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São fases da Revolução Francesa, EXCETO:
Convenção.
Assembleia Nacional Constituinte.
Diretório.
Assembleia Absoluta.
Segundo o historiador britânico marxista Hobsbawm (1982), a economia mundial, do século XIX em diante, foi formada sob influência da Revolução Industrial britânica, mas a política e a ideologia da Idade Contemporânea foram marcadas fundamentalmente sob influência de determinada revolução social. Esta, segundo Hobsbawm, foi, diferentemente de todas as revoluções que a precederam e a seguiram, uma revolução social de massa, e incomensuravelmente mais radical do que qualquer levante comparável. Estamos nos referindo à:
Revolução Francesa (1789-1815)
Revolução Russa (1917)
Revolução Meiji (1868 - 1912)
Independência dos Estados Unidos da América do Norte (1776)
Revolução Chinesa (1949)
Observe a Imagem e leia o texto.

Foi um movimento meramente ilustrativo e não representou concretamente os anseios do povo francês.
Foi o acontecimento político e social menos significativo e irrelevante da história contemporânea.
Foi o maior levante de massas até então conhecido, que fez por encerrar a sociedade feudal, abrindo caminho para a contemporaneidade.
Não teve consequência direta com as ideias difundidas pelos pensadores dos séculos XVII e XVIII, tais como John Locke, Montesquieu e Voltaire.
A ideia de igualdade de todos perante a lei, o divórcio, os primórdios da emancipação feminina não teve relação com esta Revolução.
A Revolução Francesa começou no século XVIII e iniciou a Era das Revoluções Burguesas, fez parte do movimento revolucionário global, atlântico e ocidental que começou nos Estados Unidos em 1776 passando por Inglaterra, Irlanda, Holanda, Bélgica, Itália, Alemanha, Suíça e termina na França em 1789.
Dentre os fatores precursores da Revolução Francesa podemos corretamente destacar:
A França no século XVIII era um país exclusivamente agrário. Com o início da industrialização na Inglaterra, alguns produtos estrangeiros ocuparam o mercado francês desequilibrando as contas nacionais.
Os camponeses queriam se desprender de obrigações aos senhores, enquanto os grupos sociais médios e burgueses tendiam a romper com a divisão política da sociedade em três estados.
A reivindicação do povo em defesa dos privilégios do rei isento de contribuições e impostos pela Teoria do Direito Divino.
Por exigência do Rei Luís XVI, em nove de julho de 1789, foi anunciada a Assembleia Nacional Constituinte que deu início ao processo revolucionário.
A história permite associar fatos históricos que ocorreram em lugares e tempos diferentes, como, por exemplo, as Revoluções Francesa, de 1789, e Russa, de 1917. Assinale a alternativa em que as correlações entre ambas as Revoluções NÃO está correta.
Na Revolução Francesa, as massas populares eram representadas pelos Sans Culottes, que pertenciam aos Jacobinos e, na Revolução Russa, eram os soviets de trabalhadores, que pertenciam aos bolcheviques.
Na Revolução Francesa e na Revolução Russa, as massas populares revoltaram-se, tomando o poder da nobreza e da burguesia, a exemplo do “Terror Branco” (1794 – 1795), na Revolução Francesa, e os acontecimentos de dezembro de 1905 e janeiro de 1906, na Revolução Russa
Na Revolução Francesa e na Revolução Russa, a situação das massas era de extrema pobreza e miséria, devido à carestia dos alimentos e da exploração por parte da aristocracia rural, parasitária de origem feudal.
Tanto na Revolução Francesa como na Revolução Russa, as massas promoveram assassinatos de nobres, após assumirem o poder.
A Praça da Concórdia, antiga Praça Luís XV, é a maior praça pública de Paris. Inaugurada em 1763, tinha em seu centro uma estátua do rei. Situada ao longo do Sena, ela é a intersecção de dois eixos monumentais. Bem nesse cruzamento está o Obelisco de Luxor, decorado com hieróglifos que contam os reinados dos faraós Ramsés II e Ramsés III. Em 1829, foi oferecido pelo vice-rei do Egito ao povo francês e, em 1836, instalado na praça diante de mais de 200 mil espectadores e da família real.
NOBLAT, R. Disponível em: www.oglobo.com. Acesso em: 12 dez. 2012.
A constituição do espaço público da Praça da Concórdia ao longo dos anos manifesta o(a
lugar da memória na história nacional.
caráter espontâneo das festas populares.
lembrança da antiguidade da cultura local.
triunfo da nação sobre os países africanos.
declínio do regime de monarquia absolutista.
Observe as imagens.
O grande medo (http://www.infoescola.com/historia/grande-medo/)
Mapa sobre o grande medo (http://www.infoescola.com/historia/grande-medo/)
A opção que melhor define o grande medo é:
Fuga dos franceses dos combates durante a primeira guerra mundial, que resultou em milhares de mortos e uma grande onda de fome que matou milhares de pessoas.
