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Leia as afirmativas a seguir e marque a opção INCORRETA:
A infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco.
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV, este último, tem resultados em 30 minutos.
Não existe teste que detecta anticorpos contra o HIV no fluido oral da pessoa.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids.
Mães soropositivas têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.
Em relação à epidemiologia dos casos de HIV/AIDS no Brasil, quanto à categoria de exposição dos casos entre os indivíduos menores de 13 anos e entre os indivíduos com 13 anos ou mais de idade, constata-se que,
no primeiro grupo, a quase totalidade dos casos teve como via de infecção a transmissão indireta e, no segundo grupo, a principal via é a direta, tanto entre os homens quanto entre as mulheres.
no primeiro grupo, a quase totalidade dos casos teve como via de infecção a transmissão horizontal e, no segundo grupo, a principal via é a vertical, tanto entre os homens quanto entre as mulheres.
no primeiro grupo, a quase totalidade dos casos teve como via de infecção a transmissão vertical e, no segundo grupo, a principal via é a sexual, tanto entre os homens quanto entre as mulheres.
no primeiro e no segundo grupos, a quase totalidade dos casos teve como via de infecção a transmissão horizontal, tanto entre os homens quanto entre as mulheres.
Não é forma de transmissão confirmada do HIV:
Via sexual.
Via oral/fecal.
Via parenteral por transfusão de sangue.
Transmissão vertical durante a gestação/parto.
Injeções e instrumentos perfuro cortante.
Acerca da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e sua manifestação clínica em fase avançada, ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), assinale a opção INCORRETA.
Os indivíduos infectados pelo HIV, sem tratamento, evoluem para uma grave disfunção do sistema imunológico, à medida que vão sendo destruídos os linfócitos T CD4+, uma das principais células alvo do vírus.
A história natural dessa infecção vem sendo alterada, consideravelmente, pela terapia antirretroviral (TARV), iniciada no Brasil em 1996, resultando em aumento da sobrevida dos pacientes mediante reconstituição das funções do sistema imunológico e redução de doenças secundárias.
Os indivíduos com infecção muito recente (“infecção aguda”) ou imunossupressão avançada têm maior concentração do HIV no sangue (carga viral alta) e nas secreções sexuais, aumentando a transmissibilidade do vírus.
O HIV pode ser transmitido por via sexual (esperma e secreção vaginal), pelo sangue (via parenteral e de mãe para filho) e pelo leite materno.
Apenas após 96 horas da aquisição da infecção, o portador do HIV é transmissor.
As atribuições da equipe de Atenção Básica no atendimento aos portadores de HIV/AIDS e outras DSTs se apoiam em diretrizes. Dentre as diretrizes abaixo, qual NÃO está adequada à equipe de Atenção Básica?
Contribuir para a disseminação do preconceito e da discriminação que envolvem as questões relacionadas à sexualidade e ao uso de drogas.
Aumentar a conscientização da população com relação à promoção, prevenção, diagnóstico e assistência a agravos.
Garantir acesso e atendimento às populações mais vulneráveis para essas infecções.
Atuar de forma integrada com os profissionais dos serviços especializados no tratamento de pessoas com esses agravos.
Identificar e desenvolver ações em parceria com os serviços existentes na comunidade (Casas de Apoio, Casas de Passagem etc).
As gestantes HIV+ deverão ser orientadas:
a amamentar normalmente
a amamentar somente se estiver em uso de terapia antirretroviral
a amamentar somente se não houver lesões nos mamilos
a não amamentar
Manuel, 43 anos, foi diagnosticado como soropositivo para HIV, há um mês.
Na sua primeira consulta no Posto de Saúde, Manuel deve ser orientado, EXCETO quanto
à adesão ao tratamento.
ao controle da carga viral.
ao uso de preservativos.
à separação de objetos de uso pessoal.
Considerando o protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos, sobre a vacinação de soropositivos, é INCORRETO afirmar:
Podem receber todas as vacinas do calendário nacional, desde que não apresentem deficiência imunológica importante
É recomendado adiar a vacinação em pacientes sintomáticos ou com imunodeficiência avançada (cd4 < 200 cel/mm³).
Menor imunodepressão está associado a maior risco relacionado a vacinas de agentes vivos.
A nova recomendação não prevê o fim dos exames do cd4, mas reitera sua importância crucial para monitoramento clinico e laboratorial de pessoas vivendo com HIV-AIDS.
O soropositivo deverá ser avaliado por um médico antes de tomar qualquer vacina.
Considerando a sobrevivência de microrganismos em matéria orgânica ressecada, em temperatura ambiente, o tempo de sobrevivência do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é:
Até 7 dias
Até 10 dias
Até 15 dias
Até 30 dias
Até 3 dias
No Tratamento Diretamente Observado (TDO) da Tuberculose, as drogas Isoniazida – H, Rifampicina – R, Pirazinamida – Z e Etambutol – E são usadas em esquemas padronizados de tratamento. O esquema utilizado para adultos e adolescentes, infectados ou não pelo HIV, nos casos de recidiva após a cura ou retorno após abandono de tratamento, de todas as formas de tuberculose pulmonar e extrapulmonar ( exceto meningoencefalite) é fase intensiva de 2 meses com:
RHZ e fase de manutenção com 4 meses de RH
RHZE e fase de manutenção com 2 meses de RH
RHZE e fase de manutenção com 4 meses de RHE
RHZ e fase de manutenção com 4 meses de RHE
Sobre o significado de vulnerabilidade no caso da Aids, é correto afirmar que uma pessoa, um grupo ou uma comunidade está vulnerável quando apresenta “pontos frágeis”, que facilitam a exposição ao HIV. Quando se observa, no serviço de saúde, filas para atendimento, demora em marcar consultas e atendimento realizado a cada dia por um profissional diferente, está-se diante de uma vulnerabilidade
programática.
individual.
social.
cultural.
transversal.
