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No Brasil, várias ações do Estado foram sendo desenvolvidas para minimizar os problemas que circundam o processo gravídico, como a assistência precarizada, a verticalidade das ações e os saberes dos profissionais e da equipe de saúde e pouco ou nenhum protagonismo da mulher na cena do parto. Na direção de pensar o trabalho em equipe como modo de qualificação dos cuidados em saúde na assistência obstétrica, surgem novos membros nesse cenário, dentre eles, a doula. A doula pode desempenhar funções importantes no pré-natal, parto e puerpério, desenvolvendo atividades que visem tornar o processo de parto e o nascimento menos tecnocrático e mais bem vivenciado pela mulher e sua família. Deste modo, assinale a alternativa CORRETA.
Historicamente, a palavra doula foi utilizada para descrever aquela que assiste a mulher em casa após o parto, auxiliando no cuidado com o bebê e os afazeres domésticos. Atualmente, possui vertente menos técnica, ancorada em saberes biomédicos, embora norteada pela humanização da assistência obstétrica.
As doulas têm sido associadas a diversos resultados positivos para a área obstétrica, especialmente por meio de alterações na percepção do parto, entendendo-o e restituindo-o como doença e não como um evento social, ou seja, restituindo a dimensão clínica que envolve o processo de parir.
Vários autores constatam que o papel da doula é significativo, diminui o tempo do trabalho de parto, o uso de medicamentos, ansiedade, medo, além de proporcionar bem-estar à mulher acompanhada.
Apenas em 2016, o trabalho das doulas foi classificado como ocupação laboral no Brasil. Porém, há anos, elas são reconhecidas socialmente por desenvolverem atividades assistenciais nos variados cenários do trabalho de parto e puerpério.
A atuação de uma doula, ao desenvolver ações humanizadas, ocorre dando suporte às necessidades emocionais e físicas da parturiente e prestando informações que facilitam a tomada de decisão pela equipe médica.
A assistência de enfermagem é importante durante todo o trabalho de parto e pós-parto. Com relação aos períodos do trabalho de parto, analise as afirmações a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) O período expulsivo inicia-se com a dilatação total da cérvice uterina e termina com a expulsão da placenta.
( ) O período expulsivo, ou seja, o segundo período do parto, inicia-se com a dilatação total da cérvice e termina com a expulsão do feto.
( ) O período de dequitação é o segundo período do parto e nele não ocorre a ruptura e expulsão da placenta.
( ) O período de dequitação, também conhecido como secundamento, é marcado pela separação e expulsão da placenta.
( ) O período de Greenberg compreende as primeiras horas pós-parto e nele podem ocorrer hemorragias relacionadas à atonia uterina.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
F – V – F – V – V.
V – F – F – V – V.
V – F – V – V – F.
F – V – F – V – F.
F – V – V – F – V.
A reanimação do recém-nascido em sala de parto exige equipe treinada e preparada para esse atendimento de emergência. Assinale alternativa correta.
A bradicardia neonatal é em geral resultado de hipoxemia e acidose profunda, dessa maneira, a ventilação adequada é o passo mais importante para corrigir a bradicardia. As medicações que não são recomendadas na reanimação do recém nascido na sala de parto são: O bicarbonato de sódio, naloxone e os vasopressores.
A bradicardia neonatal é em geral resultado de hipoxemia e hiperpotassemia, dessa maneira, a ventilação adequada é o passo mais importante para corrigir a bradicardia. As medicações que não são recomendadas na reanimação do recém nascido na sala de parto são: A adrenalina e expansores de volume.
A bradicardia neonatal é em geral resultado de hipoxemia e acidose profunda, dessa maneira, a ventilação adequada é o passo mais importante para corrigir a bradicardia. As medicações que não são recomendadas na reanimação do recém nascido na sala de parto são: A adrenalina e expansores de volume.
A bradicardia neonatal é em geral resultado de hiperpotassemia e acidose profunda, dessa maneira, a ventilação adequada é o passo mais importante para corrigir a bradicardia. As medicações que não são recomendadas na reanimação do recém nascido na sala de parto são: O bicarbonato de sódio, naloxone e os expansores de volume.