Revolta dos camponeses que aconteceu no período pré-revolucionário e teve como fator preponderante a quebra da safra e a invasão da França por exércitos estrangeiros.
Fuga dos franceses durante a segunda guerra mundial. A população migrou para o sul do país e para as fronteiras norte e sul, fugindo das tropas de paraquedistas nazistas que saltaram nas principais cidades francesas.
Onda de violência e medo motivada por vários tipos de boatos, que se iniciou nas semanas posteriores à queda da bastilha. Esse movimento foi feito, na maioria das vezes, por camponeses contra os antigos nobres e suas propriedades.
A crise da monarquia absolutista na França, às vésperas da Revolução Francesa, esteve relacionada
às lutas de camponeses e trabalhadores contra o Terceiro Estado.
à crítica iluminista, que defendia a manutenção do poder do monarca.
às intenções da burguesia de usufruir dos mesmos privilégios que a nobreza.
à proposta da monarquia francesa de ampliar os privilégios da nobreza.
à tentativa da monarquia de propor a cobrança de impostos à nobreza e ao clero.
O objetivo prioritário da Revolução Francesa era:
Permitir a ascensão da burguesia no plano econômico e político.
Estimular as desigualdades sociais existentes.
Concretizar as aspirações dos camponeses, operários e artesãos.
Eliminar a influência do clero no plano político
A Revolução Francesa reflete a revolta contra uma sociedade dividida em ordens e baseada em privilégios. O mundo que os revolucionários destruíram e chamaram de “Antigo Regime” caracterizavase pelo
poder da Igreja que, junto com os nobres, explorava os camponeses que, além de cultivarem os campos, eram obrigados a participar das Cruzadas contra os infiéis do Oriente.
luxo das camadas privilegiadas, especialmente na dos burgueses que controlavam toda a produção que vinha do campo e, junto com o clero, estabeleciam os tributos a serem pagos pelos camponeses.
fortalecimento das corporações de ofícios que frequentemente estavam a extorquir os trabalhadores artesanais em detrimento dos privilégios que o clero e a nobreza gozavam.
poder absoluto da monarquia francesa, envolta em uma série de privilégios que ofendia a miséria dos pobres camponeses, membros do Terceiro Estado, obrigados a pagar a maioria dos tributos.
Que é ilegal a faculdade que se atribui à autoridade real para suspender as leis ou seu cumprimento.
Que é ilegal toda cobrança de impostos para a Coroa sem o concurso do Parlamento, sob pretexto de prerrogativa, ou em época e modo diferentes dos designados por ele próprio.
Que é indispensável convocar com frequência os Parlamentos para satisfazer os agravos, assim como para corrigir, afirmar e conservar leis.
Declaração de Direitos. Disponível em: http://disciplinas.stoa.usp.br.
Acesso em: 20 dez. 2011 (adaptado).
No documento de 1689, identifica-se uma particularidade da Inglaterra diante dos demais Estados europeus na Época Moderna. A peculiaridade inglesa e o regime político que predominavam na Europa continental estão indicados, respectivamente, em:
Redução da influência do papa – Teocracia.
Limitação do poder do soberano – Absolutismo.
Ampliação da dominação da nobreza – República.
Expansão da força do presidente – Parlamentarismo.
Restrição da competência do congresso – Presidencialismo.
Embora faça parte da Era das Revoluções Burguesas, a Revolução Francesa, iniciada em 1789, não se assemelha e, muito menos, se confunde com os demais movimentos revolucionários do período, em razão de ter permanecido restrita ao país onde se originou, de não ter sido marcada por manifestações radicais e, por fim, de ter resultado no duradouro triunfo do Antigo Regime.
Certo
Errado
Eric Hobsbawm (HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções: 1789/1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982) caracteriza a Revolução Francesa, de 1789, como a revolução de seu tempo, e não apenas como mais uma, embora a mais proeminente do seu tipo. Ela ocorreu a despeito do fato de a França ser a mais típica, uma das mais velhas e mais aristocráticas monarquias absolutas de seu tempo. O confl ito entre a ascendente burguesia francesa e as forças aristocráticas está corretamente caracterizado na seguinte alternativa:
Quase não havia conflito, pois, desde há muitos anos, os burgueses haviam enobrecido, e as forças aristocráticas tinham-se aburguesado, por isso, a Revolução Francesa foi mais do que uma Revolução Burguesa, foi um levante popular.
O confl ito francês pelo poder foi quase que inteiramente internacionalizado, a burguesia francesa contou com o apoio dos ingleses e dos norte-americanos; os nobres contavam com o apoio do clero romano, de Portugal e da Espanha.
O confl ito entre a estrutura ofi cial e os interesses estabelecidos do velho regime aristocrático e as novas forças sociais ascendentes do Terceiro Estado era mais agudo na França do que em outras partes da Europa.
