Questões de Concurso sobre Fonoaudiologia - Página 7 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Fonoaudiologia

 
 
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Considerando os princípios da motricidade orofacial e as especificidades anatômicas, funcionais e neuromusculares presentes nas fissuras labiopalatinas, analise as assertivas abaixo e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:


( ) A intervenção fonoaudiológica em motricidade orofacial nas fissuras labiopalatinas deve priorizar exclusivamente o fortalecimento muscular, uma vez que as alterações funcionais decorrem, predominantemente, de hipotonia orofacial residual após a correção cirúrgica.

( ) A presença de insuficiência velofaríngea estrutural não corrigida cirurgicamente limita os efeitos da terapia miofuncional orofacial isolada sobre a ressonância da fala, exigindo integração com avaliação e intervenção médica para resultados funcionais efetivos.

( ) Estratégias terapêuticas que visam à adequação dos padrões de respiração, mastigação e deglutição contribuem indiretamente para a melhora da articulação e da coordenação motora da fala em indivíduos com fissuras labiopalatinas.

( ) A estimulação sensório-motora precoce em pacientes com fissura labiopalatina não apresenta impacto significativo na organização dos padrões motores orofaciais, uma vez que as alterações estruturais impedem a adaptação neuromotora funcional.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?


A

V-F-V-F.


B

F-V-V-F.


C

F-F-V-V.


D

V-V-F-F.


E

V-F-F-V.

O Distúrbio Fonológico (DF) é uma alteração comum no desenvolvimento da fala, envolvendo dificuldades na produção, percepção ou organização dos sons de acordo com a língua. Considerando os principais aspectos relacionados à avaliação e diagnóstico do Distúrbio Fonológico, assinale a alternativa CORRETA.


A

A avaliação baseia-se unicamente em provas fonológicas, ignorando fatores auditivos, motores e psicossociais.


B

A identificação da gravidade do DF, por meio de índices como o PCC (Percentage of Consonants Correct) e o PCC-R (Percentage of Consonants Correct Revised), é essencial para determinar o tratamento adequado. O PCC é calculado a partir da produção correta de consoantes em uma amostra de fala espontânea, enquanto o PCC-R considera apenas as consoantes corretas, desconsiderando distorções, sendo a medida mais adequada para crianças de diferentes idades.


C

O DF caracteriza-se por severas malformações congênitas orofaciais, exigindo cirurgia antes da avaliação.


D

A avaliação usa apenas provas comportamentais, sem utilidade para exames como análise acústica ou eletroglotografia.


E

A prova de inconsistência de fala, que verifica a estabilidade da produção fonética, é um indicador fundamental de um prognóstico desfavorável para a criança com DF, pois sugere que a criança apresenta dificuldades significativas no planejamento fonológico, o que compromete a evolução terapêutica.

Os estudos de Albuguerque, Pernambuco e Lopes (2022) sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) destacam que as alterações da deglutição podem ocorrer em praticamente todos os pacientes ao longo da evolução da doença, exigindo intervenções multidisciplinares que priorizem segurança alimentar e redução do risco aspirativo.


Fonte: ALBUQUERQUE, K. M. F.; PERNAMBUCO, L.; LOPES, L. W. Impacto do tratamento medicamentoso na voz, fala e deglutição de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: revisão sistemática. Audiology Communication Research, v.27, e2999, p. 1-9,2022.


Considerando o caso do Senhor Marcos e a conduta fonoaudiológica para manejo da disfagia, é CORRETO afirmar que:


A

para o Senhor Marcos, a conduta ideal é manter a Gastrostomia Endoscópica Percutânea (PEG); porém, liberar ofertas orais livres (sem restrição de volume) para preservar a experiência alimentar, ao mesmo tempo em que se reduz a frequência de higiene oral, pois a exposição oral é prioritária para a qualidade de vida.


B

deve-se buscar a retomada progressiva da via oral para o Senhor Marcos, iniciando com líquidos finos e aumento gradual de consistência, combinado com exercícios intensivos de fortalecimento lingual e faríngeo para restaurar a deglutição funcional, com o objetivo de remover a PEG em curto prazo.


