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Mensurar sinais vitais, avaliar nível de consciência, monitorar a presença de sangramentos, pesar e realizar o balanço hídrico devem compor a prescrição de enfermagem de um paciente que apresente volume de líquidos excessivo decorrente de disfunção hepática e alcoolismo crônicos.
O paciente com síndrome da abstinência alcoólica pode apresentar cefaleia, náuseas, sensibilidade visual, tremores finos de extremidades, insônia, agitação psicomotora e, nos casos mais graves, alucinações e crises convulsivas.
Certo
Errado
No tratamento de dependência ao álcool é importante atuar de acordo com o estágio de prontidão para mudanças que o indivíduo se encontra. De acordo com estágios de prontidão para mudanças, de Prochaska e Di Clemente, a identificação de um desses estágios e a respectiva descrição, encontram-se corretamente descritos em:





Um indivíduo com Síndrome de Abstinência de Álcool pode apresentar, dentre outras complicações,
desidratação decorrente do aumento do hormônio antidiurético pelo efeito do álcool.
tremores decorrentes da irritabilidade gerada pelo estado tóxico, caracterizado pela ausência de alucinações e medo.
hiperglicemia, devido ao esgotamento das reservas hepáticas de glicogênio pelo álcool e alteração da gliconeogênese.
delirium tremens, podendo ser desencadeado por uma lesão aguda, hepatite e pancreatite.
sinais de hiperatividade autonômica, que se evidenciam por bradicardia, pupilas contraídas e transpiração intensa.
O dissulfiram — medicação que vem sendo utilizada na prática clínica para o tratamento do alcoolista — poderia ser prescrito a esse paciente, sem o seu conhecimento, desde que autorizado pela esposa.
Nessa situação clínica, os grupos de autoajuda, como os alcoólicos anônimos, não teriam nenhum efeito coadjuvante no tratamento e na recuperação do paciente, considerando o comprometimento físico e o social já apresentados por ele.
Os sintomas referidos pelo paciente e por sua esposa estão associados às síndromes de intoxicação alcoólica, um problema relevante para a saúde pública no Brasil, principalmente pela insuficiência de leitos em emergências e clínicas médicas dos hospitais gerais.
O acompanhamento desse paciente não deve contemplar a estratégia de redução de danos, pois esta reconhece que a continuidade do consumo de álcool não permite a integração do indívíduo na comunidade.
Das alternativas apresentadas, qual está indicada para o tratamento da Síndrome da Abstinência de Álcool?
À vista de um dos mais relevantes problemas de saúde mental na população indígena do Brasil, as práticas de educação em saúde devem contemplar a seguinte temática:
depressão na adolescência
abuso do consumo de álcool
prevenção do suicídio entre idosos
distúrbios de agressividade nos jovens
restabelecimento das práticas culturais
Ao cuidar de um paciente alcoolizado, o enfermeiro, na sua abordagem terapêutica, deverá evitar o seguinte procedimento:
ter atitude firme, constante e de aceitação
examinar o paciente durante a abordagem
estimular o repouso durante o atendimento
falar calmamente e de forma lenta com o paciente
fazer críticas e reprovações às atitudes do paciente
Na síndrome de abstinência do etanol, a medicação indicada para agitação psicomotora é
A incidência de câncer na cavidade bucal é maior entre os fumantes de cigarro, comparativamente às outras modalidades de uso do tabaco, pois, no cigarro, a nicotina está na forma protonada e o pH é mais alcalino.
A exposição, ativa ou passiva, à fumaça produzida pelo fumo resulta em um grande número de mortes, doenças, sofrimentos e danos ao meio ambiente.
Os fumantes biotransformam diversos fármacos mais lentamente que os não-fumantes em conseqüência da inibição de enzimas da mucosa intestinal ou do fígado pelos hidrocarbonetos da fumaça do tabaco.
O uso do álcool só é prejudicial se for excessivo e, por isso, não é determinante importante do estado de saúde.
O uso do tabaco é prejudicial apenas para quem fuma.
O estilo de vida mantido pelo paciente de etilismo e a falta de adesão ao tratamento da hipertensão podem ter contribuído para a atual condição de comprometimento do sistema cardiocirculatório.