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Qual foi a primeira Bandeira hasteada em solo brasileiro?
Bandeira da Restauração.
Bandeira de D. João III.
Bandeira Real.
Bandeira da Ordem de Cristo.
Sobre a economia brasileira no século XIX, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. O açúcar até 1830 era o primeiro produto no mercado de exportação, sendo superado nas décadas seguintes pelo café.
II. A política tarifária, iniciada no Império com a Reforma Alves Branco de 1844, contribuiu para o equilíbrio entre a importação e exportação no comércio exterior, entre 1861 e 1900.
III. O Alvará de 1º de Abril de 1808, assinado por D. João VI, conseguiu dar ao Brasil um expressivo surto industrial na primeira década do século XIX.
IV. O Governo regencial promulgou em 1831, a lei que proibiu o tráfico de escravos para o Brasil, resultando na imediata interrupção da entrada de negros escravizados no país.
Somente I e III estão corretas.
Somente II e III estão corretas.
Somente I e II estão corretas.
Somente II e IV estão corretas.
Somente III e IV estão corretas.
Assinale a opção correta sobre as Capitanias Hereditárias.
Eram 15, à leste da Linha do Tratado de Tordesilhas.
Eram 15, à oeste da Linha do Tratado de Tordesilhas.
Eram 12 e não se preocupavam com a Linha do Tratado de Tordesilhas.
Eram somente 2, Pernambuco e São Vicente.
Ainda em relação ao Plano Real, implementado entre 1993 e 1994, no Brasil, o presidente da república era:
Itamar Franco.
José Sarney.
Fernando Collor.
Fernando Henrique Cardoso.
Luiz Inácio Lula da Silva.
Letrados do Brasil
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“Durante o período colonial, as universidades estiveram proibidas no Brasil, assim como a imprensa, dificultando a circulação de livros e do conhecimento. Os poucos livros que chegavam ao Brasil eram importados da Europa, não só de Portugal, como também da França e Inglaterra. O que, inclusive, exigia o conhecimento de outras línguas, em meio a uma população quase completamente formada por analfabetos.”
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(Disponível em: http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2011/03/historia-e-politica-do-ensino-superior.html.)
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Até 1808, o governo português não havia permitido a criação de faculdades e de imprensa no Brasil. Uma das justificativas para que isso não tivesse ocorrido até então é:
O embate político entre os representantes da Coroa portuguesa remanescentes ainda em Portugal, que não viam com bons olhos qualquer benfeitoria feita no Brasil.
Que havia uma proibição que intentava impedir que se desenvolvesse na colônia uma elite capaz de desenvolver um pensamento destoante do pensamento metropolitano.
O desinteresse da elite colonial de que tais reformas ocorressem, uma vez que o trânsito intenso de jovens que ia estudar na Europa era considerado como sinal exterior de riqueza.
Que o ensino superior, a impressão, a venda de livros e a vinda de docentes constituiriam um atraso na economia de Portugal, voltada apenas para a extração aurífera desde o início da colonização.
A charge a seguir se refere à gestão de Delfim Netto à frente do Ministério da Fazenda no período conhecido como “milagre econômico” (1969-1973), quando ele teria afirmado ser necessário “fazer o bolo crescer para, depois, dividi-lo”.

As opções a seguir relacionam corretamente a mensagem da charge com o “milagre brasileiro”, à exceção de uma. Assinale-a.
A charge ironiza a crença ufanista no progresso, que se beneficiou de uma situação econômica favorável, caracterizada por uma ampla disponibilidade de recursos na forma de empréstimos externos.
A charge se refere às medidas de crescimento econômico de grande investimento e impacto, como o projeto da rodovia Transamazônica, cujo objetivo foi assegurar o controle brasileiro da região e permitir sua colonização.
A charge critica a política de valorização do salário mínimo dos trabalhadores, como sendo populista, por ter estabelecido artificialmente índices de aumento salarial acima do nível da inflação.