C

para o Senhor Marcos, está indicada a implementação imediata de manobras compensatórias ativas (por exemplo, técnica de supraglote, manobra de Mendelsohn e manobra de esforço-swallow), sem necessidade de avaliação instrumental, pois são estratégias universais que melhoram a segurança de deglutição em pessoas com disfagia neurogênica.


D

a estratégia recomendada para o Senhor Marcos é o uso rotineiro de técnicas de estimulação sensorial (térmica, tátil e gustativa) e exercícios miofuncionais intensivos visando ao aumento da força e amplitude de movimentos orofaciais, mesmo em fase avançada com atrofia e fasciculações, como forma de recuperar progressivamente a deglutição.


E

para o Senhor Marcos, a conduta mais adequada é manter alimentação enteral via PEG como principal via nutricional, priorizar medidas de manejo de secreções, higiene oral rigorosa e treinamento do cuidador; permitir apenas ofertas orais estritamente paliativas e com volumes mínimos (ex.: colheradas de textura segura) sob supervisão e com critérios clínicos, evitando reintrodução de dieta oral regular até que haja avaliação instrumental e melhora das condições respiratórias, com foco na segurança e no conforto.

O cantor Herbert Vianna sofreu, em 4 de fevereiro de 2001, um acidente com ultraleve que provocou traumatismo cranioencefálico grave. Após longo período em coma e internação hospitalar, ele despertou com sequelas neurológicas significativas, especialmente alterações na linguagem e comunicação, sendo necessário passar por reabilitação, reaprendendo a falar e a retomar habilidades comunicativas e musicais.

Estudos de Carteri e Silva (2021) apontam que, no Brasil, a cada ano, milhares de pessoas são hospitalizadas por Traumatismo Cranioencefálico (TCE): entre 2008 e 2019, a média foi de aproximadamente 131.015 internações anuais por TCE, com uma incidência de cerca de 65,5 casos por 100 mil habitantes/ano.


Fonte: SOUZA, Thiago Ramos; REGIS, Andressa Cardoso; FONSECA, Eduardo José; MOURA, Denilson Gomes; OLIVEIRA, Cláudio Moreira de; OLIVEIRA, Tagliani. Epidemiology of traumatic brain injury in Brazil. PLoS ONE, v. 16, n. 7, 2021.


CARTERI, M.; SILVA, C.S. Traumatismo cranioencefálico: uma revisão de literatura. Research Gate, Acesso em: 27 mar. 2026. , 2021. Disponível em: researchgate.net/publication/379974981_Traumatismo_Cranioencefalico_Uma_Revisao_de_Literatura.


Considerando esse cenário e os impactos de um TCE grave sobre a linguagem e a comunicação, evidenciados no caso clínico descrito no texto II, bem como a relevância epidemiológica da condição, na fase aguda pós-lesão, em relação à conduta do fonoaudiólogo responsável pela avaliação e intervenção, é CORRETO afirmar que compete ao profissional:


A

implementar protocolos intensivos de estimulação linguística previamente estruturados, considerando que a neuroplasticidade pós-lesão seria mais responsiva a intervenções padronizadas imediatas, reduzindo a necessidade de avaliação discriminativa enquanto o paciente apresenta flutuações cognitivas.


B

postergar a avaliação linguística formal até a estabilização neurocomportamental, limitando-se, na fase aguda, ao monitoramento básico do estado de responsividade. A caracterização detalhada da linguagem seria conduzida apenas após melhora cognitiva em contexto de reabilitação estruturada.


C

realizar avaliação neurolinguística inicial à beira-leito, investigando compreensão auditiva, expressão espontânea, programação fonológica, praxias orofaciais e comunicação funcional, mesmo diante da variabilidade do nível de alerta. Tal mapeamento preliminar orienta hipóteses diagnósticas e decisões terapêuticas imediatas na fase aguda do TCE.


D

priorizar exclusivamente o exame das funções motoras orais e do risco de disfagia, dada a alta prevalência de alterações de proteção de vias aéreas após TCE grave, deixando a avaliação neurolinguística para uma etapa subsequente, quando o paciente apresentar maior estabilidade clínica e cognitiva.


