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Nos sistemas fechados de selo d'água, os frascos de drenagem torácica devem ficar hermeticamente vedados com a finalidade de prevenir:
O paciente fumante e hipertenso é considerado de alto risco operatório porque é maior a probabilidade de ocorrer
alcalose pós-prandial.
inibição da ação do medicamento anti-hipertensivo e do anestésico.
sangramento após a diérese.
quadro de síndrome bi-polar.
rejeição ao fio cirúrgico absorvível.
As prescrições de enfermagem mais comuns no pósoperatório incluem aquelas relativas à verificação freqüente dos sinais vitais, controle de líquidos e infusões, administração de medicamentos para dor conforme prescrição médica e posicionamento adequado do paciente no leito.
Ao receber o paciente na sala de recuperação, o enfermeiro deve informar-se quanto aos anestésicos utilizados, às infusões intravenosas e aos derivados de sangue que foram administrados durante a cirurgia bem como estabelecer o grau de consciência e avaliar o equilíbrio hidroeletrolítico.
Os clientes cirúrgicos estão entre os de maior incidência de infecção. Com isso, os cuidados de enfermagem devem contribuir para diminuição de casos, sendo realizados com:
curativo com técnica asséptica, usando luvas e materiais limpos.
lavagem das mãos antes e após os procedimentos, seguindo técnicas assépticas na execução dos cuidados, observando sinais de infecção.
uso de Povidine tópico no curativo, limpando bastante a ferida e realizando curativo oclusivo.
manutenção de ambiente limpo, observando sinais de infecção e realizar curativo oclusivo.
administração de antibioticoterapia prescrita, uso de Solução Fisiológica no curativo, tricotomia.
O choque hipovolêmico é causado pela redução do volume de líquido circulante, provocada por perda sanguínea e hídrica, sendo importante manter o paciente em decúbito dorsal, elevar os membros inferiores e controlar rigorosamente os sinais vitais.
O controle da pressão arterial é importante para evitar a perda sanguínea excessiva e, conseqüentemente, o choque hipovolêmico — muito comum no pós-operatório.
No pós-operatório, é importante manter o decúbito horizontal, com travesseiro, no mínimo 48 h para casos de raquianestesia para evitar cefaléia, além do controle dos sinais vitais, jejum e diurese.
A infecção da ferida cirúrgica caracteriza risco inerente ao ato cirúrgico, sendo que sua complicação mais comum manifesta-se por:
hipertermia, náuseas e vômitos
edema e eritema local, dor e presença de secreção purulenta
secreção purulenta, eczema e vômito.
hipertermia, hipovolemia e tumoração
dispnéia, dor no local e edema pulmonar.
No período pós-operatório poderá ocorrer complicações em diferentes aparelhos orgânicos do paciente, destacando-se o aparelho gastrointestinal em que o paciente pode apresentar sintomas como:
É recomendado aplicação de calor e repouso no leito a pacientes que apresentem distensão abdominal devida a redução da peristalse, o que causa retenção de gases, vômitos e dor.
No pós-operatório do transplante hepático, o enfermeiro deve estar atento a alguns sinais que detectam o enxerto não viável. Correspondem a esses sinais:
acidose metabólica, hiperglicemia aguda e insuficiência renal
hiperglicemia aguda, insuficiência renal e ausência de produção de bile.
acidose metabólica, hipoglicemia aguda e diminuição do potássio sérico.
aumento de potássio sérico, hipoglicemia aguda e insuficiência renal.
diminuição de potássio sérico, hiperglicemia aguda e ausência de produção de bile.
As complicações de longo prazo da traqueostomia são:
Sangramento e pneumotórax
Pneumotórax e disfagia
Sangramento e necrose da traquéia
Dilatação traqueal e disfagia
Quanto à classificação de fatores determinantes de infecção na incisão cirúrgica, correlacione a coluna da direita com a da esquerda.