

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As visões eurocêntricas, a partir de superioridade racial e intolerância das ideias religiosas, acompanharam e justificaram a violência da dominação das potências ocidentais durante o imperialismo do século XIX.
Sobre este fenômeno histórico, assinale a alternativa correta.
Os europeus sustentaram a igual capacidade civilizatória de todos os grupos étnicos, combatendo a afirmação da existência de uma “raça degenerada”
Defenderam o propósito de “missão civilizatória” e o progressivo branqueamento da população, como resultado da miscigenação e imigração europeia
Ampliaram as concepções europeias, ao propor que a miscigenação racial favorecia as trocas culturais, fazendo mais rica a cultura de cada nação, mesmo na forma de tribo
Tolerância cívica, verificada no respeito ao contato com o outro, com vistas a manter seus hábitos e valorizar suas culturas
A repartição da África foi um projeto civilizador europeu, que, para ser estabelecido, exigiu a destruição social das oligarquias locais
Na segunda metade do século XIX teve início o ______________________, caracterizado pela repartição, exploração e colonização do continente entre as potências europeias. O marco do imperialismo aconteceu com a ______________________, realizada entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885. Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas:
Avanço Asiático / Partilha do Oriente.
Imperialismo na América / Conferência de Haia.
Imperialismo na África / Conferência de Berlim.
Imperialismo na África / Conferência de Genebra.
Recesso Ambiental / Conferência de Paris.
Leia o texto abaixo:
O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995
O domínio dos europeus [...] sobre a África se estendia, também, sobre a cultura dos povos. Como ocorreu com os indígenas na América, foi necessária tentar justificar as ações colonizadoras como sendo uma forma de levar o processo civilizatório a esses povos, pois eram considerados primitivos. Isso provocou uma mudança significativa, como por exemplo, a língua local foi suprimida pelo uso obrigatório da língua do colonizador. Modificou-se, também, a forma de educação dos povos colonizados, com o intuito de desfazer crenças e costumes locais, a fim de facilitar a dominação [...].
SUZUKI, A.M.; SANTOS, J.E.; MENEZES, H.A. O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995. Disponível em:<https://periodicos.set.edu.br/cadernohumanas/article/view/2266> Acesso em: 18 fev. 2022.
A partir do texto, pode-se constatar como uma justificativa usada pelas nações europeias para promover o Imperialismo no continente africano, no fim do século XIX e início do século XX:
A crença dos europeus de que era preciso aprender com os diferentes para evoluir.
A ideia de que os povos africanos poderiam aperfeiçoar a religião católica.
A concepção de que os europeus tinham a missão de “civilizar” outros povos.
O receio de que as nações africanas atacassem militarmente a Europa.
O desejo de transformar a África em uma potência mundial e independente.
A Conferência de Berlim ocorreu entre 15 de novembro de 1884 a 26 de fevereiro de 1885. A razão imediata para a Conferência de Berlim foi:
A ganância dos Estados Unidos pela exploração da África.
A inveja do rei da Bélgica, Leopoldo II, em relação à sua prima, a rainha Vitória da Grã-Bretanha, que detinha um grande império.
A vontade dos africanos de se se verem livres dos conflitos interétnicos, ainda que sob a tutela de alguns países europeus.
A necessidade do fim do tráfico de escravizados africanos para as Américas.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os fatores relacionados à política imperialista norte americana.
Coluna 1
1. Política do Big Stick.
2. Diplomacia do Dólar.
3. Doutrina Monroe.
Coluna 2
( ) Antevê o impedimento da invasão dos países americanos por europeus.
( ) Tinha a característica de evitar conflito e mostrar o poderio militar.
( ) Carregava o pressuposto ideológico do Destino Manifesto dos Estados Unidos.
( ) Promoção no exterior por meio do incentivo ao investimento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
3 – 1 – 2 – 1.
1 – 2 – 3 – 3.
2 – 3 – 1 – 2.
2 – 1 – 3 – 2.
3 – 1 – 3 – 2.
