

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em uma via, a inclinação do talude pode ser representada em percentagem entre a distância vertical e a distância horizontal ou através do ângulo de inclinação. Desta forma, uma rampa com inclinação de 100% corresponde a um ângulo de inclinação de
10°.
45°.
90°.
100°.
Dada a cota de greide reto conhecida de 132 metros, deseja-se saber qual a cota da estaca acima tendo uma inclinação de 33%. Utilizando a equação abaixo qual será o valor da cota desejada?
Cest = C0 + i*dh
138,6 metros
135,3 metros
133,65 metros
175,56 metros
153,78 metros

AC é o ângulo central. Se os dois raios são iguais e tg 20º = 0,36 e tg 14º = 0,25, o maior raio que poderá ser utilizado deixando-se um trecho reto de 80 m entre curvas está compreendido entre
No projeto geométrico de um rodovia, há uma curva horizontal com transição. Sabendo que o comprimento de transição (Ls), tanto na entrada quanto na saída da curva, é de 120 m; que a estaca do TS é [120 + 17,25] e; que a estaca do ST é [143 + 5, 75], assinale a alternativa que contém o comprimento do desenvolvimento circular da curva.
448,50m.
208,50m.
328,50 m.
111,50 m.
331,50m.
De acordo com os critérios para elaboração de projetos de rodovias, para curvas com raios muito grandes, torna-se dispensável o uso de curva de transição especial. Para uma velocidade diretriz de 80 km/h, o valor limite do raio para dispensa da curva de transição é de
500 m.
1200 m.
1550 m.
2800 m.
Na execução de obras de estradas, os dispositivos (geralmente varas ou estacas) que servem para referenciar a posição das marcas físicas correspondentes às cristas dos cortes ou dos pés dos aterros, colocados em pontos afastados por uma distância fixa convencionada, com o objetivo de facilitar a reposição das marcas, se arrancadas durante a construção dos cortes ou dos aterros, são:
taludes.
off-sets.
plataformas.
rampas do corte.
valetas de proteção de corte.
NA ELABORAÇÃO DO PROJETO GEOMÉTRICO DE RODOVIAS DEVEM SER FONECIDAS AO LONGO DO TRAÇADO CONDIÇÕES TAIS QUE PERMITAM AOS USUÁRIOS O DESENVOLVIMENTO E A MANUTENÇÃO DE VELOCIDADES DE PERCURSO PRÓXIMAS À VELOCIDADE DE REFERÊNCIA COM CONFORTO E SEGURANÇA. NESSE CONTEXTO, FAZ NECESSÁRIO O DIMENSIONAMENTO DE CURVAS DE TRANSIÇÃO. SOBRE ESTAS, ASSINALE A ALTERNATIVA INCORRETA:
Os comprimentos de transição devem propiciar condições para que a passagem da condição de tangente para a de curva circular (e vice-versa) ocorra de forma suave e gradativa. Comprimentos demasiadamente pequenos praticamente não ensejariam a transição desejada, pois a passagem ocorreria de forma abrupta.
Pelo critério do tempo de percurso, o comprimento máximo de transição está limitado à distância percorrida por um veículo durante um tempo preestabelecido na velocidade diretriz.
Para fins práticos, o menor comprimento de transição admissível é de 30m ou o equivalente à distância percorrida por um veículo, na velocidade diretriz, no tempo de 2 segundos, prevalecendo o maior.
O critério do conforto, também denominado critério da taxa máxima de variação da aceleração centrífuga, procura determinar o maior comprimento admissível para a transição, de modo a não sujeitar os usuários a sensações de desconforto e insegurança devidas à rapidez da passagem da condição de tangente para a de curva circular.
O critério da máxima rampa de superelevação se baseia no controle da elevação dos bordos da pista de rolamento em relação ao eixo de rotação da pista, que ocorre quando se efetua a distribuição da superelevação, visando assegurar valores razoáveis, do ponto de vista de conforto e de segurança, para a velocidade de giro (transversal) dos veículos, ao percorrer os trechos em transição.
Na coluna da esquerda, estão apresentados termos relacionados ao projeto geométrico de rodovias e na da direita, a definição desses termos. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Greide | ( ) Porção da pista cuja largura permite, com segurança, a circulação de veículos em fila única. |
