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Entre os fármacos anti-hipertensivos, qual atua bloqueando a conversão de angiotensina I em angiotensina II, resultando na diminuição da resistência vascular periférica e da pós-carga cardíaca?
Enalapril.
Hidralazina.
Propranolol.
Amlodipina.
Na sala de recuperação pós-anestésica, um paciente apresenta agitação psicomotora, taquicardia, hipertensão e tremores intensos cerca de 30 minutos após o término da cirurgia.
Qual deve ser a conduta prioritária do enfermeiro diante desse quadro?
Administrar analgésico prescrito para controle imediato da dor.
Oferecer líquidos orais para corrigir possível desidratação.
Manter aquecimento ativo do paciente, monitorando sinais vitais.
Incentivar deambulação precoce para reduzir a ansiedade.
Solicitar avaliação psiquiátrica imediata para descartar transtorno agudo.
Uma mulher de 55 anos foi admitida na clínica médica de um hospital com um quadro grave de crise hipertensiva já estabilizado, mas ainda em uso de medicações venosas. Ao exame físico, o enfermeiro identifica a presença de uma fístula arteriovenosa no membro superior direito com frêmito tátil para as sessões de hemodiálise e a necessidade de um novo acesso venoso periférico.
Em relação ao atendimento a essa paciente, é correto afirmar que
o enfermeiro deve realizar a punção venosa para a administração das medicações anti-hipertensivas no membro superior direito, já que essa prática não afeta o acesso para hemodiálise.
o enfermeiro deve ter cautela com os acessos periféricos no membro superior direito, que apresenta a fístula arteriovenosa, mas devido à necessidade de controle rigoroso da pressão arterial, a medição deve ser alternada entre os membros superiores.
o enfermeiro deve realizar a punção venosa na própria fístula para não sobrecarregar a rede venosa da paciente.
o membro superior direito pode ser utilizado para a punção venosa, desde que a veia escolhida seja próxima da fístula arteriovenosa.
o enfermeiro deve evitar a punção venosa e a medição da pressão arterial no membro com a fístula arteriovenosa, preferindo realizar esses procedimentos no membro superior esquerdo.
Um paciente de 56 anos com diagnóstico prévio de hipertensão arterial chega à unidade de saúde relatando cefaleia intensa e visão turva há 12 horas. Durante a avaliação, você identifica pressão arterial de 210/120 mmHg e suspeita de crise hipertensiva.
Marque a alternativa que descreve a conduta mais apropriada para esse caso:
Administrar captopril sublingual e reavaliar após 30 minutos.
Orientar repouso domiciliar e reduzir o consumo de sódio.
Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar para controle da pressão arterial com medicação intravenosa.
Solicitar exames laboratoriais antes de qualquer intervenção terapêutica.
A síndrome HELLP desenvolve-se em 10% a 20% das gestantes com pré-eclâmpsia grave/ eclâmpsia. Sobre essa síndrome, assinale a alternativa correta.
Não se deve utilizar o MgSO4 quando há diagnóstico de HELLP, devido ao risco de eclâmpsia associada.
Ao avaliar o prognóstico materno, acima de 34 semanas, a conduta mais adequada é sempre a interrupção da gestação.
Na programação do parto, a opção é considerar que a melhor via será a cesariana, devido ao menor risco de sangramentos.
No controle da pressão arterial, deve-se considerar manter PAD <80 mmHg e PAS <120 mmHg com hipotensores de ação lenta.
Em geral, nas primeiras 24 horas de puerpério, há uma melhora progressiva do quadro, dispensando cuidados adicionais.
Em situações emergenciais no atendimento pré-hospitalar (APH), o enfermeiro deve priorizar critérios na avaliação inicial do paciente, que são:
identificação da principal queixa do paciente, levantamento de históricos anteriores de doenças e mensuração do nível de dor relatado
aplicação do protocolo ABCDE para estabilização das funções vitais e identificação de lesões potencialmente fatais
busca imediata por informações do acompanhante e medicação de alívio para o paciente ainda durante o transporte
decisão sobre o local mais próximo para remoção imediata do paciente, bem como avaliações dos cenários primário e secundário
As drogas vasoativas são muito utilizadas nas situações de urgência e emergência, a qual o Enfermeiro deve ter conhecimento adequado no preparo, administração e avaliação do paciente. Dentre os vasopressores destacam-se as catecolaminas também denominadas aminas vasoativas ou simpatomiméticas. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta.
Dopamina.
Noradrenalina.
Hidralazina.
Dobutamina.
Durante a intervenção em uma crise histérica, é fundamental que o enfermeiro utilize técnicas de comunicação terapêutica e manejo comportamental para auxiliar o paciente a recuperar o controle emocional. Indique qual das alternativas a seguir representa a sequência mais apropriada de ações durante a intervenção em uma crise histérica.
