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Com relação aos cuidados de enfermagem psiquiátrica, são considerados, respectivamente, um fator de risco e um estressor:
memória remota e intolerância.
nível de renda e preconceito.
esteriótipo e sexo.
sistema de crença e memória imediata.
As atividades de identificação dos problemas do paciente, de definição de objetivos e de acordo mútuo são relativas à fase de término do processo de relacionamento terapêutico.
O profissional de saúde deve sempre aceitar e encorajar os padrões de comportamento dos indivíduos, concordando com as crenças e superstições, para garantir boas relações com todas as pessoas.
A reafirmação é uma técnica de comunicação terapêutica que pode ser empregada para demonstrar que o enfermeiro está ouvindo e validando algo que o paciente disse.
A desinstitucionalização e efetiva reintegração de doentes mentais na comunidade é uma tarefa a que o SUS vem se dedicando com especial empenho nos últimos anos. Sobre o assunto, são projetos e programas implantados pelos SUS que respeitam a lógica da Reforma Psiquiátrica, todos os abaixo exceto:
programa “De volta para casa”;
reestruturação dos hospitais psiquiátricos;
serviço residencial terapêutico (SRT);
ampliação de vagas nas unidades hospitalares psiquiátricas, para internações;
centros e núcleos de atenção psicossocial.
Como o distúrbio da auto-estima é comum nessa situação, o paciente deve ser estimulado a verbalizar sentimentos e o cuidador deve ser orientado a maximizar a dependência do paciente, realizando a maior parte das tarefas ligadas ao seu cuidado.
Um indivíduo com esquizofrenia apresenta comportamentos que se relacionam a problemas no processamento de informações, a exemplo das dificuldades em usar a memória armazenada e de manter a atenção.
A contratransferência é um impasse terapêutico que o paciente cria, inconscientemente, e no qual experimenta sentimentos, em relação ao enfermeiro, que estavam originalmente associados a figuras significativas em sua vida pregressa.
Em casos de delírios, deve-se questionar com cuidado os fatos e seus significados, à medida que são apresentados, e conversar sobre o delírio, ajudando o paciente a ver o que não é verdade.
A melhor atitude frente ao estigma é procurar controlar as emoções e não permitir que o paciente perceba seus sentimentos ou valores, evitando conversar sobre esse assunto com outras pessoas ou membros da equipe.
A introvisão é o grau de compreensão do paciente acerca de sua doença. O enfermeiro, ao avaliar o processo de introvisão do paciente com doenças psiquiátricas, distúrbio mental orgânico, psicose, distúrbios decorrentes do uso abusivo de substâncias e distúrbios da personalidade, constatará que, em tais enfermidades, a introvisão estará comprometida.
Os distúrbios se concentram nas áreas da percepção e da emoção, não havendo comprometimento importante na área da cognição, o que freqüentemente faz que o paciente sofra muito devido à dificuldade em distinguir a realidade e as percepções desta provocadas pela doença.
No modelo proposto por Maslow, as necessidades humanas básicas (NHB) mais afetadas e, portanto, as que devem ser primeiramente trabalhadas, são aquelas que se encontram no topo da pirâmide, as de nível mais elevado, conforme a teoria de NHB.
A capacidade do enfermeiro de ser terapêutico depende de uma comunicação facilitadora e independe de suas qualidades pessoais.
Indícios vocais ou indícios de objeto são sinônimos e pertencem à categoria de comunicação não-verbal, como o espaço que, nesse caso, representa o meio ambiente onde vive o indivíduo.
A ideação suicida deve ser investigada durante a avaliação do sensório; está associada a pacientes em depressão e, raramente é observada em pacientes com distúrbios de ansiedade ou esquizofrenia.
Respostas neurobiológicas de má-adaptação causam comportamentos estranhos e pouco aceitos socialmente, como deterioração na aparência, agressão ou agitação.
A família deve ser orientada quanto aos sinais, aos sintomas e às medidas de tratamento, mas as orientações raramente são úteis aos pacientes, uma vez que eles se desconectam das relações com o mundo externo e são incapazes de controlar recidivas ou cooperar com o tratamento.
Ao avaliar-se a fala de paciente deprimido, freqüentemente, observam-se os seguintes aspectos: fluxo rápido, volume alto, gagueira ou fala arrastada.
É importante demonstrar consciência e respeito pelo paciente e sensibilidade aos sentimentos do paciente, assumindo conduta humana e empática.