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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um fator de risco para o desenvolvimento de lesões por pressão.
Mobilidade prejudicada.
Incontinência.
Uso de colchão de fluxo de ar.
Deficiência sensorial.
Estado nutricional alterado.
As lesões por pressão são caracterizadas como danos localizados na pele e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea, ou então relacionadas a um dispositivo médico ou outro artefato. Considerando que se trata de um evento adverso evitável, assinale a alternativa que apresenta as principais condutas preventivas para o surgimento das lesões por pressão.
Massagear proeminências ósseas; não utilizar hidratantes corporais.
Sempre que possível, elevar a cabeceira do leito até, no máximo, 90 graus.
Mudança de decúbito de 2 em 2 horas; avaliação diária do potencial e do risco de desenvolvimento de lesão por pressão.
Pacientes com moderado e alto risco de desenvolvimento de lesão obrigatoriamente deverão ter sua pele avaliada a cada 72 horas.
Mudança de decúbito duas vezes ao dia; hidratar e massagear as áreas da pele de maior risco.
Em relação aos cuidados que a equipe de enfermagem deve ter com um paciente idoso acamado, com incontinências de eliminações fisiológicas e risco para lesão por pressão, assinalar a alternativa INCORRETA:
Reposicionar o paciente pelo menos a cada duas horas.
Reposicionar o paciente pelo menos a cada quatro horas.
Quando o paciente estiver em decúbito lateral na cama, utilizar inclinação lateral de, no máximo, 30°.
Quando necessário, utilizar coxins como apoio, pois previnem o contato direto entre proeminências ósseas.
De acordo com a escala de Braden, verificam-se vários fatores de risco para o desenvolvimento de lesões por pressão, tal como a imobilidade com a restrição ao leito. Dessa forma, ao pensarmos na prevenção dessas lesões, em um cliente com a pele íntegra, deve-se
utilizar colchão especial, mudar o decúbito no máximo de 2 em 2 horas, hidratar a pele, esticar a roupa de cama sempre que necessário, trocar as fraldas sempre que apresentar umidade e proteger as proeminências ósseas com dispositivos de reposicionamento.
utilizar colchão piramidal, mudar de decúbito no máximo de 4 em 4 horas, hidratar a pele, esticar a roupa de cama duas vezes ao dia, trocar as fraldas duas vezes ao dia e massagear as proeminências ósseas para ativar a circulação.
utilizar colchão de ar, mudar o decúbito no máximo de 2 em 2 horas, hidratar a pele, esticar a roupa de cama duas vezes ao dia, trocar as fraldas uma vez em cada período (manhã, tarde e noite) e utilizar alomofadas tipo argola nas proeminências ósseas para aliviar a pressão.
utilizar colchão especial, mudar o decúbito no máximo de 2 em 2 horas, hidratar a pele, esticar a roupa de cama sempre que necessário, trocar as fraldas sempre que apresentar umidade e realizar curativo com sulfadiazina de prata.
A lesão por pressão compromete o tempo de internação do paciente.
NÃO é um fator de risco para o seu desenvolvimento o (a)
gênero.
umidade.
fricção da pele.
patologia crônica.
nível de consciência.
Leia o enunciado e responda:
O curativo de alginato é indicado em lesões infectadas ou não, com média ou alta exsudação, com sangramento ou em presença de necrose e fibrina.
Certo
Errado
Para a irrigação de uma úlcera por pressão tunelizada, o enfermeiro deve utilizar uma seringa de
10 mL montada com agulha 40 x 12.
20 mL montada com agulha 25 x 12.
10 mL, sem agulha, com bico posicionado a cerca de 2 cm acima da região a ser irrigada.
20 mL, montada com cateter rígido de pequeno calibre.
20 mL montada com cateter maleável de pequeno calibre.
Paciente chegou à Unidade Básica de Saúde fazendo o uso de muletas, com histórico de 30 dias de internação. Mantém paralisia em membro inferior esquerdo. Apresentava ferida em membro inferior esquerdo, em região calcânea, com as seguintes características: ferida aberta, cavitária, com tecido desvitalizado, exsudato em grande quantidade, edema, retorno venoso prejudicado.