Sobre o Imperialismo, movimento de expansão e exploração colonial das grandes potências sobre os povos considerados atrasados, ocorrido no século XIX, podemos afirmar que:
Foi um processo de ocupação territorial e econômica praticada pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.
As potências imperialistas desejavam conquistar as matérias-primas e mercados consumidores dos países colonizados.
Baseados no Darwinismo social, os europeus acreditavam que todos os povos eram iguais e pretendiam levar investimentos aos países menos desenvolvidos.
Os conquistadores fizeram a ocupação colonial, sem precisar cooptar nenhum tipo de liderança política nativa.
Entre as principais potências imperialistas do período, destacaram se: Inglaterra, França, China e Alemanha.
Sobre o imperialismo exercido pelos Estados Unidos na América Latina, julgue as afirmativas a seguir, a partir do livro A formação das nações latino-americanas, de Maria Lígia Prado (1994).
I. Durante o século XIX, houve não apenas uma corrente nos Estados Unidos que defendia, em nome do “Divino Manifesto”, a absorção de Cuba ao país, como também em Cuba se desenvolveu um seguimento político que propunha sua anexação ao sul escravista dos Estados Unidos.
II. No período pós-independência, o ensino da língua inglesa e da história dos Estados Unidos passou a ser obrigatório em Cuba.
III. Ao contrário do que aconteceu em Cuba, onde houve intervenção direta dos Estados Unidos, o domínio norte-americano na Nicarágua se deu apenas na forma de apoio político e econômico a governos aliados.
IV. A exemplo do que ocorrera com o Panamá, os interesses imperialistas norte-americanos sobre a Nicarágua se associavam, também, à construção de um canal que ligaria o Atlântico ao Pacífico.
Estão CORRETAS:
Apenas as afirmativas I e II.
Apenas as afirmativas I, II e III.
Apenas as afirmativas I, II e IV.
Apenas as afirmativas II, III e IV.
Apenas as afirmativas I, III e IV.
É correto afirmar que a crise do neocolonialismo
permitiu o avanço do capitalismo à medida em que encerrou a era mercantilista e o predomínio de Portugal e Espanha no comércio ultramarino.
consolidou a política expansionista europeia, sobretudo inglesa, em territórios africanos permitindo o controle sobre a região.
possibilitou a emergência do Imperialismo, fator determinante para a ocorrência da Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918.
impediu que nações europeias, como França e Bélgica, avançassem sobre as conquistas inglesas ocorridas no século XVIII.
iniciou forte processo de independência no continente africano a partir do fim da Segunda Guerra Mundial e do começo da Guerra Fria.
Leia o texto e julgue as asserções a seguir.
"O imperialismo é filho da industrialização. Nos países ricos, onde o capital abunda e se acumula rápido, onde a indústria se expande de modo constante, ( ... ), onde a agricultura inclusive deve mecanizar-se para sobreviver, as exportações constituem um fator essencial para a prosperidade pública e as oportunidades para o capital e a demanda de mão-de-obra refletem a magnitude do mercado externo."
Jules Ferry, Primeiro-Ministro da Franga na década de 1880. Citado por CLOUGH, S. B. e MOODIE, C. G., História Econômica de Europa, Editorial Paidos, pag. 167.. In: AQUINO, R. S. L. de. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais.
I. A expansão de mercados em regiões da Ásia passou, necessariamente, pela superação de barreiras aduaneiras locais; na Índia, esse processo foi marcado pela Revolta dos Sipaios de 1857, quando, sob a liderança sultão Bahadur Shahsendo, soldados indianos ao serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais conseguiram suprimir os grupos monopolísticos franceses e chineses que controlavam, sob forte inspiração mercantilista, o comércio local.
II. Diferentemente do colonialismo dos séculos XV ao XVIII, que dependia menos de intercâmbio de matérias-primas e manufaturados entre o Novo e Velho Mundo do que da circulação de moedas, o imperialismo dos séculos XIX e XX orientava-se sobretudo pela busca de mercados consumidores por onde pudessem escoar os produtos industrializados das potências europeias.
