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No pós-operatório, deve-se observar o fluxo de urina pela sonda vesical de demora instalada, sendo proibida a irrigação dessa sonda por motivos de prevenção de infecção urinária.
Certo
Errado
Ao propor a intervenção de enfermagem no processo de adaptação do paciente laringectomizado, é recomendável ao enfermeiro:
I. planejar a intervenção após identificar as situações nas quais o paciente apresenta problemas de adaptação;
II. elaborar planos que favorecem o processo de mudança;
III. elaborar a intervenção definitiva e fechada, sem deixar margens para os imprevistos e a evolução do processo adaptativo do paciente.
É correto o que se afirma, apenas, em
I.
II.
I e II.
III.
I e III.
No pós-operatório imediato de uma cirurgia ortopédica, o paciente apresentou retenção urinária transitória.
Nesse caso, a principal intervenção de enfermagem deve ser
a administração de diuréticos.
o cateterismo vesical de alívio.
o registro do balanço hídrico.
a realização de exercícios pélvicos.
o incentivo à ingestão de líquidos.
Nos pós-operatório de prostatectomia indica-se a irrigação vesical. Para esse procedimento, é necessário que o paciente esteja com uma sonda vesical de
uma via.
duas vias.
quatro vias.
três vias.
cinco vias.
No Pós-operatório, que cuidados são indispensáveis?
Remover próteses, maquiagem e lentes de contato.
Monitorar nível de consciência, eliminações e respiração.
Realizar tricotomia, lavagem intestinal e jejum.
Avaliar conforto, alimentação e organização do leito.
Srª Maria José, 54 anos, após herniorrafia inguinal, ficou cerca de 12 horas sem diurese e após esse período começou a apresentar polaciúria, além de bexiga palpável e sensação de desconforto em abdome inferior. Considerando esse quadro clínico, a enfermeira da unidade cirúrgica prescreve:
I. Favorecer a micção, permitindo a paciente urinar sentada.
II. Estimular a micção por meio do barulho, visão da água corrente e irrigação do períneo com água morna.
III. Realizar sondagem vesical de alívio.
IV. Manter uso contínuo de fralda.
No caso da Srª Maria José, marque a alternativa CORRETA:
I é contraindicada no 1º pós-operatório.
II não se aplica a esse quadro clínico.
III deve ser precedida das prescrições contidas nos itens I e II.
III deve ser realizada apenas por prescrição médica
IV deve ser precedida da prescrição contida no item I
P.S.G., 60 anos, feminina, casada, do lar, 4 filhos. No pós-operatório mediato de ressecção de tumor abdominal o enfermeiro durante o exame físico identifica na inspeção edema e rubor em perna esquerda. Na palpação detecta calor, aumento da sensibilidade, enduração ao longo do trajeto da veia acometida da perna esquerda e sinal de Homans positivo. Essas características definidoras estão relacionadas à estase venosa, inflamação, formação de trombo e hipercoagubilidade sanguínea. Qual das seguintes alternativas apresenta concomitantemente as intervenções a serem prescritas pelo enfermeiro para essa cliente?
Promover repouso no leito inicialmente; manter membro inferior esquerdo elevado intermitente acima do nível do coração durante a fase aguda; aplicar compressas mornas e úmidas na perna esquerda; evitar massagear a perna esquerda e verificar sinais vitais.
Promover repouso no leito inicialmente; manter membro inferior esquerdo elevado contínuo acima do nível do coração durante a fase aguda; proporcionar um apoio para a perna esquerda; aplicar compressas mornas e úmidas na perna esquerda e massagear perna esquerda com hidratante.
Promover repouso no leito; aplicar meias elásticas durante a fase aguda; manter membro inferior esquerdo elevado intermitente acima do nível do coração durante a fase aguda; aplicar compressas quentes e úmidas na perna esquerda e estimular andador para caminhar.
Promover repouso no leito inicialmente; manter membro inferior esquerdo ao nível do leito durante a fase aguda; aplicar compressas mornas e úmidas na perna esquerda e preparar para intervenção cirúrgica.
