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O que há de fundamental e básico [neste caso] é a constituição reflexiva do poder da razão de representar, na instância da subjetividade, a realidade naquilo que ela tem de objetivo.
E com isso se fundamenta metafisicamente a apreensão lógico-matemática do real. É correto afirmar que, no parágrafo acima, Franklin L. e Silva refere-se à
importância da filosofia de Bacon para o desenvolvimento da ciência moderna.
gênese da filosofia analítica e de sua crítica às concepções correntes de linguagem.
importância da filosofia da A. Comte para a posterior constituição do empirismo-lógico.
concepção cartesiana de conhecimento que marca o pensamento moderno.
visão da Escola de Frankfurt acerca das relações entre sujeito e conhecimento.
Com as perguntas O que posso saber? e O que devo fazer? Kant caracteriza interesses da razão, que são, respectivamente:
metafísico e teológico.
antropológico e científico.
teórico e prático.
científico e religioso.
estético e psicológico.
A filosofia social dos séculos XVII e XVIII compreendia que as relações econômicas e sociais eram regidas por leis físicas e naturais, funcionando de maneira racional.
Na Crítica da Razão Pura, Kant assevera que uma das utilidades de seu empreendimento crítico consiste em
anular qualquer pretensão de se admitir um uso puro prático da razão, na medida em que limita a meros fenômenos tudo aquilo que podemos pensar.
abrir um espaço para o uso prático da razão, ao operar a transformação das idéias transcendentais regulativas em formas a priori da intuição.
limitar o uso teórico da razão aos fenômenos, ao demonstrar que a intuição e os conceitos relativos àqueles se regulam pela natureza dos objetos.
admitir o uso prático da razão, ao distinguir entre aquilo que podemos conhecer teoricamente e aquilo que podemos apenas pensar.
demolir o dogmatismo, que postula a necessidade de uma ciência que determine, a priori, a possibilidade, os princípios e o âmbito de todos os conhecimentos.
As características gerais do pensamento moderno incluem a valorização da razão como critério último do conhecimento verdadeiro e a da idéia de método ou de mathesis universales.
Certo
Errado
Existe uma identidade necessária e total entre a razão e a realidade.
Precisamos nos desfazer de todas as idéias, de todas as crenças recebidas, ou seja, libertarmo-nos de todas as tradições, de todas as autoridades, se quisermos alguma vez reencontrar a pureza nativa da nossa razão, chegar à certeza da verdade.
(A. Koyré)
É correto afirmar que, nessa passagem, Koyré se refere
à necessidade que tem o cético de permanecer em dúvida, por considerar impossível alcançar qualquer certeza.
à proposta de São Tomás de Aquino de integrar o costume à razão para obter o conhecimento das coisas.
ao momento em que Descartes precisou da dúvida para se desfazer de idéias pré-concebidas e fundar uma ciência inteiramente baseada na razão.
à continuidade do projeto renascentista de dominação da natureza que Bacon implementou no final do século XVI.
à origem da crítica da razão pura, promovida por Kant em resposta ao racionalismo do século XVII.