Questões de Concurso sobre Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

 
 
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No processo de ocupação do território brasileiro, durante o período da colonização portuguesa, três centros urbanos se destacaram, por fazer parte da primeira Rede Urbana Nacional, formando uma hinterland, que funcionava como importante canal de escoamento de mercadorias que se destinavam à exportação.


Os três centros urbanos foram:


A

Salvador, Recife e Aracaju.


B

São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.


C

Rio de Janeiro, Salvador e Maragogipe.


D

Salvador, Cachoeira e Maragogipe.


E

Santo Amaro, Maragogipe e Santos.

A Inconfidência Mineira, ou Conjuração Mineira, foi uma tentativa de revolta abortada pelo governo em 1789, em pleno ciclo do ouro, na então capitania de Minas Gerais, no Brasil, contra, entre outros motivos, a execução da derrama e o domínio português.


Foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial.


(https://www.sohistoria.com.br)


Dentre as alternativas abaixo, assinale a que corretamente relaciona o movimento da inconfidência mineira ao contexto externo


A

A inconfidência refletiu os ideais do socialismo utópico


B

A inconfidência refletiu o ideário da ilustração


C

A inconfidência refletiu o ideário do realismo socialista


D

A inconfidência refletiu o ideário jacobinista francês

Segundo dados do IBGE, a história do desbravamento do atual Município de Maricá remonta às últimas décadas do século XVI. Suas origens permanecem ignoradas, sabendo-se apenas que os primeiros colonizadores aí chegaram graças à doação de sesmarias, concedidas na faixa litorânea, compreendida entre Itaipuaçu e as margens da lagoa. Pelo decreto estadual nº 18, de 27 de dezembro de1889, foi elevado à condição de cidade com a denominação de Maricá.


Sobre a elevação de Maricá à condição de cidade, é correto afirmar que ocorreu no século:


A

XVI (período colonial).


B

XVIII (período imperial).


C

XVIII (período republicano).


D

XIX (período imperial).


E

XIX (período republicano).

De acordo com Bittencourt (2006), e com relação às invasões francesas no Rio de Janeiro e no Maranhão, é correto afirmar que:


A

foram iniciativas do governo da França, cuja estratégia estava voltada para seus interesses no Brasil, afirmando que o mundo não estava dividido entre Portugal e Espanha.


B

a colonização do Brasil foi interesse de Portugal, que pretendia proteger a rota de seu comércio com toda a América do Sul.


C

Portugal não disponibilizou recursos para expulsar os invasores e proteger os núcleos de colonização portuguesa, tendo esse país que recolher mais impostos da Colônia para suportar os custos com armas e navios.


D

a reação portuguesa no Rio de Janeiro ocorreu quando o Governador Tomé de Souza, em 1560, atacou o Forte de Copacabana com uma força naval (soldados e índios) que trouxera da Bahia.


E

em 1614, uma força naval comandada por Jerônimo de Albuquerque chegou ao Maranhão para combater os franceses. Esse grupamento pode ser considerado a primeira força naval comandada por um brasileiro.

"Empenhados em imprimir a marca da metrópole na colônia, os jesuítas tentavam transformar os nativos em cristãos. Essa era a missão. A recém fundada Companhia de Jesus, ao invés de cristianizar mouros em Jerusalém, preferiu fazê-lo na América."

PRIORE, Mary Del. Histórias da gente brasileira: volume 1: colônia. Rio de Janeiro: LeYa, 2016. Pp 55/56


O trecho trata dos jesuítas e da Companhia de Jesus. Com base nos seus conhecimentos sobre essa instituição, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - A Companhia de Jesus foi fundada por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados por Santo Inácio de Loyola, durante a conjuntura da Contrarreforma, visando à difusão da religião católica por diversos locais do mundo.


PORQUE


II - Os jesuítas vieram ao Brasil com a missão de catequizar os indígenas e disseminar o catolicismo, porém eles tiveram diversas desavenças com os colonos, uma vez que os jesuítas opuseram-se à escravidão indígena.


Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.


A

As asserções I e II são proposições falsas.


B

As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.


C

A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.


D

A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.


E

As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

Tema constantemente retomado na História do país e do estado, o ensaio de sedição ocorrido em 1788-89 em Minas Gerais é, talvez, um dos fatos históricos de maior repercussão e conhecimento popular, largamente presente, tanto no imaginário político nacional quanto no sistema escolar fundamental e médio. Marcada desde suas origens por uma série de vicissitudes a ela exteriores ou extemporâneas, a Inconfidência Mineira precisa, hoje, ser submetida a um “jogo de luz” que distinga e identifique com mais clareza o que é próprio do evento e – sem propriamente desprezar ou descartar – o que é fruto da ação do tempo e das práticas sociais em suas “leituras” e “releituras” sobre o evento. O que se procura fazer nesse trabalho, é recuar no tempo e retomar em sua historicidade alguns aspectos da natureza, sentido e alcance das fontes que nos informam sobre o evento, bem como investigar como se deu sua apropriação e exame pela historiografia ao longo do tempo, bem como sua disseminação no sistema escolar.


(João Pinto Furtado. “Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica”. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História.)


Para o autor do artigo citado, a Inconfidência Mineira era


A

um movimento bastante heterogêneo no que se refere ao lugar social e às motivações econômicas dos participantes e quanto às ideias que alimentavam o projeto sedicioso, no qual não cabia a presença de contraposição de dicotomias interpretativas, como interesses públicos x privados.


B

uma revolta dirigida por burocratas luso-brasileiros em aliança com pequenos e médios proprietários mineiros, interessados em romper laços com Portugal por causa do Alvará de 1785, que proibia as manufaturas no Brasil.


C

uma insurreição armada, liderada pelo Regimento de Cavalaria de Minas, que pretendia a separação de Minas Gerais e do Rio de Janeiro de Portugal e o estabelecimento de uma República semelhante à organizada em Pernambuco durante o domínio holandês no século XVII.


D

uma revolução social com múltiplas lideranças populares, principalmente da guarda paga de Minas Gerais, que questionava a escravidão africana e indígena e discordava dos privilégios oferecidos aos portugueses em relação aos principais cargos da magistratura.


E

uma rebelião organizada pela elite mais esclarecida de Minas Gerais, formada por grandes mineradores e comerciantes-financistas e que pretendia retirar a capitania do jugo português, principalmente por causa da opressão fiscal, representada pelo aumento constante de tributos sobre o ouro.

Leia o que o cronista colonial Gabriel Soares escreveu em Tratado descritivo do Brasil, de 1587, a respeito da segurança militar de Salvador:


“[...] porque [a cidade] pode ser socorrida por mar e por terra de muita gente portuguesa até a quantia de dois mil homens, de entre os quais podem sair dez mil escravos de peleja, a saber: quatro mil pretos da Guiné e seis mil índios da terra, mui bons flecheiros, que juntos com a gente da cidade, se fará mui arrazoada exército”. (SOUSA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil, 1587, p.140-141 [adaptado])


O trecho acima deixa evidente que:


A

as ameaças estrangeiras eram reais em um período de consolidação do poder luso e entre os escravos havia aqueles com funções e privilégios diferentes.


B

a escravidão negra e escravidão indígena conviveram durante o século XVI e foram essenciais não só para a produção, mas para a manutenção do domínio da terra.


C

que a desproporção entre homens livres e escravos obrigava os lusos a fazerem alianças militares com os indígenas a fim de poderem contar com sua força militar.


D

que os portugueses seriam capazes de oferecerem cargos militares a seus próprios escravos a fim de defenderem as lavouras de cana-de-açúcar no Nordeste colonial.


E

o caráter doce e flexível da escravidão portuguesa na América pois conferia aos escravos um papel central nas guerras coloniais.