A partir dessas características, é possível afirmar que se trata de uma ferida do tipo
úlcera por pressão.
úlcera venosa.
úlcera arterial.
úlcera neuropática.
O aparecimento de lesões por pressão está relacionado a fatores do próprio indivíduo, como redução da mobilidade, lesão preexistente, umidade cutânea, idade, comorbidades e medicamentos em uso e, também, a fatores extrínsecos, como a umidade local. Conforme o National Pressure Ulcer Advisory Panel, as características que definem as lesões por pressão estágio 3 são aquelas que
apresentam perda da espessura total da pele, com possível exposição de tecido adiposo. Não existe exposição de fáscia, músculo, osso, tendão, ligamento e cartilagem.
apresentam pele íntegra, com área localizada de eritema que não embranquece e que pode parecer diferente em pele de cor escura.
apresentam perda da pele em sua espessura parcial, com exposição da derme. O tecido adiposo e tecidos profundos não são visíveis.
apresentam perda da pele em sua espessura total e perda tissular com exposição ou palpação direta da fáscia, músculo, tendão, ligamento, cartilagem ou osso. Esfacelo e /
O método do ponto de pressão pode ser aplicado em determinados casos de hemorragia, sendo correto afirmar que
esse método consiste em comprimir a artéria lesada contra o osso mais próximo para aumentar a afluência de sangue na região do ferimento.
no ferimento com hemorragia no membro inferior, o ponto de pressão é encontrado na parte interna no terço superior, próximo à região inguinal, por onde passa a artéria femoral.
na região inguinal, o método deve ser inclinar-se para trás, com o acidentado deitado, pressionando levemente os dedos contra a região inguinal, insistindo sempre no ponto de pressão.
em hemorragia de ferimento ao nível da região temporal e parietal, deve-se comprimir a artéria temporal contra o osso com os dedos indicadores, médios e anular.
no caso de hemorragia no membro inferior, o ponto de pressão está na artéria braquial, localizada na face interna do terço médio do braço.
Sobre lesões por pressão, é CORRETO afirmar:
Lesão por Pressão (LPP) é um dano localizado no músculo adjacente ao tecido adiposo e não atinge ossos, podendo estar relacionado à queimadura por produtos químicos.
Lesão por Pressão (LPP) é um dano localizado na pele e/ou tecido mole subjacente geralmente sobre proeminência óssea e nunca pode ainda estar relacionado a equipamentos médicos ou outro tipo de dispositivo.
Cisalhamento não tem nada a ver com o problema de Lesão por Pressão (LPP).
No Estágio 2 da LPP atinge músculo e ossos.
Lesão por Pressão (LPP) é um dano localizado na pele e/ou tecido mole subjacente geralmente sobre proeminência óssea ou pode ainda estar relacionado a equipamentos médicos ou outro tipo de dispositivo.
Paciente acamado, com mobilidade bastante limitada, sem déficit sensorial, umidade ocasional, nutrição inadequada e potencial problema com fricção e cisalhamento.
Com base na escala de Braden, o escore obtido na avaliação desse paciente e o risco de desenvolver lesão por pressão são, respectivamente,
18 pontos – elevado.
20 pontos – muito elevado.
13 pontos - baixo.
14 pontos - moderado.
12 pontos - nulo
A escala de Braden-Q é um instrumento utilizado para avaliar o risco do desenvolvimento de lesão por pressão em pacientes pediátricos. Quais os cuidados de enfermagem para o paciente com alto risco de desenvolver lesão por pressão?
Manter a pele livre do excesso de umidade, eliminar pressão secundária por dispositivos tecnológicos, utilizar o lençol para mover a criança, evitando movê-la pelo braço.
Manter o corpo da criança em posição de alinhamento neutro, manter a pele úmida para devida hidratação, eliminar pressão secundária por dispositivos tecnológicos.
Massagear proeminências ósseas quando hiperemiadas, utilizar o momento do banho para avaliar a pele, mover sempre a criança pelos braços para evitar cisalhamento.