III. Processo puramente econômico, sinalizador do processo de acentuada financeirização das economias globais, as incursões dos países europeus na África, Ásia e América Latina prescindiram de justificativas civilizatórias e filantrópicas que, em outros contextos, como o do tráfico atlântico de escravos, forneceram o aporte ideológico para a legitimação da ação europeia.
IV. A abertura do Japão ao imperialismo ocidental foi realizada pelos Estados Unidos, quando, em 1854, uma esquadra comandada por Matthew Perry obrigou o Xogum a conceder aos norte-americanos o direito de comerciar através de portos de Shimada e de Hakodate.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
II.
I, II e III.
II, IV.
II, II e IV.
IV.
A economia mundial deixara totalmente de ser, como fora em meados do século XIX, um sistema solar girando em torno de uma estrela única, a Grã-Bretanha. […] Um certo número de economias industriais nacionais agora se enfrentavam mutuamente. Sob tais circunstâncias a concorrência econômica passou a estar entrelaçada com as ações políticas, ou mesmo militares do Estado. […] Do ponto de vista do capital, o apoio político passaria a ser essencial para manter a concorrência estrangeira à distância. […] Do ponto de vista dos Estados, a economia passou a ser desde então tanto a base mesma do poder internacional como seu critério.
(Eric J. Hobsbawm. A era dos Impérios, 1988. p. 437- 438)
O texto refere-se à conjuntura histórica às vésperas da Primeira Guerra Mundial, que teria contribuído para a sua eclosão na medida em que
as grandes corporações econômicas procuravam explorar politicamente a ideologia nacionalista no combate às organizações socialistas multinacionais.
a vinculação de governos economicamente fortalecidos com forças produtivas de grande dinamismo multiplicava no mundo as áreas de conflito.
as disputas por mercados consumidores de produtos industriais e fornecedores de matérias-primas impediam a formação de alianças entre os países.
as independências das nações colonizadas da África e da Ásia prejudicavam a continuidade do crescimento econômico dos países imperialistas.
a exigência de proteção política das economias nacionais promoveu a ascensão de regimes ditatoriais nas nações economicamente desenvolvidas.
Considere o texto a seguir.
“O capitalismo não pode ser entendido meramente como um comércio de mercado, tampouco como um sistema de produção baseado em trabalho remunerado. O capitalismo também é um produto da imaginação. O desenvolvimento do capitalismo foi ao mesmo tempo um processo histórico, que originou novos mercados para o trabalho e bens de consumo, e um processo ideológico, que fez com que tais mercados parecessem “naturais”.
(BURBANK, Jane, COOPER, Frederick. Impérios. Uma nova visão da história universal. SP: Planeta, 2019. Pp. 290)
É correto afirmar que este texto
prioriza uma interpretação economicista do processo histórico, destacando sua naturalização e desviando-se de uma leitura próxima ao materialismo histórico.
conclui que o capitalismo não se reduz ao modo de produção em suas relações materiais, relativizando a influência das interpretações marxistas.
enfatiza a linha que opõe as etapas do capitalismo comercial e do capitalismo industrial, concordando com uma interpretação liberal sobre o fenômeno.
destaca a menor importância das relações materiais para a compreensão do fenômeno capitalista, reforçando os argumentos da interpretação marxista.
aponta a pouca relevância do trabalho livre e assalariado para a configuração do capitalismo, concordando com a interpretação dualista.
Realizada na Ásia, a Conferência de Bandung foi um marco no processo de descolonização, sobretudo pela solidariedade dada às lutas pelas independências.
Certo
Errado
As potências europeias, para garantir matéria-prima, ocuparam os territórios contidos no continente africano. Logo depois, promoveram a partilha do continente entre os principais países europeus da época, dando direito de explorar a parte que coube a cada nação. A divisão do continente africano foi consolidada através de um acordo realizado em 1885. Esse evento contou com a participação da Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha e foi executado na:
Conferência de Bandung.
Conferência de Munique.