Utilizar técnicas de relaxamento, estabelecer uma relação de confiança, incentivar a expressão de sentimentos, orientar sobre estratégias de enfrentamento.
Orientar sobre estratégias de enfrentamento, estabelecer uma relação de confiança, incentivar a expressão de sentimentos, utilizar técnicas de relaxamento.
Incentivar a expressão de sentimentos, utilizar técnicas de relaxamento, orientar sobre estratégias de enfrentamento, estabelecer uma relação de confiança.
Estabelecer uma relação de confiança, incentivar a expressão de sentimentos, utilizar técnicas de relaxamento, orientar sobre estratégias de enfrentamento.
A crise hipertensiva é o aumento repentino, de característica grave, inapropriada e sintomática da pressão arterial em uma pessoa normotensa ou hipertensa. Com relação ao quadro de crise hipertensiva assinale a alternativa correta:
Crise hipertensiva é definida como pressão arterial ≥160 x 110 mmHg, acompanhada de outros sintomas que podem ser brandos ou graves, podendo haver ou não lesão aguda de órgãos-alvo.
Crise hipertensiva é definida como pressão arterial ≥180 x 120 mmHg, acompanhada de outros sintomas que podem ser brandos ou graves, podendo haver ou não lesão aguda de órgãos-alvo.
Na emergência hipertensiva os objetivos terapêuticos devem ser alcançados dentro de 24h, utilizando-se drogas por via oral para o tratamento.
Na urgência hipertensiva condição na qual o quadro clínico pode apresentar risco de vida e refletir lesão aguda de órgãos-alvo.
Na urgência hipertensiva a redução da pressão arterial deve ser alcançada imediatamente com o uso de antihipertensivos intravenosos.
Deu entrada em uma unidade de saúde, um homem de 50 anos, apresentando hipotensão. Foi prescrita a administração de 500 ml de soro fisiológico 0,9% para ser infundido em 6h. Para infusão completa do soro quantas gotas por minuto são necessárias?
28 gotas/min.
26 gotas/min.
18 gotas/min.
20 gotas/min.
O transporte de pacientes críticos requer cuidados especiais por parte da equipe de enfermagem, garantindo a segurança durante o deslocamento e evitando agravos à saúde. Das assertivas abaixo, quais estão corretas sobre o transporte de pacientes?
I. Durante o transporte, a monitorização dos sinais vitais deve ser contínua.
II. O paciente deve ser mantido em decúbito dorsal, independentemente da condição clínica.
III. O oxigênio suplementar deve estar disponível em todo o trajeto.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
Todas as assertivas estão corretas.
Nenhuma assertiva está correta.
A Resolução 713/2022 do COFEN atualiza a norma de atuação dos profissionais de enfermagem no Atendimento Pré-hospitalar (APH) móvel Terrestre e Aquaviário, quer seja na assistência direta, no gerenciamento e/ou na Central de Regulação das Urgências (CRU), em serviços públicos e privados, civis e militares. A atuação do Enfermeiro na assistência pré-hospitalar engloba as práticas assistenciais já reconhecidas para o Suporte Básico de Vida (SBV), Suporte Intermediário de Vida (SIV) e do Suporte Avançado de Vida (SAV) nos agravos de origem clínica, traumática, cirúrgica, psiquiátrica, pediátrica, obstétrica e outros, em todo ciclo vital. Sendo assim, compete ao Enfermeiro na assistência pré-hospitalar
cumprir prescrição oriunda do Médico regulador da Central de Regulação das Urgências fornecida por meio de rádio, telefones fixos e/ou móveis (a distância), ou conforme protocolos assistenciais estabelecidos e reconhecidos do serviço, observando a legislação vigente.
participar como assistente das atividades organizacionais concernentes à gestão do cuidado na rotina do serviço.
participar como assistente, de ações de salvamento terrestre, em altura e aquático, desde que esteja capacitado e portando os equipamentos de proteção individual e coletivos específicos para cada ação.
prestar cuidados de enfermagem já reconhecidos para a modalidade Suporte Básico de Vida, exceto os procedimentos de maior complexidade técnica e/ou a pacientes graves e com risco de morte, que exiam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas, que são privativos de Médicos.
O Ministério da Saúde define a crise hipertensiva como episódio agudo que pode surgir em pacientes com ou sem diagnóstico prévio de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), geralmente com pressão arterial sistólica (PAS) superior a 180 mmHg e pressão arterial diastólica (PAD) superior a 120 mmHg. Podem ser sintomáticos, dependendo do órgão primariamente acometido. Para os pacientes em crise hipertensiva com lesão aguda de órgão alvo e risco de morte imediata na unidade de pronto atendimento, são consideradas corretas as seguintes ações no manejo inicial:
afastar casos de pseudocrise ofertando repouso e uso de tranquilizantes como Diazepam 2 mg/via oral ou injetável, anti-hipertensivos e antibióticos.
administrar oxigênio suplementar por cateter nasal ou máscara, se saturação de oxigênio for < 92% e manter o paciente em decúbito dorsal.
medir a PA nos dois braços (no mínimo, 2 medidas), frequência cardíaca, saturação de oxigênio e realizar eletrocardiograma.
medir a glicemia capilar, em caso de resultado < 60 mg/dL, administrar glicose hipertônica 50% / 10 ml via endovenosa / 1 vez e repetir hemoglicoteste em 1 hora.
