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Leia as afirmativas a seguir:
I. O termo “diabetes mellitus” refere-se a um transtorno metabólico de etiologias heterogêneas, caracterizado por hiperglicemia e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultantes de defeitos da secreção e/ou da ação da insulina.
II. O exame clínico das mamas é o exame em que o médico ou enfermeiro observa e apalpa as mamas de sua paciente na busca de nódulos ou outras alterações.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Sobre a Diabetes Mellitus (DM) tipo 2, é correto afirmar:
É a forma presente em 5% a 10% dos casos.
É a forma presente em 90% a 95% dos casos.
Pode ocorrer em qualquer idade, mas é geralmente diagnosticada na adolescência.
A maioria dos pacientes com essa forma de DM apresenta emagrecimento intenso.
É o resultado da destruição de células betapancreáticas com consequente deficiência de insulina.
O diabetes gestacional é um estado de hiperglicemia menos severo que o diabetes tipo 1 e 2, sendo detectado pela primeira vez na gravidez. Geralmente se resolve no período pós-parto e pode, frequentemente, retornar anos depois.
Certo
Errado
No diabetes tipo 1 a insulina exógena deve ser administrada durante toda vida, visto que o organismo perde a capacidade de produzi-la. Considerando as complicações da terapia com insulina, as afirmativas estão corretas, exceto:
Reações alérgicas locais, lipo-hipertrofia.
Resistência à insulina injetável, lipo-hipertrofia.
Lipodistrofia causada por insulina, reações alérgica sistêmicas.
Icterícia, lipodistrofia causada por insulina.
Lipo-hipertrofia, lipodistrofia causada por insulina.
Mensalmente, a equipe de saúde da família se reúne com os adolescentes portadores de diabete tipo 1 para conversar e sanar as dúvidas sobre a doença e o tratamento. Em uma das reuniões, um jovem, com diagnóstico recente, apresentou dúvidas sobre a autoaplicação da insulina, com seringa e agulha. Como membro da equipe, o técnico de enfermagem deve enfatizar que
a realização da prega subcutânea é dispensável, independentemente do comprimento da agulha usada.
os locais recomendados para aplicação de insulina são aqueles afastados de articulações, ossos, grandes vasos sanguíneos e nervos, tais como: o quadrante inferior lateral externo das nádegas e a face interna da coxa.
o rodízio dos pontos de aplicação, realizado de modo planejado, se constitui em um fator decisivo para um tratamento insulínico seguro e eficaz, além de previnir a lipo-hipertrofia e o descontrole da glicemia.
quando utilizada uma agulha com quatro ou cinco milímetros de comprimento, o ângulo de inserção da agulha no momento da aplicação de insulina deve ser de 30º, para evitar a injeção no músculo.
após a injeção da insulina, a agulha deve ser retirada imediatamente do tecido subcutâneo a fim de impedir o refluxo de insulina no local da injeção e sua saída pelo orifício produzido.
O pé diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM), e suas consequências podem ser dramáticas para a vida do indivíduo, desde feridas crônicas e infecções até amputações de membros inferiores. No momento da limpeza das feridas, alguns pontos devem ser considerados:
I - Umedecer o curativo a ser removido, com água destilada, caso esteja aderido.
II - Orientar o paciente para não umedecer o curativo nem a ferida durante o banho.
III - Na técnica estéril, utilizar luvas estéreis e, se necessário, pinças para a execução do procedimento. Já na técnica limpa, fazer uso da luva de procedimento.
Estão corretos:
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Sobre a atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus no Brasil, é incorreto afirmar que:
A hipertensão arterial e o diabetes mellitus são doenças que apresentam vários aspectos em comum, são doenças curáveis e requerem acompanhamento eficaz e permanente.
O diabetes gestacional pode ocorrer durante as últimas fases da gravidez, geralmente desaparece com o nascimento do bebê.
