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Sobre as complicações da diabetes, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A retinopatia diabética é uma forma de cegueira irreversível. Ela é assintomática nas suas fases iniciais, mas evolui ao longo do tempo, acometendo a maioria dos portadores de diabetes após 20 anos de doença.
( ) Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos – com ou sem sintomas – para valores abaixo de 80 a 90 mg/dL, que muitas vezes leva ao quadro de cetoacidose.
( ) A síndrome hiperosmolar é um estado de hiperglicemia grave, com desidratação e alteração do estado mental na ausência de cetose.
( ) A síndrome hiperosmolar é um estado de hipoglicemia grave, é mais comum em pessoas com diabetes tipo I.
Assinale a sequência correta.
V F F V
V F V F
F V F V
F V V F
Uma das intercorrências clínicas e obstétricas mais frequentes nas gestantes é o desenvolvimento de Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), sendo o problema metabólico mais comum durante a gestação. O recém-nascido esta suscetível a possíveis morbidades como:
Hipoglicemia, à icterícia, ao sofrimento respiratório, à policitemia e à hipocalcemia.
Diabetes, hidrocefalia, anemia, e asma brônquica.
Macrocefalia, cardiomegalias e anemia falciforme.
A sofrimento respiratório, hipocalcemia, anemia falciforme e hipotiroidismo.
Todas as anteriores.
A classificação do diabetes mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
O DM tipo 1 é mais comum na população do que o DM tipo 2.
O DM tipo 1 é o mais comum e está frequentemente associado à obesidade e ao envelhecimento.
O DM tipo 1 é mais comum em crianças e adolescentes e nesses casos está associado à resistência à insulina e obesidade infantil e possui início insidioso.
O DM tipo 2 possui apresentação clínica abrupta, com propensão à cetose e cetoacidose, com necessidade de insulinoterapia plena desde o diagnóstico ou após curto período.
O DM tipo 2 tem início insidioso e é caracterizado por resistência à insulina e deficiência parcial de secreção de insulina pelas células ß-pancreáticas, além de alterações na secreção de incretinas.
Conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, recomenda-se que uma gestante com Diabetes Mellitus ou Diabetes Mellitus Gestacional tenha como meta, valores de glicemia pré-prandiais entre
65 e 95mg/dL.
70 e 96mg/dL.
75 e 97mg/dL.
80 e 98mg/dL.
85 e 99mg/dL.
O Diabetes Mellitus é um grave problema de saúde que atinge diversos países, independentemente de suas condições socioeconômicas. Tendo fatores precipitantes diversos e gerando complicações a longo prazo. Conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019-2020), é CORRETO afirmar que:
Macrossomia, estatura inferior a 1,6 m e antecedentes obstétricos de abortamentos de repetição são fatores de risco para diabetes gestacional.
Indivíduos assintomáticos com idade acima de 45 anos, sobrepeso e acantose nigricans têm indicação para rastreamento de Diabetes Mellitus tipo 2.
A cetoacidose diabética consiste em uma das principais manifestações iniciais do Diabetes Mellitus tipo 2.
Gestantes que apresentam diagnóstico de Diabetes Mellitus no segundo trimestre da gestação devem ser consideradas tendo DM preexistente.
Indivíduos sintomáticos com idade acima de 55 anos, sobrepeso e acantose nigricans têm indicação para rastreamento de Diabetes Mellitus tipo 1.
De acordo com o Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas do Diabete Melito tipo 1 (DM 1), publicado pelo Ministério da Saúde em 2020, podemos afirmar que:
o período imediato que segue o parto é tradicionalmente caracterizado pela necessidade maior de insulina em lactantes com DM1.
a última dose de NPH do dia deve ser administrada aproximadamente às 17 horas ou 12 a 15 horas antes do despertar do paciente.
a via de administração usual da insulina NPH é a intramuscular e sua aplicação pode ser realizada nos músculos deltoides e glúteo médio.
a administração correta da insulina e cuidados como planejamento de rodízio dos locais de aplicação evitam a lipodistrofia.
os objetivos glicêmicos para adultos com DM 1 versam com um valor de glicemia pré-prandial entre 90 e 155 mg/dl.
A Diabetes Mellitus (DM) é considerada um problema de Saúde Pública, não somente no Brasil mas em todo mundo. Nesse sentido, o técnico de enfermagem deve avaliar essa condição clínica por meio do monitoramento domiciliar da glicemia. A respeito desse procedimento, considere as alternativas a seguir:
I. A avaliação por meio do monitoramento domiciliar da glicemia é uma das ações mais importantes no tratamento da Diabetes Mellitus (DM).
II. Os valores glicêmicos constatados no monitoramento domiciliar da glicemia permitem correlacionar a correta ingestão da medicação, a realização de atividade física e a alimentação do paciente.
