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Período que começa na primeira hora após a cirurgia e se estende por 24 horas; é o mais crítico para o cliente e por isso exige maior vigilância por parte dos profissionais de enfermagem e da equipe transdisciplinar envolvida nos cuidados.
Esse período é chamado de:
pré-operatório.
pós-operatório.
pós-operatório-tardio.
pós-operatório-mediato.
pós-operatório-imediato.
Pacientes com cateter vesical de demora no pós-operatório devem ser monitorizados com anotação do débito urinário nas 24 horas.
Compete exclusivamente ao enfermeiro da sala de recuperação pós-anestésica orientar e supervisionar a assistência de enfermagem individualizada e passar o plantão para a unidade de origem antes de encaminhar o paciente.
Fazem parte do tratamento da hipertermia maligna na fase aguda e na fase tardia, respectivamente, tratar as arritmias cardíacas utilizando bloqueadores de canal de cálcio e transferir o paciente para UTI, para observação durante pelo menos 72 h, devido ao risco de recidiva.
A sala de recuperação pós-anestésica é considerada área interna restrita, em que é obrigatório o uso de roupa privativa, mas não o de máscara.
No pós-operatório, a fim de evitar a formação de trombos, o pessoal de enfermagem deve orientar o paciente a manter as pernas descruzadas e mudá-las frequentemente de posição.
Mudar de decúbito a cada duas horas facilita a mobilização das secreções e ajuda a prevenir a obstrução brônquica em pacientes no pós operatório.
No pós-operatório, fazem parte das ações de enfermagem para prevenção e controle de infecções a inspeção e a anotação das características da pele ao redor da área de inserção de dispositivos invasivos.
Homem de 55 anos, tabagista e com dislipidemia, trabalha na Bolsa de Valores. Referiu dor epigástrica com irradiação retroesternal à esquerda, sudorese e dispneia. Foi submetido ao cateterismo cardíaco, com as seguintes finalidades:
I. diagnóstica, para avaliar o grau de obstrução das artérias que irrigam o músculo cardíaco.
II. terapêutica, para correção da obstrução por meio de angioplastia.
III. preventiva, para a correção da obstrução por meio de angioplastia com ou sem colocação de stent.
IV. substitutiva, para realizar a revascularização miocárdica.
Está correto o que se afirma em
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
No pós-operatório imediato, ao receber o paciente na unidade, o enfermeiro deverá priorizar o seguinte cuidado:
verificar permeabilidade da via aérea.
observar nível de consciência.
conectar os tubos de drenagem.
checar os sinais vitais.
providenciar a continuidade das infusões venosas.
No paciente prostatectomizado e com sistema de irrigação vesical contínua, em 24 horas foi infundido 8,1 litros de soro e drenado 9 litros. Nesta situação, o débito urinário do paciente foi de
0,9 litro.
1,8 litro.
8,1 litros.
1,9 litro.
9 litros.
Os cuidados de enfermagem prestados a pacientes em pós-operatório imediato, com o objetivo de prevenir o aparecimento de choque e hipoxemia, devem ter, como prioridade, a aferição e a avaliação frequentes dos seguintes parâmetros:
capacidade de deambulação, pulso e P.A.
presença de febre e dor, funcionamento da hidratação venosa e cicatrização da ferida.
pressão venosa central, frequência respiratória e temperatura e presença de sangue na ferida cirúrgica.
ventilação pulmonar, sinais vitais e funcionamento de tubos, como drenos, cateteres e hidratação.
volume urinário, presença de náuseas e vômitos e capacidade de movimentos no leito.
Dor aguda, encurtamento da perna, incapacidade de mover a perna, sensação de estalido no quadril e rotação anormal são sinais e sintomas que identificam a luxação da prótese de quadril.
A movimentação precoce do cliente no período pós-operatório favorece a prevenção de
hipertensão renal e cardiomiopatia.
infecção urinária e hepatomegalia.
infecção pulmonar e tromboembolismo.
tromboembolismo e convulsão.
hipertensão portal e úlcera por pressão.