A charge indica que a fórmula do “milagre” privilegiou a acumulação de capitais, o que ocorreu mediante uma política de investimento para determinados setores industriais e uma redução de tributos para a exportação.
A charge aponta o fracasso da distribuição social da riqueza, na medida em que o crescimento do PIB não expressou uma efetiva distribuição de renda nem a qualidade dos serviços coletivos oferecidos à população.
Em sua obra A Forma Difícil: ensaios sobre a arte brasileira (São Paulo, Editora Ática, 1996), Rodrigo Naves analisa “o esforço de Debret para ultrapassar seu dilema brasileiro, fazendo uma arte que mantivesse um vínculo com a realidade do país, sem perder de vista a dimensão crítica da postura ética neoclássica” (p. 72). Considere as seguintes interpretações da imagem abaixo:

Jean Baptiste Debret, Oficial da corte chegando ao palácio, 1822. Aquarela sobre papel.
I. A pintura mostra o Rio de Janeiro como uma capital europeizada, destacando os elementos da arquitetura moderna e a presença ostensiva do aparato estatal.
II. A imagem apresenta a simbiose existente na capital imperial entre a manifestação da pompa régia e a cultura do ócio como distinção social.
III. O quadro revela a indiferença dos senhores brancos urbanos à possibilidade de levantes armados pelos negros e negras escravizados.
Todas estão corretas.
Todas estão incorretas.
I e II estão corretas.
I e III estão corretas.
II e III estão corretas.
No ano de 1494, portugueses e espanhóis assinaram o tratado de Tordesilhas, definindo a quem pertenceriam as terras descobertas ou a descobrir. Segundo esse tratado, as terras localizadas a trezentos e setenta léguas a oeste de Cabo Verde seriam da Espanha e as terras a leste, de Portugal. A linha imaginária estabelecida pelo Tratado terminava ao sul no Estado de Santa Catarina, mais precisamente na cidade de:
Laguna.
Criciúma.
Imbituba
Tubarão.
Sobre a Invasão Holandesa no Brasil no período colonial é correto afirmar que:
Antes da União Ibérica, Portugal e Holanda eram grandes parceiros comerciais, e a criação da Companhia das Índias Ocidentais em 1621 pelo governo holandês, retomou essa parceria.
Após as guerras de invasão os holandeses devolveram propriedades e liberaram a prática da religião católica, pois pretendiam pacificar e manter no interior a população luso-brasileira, da qual dependia o funcionamento do sistema açucareiro.
O governo de Maurício de Nassau alforriou os soldados negros que haviam lutado com os holandeses nas guerras de invasão, incentivando o trabalho livre assalariado no território brasileiro, marca da moderna colonização holandesa.
A expulsão dos holandeses foi um retrocesso na história brasileira, pois a Holanda tinha interesse em desenvolver a colônia a fim de transforma-la em parceira comercial de acordo com os princípios liberais defendidos na Europa.
Os portugueses foram expulsos exclusivamente por interesses lusitanos, pois os senhores e pequenos proprietários estavam satisfeitos com o progresso que o governo holandês propiciou na região.
O Brasil no sistema colonial foi marcado por alguns ciclos da história analise os itens abaixo e correlacione as colunas:
(1) Ciclo do pau-brasil (1500 a 1530)
(2) Ciclo do açúcar (1530 até século XVII)
(3) Ciclo do ouro (século XVIII)
( ) O centro econômico desloca-se para a região Sudeste.
( ) Os portugueses construíram feitorias no litoral para servirem de armazéns de madeira.
( ) A capital é transferida para a cidade do Rio de Janeiro.
( ) A Coroa portuguesa cria o sistema de Capitanias Hereditárias para dividir o território brasileiro, facilitando a administração.
( ) Chega ao Brasil a expedição de Martim Afonso de Souza .
( ) Nesta fase os portugueses não se fixaram no Brasil.
Assinale a alternativa que demonstra a sequência CORRETA:
2-3- 2- 1- 2-3.
3- 1- 3-2- 1- 3.