O diabetes gestacional favorece o acúmulo excessivo de líquido amniótico, que pode distender demais a barriga da gestante, mortalidade fetal e malformações.
Tanto o diabetes mellitus quanto a hipertensão arterial se correlacionam com a dieta e merecem uma atenção especial. A pressão alta pede atenção para a ingestão de sódio e o diabetes com as doses de açúcar na dieta.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Diabetes Melito Tipo 1 é classificado como
destruição parcial de células Alfa, levando à deficiência parcial da produção de insulina.
hipergiicemia diagnosticada na gravidez, geralmente sanada após o parto.
relativa deficiência na produção de insulina associado à resistência à insulina.
destruição das Células Beta, em geral, levando à deficiência absoluta da produção de insulina.
hipoglicemia associada a pacientes que fazem uso de drogas ilícitas e de tabagismo.
O elenco de exames complementares é necessário para o atendimento inicial e acompanhamento da pessoa com DM. A periodicidade destes exames dependerá do acompanhamento individual de cada paciente, considerando o alto risco cardiovascular para a pessoa com DM, o controle metabólico, as metas de cuidado e as complicações existentes. Sabendo disso assinale a alternativa correta.
Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados duas vezes ao ano nas situações em que a pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica e acima da meta pactuada.
Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados duas vezes a cada dois anos nas situações em que a pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica estabelecida e, a cada seis meses, se acima da meta pactuada.
Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados duas vezes ao ano nas situações em que a pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica estabelecida e, a cada três meses, se acima da meta pactuada.
Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados quatro vezes ao ano nas situações em que a pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica estabelecida e, a cada mês, se acima da meta pactuada.
Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados a cada três meses nas situações em que a pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica estabelecida e, duas vezes ao ano, se acima da meta pactuada.
O Diabetes Mellitus (DM) configura-se hoje como uma epidemia mundial e se traduz em grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. O envelhecimento da população, a urbanização crescente e a adoção de estilos de vida pouco saudáveis, como sedentarismo, dieta inadequada e obesidade, são grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência do diabete em todo o mundo. Os sinais e sintomas característicos que levantam a suspeita de diabetes são os “quatro P’s”, que são:
poliúria, presbiopia, polifagia e proteinuria.
poliúria, prostatite, polifagia e prurido vulvar ou cutâneo.
poliúria, polidipsia, polifagia e perda inexplicada de peso.
poliúria, priapismo, polifagia e plenitude gástrica.
poliúria, pleurisia, polifagia e hipotensão ortostática.
O diabetes mellitus gestacional (DMG) é definido como uma alteração no metabolismo dos carboidratos, resultando em hiperglicemia de intensidade variável, que é diagnosticada pela primeira vez ou se inicia durante a gestação, podendo ou não persistir após o parto (American Diabetes Association, 2004; WHO, 2016). Assinale a alternativa que apresenta corretamente os quatro sintomas considerados clássicos da DMG.
Poliúria, polidipsia, polifagia e perda involuntária de peso.
Polifagia, perda involuntária de peso, fraqueza e tontura.
Hiperêmese, polidipsia, polifagia e fraqueza.
Poliúria, perda involuntária de peso, inapetência e letargia.
Polimialgia, polidipsia, ganho de peso e letargia.
O enfermeiro, no monitoramento da glicemia, deve
friccionar o sangue na tira do teste para garantir a medição precisa da glicemia.
utilizar a primeira gota de sangue, após a perfuração da pele, para assegurar a medição adequada da glicemia.
definir a frequência de medição, independente da prescrição médica, devido ao risco de desequilíbrio glicêmico.
determinar a existência de riscos para a realização da perfuração da pele, devido ao risco de equimose local e sangramento.
avaliar a área da pele a ser utilizada como local da punção, não havendo impedimento em situações de edema, inflamação ou lesões.
Sobre o controle de glicemia em pacientes diabéticos, analise as afirmativas a seguir.
