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Na Política Nacional de Humanização (PNH), as diretrizes específicas estão organizadas por níveis de atenção. Considerando a Urgência e Emergência, nos pronto-socorros, nos pronto-atendimentos, na Assistência Pré-Hospitalar e outros, uma diretriz, que se pode citar é comprometer-se com a:
referência, aumentando a resolução da urgência e emergência, provendo o acesso à estrutura hospitalar e a transferência segura, conforme a necessidade dos usuários
contra referência, aumentando a resolução da urgência e emergência, provendo o acesso à estrutura hospitalar e a transferência segura, conforme a necessidade dos usuários
referência e a contra referência, aumentando a resolução da urgência e emergência, provendo o acesso à estrutura hospitalar e a transferência segura, conforme a necessidade da rede
referência e a contra referência, aumentando a resolução da urgência e emergência, provendo o acesso à estrutura hospitalar e a transferência segura, conforme a necessidade dos usuários
Na Política Nacional de Humanização (PNH), o princípio do trabalho em equipe estimula a:
transdisciplinaridade e a grupalidade
atuação em rede com alta conectividade
atuação em rede com baixa conectividade
utilização da informação e da comunicação
Em consonância com a Política Nacional de Humanização – PNH, foi implantado o acolhimento com avaliação e classificação de risco na unidade de pronto-socorro. Utilizando esse método, após avaliar um paciente com 64 anos de idade, queixando-se de lombalgia há seis horas, o enfermeiro deve classificá-lo e identificá-lo com a cor
verde.
azul.
amarela.
laranja.
vermelha.
Sobre a Política Nacional de Humanização, assinale o item verdadeiro que versa sobre o princípio da transversalidade.
Deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS de maneira a reconhecer que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem interagir na perspectiva da corresponsabilidade, ampliando o contato e comunicação interpessoal e retirando-as do isolamento e fragmentação
Deve ser organizada em três níveis de atenção à saúde, com foco na atenção secundária, sendo esta a ordenadora do cuidado em rede, partindo-se da criação de Linhas de Produção do Cuidado horizontai, e diagonais que supram as demandas clínicas dos usuários.
Qualquer mudança na gestão e atenção é mais concreta se construída com a ampliação da autonomia e vontade das pessoas envolvidas, que compartilham responsabilidades. Os usuários não são só pacientes, os trabalhadores não só cumprem ordens: as mudanças acontecem com o reconhecimento do papel de cada um.
trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de saúde coletiva.
É princípio da Política Nacional de Humanização (BRASIL, 2003; 2009; 2013; 2016):
Acolhimento.
Ambiência.
Transversalidade.
Escuta qualificada.
A Política de Humanização da Atenção e da Gestão (PNH) é uma iniciativa inovadora no SUS. Criada em 2003, a PNH tem por objetivo qualificar práticas de gestão e de atenção em saúde. (Ministério da Saúde, 2015)
Sobre a Política de Humanização da Atenção e da Gestão (PNH), é incorreto afirmar que:
O Humaniza-SUS, como também é conhecida a Política Nacional de Humanização, aposta na inclusão de trabalhadores, usuários e gestores na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho.
As decisões da gestão interferem diretamente na atenção à saúde. Por isso, trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de saúde, embora não sejam permitidos a participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde.
A PNH busca transformar as relações de trabalho a partir da ampliação do grau de contato e da comunicação entre as pessoas e grupos, tirando-os do isolamento e das relações de poder hierarquizadas.
Um dos princípios da PNH, transversalidade objetiva reconhecer que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos, esses saberes podem produzir saúde de forma mais corresponsável.
A Política Nacional de Humanização (PNH) atua a partir de orientações clínicas, éticas e políticas que se traduzem em determinados arranjos de trabalho. O acolhimento consiste em uma das principais estratégias e diretriz operacional da PNH. Assim, sobre o acolhimento, é correto afirmar que
implica mudanças estruturais na forma de gestão do serviço de saúde, limitando os espaços para discussão e decisões coletivas.
é um modo de operar os processos de trabalho em saúde prescindível, pois organiza os serviços para que assumam a assistência exclusiva de populações vulneráveis e ribeirinhas.
se trata de um espaço ou local onde o profissional atuará com postura ética, implicando hora e data definidas.
se assemelha à triagem, pois é uma etapa do processo que ocorre em determinados pontos e momentos dos serviços de saúde.
é um modo de operar os processos de trabalho em saúde, de forma a atender os que procuram os serviços de saúde, assumindo, no serviço, uma postura capaz de dar respostas adequadas aos usuários.
Como política, a Política Nacional de Humanização (PNH) se apresenta como um conjunto de diretrizes transversais que norteiam toda atividade institucional que envolva usuários ou profissionais da Saúde, em qualquer instância de efetuação. (Rios, 2009) Caracteriza um dos princípios da Política Nacional de Humanização (PNH):
Presunção de legitimidade.
Totalitarismo.
Igualdade.
Autotutela.
Indissociabilidade entre atenção e gestão.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (2008) tem como princípios a humanização e a qualidade, que implicam na promoção, reconhecimento e respeito à ética e aos direitos do homem, obedecendo às suas peculiaridades sócio-culturais. Para cumprir esses princípios de humanização e da qualidade da atenção integral devem-se considerar os seguintes elementos, EXCETO:
promoção da melhoria das condições de saúde da população masculina do Brasil, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e mortalidade dessa população, através do enfrentamento racional dos fatores de risco e mediante a facilitação ao acesso, às ações e aos serviços de assistência integral à saúde,
acesso da população masculina aos serviços de saúde hierarquizados nos diferentes níveis de atenção e organizados em rede, possibilitando melhoria do grau de resolutividade dos problemas e acompanhamento do usuário pela equipe de saúde.
informações e orientação à população masculina, aos familiares e a comunidade sobre a promoção, prevenção e tratamento dos agravos e das enfermidades do homem.
capacitação técnica dos profissionais de saúde para o atendimento do homem.
disponibilidade de insumos, equipamentos e materiais educativos.
A humanização, como uma política transversal, supõe necessariamente que sejam ultrapassadas as fronteiras, muitas vezes rígidas, dos diferentes núcleos de saber/poder que se ocupam da produção da saúde. As diretrizes específicas para a Urgência e Emergência propostas pela Política Nacional de Humanização preveem que se:
incentivem práticas promocionais de saúde, considerando as políticas intersetoriais e as necessidades de saúde
incentive um sentido positivo de humanização, destinado a trabalhadores que atuam apenas na recepção dos pacientes
ofereça um eixo articulador das práticas em saúde, não necessariamente incluindo a gestão, pois esta não está diariamente envolvida nas ações
definam protocolos clínicos, garantindo a eliminação de intervenções desnecessárias e respeitando as diferenças e as necessidades do sujeito
Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. Um dos princípios da PNH está voltado ao reconhecimento das diferentes especialidades e práticas de saúde que podem interagir com a experiência daquele que é assistido e desse modo, esses saberes, podem produzir saúde de forma mais corresponsável. Estamos falando do princípio da:
transversalidade.
indissociabilidade entre atenção e gestão.
protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos.
ambiência.
valorização do trabalhador.
Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. Sobre as orientações da PNH é CORRETO afirmar:
Não se tratando de uma política de diretrizes, a PNH é um incentivo para que os profissionais de saúde trabalhem com atenção ao ser humano, pois não se trata de um método consolidado pelo SUS.
As rodas de conversa não são métodos utilizados pela PNH, pois podem gerar conflitos pela inclusão das diferenças.
O HumanizaSUS é uma ação que não é reconhecido pela a PNH, sendo um atendimento realizado apenas por programas como os doutores da alegria.
O técnico de enfermagem não participa da PNH, pois é da equipe técnica e esta não é uma das funções legalizadas para tal exercício.
As rodas de conversa, o incentivo às redes e movimentos sociais e a gestão dos conflitos gerados pela inclusão das diferenças são ferramentas experimentadas nos serviços de saúde.
A Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. A ____________________________ é uma ferramenta teórica e prática cuja finalidade é contribuir para uma abordagem clínica do adoecimento e do sofrimento, que considere a singularidade do sujeito e a complexidade do processo saúde/doença. Permite o enfrentamento da fragmentação do conhecimento e das ações de saúde e seus respectivos danos e ineficácia.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima.
Valorização do Trabalhador
Gestão Participativa e Cogestão
Ambiência
Defesa dos Direitos dos Usuários
Clínica Ampliada e Compartilhada
Em relação à implementação da Política Nacional de Humanização, a história de E.G. mostra que
é incipiente em relação à redução das filas e o tempo de espera baseados em critérios de risco.
é satisfatória em relação ao protagonismo do usuário, uma vez que a paciente participa ativamente na condução de seu tratamento.
está consolidada, com práticas resolutivas, racionalização do uso de medicamentos, e ações intervencionistas desnecessárias eliminadas.
é imperceptível porque o acesso referenciado aos demais níveis de assistência não está entre as ações previstas nessa politica.
é parcial, sendo efetiva no serviço de pronto socorro que aplicou corretamente os mecanismos de desospitalização.
Em consonância com a Política Nacional de Humanização, a maternidade local implantou o acolhimento com classificação de risco na unidade de pronto-socorro. Ao realizar o atendimento de uma gestante ansiosa, com queixa de disúria e polaciúria, apresentando temperatura axilar = 38,6 ºC, pressão arterial = 130 X 82 mmHg, o enfermeiro deve classificá-la com a cor
laranja, para atendimento diretamente na sala de admissão do centro obstétrico, em até 15 minutos.
amarela, para atendimento no consultório médico ou da enfermeira obstetra, em até 30 minutos, atentando para a prioridade do atendimento.
verde, para atendimento por médico ou enfermeiro obstetra, de acordo com a ordem de chegada, em até 120 minutos.
azul, para atendimento médico, por ordem de chegada em, no máximo, 120 minutos.
vermelha, para atendimento médico, preferencialmente em sala de emergência, em até 15 minutos.
Humanizar significa reconhecer as pessoas que buscam, nos serviços de saúde, a resolução de suas necessidades de saúde, como sujeitos de direitos [...] é observar cada pessoa em sua individualidade, em suas necessidades específicas, ampliando as possibilidades para que possa exercer sua autonomia.
Com relação à Política Nacional de Humanização, lançada no ano de 2003, é correto afirmar:
tem como objetivo a gestão centralizada dos serviços de saúde.
busca dar sentido à hierarquização das estruturas de poder na gestão dos serviços de saúde.
sugere que trabalhadores e usuários devem participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde.
objetiva diminuir o poder dos movimentos sociais para que os trabalhadores possam investir na gestão especializada dos serviços de saúde.
tem como objeto central a referência e contrarreferência para que o paciente tenha seu cuidado dividido em todos os serviços de saúde.