3-1- 3- 2- 2- 1.
1-3- 2- 3- 1- 3.
“O desenvolvimento da região serrana de Mangaratiba está ligado à história de ocupação das terras da antiga cidade de São João Marcos que teve seu processo de povoamento originado pela necessidade de se abrir uma estrada ligando o Rio de Janeiro a São Paulo para evitar o risco do transporte do ouro pelo mar, de Paraty ao Rio de Janeiro, devido à presença de piratas. Esse caminho ficou denominado como “Caminho Novo” e, mais tarde, transformou-se na “Estrada Real de Santa Cruz”. (adap.)
O texto refere-se a episódios ocorridos por volta de:
1650
1690
1730
1830
1890
A emancipação política realizada pelas categorias dominantes interessadas em assegurar a preservação da ordem estabelecida, cujo único objetivo era romper o sistema colonial no que ele significava de restrição à liberdade de comércio e à autonomia administrativa, não ultrapassaria seus próprios limites.
(Emília Viotti da Costa, Da Monarquia à República: momentos decisivos)
Sobre os “próprios limites” nos quais a autora faz referência, é correto afirmar que
a independência brasileira concretizou-se em uma conjuntura desfavorável para a economia do país, porque a produção cafeeira paulista perdia, progressivamente, o domínio sobre os mercados europeu e norte-americano.
a abertura dos portos e a permissão para a produção de manufaturas fortaleceu um grupo de grandes industriais-comerciantes do Rio de Janeiro e enfraqueceu os projetos colonialistas das elites portuguesas.
as condições econômicas favoráveis do Brasil, em função da produção de açúcar e algodão da Bahia e de Pernambuco, foram decisivas para o rápido rompimento das relações coloniais com Portugal.
mesmo com a emancipação política do Brasil, a escravidão foi mantida e houve a continuidade da dependência de uma estrutura colonial de produção, com a passagem da dependência portuguesa para a tutela britânica.
o longo processo de emancipação política gerou destaque para a atuação política das elites nordestinas, o que conferiu às ricas capitanias dessa região a hegemonia política do Brasil independente.
Quando os europeus chegaram ao Brasil no século XVI encontraram toda uma população de nativos já estabelecida no território. Foi uma consequência patológica desse encontro étnico:
A imposição da fé cristã-católica aos nativos por meio da presença de padres jesuítas entre os colonizadores.
A intensificação das relações de trocas materiais entre os europeus e os nativos americanos, como foi o caso do “Pau Brasil”.
A morte de dezenas de milhares de nativos em função da ausência de imunização natural diante das doenças trazidas pelos europeus.
A imposição do poder português sobre os nativos em busca do domínio das riquezas territoriais, o que levou a verdadeiras carnificinas indígenas em solo brasileiro.
“As teorias e práticas mercantilistas estão inseridas no contexto da transição do Feudalismo para o Capitalismo, possuindo ainda características marcantes das estruturas econômicas feudais e já diversos fatores que serão mais tarde identificados com características capitalistas, não sendo nenhum dos dois sistemas, no entanto. O termo mercantilismo define os aspectos econômicos desse processo de transição. Se o mercantilismo tem sua contraparte política no Estado absoluto, no campo social tem relação com a estrutura social comumente conhecida como sociedade do Antigo Regime.” (SILVA, Kalina V. & SILVA, Maciel Henrique. “Dicionário de conceitos históricos”. São Paulo : Contexto, 2009, p. 283-284). Das práticas apresentadas abaixo, qual não pode ser identificada como pertencente ao mercantilismo:
Metalismo.
Protecionismo alfandegário.
Incentivo às manufaturas.
Balança comercial favorável.
Liberalismo econômico.
Considerando uma possı́vel relação entre as definições de mercantilismo e liberalismo, é correto afirmar que:
São formações paralelas, pois ambas tem em seu berço o papel do absolutismo e da participação da monarquia em suas estruturas ideológicas.
