva.


E

fato atípico.

Paulo ofereceu R$ 300,00 a um Oficial de Justiça para retardar a sua citação. O Oficial de Justiça aceitou a oferta, mas achou o valor oferecido muito baixo, tendo Paulo ficado de estudar eventual majoração. Nesse caso, o Oficial de Justiça cometeu crime de


A

corrupção passiva, na forma consumada.


B

corrupção passiva, na forma tentada.


C

concussão, na forma consumada.


D

concussão, na forma tentada.


E

prevaricação.

“A pena é aumentada de um terço, se, em consequência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.” Trata-se de causa de aumento de pena prevista para o crime de:


A

Concussão.


B

Prevaricação.


C

Peculato.


D

Corrupção passiva.

O Código Penal brasileiro trata dos tipos de conduta que configuram crime contra a administração pública, como o disposto no art. 317: “Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem”. O tipo penal descrito anteriormente refere-se ao crime de


A

peculato.


B

prevaricação.


C

corrupção ativa.


D

corrupção passiva.


E

excesso de exação.

Imagine que um policial, em abordagem de rotina, identifique e efetue a detenção de um indivíduo procurado pela Justiça. Assim que isso ocorre e antes de apresentar o indivíduo à autoridade de Polícia Judiciária (Delegado de Polícia), o policial recebe verbalmente, do detido, a seguinte proposta: soltar o indivíduo para que ele vá até o caixa eletrônico e busque R$ 500,00, a serem entregues ao policial em troca de sua liberdade. O policial aceita a proposta e solta o detido, que não retorna e não cumpre com a promessa de pagamento. Diante dessa hipótese, o policial


A

cometeu crime de prevaricação (CP, art. 319).


B

cometeu crime de corrupção passiva (CP, art. 317).


C

cometeu o crime de condescendência criminosa (CP, art. 320).


D

cometeu o crime de concussão (CP, art. 316).


E

não cometeu crime algum, pois não chegou a receber o dinheiro.

Funcionário público que estende intencional e desautorizadamente o período de tempo reservado para seu almoço, a fim de durante esse “período de folga” dedicar-se a atividades pessoais não urgentes, deixando de praticar, indevidamente, uma série de atos de ofício, comete


A

corrupção passiva.


B

peculato.


C

concussão.


D

prevaricação.


E

corrupção ativa.

Funcionário público, responsável por receber cadáveres no Instituto Médico Legal, que se apropria de relógio que estava no pulso de pessoa falecida encaminhada à necrópsia comete


A

peculato.


B

corrupção ativa.


C

prevaricação.


D

concussão.


E

corrupção passiva.

Quanto aos crimes de concussão e corrupção passiva, é correto o que se afirma na alternativa:


A

Não são crimes formais, porque não basta a exigência ou solicitação da vantagem indevida: é necessário o seu efetivo recebimento.


B

São diferentes, caracterizando-se o crime de concussão quando o funcionário público aceita vantagem indevida.


C

Os dois crimes admitem tentativa, se a exigência ou a solicitação da vantagem indevida forem feitas verbalmente pelo funcionário público.


D

São crimes próprios e, por isso, não podem ser praticados por quem exerça cargo de assessoramento em empresas públicas e sociedades de economia mista.


E

Admitem que particulares que não sejam funcionários públicos possam ser considerados coautores ou partícipes de tais ilícitos.

Considerando os crimes contra a Administração Pública, previstos no Código Penal e praticados por funcionário público, é correto afirmar que a conduta de “solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem”, tipificará o crime de


A

emprego irregular de verbas.


B

corrupção passiva.


C

concussão.


D

excesso de exação.


E

peculato.

A conduta do servidor público que solicita auxílio pecuniário ou material a comerciantes para emprego em reforma de prédio público e aquisição de mobiliário de escritório para guarnecê-lo, sem a devida autorização do órgão gestor e a incorporação oficial da doação ao patrimônio do Estado, configura:


A

Crime de peculato-desvio.


B

Apenas uma infração administrativo-funcional.


C

Crime de corrupção ativa.


D

Crime de corrupção passiva.


E

Crime de concussão.

Considere os seguintes crimes contra a Administração Pública:


1) retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

2) apropriar-se de dinheiro ou de qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem.

3) exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.

4) solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.


As proposições acima correspondem, respectivamente, aos crimes de:


A

concussão, peculato, corrupção passiva e prevaricação.


B

condescendência criminosa, peculato, prevaricação e concussão.


C

prevaricação, peculato, concussão e corrupção passiva.


D

prevaricação, peculato, corrupção passiva e concussão.


E

concussão, corrupção passiva, peculato e prevaricação.

O funcionário público que solicita vantagem indevida para aprovar, em prova prática, candidato à obtenção de carteira de habilitação de motorista, comete crime de


A

corrupção ativa.


B

concussão.


C

corrupção passiva.


D

excesso de exação.


E

prevaricação.

A consumação do crime de corrupção passiva ocorre quando o agente deixa efetivamente de praticar ou retarda ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem, em troca de vantagem indevida anteriormente percebida.


C
Certo

E
Errado

Qual o crime que pratica o servidor público que solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem?


A

Peculato


B

Corrupção ativa


C

Corrupção passiva


D

Advocacia administrativa


E

Abuso de autoridade

A exigência de vantagem indevida para si, em razão do exercício de função pública, caracteriza crime de


A

concussão.


B

corrupção passiva.


C

corrupção ativa.


D

excesso de exação.


E

prevaricação.

Em relação aos crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, analise as assertivas abaixo:


I. Comete corrupção passiva o funcionário público que exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.

II. O funcionário que pratica ato de ofício com infração de dever funcional, cedendo a pedido de outrem, comete o crime de corrupção passiva, ao passo que o particular que, apenas, pediu, não comete crime de corrupção ativa.

III. São sempre crimes de concurso necessário ou bilateral.

IV. A corrupção passiva, na hipótese em que o funcionário público solicita a vantagem indevida, não enseja a responsabilização do particular pela prática do crime de corrupção ativa, pois não se pune a conduta de entregar a vantagem, ainda que indevida, ao funcionário público.


Está INCORRETO, apenas, o que se afirma em:


A

I e II.


B

I e III.


C

II e III.


D

II e IV.


E

IV.

   
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