I. A glicemia capilar não deve ser utilizada com fins de rastreamento.
II. A glicemia em jejum é recomendada para avaliação de controle glicêmico rotineiro em pacientes sabidamente diabéticos.
III. É considerado normal o exame de glicemia (com jejum de 8 horas ou mais) cujo resultado esteja na faixa de 100 a 140 mg/dl.
Está correto apenas o que se afirma em:
I.
II e III.
I e II.
II.
III.
Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, identifique a afirmação correta:
A Poliúria é um sinal clássico de diabetes mellitus que está sem tratamento ou mal controlada. Ao dizer que um paciente com cetoacidose diabética está com “poliúria” e “polidpsia”, estamos dizendo que ele apresenta, respectivamente:
I. Volume aumentado de urina e fome intensa.
II. Excesso de glicose e fome intensa.
III. Falta de controle da micção e suor intenso.
IV. Suor intenso e alteração do padrão respiratório.
V. Volume aumentado de urina e sede intensa.
A sequência correta é:
Apenas a assertiva II está correta.
Apenas as assertivas II e V estão corretas.
Apenas as assertivas I, II, III e V estão corretas
Apenas a assertiva V está correta.
Entre as complicações crônicas do diabetes mellitus (DM), as úlceras de pés (também conhecido como pé diabético) e a amputação de extremidades são as mais graves e de maior impacto socioeconômico. Várias condições contribuem para a ulceração nos pés da pessoa com DM, entre essas, uma é geralmente, o evento inicial mais importante e esta corresponde à(ao):
neuropatia periférica.
nefropatia diabética.
mau controle glicêmico.
retinopatia diabética.
cetoacidose.
Entre os sinais e sintomas característicos que levantam a suspeita de diabetes, temos aqueles considerados os clássicos, os menos específicos e as complicações crônicas ou doenças intercorrentes. Indique a sequência correta destes nas alternativas abaixo.
Polifagia/Neuropatia diabética/ Visão turva.
Doença arteriosclerótica/ Perda inexplicada de peso.
Proteinuria/ Poliúria/ Infecções de repetição.
Polidipsia/ Prurido vulvar ou cutâneo/Catarata.
Visão turva/Poliúria/ Perda inexplicada de peso.
Marque a alternativa que NÃO caracteriza pacientes diabéticos que estão em alto risco para infecções nos pés.
Pulsos periféricos aumentados.
Idade acima de 40 anos.
Sensação diminuída.
Duração do diabetes de mais de 10 anos.
História de tabagismo.
Os níveis de prevenção visam diminuir a morbidade e mortalidade de diversas doenças, inclusive das crônicas e degenerativas.
Assim, pacientes portadores de diabetes melitus tipo II em tratamento com insulinoterapia, que recebem cuidados referentes à prevenção e reabilitação do pé diabético, caracterizam uma prevenção:
Primordial.
Primária.
Secundária.
Terciária.
Fundamental.
Diante de um paciente que apresente úlcera diabética em membro inferior, durante seu atendimento é primordial que se defina o tipo de lesão para que a melhor terapêutica seja estabelecida. Dessa forma, pode-se classificar a úlcera diabética de três maneiras: neuropárica, isquêmica ou mista. Quanto a característica do pé dos indivíduos com úlcera diabética, levando em consideração as etiologias neuropáticas e isquêmicas no diabetes mellitus, assinale a afirmativa incorreta.
Quanto à coloração, nas de origem isquêmicas, apresentam-se pálidos ou cianóticos, rubor quando pendente em casos de grande comprometimento.
Quanto à pele, a etiologia isquêmica faz com que a pele fique seca, com fissuras ou calosidades plantares.
A temperatura está diminuída nas de origem isquêmica.
A sensibilidade está diminuída ou ausente nas úlceras de origem neuropática.
Os pulsos estão presentes nas úlceras, quando de origem neuropáticas.