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Quanto aos cuidados após a realização da biópsia de mama, o enfermeiro deve orientar a cliente a
estimular a movimentação ativa e precoce dos membros superiores, logo após o término do procedimento.
evitar o uso de agentes que possam interferir na coagulação sanguínea e aumentar o risco de sangramento.
evitar a utilização de sutiãs de sustentação no período pós-biópsia.
evitar curativos locais, devendo manter a lesão descoberta no período imediatamente pós-biópsia.
incentivar a utilização de anti-inflamatórios não esteroides, suplementos de vitamina E e aspirina no período pré-biópsia, para evitar a formação de trombos.
O paciente que faz uso de prótese ocular deve ser orientado quanto à necessidade de lavagem das mãos antes de inserir e remover a prótese, observar e inspecionar a órbita quanto à presença de muco ou sinais de infecção, e tomar medidas de precaução na retirada da prótese para evitar perdas.
Um cliente submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio, há 3 meses, apresenta dor precordial, dispnéia e náuseas. Nessa situação, os cuidados pertinentes são:
manter decúbito lateral, administrar antiemético e oferecer líquidos gelados.
administrar vasoconstritor coronariano, preparar material de entubação e encaminhar para cateterismo percutâneo.
manter repouso, administrar vasodilatador coronariano e instalar oxigenoterapia.
administrar analgésico e anti-inflamatório, realizar teste cicloergométrico e jejum.
manter decúbito lateral, administrar diurético e vasoconstritor coronariano.
As válvulas cardíacas tissulares são próteses biológicas que podem ser do tipo xenoenxertos, aloenxertos e auto-enxertos.
Para manutenção do componente da cabeça femoral no cálice acetabular, deve-se orientar o paciente que recebeu uma prótese de quadril, acerca da necessidade de manter o posicionamento da perna em adução.
Na sala de recuperação, devem ser monitorados: a permeabilidade das vias aéreas, a qualidade da respiração, o nível de consciência, bem como o débito urinário e o nível da dor do paciente, a quantidade e qualidade da drenagem no curativo.
Sangramento, pneumotórax, embolia gasosa e enfisema subcutâneo são exemplos de complicações precoces nesse tipo de pós-operatório.
Os sinais vitais obtidos na sala de recuperação indicam uma condição grave do paciente — o choque.
Os sinais vitais verificados na sala de recuperação correspondem ao período do pós-operatório.
Em casos como o desse paciente, tendo em vista a sua idade, o enfermeiro deve estar atento a duas importantes complicações pulmonares durante o pós-operatório: pneumonia e atelectasia.
Na unidade de recuperação anestésica, um paciente tem dificuldade para respirar devido a uma obstrução causada pela língua. Deve-se então:
Não tomar medida alguma, senão chamar a enfermeira.
Ministrar oxigênio através de uma máscara a 10 litros/minuto
Realizar sucção na faringe e na árvore bronquial.
Pedir ao paciente para usar espirômetro de incentivo
Posicionar o paciente de modo que a língua caia para frente
Carlos apresenta incisão cirúrgica abdominal com secreção serosa e algumas regiões hiperemiadas. Para limpeza do leito dessa ferida você deverá utilizar:
dergermantes.
soro fisiológico a 0,9%.
sabões líquidos ou detergentes.
polivinilpirrolidona iodada (PVPI) ou Líquido de Dakin.
ácido acético ou clorexidina.
A dor é comum no pós-operatório e deve ser prontamente avaliada a fim de se administrar medicamentos analgésicos prescritos.
Os resultados esperados a serem incluídos no plano de cuidados de enfermagem, nessa situação, devem envolver o alívio dos sinais e sintomas de dor, a cicatrização da ferida e a verbalização da intenção do paciente de seguir as rotinas do tratamento.
A embolia é uma complicação freqüente nesse tipo de pósoperatório e pode ser evitada a partir da deambulação precoce e da mobilização do paciente.
insuficiência respiratória.
imunossupressão
trombose venosa profunda.
insuficiência cardíaca
No pós-operatório, quando ocorre interrupção abrupta das funções do coração, seguida do colapso do sistema cardiorrespiratório-cerebral, o técnico de enfermagem deve
hipertensão, calafrios e anúria.
afasia, hipertensão e pulso rápido.
extremidades frias, hipotensão e nistagmo.
taquicardia, hipotensão e palidez