E

basear o julgamento clínico inicial sobretudo na observação da linguagem automática e das emissões espontâneas, assumindo que tais produções constituem indicador suficientemente representativo da integridade das redes linguísticas fronto-temporais na fase pós-coma, dispensando exploração formal das demais componentes linguísticas.

A Disfunção Temporomandibular (DTM) é reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma condição musculoesquelética de alta prevalência, afetando de 15% a 30% da população adulta brasileira, com maior incidência entre mulheres e impacto direto sobre funções estomatognáticas, como mastigação, deglutição, fala e mobilidade mandibular (Brasil, 2022). Estudos recentes também apontam que fatores musculares, articulares e psicossociais interagem no desenvolvimento e manutenção da DTM, tornando o manejo interdisciplinar um componente essencial da abordagem terapêutica (Nascimento et al., 2024).


Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção à Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.

NASCIMENTO, Lucas Mateus do; CHIANCA, Rafaelly Domingos Campos de Souza; SILVA, Ricardo Felipe Ferreira da; MENDONÇA, Luana da Rocha Alves. Estudo das diferentes formas de tratamento para disfunções temporomandibulares. Revista Ciência Plural, [S. 1.],v.10,n.2,p. 1-14,2024.


Com base nessas informações e considerando o tratamento para disfunções temporomandibulares, analise as afirmações a seguir.


I - A efetividade das intervenções em DTM é condicionada por uma avaliação integrada das funções estomatognáticas, pois padrões mastigatórios, amplitude e controle da mobilidade mandibular e características neuromusculares influenciam as opções e os resultados terapêuticos.

II - Entre as abordagens conservadoras recomendadas na literatura, destacam-se exercícios musculares direcionados, técnicas manuais e de mobilização articular, assim como medidas termoterápicas, podendo tais recursos ser combinados de forma adaptada ao perfil clínico do paciente.

III - A condução terapêutica pode ser estabelecida de maneira autônoma por profissionais treinados em terapia orofacial, desde que se mantenha uma avaliação funcional rigorosa e critérios clínicos adequados ao acompanhamento do paciente.

IV - Elementos psicoemocionais, como estressores crônicos e padrões de ansiedade, são fatores que podem modular a dor orofacial e contribuir para a manutenção ou exacerbação dos sintomas, devendo ser considerados na avaliação e no planejamento terapêutico.

V - As placas oclusais são descritas como recurso integrante do arsenal conservador para DTM, indicadas em situações nas quais se busca reduzir sobrecargas oclusais, modular atividade muscular e proteger estruturas articulares, frequentemente em combinação com outras medidas.


É CORRETO o que se afirma em:


A

I, II, IV e V apenas.


B

II, IV e V apenas.


C

I, II e IV apenas.


D

I e III apenas.


E

I, II, III, IV e V.

O processo de envelhecimento tem impacto generalizado sobre o organismo humano, ocasionando também degeneração dos órgãos vestibulares periféricos, fator que aumenta a probabilidade de deslocamento de otocônias, o qual ajuda a explicar a maior incidência de Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) em idosos. E recentemente, Hõhn, Sheldon e Bézier (2019) reforçaram a informação de que mecanismos de canalitíase no canal semicircular posterior são responsáveis pela maioria dos quadros clínicos, e que manobras de reposicionamento canalicular seguem como primeira linha de tratamento. Estas informações foram localizadas a partir da busca de fundamentação teórica para oferecer suporte terapêutico em um ambulatório público para Nilda, uma paciente de 72 anos, que relata vertigem breve e rotatória ao virar na cama e ao estender a cabeça para trás. A manobra de Dix-Hallpike evoca vertigem intensa e nistagmo torsional hiperbatido em direção ao ouvido examinado, compatível com VPPB de canal semicircular posterior por canalitíase.


Fonte: HÖHN, S.; SHELDON, M.; BÉZIER, M. Cupulolithiasis vs canalolithiasis in posterior canal BPPV: diagnostic challenges. European Archives of Oto-Rhino-Laryngology, v. 276, n. 5, p. 1531–1538, 2019.