A transmissão vertical pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é um dos desafios na saúde pública que necessita ser enfrentado pelas políticas de saúde do Brasil, apesar dos grandes avanços obtidos nesta área. De acordo com a profilaxia da transmissão vertical do HIV durante o parto e puerpério, é correto afirmar que
é indicada a administração da zidovudina (AZT) injetável à gestante no início do trabalho de parto até o clampeamento do cordão umbilical.
é recomendado iniciar a primeira dose da zidovudina (AZT) injetável ao recém-nascido exposto, em dose única, preferencialmente antes de 12 horas de vida.
é recomendado que o recém-nascido permaneça na unidade semi-intensiva neonatal após o nascimento para observação dos possíveis efeitos causados pelos antirretrovirais a que foi exposto durante a vida intrauterina.
é recomendado às mães que fizeram uso do antirretroviral na gestação, com manutenção no puerpério, e que possuam carga viral < 1 000 cópias/mL que amamentem seus filhos, já que o risco de transmissão vertical, nesses casos, é nulo.
a infecção pelo HIV em crianças expostas ao risco de transmissão vertical não é considerada um agravo de notificação compulsória.
Uma mulher grávida de seis semanas deu entrada numa unidade de saúde para realizar sua 1ª consulta para o pré- natal. Após preenchimento da ficha de acompanhamento da gestante, alguns testes foram realizados. Houve resultado positivo para o teste anti-HIV. Mediante este resultado, em que momento o uso de antirretrovirais é indicado a fim de reduzir o risco de transmissão vertical?
Indicado o tratamento com antirretrovirais imediatamente.
Indicado o tratamento com antirretrovirais na 14ª semana de gestação.
Indicado o tratamento com antirretrovirais no 3º trimestre de gestação.
Indicado o tratamento com antirretrovirais somente na hora do parto.
Indicado o tratamento com antirretrovirais na 13ª semana de gestação.
A AIDS é uma doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função do seu caráter pandémico e de sua gravidade. Analise as afirmativas sobre as especificidades desta doença, colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a aIternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O uso do preservativo deve se constituir no único e principal insumo nas ações clínicas e nos serviços que atendem pacientes com HIV/AIDS.
( ) Os objetivos do tratamento são: melhorar a qualidade de vida e antecipar a sobrevida, pela redução da carga virai e reconstituição do sistema imunológico.
( ) As doenças oportunistas associadas à AIDS são várias, podendo ser causadas por vírus, a exemplo da tuberculose; por bactérias, a exemplo da candidíase; por fungos, a exemplo da pneumocitose; e por protozoários, a exemplo da toxoplasmose.
V - V - V.
V - F - V.
F - V - V.
F - F - V.
F - F - F.
Preencha a lacuna abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
“A AIDS é uma doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função do seu caráter pandêmico e de sua gravidade.” (Ministério da Saúde, 2010). Após a infecção, o vírus da imunodeficiência humana (HIV) tem como célula-alvo o linfócito ___________, sendo um importante marcador dessa imunodeficiência.
B
NK
T CD4+
T CD8+
O uso da terapia antirretroviral (TARV) provoca alterações dos depósitos de gordura corporal denominadas lipodistrofia ou síndrome lipodistrófica associada à infecção pelo HIV. Nessa síndrome, estão incluídas as lipo-hipertrofias e as lipoatrofias. Nesse contexto, as modificações corporais que trouxeram mais repercussões negativas para o portador do HIV, por alterar a autoimagem e promover a quebra de sigilo da Aids, entre outras condições, estão associadas à seguinte forma de lipodistrofia:
lipo-hipertrofia da região cervical
lipo-hipertrofia das mamas
lipoatrofia glútea
lipoatrofia facial
A transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana (HIV) ocorre através do(a):
contato direto com saliva, suor ou secreções cérvico-vaginais.
relação sexual e do compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas.
passagem do vírus da mãe para o bebê na gestação, parto ou amamentação.
herança congênita, mitocondriais ou hereditárias.
transfusão de sangue e seus derivados contaminados pelo vírus.
Diante de uma puérpera com diagnóstico de HIV ou AIDS, o técnico em enfermagem deve:
isolar a paciente até o terceiro dia de uso do antirretroviral.
inibir a lactação por meio do enfaixamento das mamas com ataduras.
orientar sobre planejamento reprodutivo e encaminhá-la ao programa de laqueadura tubária.
oferecer kit específico para assistência às parturientes portadoras do HIV e aos seus recém-nascidos expostos.
manter a mãe e seu filho separados até ser iniciada a quimioprofilaxia do recém-nascido.
HIV (Human Immunodeficiency Virus) é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Dos eventos a seguir, relacionados ao HIV, é correto afirmar:
a fragilidade do sistema imunológico em pessoas com mais de 60 anos facilita o diagnóstico de infecção por HIV, vírus causador da aids, confundindo o aparecimento dos sintomas.
o uso regular dos antirretrovirais (adesão ao tratamento) acelera o processo de resistência do vírus aos medicamentos, por isso a decisão de interrupção deve ser comunicada.
a fase sintomática é caracterizada pelo aumento dos linfócitos T CD4 – glóbulos brancos do sistema imunológico – que chegam a ficar acima de 800 unidades por mm³ de sangue.
o uso de medicamentos para AIDS durante a gravidez é indicado para quem já está fazendo o tratamento e para a grávida que tem HIV, não apresenta sintomas e não está tomando remédios para AIDS.
atualmente, é consenso entre os profissionais de saúde que a criança não saiba de seu diagnóstico até que atinja a adolescência, só então terá consciência da doença, das suas responsabilidades e dos seus direitos.