Manter a pele úmida para devida hidratação, massagear proeminências ósseas quando hiperemiadas, realizar mudança de decúbito de 2h em 2h.
Manter a cabeceira da cama elevada no mínimo 30º, realizar mudança de decúbito de 2h em 2h, mover a criança sempre pelos braços para evitar cisalhamento.
Lesão por pressão (LPP) é um dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato. O National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP) é uma organização norte-americana, sem fins lucrativos, dedicada à prevenção e ao tratamento de lesões por pressão. Em 2016, o NPUAP anunciou a mudança na terminologia Úlcera por Pressão para Lesão por Pressão e a atualização da nomenclatura dos estágios do sistema de classificação. Sobre as LPP, marque a alternativa INCORRETA.
Lesão por Pressão Estágio 1: Pele íntegra com eritema que não embranquece.
Lesão por Pressão Estágio 2: Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme.
Lesão por Pressão Estágio 3: Perda da pele em sua espessura parcial sem exposição da derme.
Lesão por pressão Estágio 4: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular.
Lesão por Pressão Não Classificável: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular não visível.
Assinale a opção que indica parâmetros usados na escala Pressure Ulcer Scale for Healing (PUSH) para avaliar o processo de cicatrização das lesões por pressão.
Coloração da pele e umidade.
Profundidade e epitelização.
Quantidade de tecido necrótico e descolamento.
Tipo de tecido prevalente e quantidade de exsudato.
Cicatrização das bordas e fibrose periférica.
O Enfermeiro registrou, durante o exame físico de um paciente, a presença de úlcera por pressão estágio III na região sacral.
No caso, as características observadas foram
pele intacta com hiperemia não branqueável.
exposição dos tecidos muscular, ósseo e tendinoso.
rompimento da derme com exposição de tecido subcutâneo.
rompimento da epiderme com exposição da derme.
Um paciente acamado apresenta ferida na região sacral com destruição total da pele e necrose da camada subcutânea.
Pelas características, trata-se de uma lesão por pressão
estágio 1.
estágio 2.
estágio 3.
estágio 4.
não classificável.
Paciente masculino A.M.F., 78 anos, encontrase internado há uma semana, devido desidratação e diminuição da mobilidade. Após avaliação da enfermeira, a mesma observa em região de trocanter direito uma lesão com perda da pele em sua espessura total, tecido de granulação e epíbole com gordura visível com presença de esfacelo. Não há exposição de fáscia. Baseado nessas informações classifique o estágio da lesão por pressão:
Lesão por pressão estágio 2
Lesão por pressão tissular profunda
Lesão por pressão estágio 4
Lesão por pressão estágio 3
Em relação as lesões por pressão (LPP), a perda da pele em sua espessura total e perda tissular não visível, devido a lesão estar coberta por esfacelo ou necrose, diz respeito a qual estadiamento?
estágio 1
Lesão por pressão não estadiável
estágio 3
estágio 4
O manejo apropriado de pacientes com úlcera por pressão em cuidados domiciliares é um desafio para os profissionais de enfermagem, os quais devem fornecer orientações adequadas aos cuidadores. Para isso, o profissional técnico de enfermagem precisa conhecer os princípios básicos para o tratamento adequado dessas lesões por pressão, que implica reconhecer que;
Curativos que retém a umidade das feridas não são apropriados para tratamento de úlceras por pressão.
As feridas devem ser limpas a cada troca de curativo, com força necessária o suficiente para garantir toda a limpeza do leiro da lesão, especialmente, quando essa limpeza for auxiliada pelo uso de gazes cirúrgicas.
Solução salina é preferida para a limpeza das úlceras por pressão, por ser fisiológica e não danificar os tecidos em cicatrização.
Mesmo pacientes em cuidados domiciliares, não devem se utilizar de água potável (chuveiro) para a limpeza das feridas ocasionadas por pressão.
O uso de agentes antissépticos é o mais indicado para a limpeza de úlceras por pressão em ambiente domiciliar.