Considerando as recomendações atuais para avaliação e manejo da VPPB, é CORRETO afirmar que:


A

a manobra de Gans deve ser reservada para pacientes sem limitações cervicais ou ortopédicas, pois exige maior amplitude de movimentos que a manobra de Epley e pode provocar instabilidade postural .


B

a presença de nistagmo geotrópico na manobra de Dix-Hallpike é característica de cupulolitíase do canal posterior e, nesses casos, deve-se dar preferência à manobra liberatória de Semont para promover deslocamento abrupto das otocônias.


C

amanobra de Epley é considerada tratamento de primeira escolha na VPPB de canal semicircular posterior por canalitíase, pois permite reposicionar as otocônias para o utrículo por meio de movimentos cefálicos sequenciais, constituindo uma técnica segura e eficaz mesmo em idosos.


D

a ausência de nistagmo objetivo durante o teste de Dix-Hallpike exclui o diagnóstico de VPPB, sendo fortemente indicativo de vertigem central mesmo quando a clínica é posicional.


E

testes posicionais específicos são necessários apenas em casos refratários às manobras repositórias, visto que a anamnese é suficiente para identificar o canal acometido na maioria dos pacientes.

O desenvolvimento da consciência fonológica é um preditor fundamental para o sucesso na alfabetização e envolve diferentes níveis de complexidade cognitiva ao longo da infância. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__) A consciência silábica costuma preceder a consciência fonêmica, sendo que a habilidade de segmentar frases em palavras surge após o domínio completo das rimas e aliterações.

(__) O estágio alfabético da aquisição da escrita é caracterizado pela compreensão da relação biunívoca entre fonemas e grafemas, independentemente das irregularidades ortográficas da língua.

(__) A consciência fonêmica, nível mais refinado da consciência fonológica, refere-se à capacidade de manipular voluntariamente as menores unidades sonoras da fala em isolamento.

(__) No desenvolvimento típico, espera-se que a criança domine as regras de acentuação tônica antes de atingir a fase de leitura logográfica, baseada no reconhecimento de pistas visuais.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, V, F, V.


B

V, V, F, V.


C

V, F, V, F.


D

F, V, V, F.

A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) é um programa de saúde pública que visa o diagnóstico e intervenção precoce da deficiência auditiva. No contexto da legislação brasileira e dos procedimentos técnicos, assinale a alternativa CORRETA.


A

O exame de Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (EOAT) é o método de escolha para a triagem inicial em neonatos sem indicadores de risco, avaliando a integridade das células ciliadas externas.


B

O diagnóstico da perda auditiva em recém-nascidos que falharam na triagem deve ser concluído impreterivelmente até o décimo segundo mês de vida da criança.


C

A Lei Federal nº 12.303/2010 torna facultativa a realização do "Teste da Orelhinha" em maternidades privadas, sendo obrigatório apenas em hospitais da rede pública municipal.


D

Neonatos com indicadores de risco para deficiência auditiva, como permanência em UTI por mais de cinco dias, devem ser triados obrigatoriamente por Impedanciometria multifrequencial.

O desenvolvimento das ações na Atenção Básica deve observar os princípios da territorialização e adstrição da clientela, visando o vínculo entre a equipe de saúde e a população local. Sobre as diretrizes operacionais da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), analise as afirmativas a seguir:


I. A adstrição de usuários deve considerar o território de abrangência, permitindo o acompanhamento da saúde dos indivíduos e famílias ao longo do tempo.

II. O número de pessoas adscritas por equipe de Atenção Básica deve ser definido conforme as vulnerabilidades socioeconômicas e o perfil epidemiológico da região.

III. A estratégia de Saúde da Família é o modelo prioritário para a expansão e consolidação da Atenção Básica no sistema público brasileiro de saúde.


Está CORRETO o que se afirma em:


A

I e II apenas


B

II e III apenas.


C

I e III apenas.


D

I, II e III.

Conforme descrito por Cesar (2021), na intervenção fonoaudiológica na afasia, a avaliação da linguagem deve abranger os seguintes aspectos, EXCETO:


A

Linguísticos.


B

Memória de trabalho.


C

Habilidade de coordenação visomotora.


D

Funções executivas.

No que se refere à fase faríngea da deglutição, assinale a alternativa INCORRETA.