Para a ausculta dos batimentos cardíacos fetais (BCF) desse feto, o técnico de enfermagem deve posicionar o estetoscópio de Pinard no(a)
Considerando o atendimento ao recém-nascido na sala de parto, leia as frases abaixo e a seguir assinale a alternativa correta.
I. O escore de Apgar deve ser realizado no primeiro e quinto minuto de vida para avaliar a vitalidade neonatal.
II. O escore de Apgar é considerado o melhor parâmetro para determinar a necessidade de reanimação neonatal.
III. O escore de Apgar avalia os sinais de frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor.
IV. O escore de Apgar é realizado, imediatamente, após o nascimento, antes mesmo de iniciar a reanimação cardiopulmonar, nos momentos 0, 8 e 12 minutos de vida.
As frases I e III estão corretas
As frases I, II e III estão corretas
As frases II, III e IV estão corretas
Apenas a frase I está correta
Apenas a frase IV está correta
A prevenção da oftalmia gonocócica é realizada:
em crianças de 1 a 2 anos, administrando vitamina K.
em RN e realizado o reforço em crianças com idade escolar, administrando nitrato de prata 1%.
em RN, em sua primeira hora de vida, administrando nitrato de prata 1 %.
afim de prevenir o sangramento precoce no RN.
em RN, entre as 24 e 48 horas de vida, administrando vitamina K.
Considere as proposições a seguir.
-
I. O período de dilatação é o primeiro período do trabalho de parto, que começa com os primeiros sintomas e termina coma completa dilatação do canal vaginal. O sinal mais importante neste período de dilatação são as contrações do útero, que fazem com que o colo se dilate de O (zero) a 10 (dez) centímetros. As contrações uterinas são reconhecidas pela dor tipo cólica referida pela gestante e pelo endurecimento do útero, perceptível à palpação do abdômen.
II. No período de dilatação deve-se insistir para que a paciente não faça força e, em vez disso, deve-se encorajá-la para que respire ofegantemente durante as contrações. Durante o primeiro período do trabalho, as contrações uterinas são involuntárias e destinam-se a dilatar o colo uterino e não a expulsar o feto. Fazer força, além de ser inútil, leva à exaustão e pode dilacerar partes do canal do parto. Se você reconhecer que a mãe está no primeiro período do trabalho de parto, prepare-a para transporte ao hospital.
-
Assinale a alternativa correspondente.
Apenas a proposição I está correta.
Apenas a proposição II está correta.
As proposições I e II estão incorretas.
As proposições I e II estão corretas.
Considerando a assistência de enfermagem da gestante com trabalho de parto prematuro (TPP), leia as frases e a seguir assinale a alternativa correta.
I. Idade, raça negra e baixo peso materno são considerados fatores de risco para desenvolver o trabalho de parto prematuro.
II. Na ameaça de TPP, uma das recomendações é o repouso em decúbito lateral esquerdo.
III. O objetivo da assistência deve ser antecipação do parto para diminuir o risco de sofrimento fetal e mortalidade neonatal, administrando ocitocina.
IV. Iniciar esquema com nifedipina, se persistirem as contrações ou se ocorrerem modificações cervicais.
Durante a assistência de enfermagem no puerpério imediato, a avaliação da perda sanguínea vaginal (lóquios) deve considerar da maior relevância:
queixas de cólicas ocasionais.
a variação no volume eliminado.
o progressivo escurecimento da cor.
a falta de regularidade na eliminação.
a eliminação de coágulos sanguíneos
O enfermeiro pode suspeitar de que há hemorragia pós-parto secundária, diante dos seguintes indícios:
1) pirexia e taquicardia.
2) subinvolução do útero.
3) dor de baixa intensidade.
4) lóquios de aspecto vermelho-vivo.
Estão corretos:
1 e 4, apenas.
1, 2 e 4, apenas.
2 e 3, apenas.
2 e 4, apenas.
1, 2, 3 e 4, apenas.
