

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Paciente MCP, 53 anos, do sexo feminino, em pós-operatório imediato de apendicectomia foi recebido na enfermaria cirúrgica pelo auxiliar de enfermagem. A paciente encontrava-se sonolenta, respirando em ar ambiente, taquipneica, sudoreica, hipocorada e pele fria. O profissional ao aferir os sinais vitais, detectou hipotensão arterial, taquicardia e hipotermia. Estes sinais e sintomas são clássicos de:
parestesia.
infecção primária da corrente sanguínea.
septicemia.
polifagia.
choque hipovolêmico.
Sobre o choque hipovolêmico pode-se afirmar, exceto:
Caracteriza-se por volume intravascular diminuído, em torno de 15 a 30%.
Pode ser causado por perdas hídricas extremas, como perdas sanguíneas traumáticas ou por deslocamentos de líquidos internos, como na desidratação grave.
E quando ocorre o comprometimento da capacidade de contração e bombeamento do sangue pelo coração, e ainda o suprimento de oxigênio é inadequado para o coração e para os tecidos.
O posicionamento correto do paciente também é considerado uma forma de tratamento para este tipo de choque. Uma posição de Trendelenburg modificada (membros inferiores elevados em um ângulo de até 20°) é recomendada.
No choque hipovolêmico, ocorre um retorno do sangue venoso diminuído para o coração e subsequente enchimento ventricular também diminuído.
O tipo de choque que está relacionado predominantemente ao volume intravascular diminuído é denominado:
anafilático
cardiogênico
compensado
hipovolêmico
séptico
São sinais clássicos do choque hipovolêmico:
Rubor, calor, respiração lenta e ofegante, urina abundante e relaxamento do esfíncter uretral;
Pele fria, respiração rápida, cianose nos lábios e língua, pulso rápido, fraco e filiforme;
Urina concentrada, hipertensão arterial, cianose gengival e labial;
Palidez mucocutânea, pulso lento, poliúria, normotensão;
Pressão de pulso divergente, lábios normocorados, pele quente, agitação psicomotora
O expansor plasmático natural, utilizado para tratar ou prevenir o choque relacionado à hipovolemia provocado por perdas de sangue abruptas e para fornecer proteínas em casos de hipoproteinemia e eritroblastose fetal é o(a):
solução de Ringer.
manitol.
albumina.
dramin.
cloreto de sódio.
O choque é definido como uma anormalidade circulatória, cuja perfusão orgânica e oxigenação tecidual estão inadequadas. Deve-se reconhecer precocemente sua presença e identificar sua provável causa. São causas que podem levar ao choque hipovolêmico, EXCETO:
Sangramentos volumosos (exteriorizados ou não)
Perda de líquido excessiva (diarreia, vômito, poliúria e febre).
Sequestro líquido – tecidos inflamados (peritonite, colite e pleuris).
Drenagem de grandes volumes de transudato (ascite e hidrotórax).
Tamponamento cardíaco relacionado ao ferimento penetrante no tórax.
O choque hipovolêmico é uma situação grave que requer intervenção rápida e precisa e, por isso, é importante o seu pronto reconhecimento. Marque a opção que apresenta os sinais e sintomas dessa ocorrência.
Diminuição da frequência respiratória, pele fria, hipotensão e palidez cutânea.
Diminuição da frequência cardíaca, aumento da frequência respiratória, aumento do débito urinário e pele fria.
Aumento do débito urinário, hipotensão, palidez cutânea e aumento da frequência cardíaca.
Palidez cutânea, aumento da frequência respiratória, aumento da frequência cardíaca e diminuição do débito urinário.
Bradicardia, bradipneia e manutenção do nível normal de consciência.
O estado de choque hipovolêmico é definido como um distúrbio agudo da circulação, caracterizado pela queda do volume circulante efetivo, ocasionando o desequilíbrio entre a oferta e consumo de oxigênio para os tecidos.
Os sinais e sintomas que um paciente em estado de choque hipovolêmico poderá apresentar em relação à quantidade de perda volêmica, estão apresentados em quatro classes.
Relacione a 1ª coluna com a 2ª, de acordo com os sinais e sintomas apresentados a sua classe.