2 - Pista de rolamento | ( ) Inclinação transversal da pista nas curvas horizontais. |
3 - Faixa de trânsito | ( ) Parte da rodovia destinada ao trânsito de veículos. |
4 - Superelevação | ( ) Inclinação longitudinal em relação à horizontal, geralmente expressa em percentagem. |
Assinale a sequência correta
2, 3, 4, 1
3, 4, 1, 2
2, 1, 3, 4
3, 4, 2, 1
Assinale a alternativa que preenche de maneira correta as lacunas seguintes:
"Uma rodovia de classe I-B, em relação a uma rodovia de classe III, ambas construídas em regiões planas, deve ter (i)_____________ raio mínimo de curva horizontal, (ii) _____________ rampa máxima e (iii) ________________largura da faixa de rolamento.
(i)-maior valor de | (ii)-maior valor de | (iii)-menor.
(i)-menor valor de | (ii)- maior valor de | (iii)- maior.
(i)- menor valor de | (ii)- menor valor de | (iii)- mesma.
(i)- maior valor de | (ii)- menor valor de | (iii)- mesma.
(i)-maior valor de | (ii)-menor valor de | (iii)-maior.
Relacione o termo com a correta definição:
a. Pista de rolamento
b. Faixa de trânsito
c. Greide
d. Superelevação
e. Abaulamento
( ) declive transversal da superfície da estrada
( ) inclinação longitudinal em relação à horizontal
( ) parte da rodovia destinada ao trânsito de veículos
( ) porção da pista cuja largura permite, com segurança, a circulação de veículos em fila única.
( ) inclinação transversal da pista nas curvas horizontais, para compensar o efeito da força centrífuga sobre os veículos.
Marque a alternativa com a correta sequência:
a b d e c
e c b d a
c b d a e
e c a b d
e d c b a
As curvas horizontais de transição devem cumprir a(s) função(ões) de:
l - Gerar um traçado que possibilite ao veículo manter-se no centro de sua faixa de rolamento.
ll - Proporcionar um trecho fluente, sem descontinuidade da curvatura e esteticamente agradável.
Ill - Permitir uma variação contínua da superelevação.
São verdadeiras as afirmações:
l e ll, apenas.
l e Ill, apenas.
ll e Ill, apenas.
ll, apenas.
l, ll e Ill.
Considerando a fase de estudos preliminares de um projeto de estradas de rodagem, a elaboração do cadastro de interferências, nessa fase, deve
efetuar a averiguação em campo de todas as interferências anotadas no cadastro unificado, incluindo levantamentos topográficos precisos.
efetuar o georreferenciamento de todas as interferências anotadas no cadastro unificado de forma a permitir o levantamento dos custos de remanejamento para implantação da obra.
obter as informações disponíveis sobre as interferências existentes na região, tanto de órgãos e empresas públicas como de empresas privadas, permitindo a elaboração do cadastro unificado.
restringir sua amplitude à obtenção de informações a respeito de interferências de grande porte, com consulta à mapas, plantas e fotos aéreas, complementadas por visitas de campo.
fornecer subsídios para a determinação dos custos necessários para o remanejamento das interferências que se localizarem na área de influência direta do empreendimento.
A denominação dada às camadas da superestrutura de uma estrada, da mais externa para a mais interna, é:
revestimento, base, sub-base e leito
leito, revestimento, base e sub-base
leito, base, sub-base e revestimento
base, sub-base, revestimento e leito
sub-base, base, revestimento e leito
A figura a seguir mostra o trecho de uma curva circular em uma rodovia, com centro no ponto O:

Se o raio da curva R mede 12m e o ângulo central é de 150º, o desenvolvimento total da curva entre os pontos PC e PT vale:
6π
8π
10π
12π
15π
As principais patologias relacionadas à manutenção rodoviária podem ser sistematicamente agrupadas para os distintos subsistemas envolvidos. Assinale a opção que corresponde a uma patologia associada ao subsistema “pista de rolamento e acostamentos”
Polimento dos agregados (aspereza).
Rupturas de meios-fios, banquetas, sarjetas e descidas d'água.
Defeitos nos aparelhos de apoio.
Desgaste das tintas (faixas e placas).