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Um paciente admitido em unidade de pronto-socorro com trauma abdominal fechado e com taquicardia, pulso filiforme, extremidades frias, diminuição da turgidez cutânea, olhos encovados, diminuição do nível de consciência, taquipneia e hipotensão apresenta quadro de choque
séptico.
cardiogênico.
hipovolêmico.
neurogênico.
anafilático.
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto a seguir:
A síndrome que resulta de uma perfusão tecidual inadequada resultante de perda significativa de volume sanguíneo é denominada ____________________________.
Insuficiência Cardíaca
Choque Cardiogênico
Choque Hipovolêmico
Sepse
Síndrome da Angústia Respiratória
O Sr. George, 40 anos, solteiro sem parentes próximos, pedreiro, sofreu um acidente de trabalho que o levou a um quadro hemorrágico. Internado em uma unidade de cuidados intermediários, com diagnóstico de choque hipovolêmico. Esta prescrito noradrenalina em infusão continua. Diante do caso, devem ser consideradas as intervenções:
I Monitorizar o padrão monitorizar o padrão respiratório e o débito urinário e notificar o acidente de trabalho;
II. Controlar a infusão da droga, avaliar o acesso venoso e contatar o serviço social;
III. Avaliar o nível de consciência e o padrão respiratório e solicitar reavaliação médica;
IV. Monitorizar a frequência cardíaca e a pressão arterial e desenvolver a escuta terapêutica.
Estão corretas somente as intervenções:
I e II.
II e III.
I e IV.
II e IV.
III e IV.
No quadro de choque hipovolêmico, o coração do paciente é incapaz de bombear um volume de sangue que atenda às necessidades metabólicas dos tecidos.
A sequência fisiopatológica de eventos no choque hipovolêmico é:
Volume sistólico diminuído – lesão tecidual – retorno venoso aumentado – aumento da frequência respiratória – necrose de tecidos alvos.
Retorno venoso diminuído – aumento da frequência respiratória – volume sistólico diminuído – perfusão tecidual instável - necrose de tecidos alvos.
Volume sanguíneo diminuído – retorno venoso diminuído – volume sistólico aumentado – débito cardíaco aumentado – perfusão tecidual diminuída.
Volume sanguíneo diminuído – retorno venoso diminuído – volume sistólico diminuído – débito cardíaco diminuído – perfusão tecidual diminuída.
Retorno venoso diminuído – volume sistólico diminuído – lesão tecidual – aumento da frequência respiratória – necrose de tecidos alvos
A fonte de perda do volume é sempre evidente nesse tipo de choque.
A correção da hipovolemia visa manter a oferta de oxigênio aos tecidos, sobretudo pelo aumento do débito cardíaco e da pressão arterial.
A taquicardia é um dos principais sinais do choque hipovolêmico.
O risco inerente à cirurgia envolve não somente o procedimento como também as complicações pós-operatórias. Uma das complicações pós-cirúrgicas mais sérias chama-se:
infecção cirúrgica
deiscência cirúrgica
choque hipovolêmico
acidente vascular cerebral
trombose venosa profunda
A hipotensão é o principal sinal do choque hipovolêmico moderado.
É imprescindível que o paciente receba transfusão sanguínea na primeira hora do choque hipovolêmico.
O choque hipovolêmico ocorre quando existe uma redução no volume de líquido intravascular no organismo. Nesse caso, os líquidos cristalóides são administrados por se moverem livremente entre os compartimentos de líquido do corpo.
O choque caracterizado por perda de sangue e plasma, em decorrência de vômitos e diarreias prolongadas, denomina-se
hipovolêmico.
cardiogênico.
neurogênico.
hipoxemia.
séptico.
Cliente em período pós-operatório imediato de toracotomia, apresenta-se descorado, hipotenso, com rebaixamento do nível de consciência, grande quantidade de sangramento pelo dreno de tórax e oligúrico. O quadro apresentado é compatível com o choque
obstrutivo.
séptico.
hipovolêmico.
cardiogênico.
neurogênico.
Um operário chega ao ambulatório da empresa apresentando pele fria, pegajosa, cianótica, nível de consciência alterado, enchimento capilar lento. Os sinais e sintomas descritos sugerem choque do tipo
anafilático.
neurogênico.
espinhal.
hipovolêmico.
térmico.