

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Os principais sintomas que levam as mulheres a buscarem atendimento ginecológico são dor, modificações dos ciclos menstruais, hemorragias e corrimento vaginal.
A bartholinite é uma infecção estrita da vulva, frequentemente crônica, que se manifesta no clitóris sob a forma de bastão.
Nos primeiros socorros a uma mulher em parto iminente,
o bebê deve ser puxado, no caso de nascimento de nádegas, se, decorridos três minutos após a saída das nádegas e do tronco, a cabeça do bebê não estiver saído.
o cordão umbilical deve ser empurrado através da vagina, caso saia primeiro, enquanto se aguarda a chegada do resgate especializado.
deve-se promover ambiente privativo, posicionar a mãe com as pernas separadas e joelhos dobrados, apoiar a mão sobre a barriga da mulher e fazer pressão para auxiliar a expulsão da criança.
deve-se apoiar com as mãos a cabeça da criança, evitando pressionar áreas sensíveis do crânio e nunca se deve puxá-la. À medida que avança o nascimento, os ombros da criança vão-se desprendendo, e o socorrista deve continuar apoiando o corpo da criança até o final do processo.
assim que a criança for expulsa do útero, deve-se levantá-la pelos pés e dar-lhe tapinhas em suas nádegas, colocando-a em seguida em posição de decúbito dorsal com a cabeça mais alta para melhorar a respiração.
Acerca da assistência de enfermagem durante o parto normal, assinale a opção correta.
O segundo período clínico do parto vai do início da dilatação até a dilatação completa do colo uterino.
A última fase do parto sofre influência dos seguintes fatores: paridade, freqüência, intensidade e duração das contrações uterinas e diâmetros fetais e pélvicos.
Durante a primeira fase do trabalho de parto, é importante avaliar a dinâmica uterina e os batimentos cardiofetais.
É proibida a deambulação da mãe em qualquer fase do trabalho de parto.
Gestante de 18 anos iniciou o atendimento pré-natal em um serviço de atendimento unicamente ambulatorial após teste de gravidez positivo. Quando da consulta de enfermagem a enfermeira da detectou que a mesma não havia realizado nenhum dos exames solicitados; tinha tentado interromper a gestação e não estava passando bem. Ao exame a enfermeira encontrou a gestante descorada, com sangramento gengival de moderada intensidade e sem perdas vaginais. Para assistir à adolescente, a enfermeira corretamente suspeita de:
ameaça de abortamento, o que requer encaminhamento para atendimento médico especializado em hospital de alta complexidade.
infecção associada a abortamento infectado, o que requer atendimento médico especializado em hospital de média complexidade.
distúrbio de coagulação associado a abortamento retido, o que requer utilização do sistema regional de urgência e emergência para atendimento médico especializado em hospital de média complexidade.
processo inflamatório decorrente de abortamento, o que requer o acompanhamento da gestante pelo serviço ambulatorial.
processo infeccioso decorrente de abortamento incompleto, o que requer guia para o encaminhamento da gestante a hospital de referência para procedimentos de baixa complexidade.
Deve-se elaborar um planejamento por escrito, a fim de que possam ser estabelecidas as intervenções e formuladas metas a serem alcançadas a curto e a longo prazos.
O julgamento clínico do enfermeiro deve focar as condições de possíveis doenças e nos problemas que a gestante possa enunciar.
O sofrimento fetal decorre do aumento da pressão dos fluidos, que gera vasodilatação, diminuição da freqüência cardíaca materna e modificações no ritmo cardíaco fetal.
O fogacho é o sintoma mais típico da mulher nesse período e ocorre devido a uma alteração vasomotora comum, que pode ser explicada pela instabilidade no sistema termorregulador hipotalâmico que envolve também os sistemas adrenérgico, dopaminérgico, opióide e os de outros neurotransmissores.
O enfermeiro deve iniciar a consulta pela avaliação das condições gerais da gestante, coletando dados que possam dar subsídios para seu julgamento clínico.
A infecção puerperal freqüentemente está associada a infecções endógenas da mulher e raramente se vinculam a medidas de assistência pré-natal ou ao trabalho de parto.
As câimbras nas pernas da parturiente resultam da compressão dos nervos pélvicos e podem ser aliviadas com a movimentação das pernas.
Precocidade de relações sexuais, parceiros de alto risco, tabagismo e infecção por papilomavírus são alguns dos fatores de risco importantes para a ocorrência de câncer de colo, neoplasia intra-epitelial e carcinoma epidermóide.
As alterações renais são percebidas através da proteinúria, da diminuição do fluxo plasmático e da filtração glomerular, e do aumento da creatinina.
A atividade física, assim como a diminuição de fatores de risco, como álcool em excesso e tabagismo, é recomendada para mulheres nessa fase, pois pode auxiliar na prevenção de fraturas.
Ao se realizar o cuidado perineal feminino, observa-se que a vulva contém formações cutâneas que compreendem os grandes e os pequenos lábios. Ao afastá-los, pode-se perceber o meato urinário, abaixo do qual se pode identificar um tubérculo arredondado, o clitóris, que é então seguido pela vagina.
Uma jovem de 18 anos de idade, no último trimestre da gravidez, que desenvolveu doença hipertensiva específica da gravidez (DHEG), está apresentando convulsão e hipertensão arterial.
A propósito dessa situação, assinale a opção correta.
Uma boa medida é acalmar a jovem, explicando que sua condição não tem gravidade e que nas próximas gestações dificilmente esse problema surgirá de novo.
A paciente pode estar apresentando desidratação, o que explica o aumento da pressão arterial.
É necessário controlar a função renal, observando-se o volume de diurese e a proteinúria.
Durante às crises convulsivas, deve-se tentar abrir a mandíbula da paciente para facilitar a respiração.
As consultas de Pré-natal são fundamentais para o bom desenvolvimento da gestação e do parto. Desta maneira, a enfermeira, ao realizar o agendamento de consultas de pré-natal para gestantes de baixo risco, deve manter o seguinte intervalo entre elas:
3 semanas, tornando-se quinzenal a partir da 38ª semana de gestação.
4 semanas, tornando-se quinzenal a partir da 36ª semana de gestação.
5 semanas, tornando-se semanal a partir da 36ª semana de gestação.
5 semanas, tornando-se semanal a partir da 40ª semana de gestação.
6 semanas, tornando-se quinzenal a partir da 38ª semana de gestação.
Durante o Pré-natal, uma das atividades importantes da enfermagem é a medida da altura uterina, que tem por finalidade estimar o crescimento fetal, correlacionando- se a medida da altura uterina com o número de semanas de gestação. A técnica correta para essa medição é:
Posicionar a gestante em decúbito lateral, com o abdômen descoberto; delimitar a borda inferior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda inferior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdômen descoberto; delimitar a borda inferior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda inferior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.
Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdômen descoberto; delimitar a borda inferior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda inferior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.
Posicionar a gestante em decúbito lateral, com o abdômen descoberto; delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda superior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.
Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdômen descoberto; delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda superior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.
Posicionar a gestante em decúbito lateral esquerdo, com o abdômen descoberto; delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda superior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina.