

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Física moderna diferencia-se da Física aristotélica por considerar a natureza um (uma)
Em paralelo à noção de kosmos, que significa ordem e harmonia percebidas na natureza, encontra-se a noção de kaos, que é o estado da matéria anterior à organização explicado pelo seu sentido teleológico.
Não há ignorante que não saiba uma infinidade de coisas, e é sobre este saber, sobre esta capacidade em ato que todo ensino deve se fundar. Instruir (ensinar) pode, portanto, significar duas coisas absolutamente opostas: confirmar uma incapacidade pelo próprio ato que pretende reduzi-la, ou, inversamente, forçar uma capacidade que se ignora ou se denega a reconhecer e a desenvolver todas as conseqüências desse reconhecimento. O primeiro ato chama-se embrutecimento e o segundo, emancipação.
Jacques Ranciére. O mestre ignorante: cinco lições sobre emancipação intelectual. Belo Horizonte. Autêntica, 2002, p. 11-2 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima, assinale a opção correta.
Sócrates, que teria declarado "saber de nada saber", é o modelo de filósofo dos tempos mais antigos.
Ensinar é forçar o aluno a adquirir competências preestabelecidas.
O ensino é o preenchimento das lacunas de conhecimento do educando.
O ensino é sempre emancipatório.
O caráter acrítico das novas teorias na filosofia antiga levou a uma visão dogmática, fazendo que até os dias de hoje elas sejam estudadas.
Na Grécia Antiga, havia filósofos que eram estudiosos da natureza (Physis) tendo como objeto de investigação o mundo real. Buscavam explicações naturais a partir de noções aplicadas universalmente, como a de causa.
Considera-se Sócrates como o pai da ética, tendo como lema: "homem conhece-te a ti mesmo", quando, na sua época, ainda preponderavam os estudos cosmológicos.
Os filósofos desempenharam um papel de primeiro plano na trajetória que permitiu à humanidade dispor de conhecimentos metodicamente elaborados e, portando, confiáveis. Foi na Grécia Antiga que surgiu, de modo generalizado, a desconfiança em relação às explicações do universo baseadas nos deuses, na magia ou na superstição. No lugar disso, acreditava-se que a mente era capaz, apenas com seu exercício, de produzir o saber apropriado. Os filósofos gregos, dos quais Platão e Aristóteles são talvez os representantes mais conhecidos, desenvolveram os instrumentos da lógica.
Christian Laville e Jean Dione. A construção do saber. Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda.; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999, p. 22 (com adaptações)
Acerca do assunto tratado no texto acima, assinale a opção correta.
Para abordar os problemas do real ou interpretá-lo, os filósofos gregos começaram a servir-se da distinção entre sujeito e objeto e das relações entre ambos, do princípio da causalidade, do raciocínio dedutivo e do indutivo e das ciências matemáticas.
A alquimia, ciência oculta que pretendia transformar o ouro em metais, constituía instrumento da lógica
Os filósofos gregos consideraram fundamental proceder à observação empírica do real antes de interpretá-lo por meios racionais.
Foi na Grécia Antiga que nasceu o método científico baseado no encontro da especulação com o empirismo.
Com relação ao surgimento da filosofia na Grécia Antiga, operou-se uma passagem do pensamento filosófico científico para o pensamento mítico religioso.
O termo grego logos significa uma explicação em que são aduzidas razões teológicas que explicam o aparecimento do mundo pela atividade dos deuses.
Com referência ao texto acima, assinale a opção correta.
A anedota reportada por Aristóteles indica a necessidade, para o filósofo, de evitar as preocupações mundanas e se dedicar exclusivamente à reflexão.
A preocupação com a vida prática é um tópico importante da reflexão filosófica desde os tempos antigos.
O elogio a Tales não esconde a reprovação por parte de Aristóteles por ele ser capaz de enriquecer.
A pobreza é necessária à filosofia.
Observe as seguintes afirmações:
I. Verdade e falsidade são características de proposições.
II. Verdade e falsidade são características das coisas.
III. "Ser" e "não ser" são elementos componentes de proposições.
IV. "Ser" e "não ser" expressam a existência ou inexistência das coisas.
V. A verdade consiste na correspondência entre proposições e coisas.
Dentre as afirmações acima, as que expressam corretamente a concepção aristotélica de verdade e falsidade na passagem citada são apenas
I, III e V.
I, II e V.
II, III e IV.
III, IV e V.
II, IV e V.

A partir do trecho citado, é correto afirmar que a ética epicurista
busca o equilíbrio entre os desejos sensuais e as restrições espirituais.
funda sua idéia de prazer na negação do corpo em favor das alegrias do espírito.
funda-se na noção de dever impessoal de negação do corpo.
atribui ao corpo e à matéria a origem da infelicidade.
é um hedonismo que procura aliar prazer, senso de limite e serenidade.
O homem é a medida de todas as coisas. Das coisas que são o que são e das coisas que não são o que não são.
A frase acima é atribuída a Protágoras, um dos mais celébres sofistas. A partir dela deve-se inferir que um dos traços distintivos de sua filosofia é o
positivismo.
relativismo.
dogmatismo.
humanismo.
niilismo.
Essa é uma das principais teses do estoicismo.
Considere agora estas afirmações:
I. O mundo é um ser vivo, racional, animado e inteligente.
II. As naturezas dos homens são partes da natureza do todo.
III. Deus é causa do movimento do mundo.
IV. Corpo e alma se relacionam de modo incognoscível ao homem.
V. A alma humana é um fragmento da alma do Mundo.
Dentre as afirmações acima, fornecem fundamentação metafísica para a citada tese de Zenão apenas
I, III e V.
II, III e IV.
II, IV e V.
I, II e V.
I, II e IV.
Assinale o conceito aristotélico que fundamenta essas características da poesia.
Reprodução.
Verificação.
Versificação.
Argumentação.
Imitação.
Esse argumento do cético acadêmico Arcesilau, dirigido contra o estóico Zenão e sua definição de sábio, pressupõe algumas teses. Observe agora as afirmações a seguir:
I. Há uma distinção entre conhecimento e opinião na definição de sábio.
II. É possível ao sábio distinguir o verdadeiro do falso.
III. O sábio vive imune às paixões.
IV. Não é possível ao sábio distinguir o verdadeiro do falso.
V. Onde há opinião, não há sabedoria.
Dentre as afirmações acima, estão pressupostas no argumento apenas
I, II e III.
II, III e IV.
III, IV e V.
I, IV e V.
I, II e V.
Em virtude dessa descoberta do cético pirrônico, assinale qual deverá ser seu procedimento para manter-se no estado de tranqüilidade.
Afirmar que as coisas são como aparecem.
Negar que as coisas são como aparecem.
Opor a todo argumento um argumento igual.
Manter-se em absoluto silêncio e completamente inativo.
Recusar-se a reconhecer os dados sensíveis.
Assinale a afirmação que está em conflito com os comentários acima.
Não há diferença natural entre o justo e o injusto.
Existe um bem natural.
Ninguém é naturalmente justo.
Natureza e lei se complementam.
A lei reprime as paixões.
A sofística é uma arte e uma ciência. Além de um modo de ensinar, ela designa uma doutrina, tal qual a dos filósofos, diferindo da destes apenas por seus desdobramentos práticos e por suas implicações políticas.
Até agora se supôs que todo nosso conhecimento deveria regular-se pelos objetos; porém, todas as tentativas de estabelecer algo 'a priori' sobre ele, através de conceitos, por meio dos quais nosso conhecimento seria ampliado, fracassaram sob essa pressuposição. Por isso, tente-se ver uma vez se não progredimos melhor nas tarefas da Metafísica, admitindo que os objetos devam regular-se pelo nosso conhecimento (...).
O texto acima
ilustra de modo exemplar a ruptura do cartesianismo com a filosofia escolástica.
resume o ideal de conhecimento professado pelos empiristas britânicos.
resume a chamada "revolução copernicana" de Kant que serviu de orientação para a crítica da razão.
apresenta o ideal platônico de conhecimento ao propor que a filosofia se volte para os objetos do mundo intelígivel.
apresenta a orientação fenomenológica proposta por Edmund Husserl.