A

É uma atividade sequencial rápida que ocorre em cerca de 0,5 a 1,5 segundo.


B

A proteção da via aérea durante essa fase envolve dois mecanismos principais: elevação e fechamento da laringe.


C

O fechamento esfincteriano da laringe ocorre em três níveis: pregas ariepiglóticas, pregas vestibulares e pregas vocais.


D

O esfíncter superior do esôfago permanece aberto fora da deglutição.

Segundo Marchesan (2014), as disfonias funcionais podem ser didaticamente classificadas em:


A

Leves (por lesão em somente uma prega vocal) e severas (por lesão bilateral de pregas vocais).


B

Leves (quando há somente um sintoma de alteração vocal) e severas (quando há comprometimento vocal multissintomático).


C

Primárias (quando acontecem na infância) e secundárias (quando acontecem na idade adulta).


D

Primárias (por uso incorreto da voz) e secundárias (por inadaptações vocais).

No processo fisiopatológico da presbiacusia, determinadas alterações estruturais do sistema auditivo comprometem a percepção sonora, sobretudo em frequências mais elevadas. Entre as estruturas a seguir, qual está diretamente associada à transdução mecanoelétrica responsável pela conversão das vibrações sonoras em impulsos nervosos?


A

Estria vascular da cóclea.


B

Trompa de Eustáquio.


C

Membrana timpânica.


D

Células ciliadas da cóclea.


E

Ossículos da orelha média.

Complete corretamente a frase a seguir.


Abaixo da glote, encontram-se estruturas responsáveis pelo suprimento da fonte de energia que gera os sons da fala, entre elas o(a) ____________________.


A

palato duro


B

língua


C

diafragma


D

úvula


E

lábio superior

Acerca das cavidades nasais, assinale a alternativa correta.


A

Promovem a condução do ar e realizam as trocas gasosas com o sangue.


B

Aquecem o ar por meio de anéis cartilaginosos completos.


C

Umidificam o ar inspirado e retêm partículas sólidas presentes no ambiente.


D

Impedem a entrada de alimento por meio de uma estrutura cartilaginosa móvel.


E

Conduzem o ar diretamente aos alvéolos pulmonares.

A Síndrome de Pierre Robin apresenta como tríade clínica típica:


A

Micrognatismo, glossoptose e obstrução de vias aéreas superiores.


B

Macrognatismo, anquiloglossia e obstrução nasal persistente.


C

Fenda palatina isolada, disfonia e estridor inspiratório.


D

Hipertelorismo, macroglossia e insuficiência respiratória crônica.


E

Microcefalia, laringomalácia e dificuldade de deglutição.

Na investigação da afasia, exames de imagem são utilizados para:


A

avaliar a fluência verbal espontânea.


B

caracterizar a lesão cerebral.


C

medir a prosódia da fala.


D

verificar a capacidade de soletração.


E

analisar a repetição de frases complexas.

Em pacientes com Síndrome de Stickler, a avaliação audiológica periódica é mandatória devido ao alto risco de perda auditiva decorrente de:


A

Presença de fístula perilinfática congênita de alta vazão.


B

Neuropatia auditiva por desmielinização do nervo coclear.


C

Otite média secretora recidivante e alterações da orelha interna.


D

Otosclerose com fixação progressiva da cadeia ossicular.


E

Impactação severa de cerúmen no conduto auditivo externo.

A característica fonoaudiológica cardinal e mais frequente na Síndrome Velocardiofacial (22q11.2), decorrente da hipoplasia ou insuficiência muscular do palato mole, é:


A

Macroglossia com obstrução parcial das vias aéreas superiores.


B

Anquiloglossia severa limitando a protrusão e elevação da língua.


C

Paralisia facial periférica unilateral afetando a expressão.


D

Hipernasalidade de grau variável por insuficiência velofaríngea.


E

Discinesia oromandibular com movimentos involuntários.

Os Fatores Ambientais interagem dinamicamente com os componentes de corpo e atividade. O uso de um Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) que melhora o desempenho comunicativo do paciente deve ser registrado com o qualificador positivo de:


A

Barreira.


B

Facilitador.


C

Capacidade


D

Desempenho.


E

Adaptação.

 
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