São diametralmente opostas em relação a participação e ao papel do Estado nas decisões econômicas possı́veis dentro da sociedade.
Possuem conflitos no que se refere a questões de ordem moral e ética, pois uma tem suas origens nas religiões que amparavam o absolutismo e a segunda é de ordem laica.
Ambas, no papel, possuem muitas semelhanças, porém suas contradições se iniciam ao serem postas em prática.
Com base nos trechos citados, assinale a opção que interpreta corretamente a legislação brasileira sobre a questão agrária, entre 1934 e 1964.
Em I e II, o Estado é considerado agente regulamentador da distribuição da propriedade fundiária.
Em I, o direito de propriedade é garantido, enquanto em II é questionado, a favor da Reforma Agrária.
Em I, reconhece-se o direito de usucapião como forma de desestruturar os latifúndios rurais.
Em II, a tenência da terra é desvinculado de seu uso, aumentando as propriedades destinadas a fins não produtivos.
Em I e II, o reconhecimento da função social da terra legitima a expropriação fundiária pelos movimentos sociais rurais.
Em meados do século XVI, Portugal começou a implantar no Brasil um sistema produtor açucareiro, cuja fase, áurea abrangeu da segunda metade desse século, até o final do século XVII, com o apogeu entre 1570 e 1650.A implantação da lavoura canavieira no século XVI, no Brasil, a fim, de criar condições adequadas à ocupação e exploração econômica da colônia, pode ser associada dentre outros aos fatores abaixo: EXCETO.
A cana-de açúcar, cultivada no Mediterrâneo, foi levada pelos portugueses para os arquipélagos atlânticos e dali transplantada para o Nordeste brasileiro;
Abundância de terras, escassez de mão-de-obra, gastos elevados inclusive som a defesa, conduziram à lavoura em larga escala e escravista;
Condições geográficas favoráveis: clima quente e terras em abundância
Até à época das invasões holandesas (séc.XVII), a lavoura do açúcar dependeu quase que exclusivamente dos índios escravizados e dos trabalhadores livres lusos.
Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade – daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro. Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes de tudo expressões legítimas de um fundo emotivo extremamente rico e transbordante.
(Sérgio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil. Adaptado)
De acordo com o autor, a origem histórica da cordialidade está no meio
urbano, relacionado às cidades da mineração.
rural e patriarcal, relacionado ao latifúndio escravista.
comercial, relacionado às grandes navegações.
aristocrático, relacionado à nobreza metropolitana portuguesa.
real, relacionado ao poder da Coroa portuguesa.
Na Guerra dos Mascates, mesmo que tenha como motivações iniciais fatores econômicos, é considerada uma revolta nativista, pois:
Ocorreu o confronto entre os donos de terra nativos do Brasil endividados com os comerciantes portugueses da recém-criada vila de Recife, pois os primeiros não estavam satisfeitos com o favorecimento da coroa aos comerciantes.
Por culpa dos mascates pressionarem os fazendeiros, obrigando-os arrendarem suas terras como forma de pagamento das dıvidas que tinham feito em decorrência do bloqueio comercial sofrido pelos fazendeiros nativos pela coroa portuguesa.
Houve favorecimento da coroa aos fazendeiros diante do fato de que estes eram quem produziam a maior parte das riquezas que sustentava a coroa, frente aos comerciantes, ou mascates, que não estavam satisfeitos com esse favorecimento, obrigando a criação da vila de Recife através de pressão violenta.
Por culpa da invasão do território pelo holandeses e o comprometimento que isso causou ao comércio existente pelos comerciantes portugueses, exigindo intervenção da coroa portuguesa.
O século XVII aproximava-se do fim quando as primeiras notícias da descoberta de grandes minas de ouro começaram a surgir na América Portuguesa. A primeira notícia segura a respeito do metal precioso surgiu em 1693 com o paulista Antônio Ruiz de Arzão, após uma expedição às terras que hoje correspondem ao seguinte estado:
Bahia.
São Paulo.
Minas Gerais.
Rio de Janeiro.