1ª COLUNA
1- Classe I
2- Classe II
3- Classe III
4- Classe IV
2ª COLUNA
( ) débito urinário 20-30 ml/h
( ) frequência cardíaca > 120
( ) perda sanguínea > 2000mL
( ) estado mental – ansiedade
( ) frequência respiratória > 35
( ) perda sanguínea em < 15 %
( ) pressão e pulso – normal
( ) estado mental - confusão
A relação CORRETA é:
2-3-4-2-4-1-1-3
4-1-4-3-2-2-3-1
3-2-4-1-4-3-2-1
4-3-4-2-3-1-1-2
Uma das complicações mais temíveis em um paciente com hemorragia é o choque hipovolêmico. As manifestações clínicas presentes nessa condição são:
frequência cardíaca aumentada, respiração rápida e superficial, pele fria e pegajosa.
frequência cardíaca diminuída, respiração rápida e superficial, cianose de extremidades.
frequência cardíaca aumentada, respiração lenta e cianose de extremidades.
frequência cardíaca diminuída, respiração lenta, pele fria e pegajosa.
Em situação de choque hipovolêmico, o paciente dever ser posicionado em decúbito lateral, com a cabeça hiperdistendida e as pernas devem estar retas.
O tratamento de emergência do choque hipovolêmico inclui:
alívio da dor.
administração de heparina por via subcutânea.
administração de antibióticos.
manutenção do cliente em decúbito ventral com a cabeça lateralizada.
reposição de líquido e de sangue.
O Choque Hipovolêmico é uma condição em que existe perda de volume sanguíneo circulante efetivo. Em qualquer situação de emergência, o início do choque deve ser previsto ao se avaliarem imediatamente todas as pessoas lesionadas.
A acidose lática é um efeito comum da lesão e hemorragia e relaciona-se a um mau desempenho cardíaco.
Desequilíbrio da Ventilação-Perfusão e Débito Cardíaco Diminuído são possíveis diagnósticos de enfermagem associados ao choque hipovolêmico.
A infusão de Ringer é inicialmente útil, porque se aproxima da composição eletrolítica e da osmolalidade plasmáticas.
Os membros do paciente devem ser mantidos elevados para melhorar a circulação cerebral e promover o retorno venoso para o coração, mesmo em caso de traumatismo craniano.
Uma pessoa de trinta e cinco anos foi admitida na sala de emergência de um pronto-socorro após sofrer acidente automobilístico que resultou em quadro hemorrágico devido a múltiplas fraturas seguido de choque hipovolêmico. Nesse quadro clínico, de acordo com as prescrições de enfermagem, será necessário monitorar, de hora em hora,
taquipneia, febre, poliúria, hipotensão e alteração do nível de consciência.
dispneia, hipertensão, bradicardia, disúria e alteração do nível de consciência.
sudorese, pele pálida e fria, hiperglicemia e diminuição do débito cardíaco.
alteração do nível de consciência, taquicardia, taquipneia, hipotensão e pele pálida ou fria.
hipertensão, sudorese, dispneia e diminuição do débito cardíaco.
O choque hipovolêmico é uma das situações mais graves que pode apresentar um paciente politraumatizado. Com relação a esse assunto, assinale a opção INCORRETA.
O choque é caracterizado por uma insuficiência circulatória que provoca inadequada perfusão tissular, resultando em um desequilíbrio entre o aporte e o consumo de oxigênio;
O primeiro sinal de alarme é a hipotensão, que ativará os barorreceptores, produzindo aumento do tônus simpático, o que resulta em aumento da frequência cardíaca e em uma vasoconstrição arterial e venosa;
A hipóxia tissular leva à acidose metabólica e a hipóxia cerebral, às alterações no nível de consciência;
O paciente deve ser mantido na posição supina, com as pernas elevadas, independentemente de outras intercorrências, pela prioridade;
A administração de oxigênio por máscara facial, para manter o PO2 entre 90 torr 100 torr, líquidos e cateter urinário são intervenções importantes.
Um paciente retorna do centro cirúrgico e apresenta alguns sinais como: pele fria, pálida e com turgor cutâneo diminuído; pulso rápido, fraco e irregular; hipotensão sistólica e diastólica; respiração curta e rápida.
Esses são sinais de que tipo de choque?
choque anafilático
choque distributivo
choque cardiogênico
choque hipovolêmico
choque neurogênico
O que é Choque Hipovolêmico?
Volume aumentado de secreção pulmonar.
Volume diminuído de líquido ingerido.
Perda de volume de linfa.
Perda de volume de sangue circulante.