III. A finalidade do monitoramento domiciliar da glicemia é verificar e orientar sobre a correta terapêutica para manter a glicemia o mais próximo possível da normalidade.
É CORRETO o que se afirma em:
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II, e III.
São orientações que o profissional de enfermagem deve passar ao paciente diabético para prevenção do pé diabético, EXCETO:
Cortar as unhas, mantendo-as retas.
Usar calçados macios e confortáveis.
Hidratar os pés com cremes hidratantes, passando principalmente entre os dedos.
Observar os pés para identificar possíveis alterações.
Sobre pé diabético, sintoma neuropático positivo, assinale a resposta correta de acordo com o sintoma correspondente:
Sensibilidade aumentada.
Ausência de pulso pedioso.
Palidez a elevação do membro inferior.
Sensação de formigamento.
Pé equino.
O Diabetes Mellitus é uma síndrome metabólica e multifatorial que faz com que o organismo desenvolva defeitos na ação ou secreção da insulina. Caracteriza-sepela hiperglicemia crônica, que é o aumento dos níveis de açúcar no sangue, e se desenvolve por meio de fatores genéticos, biológicos e ambientais; pode ser classificado como diabetes tipo 1 ou tipo 2. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
Os sintomas mais frequentes diabetes tipo 2 são anorexia; sede constante; necessidade de urinar várias vezes; e, fraqueza.
No diabetes tipo 1, o organismo perde sua capacidade de metabolizar a glicose (açúcar). O diagnóstico é tardio e, normalmente, acomete pessoas acima de 30 anos de idade.
O diabetes tipo 2 se caracteriza pela resistência da insulina, se apresenta na infância e adolescência; além disso, o fator hereditário, quando há histórico familiar, pode contribuir também.
No diabetes tipo 2, as manifestações podem incluir fome frequente; sede constante; e, vontade de urinar diversas vezes. Nos casos mais avançados, com complicações, pode ocorrer formigamento nos pés e mãos; infecções frequentes na bexiga, rins, pele; feridas que demoram para cicatrizar; e, visão embaçada.
As causas do diabetes tipo 1 e 2 ainda não são conhecidas, mas sabe-se que fatores genéticos podem influir no desenvolvimento desses dois tipos da doença. Em relação aos fatores de risco para Diabetes Melito, assinale a alternativa INCORRETA.
Obesidade: pode contribuir para a resistência à insulina endógena.
Estresse fisiológico ou emocional: pode causar elevação prolongada dos níveis dos hormônios do estresse e, em seguida, aumentar a glicose sanguínea e acentuar as demandas impostas ao pâncreas.
Hiperglicemia: diminui a resistência do hospedeiro a infecções, pois a concentração de glicose na epiderme e na urina favorece o crescimento bacteriano.
Gravidez: pode desencadear diabetes devido ao ganho ponderal e ao aumento dos níveis de estrogênio e dos hormônios placentários.
Alguns fármacos, inclusive diuréticos tiazídicos, corticoides suprarrenais e anticoncepcionais orais: antagonizam os efeitos da insulina.
Dentre os tópicos abordados em grupos educativos para diabéticos, encontramos com frequência a orientação quanto ao uso correto do dispositivo para controle da doença, bem como orientação quanto a um importante aspecto dos alimentos que interfere diretamente no controle da doença. São eles, respectivamente:
semaglutida e açúcar.
insulina e glutamato.
glicosímetro e índice glicêmico.
marcapasso e sucralose.
bota de una e insulina.
A Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é conceituada como um conjunto de alterações metabólicas caracterizada por níveis elevados e sustentados de glicemia. É uma condição crônica, progressiva, que pode evoluir para graves complicações, com elevada morbimortalidade e forte impacto para o sistema de saúde e para a sociedade. Em relação às características dessa doença e à assistência a mesma, assinale a alternativa CORRETA.
Nesse quadro, podem haver sintomas decorrentes de acometimento do sistema nervoso periférico, como: parestesias de extremidades, úlceras genitais, visão turva, diminuição da acuidade visual, agitação, paralisia facial e candidíase genital de repetição.
Os sinais e sintomas de hiperglicemia são classificados como "4Ps": poliúria, polidipsia, paroníquia e perda ponderal.
Na Diabetes mellitus tipo 2 aguda, o indivíduo pode apresentar um quadro de hipoglicemia, que é classificado como glicemia aleatória < 50 mg/dL, que pode ser clinicamente significativa quando a glicemia for < 44 mg/dL e, severa, quando apresentar alterações físicas e/ou mentais, necessitando da assistência de terceiros.