A partir da década de 1530 teve início a fase do período do Brasil Colonial que se estendeu até


A

o final do século XV


B

o início do século XVI


C

o início do século XIX


D

o final do século XX


E

o início do século XV

“(...) as famílias da elite, muito menos temerosas do que poderia se supor, viam umas nas outras, possíveis aliadas para ‘uma maior participação’, manutenção e manipulação do poder político. Sendo muitos dos envolvidos na administração local portadores de títulos militares, concluímos pela existência de uma relação unívoca entre títulos honoríficos e militares e as elites políticas locais, ou seja, as principais famílias detinham o monopólio do poder local, na câmara e na administração militar das tropas auxiliares e de ordenanças”. (Isis Messias da Silva, Revista Vernáculo, nº 14 - 15 - 16, p. 21–50).


O trecho acima traduz:


A

a enorme dependência das elites quanto aos cargos administrativos, fazendo com que uma aparente autonomia seja na verdade evidência da submissão à Metrópole.


B

a grande autonomia das elites locais que, ao se apropriarem dos cargos administrativos, neutralizavam a influência da Coroa nas cidades da América portuguesa.


C

a necessária cooptação das elites locais através das honras e privilégios associados aos cargos administrativos, evitando revoltas coloniais e legitimando o poder da Metrópole.


D

a incapacidade da Coroa portuguesa de neutralizar a influência das famílias aristocratas coloniais e desenvolver o colonialismo de cunho mercantilista.


E

a impossibilidade de se fazer cumprir os desígnios reais nas regiões mais afastadas do império português, ficando sempre dependente das aristocracias locais.

Analise o trecho a seguir.

“Ainda no início dos oitocentos, em vários países europeus, a educação passou a ser vista como competência do Estado [...]. Foi também nesse momento que a História, como campo do conhecimento, começou a apresentar maior sistematização em termos da investigação e de seus métodos [...]. [...] foi somente com esse processo, passo importante para a constituição da História científica, que foi possível a sua escolarização, isto é, sua transformação em disciplina escolar”

FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História e Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. p 23-24.


A História, enquanto disciplina escolar no século XIX, ganhou posição central no conjunto das disciplinas escolares porque


A

era disciplina orientada diretamente pelos historiadores de ofício, ciosos de suas responsabilidades com a formação das crianças e jovens.


B

ganhou o estatuto de ciência, já que, enquanto conhecimento científico, possuía um método de investigação preciso e isento.


C

tinha como papel apresentar às crianças e aos jovens o passado glorioso da nação e os feitos dos grandes vultos da pátria.


D

usava metodologia em que pesquisadores e estudantes escolares exploravam, em seus trabalhos, fontes não oficiais.

Dados econômicos têm demonstrado que, entre o final do século XVII e o início do XVIII, houve uma elevação do fluxo comercial, de forma geral, na América portuguesa, muitas vezes acompanhado de um verdadeiro processo inflacionário. O ouro foi um fator explicativo também para maior importação de africanos escravizados pelo porto do Rio de Janeiro quando comparados com outros portos, até mesmo o de Salvador.


A demanda por mão de obra foi um dos fatores desse aumento, mas é possível também indicar, como causa do crescimento do tráfico, a


A

construção do cais do Valongo no Rio de Janeiro, recentemente descoberto entre as obras do Porto Maravilha e transformado em patrimônio histórico da humanidade, ancoradouro mais apropriado à importação dos escravizados.


B

utilização do ouro como forma de pagamento, paralelo aos outros meios habituais (tabaco, aguardente, etc.) nos portos de importação africanos, em que pese a proibição formal a esse uso determinado pelas autoridades coloniais.


C

demonstração de preferência dos africanos escravizados por serem enviados para a região mineradora, onde as possibilidades de alforria eram maiores que no Nordeste, justificando assim maior importação pelo Rio de Janeiro.


D

utilização dos conhecimentos que os africanos possuíam em torno da atividade mineradora eram, comprovadamente, superiores aos dos portugueses e brasileiros, já que essa atividade era praticada por todos eles na quase totalidade do continente africano.