Conferência de Berlim.
Conferência de Estocolmo.
Conferência de Moscou.
Na África, os franceses foram derrotados na guerra de independência argelina.
Certo
Errado
Documento 1: “A África não é uma parte da história do mundo. Não tem movimento, progresso a mostrar, movimentos históricos propriamente dela” (Hegel, em 1830).
Documento 2: “Estes povos nada deram à humanidade. E deve ter havido qualquer coisa neles que os impediu. Nada produziram. Nem Euclides, nem Aristóteles, nem Galileu [...]” (Pierre Gaxotte, em 1957)
Considerando a melhor forma de empregar essas fontes históricas em sala de aula conforme as pesquisas já realizadas no campo, assinale a alternativa INCORRETA.
É possível relacionar as perspectivas dos autores com algumas perspectivas similares ainda existentes na atualidade para mostrar as permanências.
Contextualiza-se historicamente cada autor ou solicita-se ao aluno que ele mesmo faça uma pesquisa inicial sobre o assunto.
Destaca-se para o aluno que existem diferentes versões na história e que todas devem ser respeitadas.
Inicialmente, é possível indagar aos alunos sobre se concordam ou não com os trechos em questão e fazer com que produzam um texto crítico sobre as fontes.
É possível tomar outras fontes, contrárias a tais perspectivas, ajudando o aluno a construir uma crítica em relação às fontes mencionadas.
O processo de descolonização iniciou-se na África e depois alcançou a Ásia.
Certo
Errado
Se trata, de uma teoria desenvolvida no século XIX, pelo filósofo inglês Herbert Spencer, que utilizou dos escritos de Darwin para trazer uma explicação racista sobre a evolução da sociedade.
A propósito do trecho acima, julgue as seguintes frases abaixo.
I-O texto refere-se à teoria do darwinismo social, que acreditava que a evolução da sociedade é a mesma aplicada à evolução das espécies.
II-A teoria descrita no texto era usada para defender a ideia de que negros, mestiços, indígenas e asiáticos seriam inferiores aos europeus.
III-As ideias a que se refere o texto tiveram repercussão na sociedade brasileira do século XIX sendo que, na ocasião, para alguns políticos e fazendeiros, os negros deveriam ser substituídos por brancos "mais capacitados".
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões):
I, II e III.
Apenas II e III.
Apenas III.
Apenas I e III.
Apenas I e II.
Assim como outros países e territórios da Ásia, o Japão foi uma das conquistas coloniais no continente.
Certo
Errado
“A África foi, provavelmente, o continente que mais sofreu com a devastadora ação do Imperialismo (...).”
(BRUIT, Héctor H. Bruit. O Imperialismo. Atual Editora. SP. 2ª edição. 1987. P.14.)
Destaca-se corretamente como interesse das potências imperialistas sobre a África no decorrer do século XIX:
conquistar áreas estratégicas para instalar indústrias e explorar a mão de obra local
conquistar a África do Sul, rica em petróleo, fundamental para a indústria petroquímica
conquistar o Canal de Suez, que ligava o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho
conquistar o norte africano, de domínio do Império Turco, através de acordos comerciais
“Neste sentido, o ‘novo imperialismo’ foi o subproduto natural de uma economia internacional baseada na rivalidade entre várias economias industriais concorrentes, intensificada pela pressão econômica dos anos 1880.”
(HOBSBAWM, 1992. P. 101.)
O trecho anterior retrata um evento importante do século XX. NÃO há relação com tal evento:
Houve uma acirrada disputa entre as burguesias nacionais, que extrapolou o campo econômico.
A crise de superprodução foi responsável pelos países industriais ampliarem os seus mercados e por conquistas fora do continente europeu.
O protecionismo, a expansão do mercado, o nacionalismo e as rivalidades decorrentes de guerras de unificação levaram aos choques bélicos na Europa.
O comércio produzia alta rentabilidade para os países europeus, pois a expansão ultramarina dos séculos XV e XVI descobriu novas rotas e fontes de exploração de matéria-prima.