Durante a avaliação de um paciente em crise convulsiva, é fundamental seguir um protocolo que assegure a segurança do paciente e a coleta de informações relevantes para o diagnóstico e tratamento. Indique qual das alternativas a seguir representa a sequência mais apropriada de ações durante a avaliação de um paciente em crise convulsiva.
Observação do tipo de crise, avaliação do nível de consciência, monitorização dos sinais vitais, investigação de fatores precipitantes.
Monitorização dos sinais vitais, observação do tipo de crise, avaliação do nível de consciência, investigação de fatores precipitantes.
Avaliação do nível de consciência, observação do tipo de crise, monitorização dos sinais vitais, investigação de fatores precipitantes.
Investigação de fatores precipitantes, observação do tipo de crise, avaliação do nível de consciência, monitorização dos sinais vitais.
Sobre a Crise Hipertensiva, leia as afirmativas a seguir e assinale com V as Verdadeiras e com F as Falsas:
( ) A Urgência Hipertensiva é uma situação em que ocorre aumento da pressão arterial, atingindo valores na Pressão Arterial Diastólica (PAD) > 110 mmHg e Pressão Arterial Sistólica (PAS) > 180 mmHg, com lesão aguda a órgãos-alvo.
( ) A Urgência Hipertensiva é uma situação que requer redução rápida da pressão arterial, no período máximo de uma hora.
( ) Na Emergência Hipertensiva, os níveis pressóricos podem ser reduzidos em até 24 horas.
( ) Se os sintomas da Crise Hipertensiva colocarem em risco a vida do paciente e estiver associado à lesão aguda de órgão-alvo, define-se como Emergência Hipertensiva.
F-F-F-V.
F-F-V-F.
V-V-F-V.
V-F-F-F.
A pressão arterial é um dos sinais vitais mais considerados para raciocínios clínicos. Diante de sua importância, cabe ao profissional que executa a aferição ter conhecimento e comprometimento com o procedimento. Enumere as etapas a seguir de acordo com a ordem correta de aferição da pressão arterial, conforme as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial atuais.
( ) Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmHg por segundo).
( ) Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital.
( ) Estimar o nível da pressão arterial sistólica pela palpação do pulso radial.
( ) Informar os valores de pressões arteriais obtidos para o paciente.
( ) Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da pressão arterial sistólica, obtido pela palpação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 3 – 2 – 5 – 4.
2 – 4 – 3 – 1 – 5.
4 – 1 – 2 – 5 – 3.
3 – 4 – 1 – 2 – 5.
5 – 4 – 3 – 2 – 1.
Durante uma emergência médica, um enfermeiro deve priorizar a avaliação e o atendimento de um paciente com o seguinte quadro: pressão arterial 80/50 mmHg, frequência cardíaca 120 bpm, e alteração do nível de consciência. Qual é a primeira intervenção do enfermeiro?
Avaliar o acesso venoso e iniciar a reposição volêmica.
Administrar um sedativo para controle da ansiedade.
Aplicar um medicamento para controle da pressão arterial.
Realizar a intubação orotraqueal.
Segundo o Caderno de Atenção Básica sobre Hipertensão Arterial (2014), são sintomas de crise hipertensiva:
cefaleia, alterações visuais, diminuição da força muscular/dormência, dor precordial e dispneia.
cefaleia, dispneia, afasia, dor precordial e poliúria.
dor precordial, disúria, alterações visuais, taquicardia e edema dos membros inferiores.
cefaleia, dor precordial, boca seca, poliúria e dispneia.
cefaleia, dispneia, dorsalgia, alterações visuais e taquicardia.
Qual a conduta correta do Técnico em Enfermagem, ao atender um paciente que apresenta crise hipertensiva?
Administrar medicamentos anti-hipertensivos orais imediatamente.
Incentivar o paciente a se levantar e caminhar.
Oferecer água para o paciente beber.
Monitorar os sinais vitais a cada 15 minutos.
A crise hipertensiva é quando ocorre o aumento da pressão arterial com risco de morte ou de lesão de órgãos-alvo. Classifica-se em urgência hipertensiva e urgência hipertensiva. A emergência hipertensiva ocorre quando há elevação da pressão arterial (em geral PA diastólica >= 120 mmHg), sem sintomas graves e sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãos-alvo (cérebro, coração, pulmões e rins).
Certo
Errado