Promover repouso no leito; manter membro inferior esquerdo elevado intermitente acima do nível do coração durante a fase aguda; aplicar compressas mornas e úmidas na perna esquerda e estabelecer um programa de adequado de exercício/atividade.
No período pós-operatório, o controle e alívio da dor aguda não é atribuição da equipe de enfermagem.
Paciente vindo da Unidade de Dor Torácica pós-cateterismo cardíaco chega à UTI. Com relação aos cuidados de enfermagem, é importante:
Avaliar extremidades, observar no local da punção/dissecção se há presença de sangramentos ou hematomas; incentivar a mobilização ativa do membro afetado.
Observar cor, temperatura e queixas de dor na extremidade afetada; pulsos periféricos e monitorização cardíaca; incentivar a deambulação precoce.
Observar presença de sangramentos ou hematomas; incentivar a ingestão hídrica para aumentar débito urinário e deambulação precoce.
Verificar PA, FC; avaliar extremidades, cor, temperatura, pulsos periféricos, queixas de dor; observar no local da punção/dissecção se há presença de sangramentos ou hematomas.
Observar no local da punção/dissecção se há presença de sangramentos ou hematomas; manter jejum após exame por 24 h; incentivar a mobilização ativa do membro afetado.
A paciente N.J., do sexo feminino, 80 anos, solteira, não alfabetizada, ex-tabagista, conforme informa sua cuidadora, há 2 anos tem o diagnóstico de Doença de Alzheimer. No pós-operatório imediato de colecistectomia apresentou sinais vitais: PA 100/60 mmHg, P 72 bpm, FR 16 rpm, T 34,5ºC, confusa, agressiva, não-colaborativa; pele e mucosas hipocoradas e ressecadas; seborreia; cateter nasogástrico aberto com pouco débito; cavidade oral com sujidade e língua saburrosa; crepitações bibasais, bulhas cardíacas rítmicas normofonéticas sem sopro; abdômen arredondado; ferida cirúrgica abdominal com curativo oclusivo limpo e seco; estoma com dreno de Kher (em T) aberto em região de hipocôndrio D com pequena quantidade de drenagem sanguinolenta na bolsa coletora; ruídos hidroaéreos hipoativos; bem como cateter vesical de demora com 100 mL de diurese amarela clara. Qual das seguintes alternativas apresenta as ações mais apropriadas a serem planejadas e implementadas, imediatamente após a cirurgia, pelo enfermeiro para as reações das condições clínicas encontradas nessa cliente?
Colocar os cateteres em sucção intermitente; monitorizar drenagem maior que 500 mL após 48 horas; e cuidar meticulosamente da pele, em especial em torno da inserção do dreno de Kher.
Manter a posição e a permeabilidade do dreno e dos cateteres; trocar o curativo oclusivo com técnica asséptica; observar aspecto da ferida cirúrgica abdominal; e monitorar os possíveis sinais de infecção da ferida cirúrgica.
Monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; e estimular o uso de espirometria de incentivo.
Colocar em posição de semi-Fowler; afixar os tubos de drenagem; manter jejum absoluto; verificar SSVV; observar aspecto e quantidade da drenagem do dreno de Kher, do CNG e do CVD; e observar aspecto da pele ao redor da inserção do dreno de Kher e do curativo oclusivo em região abdominal.
Auxiliar na deambulação precoce; administrar analgésicos como prescrito; observar sinais de complicações e de síndrome pós-colecistectomia.
O tratamento de enfermagem, no pós-operatório imediato de um paciente com fratura de quadril, inclui ações de, EXCETO:
alívio da dor.
instalação de tração esquelética.
administração de antibiótico profilático prescrito.
monitoramento da hidratação e do estado nutricional.
monitoramento do débito urinário.
A recuperação anestésica é o local onde o paciente é recebido no período do pós-operatório imediato e fica sob observação e cuidados constantes até que haja a recuperação da consciência, estabilidade dos sinais vitais e prevenção das intercorrências, caso ocorram. Durante essa fase, quem é o responsável pela assistência ao paciente?