No pré-parto, na sala de parto e no pós-parto, algumas intercorrências podem acometar a mãe e/ou o feto. Para evitar essas ocorências o enfermeiro deve atuar avaliando a evolução clínica do parto e o comportamento fetal para intervir adequandamente sempre que necessário. Assinale a seguir a alternativa que contém informações corretas sobre essas intercorrências.
A Oligo-hipossistolia resulta em diminuição da frequência com aumento da intensidade das contrações uterinas. Os batimentos cardiofetais devem ser monitorados a cada 1 hora.
As hemorragias pós-parto precisam ser rastreadas pelo enfermeiro através da avaliação dos lóquios e da quantidade de perda sanguínea nas primeiras 24 horas. A infusão de 20 U de ocitocina em 500 ml de soro glicosado a 5% a 20-30 gotas por minuto é uma das intervenções que devem ser providenciadas.
Diante de sinais de sofrimento fetal, o enfermeiro deve providenciar à gestante a oxigenoterapia e a manutenção do decúbito dorsal.
Nos casos de desproporção cetopélvica relativa (quando há inadequação da apresentação fetal), a realização de movimentos rotatórios da pelve estão contra-indicados.
Nas emergências hemorrágicas obtétricas relacionadas à atonia uterina, as drogas de escolha são duas: no primeiro momento, utiliza-se a ocitocina (para estimular as contrações) e posteriormente a Terbutalina (inibidor das contrações) diluídas em frascos do soro glicosado a 5%.
Com relação aos sinais do desencadeamento de trabalho de parto, é INCORRETO afirmar que ocorre:
Perda de tampão mucoso.
Alterações da cérvice, amolecimento, apagamento e dilatação progressiva.
Desconforto lombar.
Eliminação de líquido amniótico, presente quando ocorre a ruptura da bolsa amniótica.
Aumento da movimentação fetal.
Os itens abaixo estão relacionados com um trabalho de parto, EXCETO:
Contrações uterinas dolorosas;
Cefaléia e urticária;
Perda do tampão mucoso;
Período de dilatação compreendido entre sete e doze horas.
No transcorrer do ciclo gravídico-puerperal podem ocorrer diversas alterações capazes de predispor a fenômenos tromboembólicos graves. O risco da Trombose Venosa Profunda torna-se maior em função da liberação de tromboplastina durante a
fase de latência do trabalho de parto.
fase gestacional.
fase ativa do trabalho de parto.
fase puerperal.
O descolamento prematuro da placenta é uma complicação grave, trazendo riscos para a mãe e para o feto. Pode-se afirmar que são fatores de risco para essa complicação:
diabetes, estresse, uso de drogas e sífilis.
tuberculose, Sífilis e Toxoplasmose.
abortos repetidos, uso de anticoncepcional e hipertensão.
hipertensão, cesariana prévia, rotura prematura de membranas ovulares e uso de drogas.
Material cremoso esbranquiçado, composto de descamação de secreção sebácea, que recobre o recém-nascido em quantidades variáveis, podendo ser quase nulo no pós-maturo. O conceito refere-se a:
Eritema tóxico do recém-nascido.
Hemangíomas capilares.
Lanugem.
Milium.
Vérnix.
Após o parto, a mulher passa por grande estresse fisiológico e psicológico. Nesse período de alterações físicas, o puerpério pode ser classificado em 4 fases distintas:
imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (das 24 às 72 horas pós-parto), tardio (de 72 horas até 11 dias pós-parto) e remoto (após12 dias em diante).
imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 10º dia pós-parto), tardio (do 11º até o 42º dia pós-parto) e remoto (do 42º dia em diante).
imediato (primeiras 3 horas pós-parto), mediato (de 3 horas até 7 dias pós-parto), tardio (de 7 dias pós-parto até o 30º dia pós-parto) e remoto (após 30 dias em diante).
imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 15º dia pós-parto), tardio (do 15º dia até o 35º dia pós-parto) e remoto (do 35o dia em diante).
imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (do 2º até o 16º dia pós-parto), tardio (do 17.º até o 50º dia pós-parto) e remoto (do 51º dia pós-parto em diante).