Tanto a aristocracia francesa quanto as forças burguesas e populares colocavam os interesses de Estado da França acima de suas diferenças econômicas, políticas e ideológicas, por isso, quase não havia conflito.
As divergências eram tão profundas e o equilíbrio de poder entre aristocracia e burguesia tão igualmente distribuído que a Revolução levou a um impasse sem precedentes históricos, sendo resolvido por intervenção externa da Inglaterra.
“A execução de Luís XVI, em janeiro de 1793, abalou a nobreza européia. No interior da França, eclodiram revoltas (...). No exterior, formou-se a Primeira Coligação européia (...). A França foi novamente invadida. (...) Teve início então, o Período do Terror, que se estenderia até julho de 1794.” O Período do Terror, caracterizado pela radicalização do processo revolucionário, ocorreu durante a fase da (o)
Monarquia Constitucional e era chefiado por jacobinos.
Diretório e era dirigido por girondinos.
Assembleia Legislativa e era comandado por "sans - culottes".
Assembléia Nacional Constituinte e era orientado por girondinos.
Convenção Nacional e era liderado por jacobinos.
Em termos políticos, a Revolução Francesa voltou-se contra o Absolutismo, tendo sido inspirada em ideias iluministas.
Certo
Errado
O conceito de cidadania se consolidou durante a Revolução Francesa, associado aos direitos da burguesia. Cidadão era então o burguês (proprietário dos bens de produção) do sexo masculino e habitante da cidade. Como decorrência das lutas sociais, o conceito se ampliou para se vincular à questão dos Direitos Humanos – a mais formidável conquista social da humanidade, expressa na famosa Declaração da O.N.U. em 1948. Como consequência dessa ampliação, pode-se afirmar que
o Estado, enquanto instituição política, não tem obrigações relativas a questões sociais, sendo o cidadão livre para lutar ou submeter-se às leis do mercado.
o conceito de cidadania pouco mudou desde a Revolução Francesa, apesar da intensa luta de classes que marcou os séculos XIX e XX nas sociedades do Ocidente.
cidadão é o habitante da cidade, conforme a etimologia da palavra, e se refere ao fato de que nas cidades se goza de mais liberdade do que no campo.
cidadão é hoje o habitante de um país, no campo ou na cidade, desde que não seja analfabeto, o que o impede de votar.
um bom indicador do grau de cidadania de um país é o cuidado e a proteção que se dá a crianças, adolescentes e idosos, categorias frágeis que exigem políticas públicas especiais.

A partir do decreto, pode-se inferir que
O texto faz referência a um período da França revolucionária em que a Convenção, além de estabelecer o calendário republicano, em substituição ao calendário gregoriano, permitiu
a tomada do poder político pela nobreza, que organizou o Estado de modo a favorecer seus interesses, superando os entraves impostos pelo mercantilismo.
o aumento dos tributos cobrados às três ordens sociais, a fim de salvar a economia francesa, refém do crescimento desenfreado da dívida externa.
a elaboração de uma nova Constituição, que estabelecia o sufrágio universal, garantia o direito à insurreição, alimento e trabalho para todos os cidadãos.
a dissolução da Assembleia Nacional Constituinte, com maioria de membros da alta burguesia, que defendia a manutenção da monarquia constitucional.
o comprometimento do rei com a nova Constituição que abolia os privilégios fiscais e concedia aos parlamentares a regularização dos impostos.
“A Revolução Francesa é assim a revolução de seu tempo, e não apenas uma, embora a mais proeminente, do seu tipo. E suas origens devem, portanto ser procuradas não meramente em condições gerais da Europa, mas sim na situação específica da França (...)”.
HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções. Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
Sobre a situação específica da França, analise as afirmativas abaixo.
I. A França passava por uma crise política evidenciada no fato de, por um lado, o Poder Legislativo pertencer ao rei, por outro, o Parlamento deter o privilégio de reconhecer, julgar ou vetar essas leis. No entanto, o Parlamento, se alinhava às decisões do monarca. Esse fato levou ao descontentamento do terceiro estado, quando a reforma tributária proposta por Luis XVI foi aprovada pelos parlamentares.
II. A França vivenciava a recusa do terceiro estado francês em continuar a obedecer às regras de uma sociedade excludente, composta pelo primeiro estado (o clero), o segundo estado (a nobreza) e o terceiro estado (o restante da população), que barrava a ascensão até mesmo de setores da burguesia.
III. A França passava por uma crise agrícola, devido principalmente ao aumento da população, trazendo consigo carência e carestia de alimentos, passando o país a conviver com o fantasma da fome.
IV. A França enfrentava o déficit público, pois o governo gastava mais do que arrecadava, devido principalmente à má administração e aos privilégios do clero e da nobreza.
Estão CORRETAS apenas as alternativas
I e II.
I e III.
I, II e III.
II e III.
II, III e IV.