Cirurgião;
Anestesiologista;
Enfermeiro;
Auxiliar de enfermagem;
Técnico de enfermagem.
No pós-operatório imediato, o enfermeiro deverá estar atento quanto às intercorrências e complicações. Alguns dos sinais e sintomas indicativos do choque hipovolêmico são:
poliúria, respiração de Cheyne Stokes e pele quente.
respiração agônica, pulso filiforme e flutter atrial.
flutter ventricular, dispnéia e valor da pressão venosa central acima do normal.
valor da pressão venosa central abaixo do normal, hipotensão arterial e sudorese fria.
pulso de Corrigan, hipotermia com calafrios e cianose nas extremidades.
T.M.R., 70 anos, masculino, submeteu-se a uma cirurgia abdominal. O enfermeiro, ao avaliar o cliente no pós-operatório imediato, identificou sinais de choque hipovolêmico. Assinale a alternativa que indica esses sinais clínicos?
Pulso rápido e filiforme, aumento da saturação de oxigênio, pele fria e úmida, pele descorada, agitação, pressão sanguínea normal e anúria.
Pulso taquicárdico e filiforme, diminuição da saturação de oxigênio, pele fria e pegajosa, palidez, atividade mental aumentada, irritabilidade e nictúria.
Pulso taquicárdico e cheio, acidose respiratória evoluindo para alcalose respiratória, pele fria, pálida e úmida, inquietação, hipotensão e aumento do débito cardíaco, poliúria.
Frequência diminuída do pulso com pressão sanguínea levemente diminuída, pele fria, cianótica e pegajosa, confusão, aumento da hemoglobina e hematócrito e oligúria.
Pulso rápido e filiforme, frequência respiratória aumentada, pele fria e pegajosa, palidez, irritabilidade, hipotensão, sede extrema e oligúria.
Quanto a conduta a ser adotada pelo técnico de enfermagem em relação a dor em paciente na SRPA (Sala de Recuperação Pós-Anestésica), assinale a alternativa correta.
Administrar medicamentos de acordo com a prescrição médica.
Administrar medicamentos somente por ordem verbal do anestesista.
Administrar medicamentos apenas por prescrição do cirurgião que realizou o procedimento.
Encaminhar o paciente ao andar, para ser medicado no local.
Ignorar as queixas do paciente e não tomar nenhuma atitude.
Trabalhador em 4o pós-operatório de toracotomia refere dificuldade de mobilização dos membros superiores. Após avaliação criteriosa do indivíduo, o enfermeiro deve
incentivar os exercícios esqueléticos para promover a abdução e movimentação do ombro.
orientar a imobilização dos MMSS e prescrever o uso de hipnoanalgésico.
advertir a importância da interrupção do tabagismo.
estimular a ingestão hídrica para fluidificar secreção brônquica.
aumentar a dosagem de ansiolítico a fim de diminuir a ansiedade e algia.
Para ajudar o paciente no pós-operatório a se levantar do leito pela primeira vez depois da cirurgia, NÃOé necessário:
ajudá-lo a se mover gradualmente da posição de decúbito dorsal para a posição sentada, elevando a cabeceira do leito.
incentivá-lo a um longo período de deambulação, para que o exercício seja melhor aproveitado.
posicioná-lo totalmente ereto (sentado) e o virar de modo que ambas as pernas fiquem pendendo da borda do leito.
ajudá-lo a ficarempé ao lado do leito.
ficar ao seu lado para proporcionar apoio físico e incentivo.
Nesse quadro clínico, o sistema de irrigação contínua da bexiga tem a finalidade de remover pequenos coágulos de sangue e deve ser cuidadosamente monitorado; utiliza-se sonda com três lumens, sendo a drenagem realizada por gravidade com sistema fechado estéril.
A manutenção de níveis normais de glicose no período pós-operatório previne:
trombo
êmbolo
sangramento
íleo paralítico
infecção da ferida cirúrgica