O diagnóstico laboratorial da DM pode ser realizado por meio de glicemia de jejum (8h), glicemia plasmática após 2h da sobrecarga oral de 75 g de glicose (TOTG) ou hemoglobina glicada (HbA1c).
A DM2 crônica costuma ser sintomática e as suas manifestações ocorrem geralmente na adolescência, com evolução rápida dos sintomas e possibilidade de complicações tardias.
“A lipohipertrofia é um efeito colateral bastante comum em pacientes submetidos à terapia insulínica de longo prazo, sendo caracterizada por lesões fibrosas e pobremente vascularizadas, localizando-se no tecido adiposo subcutâneo.” (Sociedade Brasileira de Diabetes). Sobre a prevenção da lipohipertrofia e a aplicação adequada da insulina, assinale a alternativa incorreta.
É contraindicada a prática de injeções repetidas na mesma área do corpo.
A aplicação de insulina em áreas de lesão lipohipertrófica deve ser evitada.
Se mantida em geladeira, recomenda-se que a insulina seja retirada da refrigeração de 15 a 30 minutos antes da aplicação.
Para a insulina NPH e análogas de longa duração, é recomendado um rodízio de aplicação entre tecido subcutâneo e tecido muscular.
De acordo com os protocolos do Ministério da Saúde para o tratamento do Diabetes Tipo 1, os análogos de insulina de ação rápida possuem farmacocinética semelhante, com ação que dura em torno de
1 a 2 horas.
2 a 3 horas.
3 a 4 horas.
4 a 6 horas.
6 a 8 horas.
A paciente Maria Auxiliadora, 82 anos, com diagnóstico médico de Diabetes Mellitus há 15 anos, comparece ao serviço de saúde para consulta eletiva com o (a) enfermeiro (a). Acerca das respectivas etapas da consulta de enfermagem assinale a alternativa CORRETA.
Histórico; Exame Físico; Diagnóstico das necessidades do cuidado; Planejamento da assistência; Implementação da assistência; Avaliação do processo do cuidado.
Planejamento das etapas do processo de enfermagem; Coleta de dados de enfermagem; Tomada de decisão das prioridades; Diagnóstico de enfermagem; Avaliação de enfermagem; Prescrição de medicamentos.
Histórico; Exame físico; Avaliação laboratorial; Avaliação do autocuidado; Avaliação das vacinas.
Histórico; Exame Físico; Diagnóstico das necessidades do cuidado; Planejamento da assistência; Avaliação dos exames laboratoriais; Avaliação dos medicamentos utilizados.
Todos na equipe de saúde devem atuar de forma integrada, e com níveis de competência bem estabelecidos, tendo o seu papel na abordagem da avaliação de risco cardiovascular, medidas preventivas primárias e atendimento a Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. São atribuições do Técnico em Enfermagem em relação ao cuidado com os hipertensos e/ou diabéticos, exceto:
Verificar os níveis da pressão arterial, peso, altura e circunferência abdominal, em indivíduos da demanda espontânea da unidade de saúde.
Realizar consulta de enfermagem, abordando fatores de risco, tratamento não-medicamentoso, adesão e possíveis intercorrências ao tratamento, encaminhando o indivíduo ao médico, quando necessário.
Orientar a comunidade sobre a importância das mudanças nos hábitos de vida, ligadas à alimentação e à prática de atividade física rotineira.
Cuidar dos equipamentos (tensiômetros e glicosímetros) e solicitar sua manutenção, quando necessária.
Ao checar a quantidade de glicose no sangue de um diabético, usando o aparelho de medição, se o resultado der acima de 180 mg/dL em jejum, ou acima de 250 mg/dL ao longo do dia, é considerado muito alto.
Trata-se de um quadro clínico de:
Hipertrofia.
Hipotensão.
Hidrocefalia.
Hipertensiva.
Hiperglicemia.
No Teste de Tolerância a Glicose TTG-75, o paciente recebe uma carga de 75g de glicose - em jejum - e a glicemia é medida antes da carga e 120 minutos após a ingestão.
Assinale a alternativa CORRETA quanto a interpretação do resultado do teste pós-sobrecarga de glicose:
Uma glicemia de duas horas pós-carga maior ou igual que 140 mg/dl é indicativa de diabetes.
Uma glicemia entre 140 mg/dl e 200 mg/dl é indicativa de diabetes.
Uma glicemia maior ou igual 200 mg/dl indica tolerância a glicose diminuída.
Uma glicemia maior ou igual a 110 mg/dl é indicativa de diabetes.
Uma Glicemia entre 140 mg/dl e 200 mg/dl indica tolerância a glicose diminuída.
Conhecida como um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia e associadas a complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos. Essa afirmação se refere à
diabetes.
hipoglicemia.
pré-diabetes.
cetoacidose diabética.