“[...] Em 1548, D. João III decidiu estabelecer um novo controle régio, nomeando um governador-geral e outros representantes da Coroa que viriam residir na colônia. [...] Salvador virou a sede do novo governo, da Suprema Corte e dos principais agentes fiscais do rei. [...] No entanto, a despeito das tentativas da metrópole de controlar a colônia, a descentralização era evidente. [...]”

SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma Biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 67.


Segundo as autoras do trecho destacado, as tentativas de centralizar as atividades de controle da colônia tomadas pela Coroa portuguesa, resultaram em insucesso porque:


A

considerando a distância da colônia em relação à metrópole e as dificuldades de fiscalização, os governadores-gerais costumavam exacerbar os poderes recebidos, gerando grande rejeição de sua autoridade por parte dos colonos.


B

durante grande parte do período colonial era, sobretudo, dos engenhos com suas casas grandes que emanava todo poder político e social, de base local, o que dificultava a ação centralizadora do governo-geral.


C

organizados de forma autônoma e com recursos próprios desde a implantação do sistema de sesmarias, os grandes senhores rejeitavam o governador-geral porque não foram considerados pela Coroa na indicação dos nomes para ocupar o cargo.


D

tendo em vista a diversidade de atividades econômicas que se desenvolveram ao longo do imenso território que constituía a colônia portuguesa, as demandas postas ao governador-geral exigiram dele respostas distintas para cada situação.

Analise o texto abaixo e assinale a alternativa correta sobre as revoltas ocorridas ao período regencial.


“ O período regencial foi um dos mais agitados da história política do país e também um dos mais importantes. Naqueles anos, esteve em jogo a unidade territorial do Brasil, e o centro do debate político foi dominado pelos temas da centralização ou descentralização do poder, do grau de autonomia das províncias e da organização das Forças Armadas."


FAUSTO, Boris. História do Brasil São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 2000, p, 161.


A

As revoltas do período regencial não se enquadram em um modelo único, mas cada uma delas resultou de unidades específicas, provinciais ou locais.


B

Esse contexto foi precisamente marcado por disputas entre os projetos federalistas, todos de viés separatista, e os projetos de reiteração do Estado unitário, os quais objetivavam a centralização das rendas e poder no governo do Império.


C

Houve um importante diálogo entre os projetos políticos separatistas, que objetivavam a separação política de determinadas partes do país e o projeto de um Estado Nacional centralizado na figura do Imperador.


D

Esse período é marcado também por uma forte tensão entre os projetos políticos federalistas, que objetivavam maior poder e atribuições aos Estados e os projetos de construção do Estado unitário, os quais se esforçavam em garantir maior centralização das rendas e poder político no governo das Províncias.


E

O período regencial caracterizou-se por ser um momento pouco conflitivo na História do Brasil, no sentido em que conseguiu, pacificamente. corresponder as demandas de diferentes grupos. fossem eles federalistas ou conservadores.

Em 1750, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madrid, demarcando as possessões entre as coroas ibéricas. O monumento, que representa o acordo diplomático, é o “Marco do Jauru”, que, hoje, encontra-se fixado na praça Barão do Rio Branco, em frente à igreja Matriz de Cáceres, a 250 km de Cuiabá, e ainda resiste à ação do tempo. A peça é feita de mármore e tem aproximadamente 20 palmos de altura, o que equivale a 4,4 metros.


(MENDES, Luís César Castrillon. Entre memórias esquecimentos: o marco do Jauru e seus translado pela Fronteira Oeste. In: GARCIA, Domingos Sávio da Cunha e MICELLI, Paulo Celso. História e Fronteira. Cáceres: UNEMAT editora, 2014. p. 98-115).


Sobre a representatividade do monumento, marque a alternativa INCORRETA:


A

O monumento, originalmente fixado às margens do Rio Jauru, foi transladado para Cáceres, tornando-se atração turística do município.


B

A mudança de lugar do monumento impossibilita a compreensão do processo histórico que culminou com a assinatura do Tratado.


C

Ícone das disputas territoriais entre portugueses e espanhóis, o Marco do Jauru é considerado um patrimônio histórico e material.


D

Monumentos, a exemplo do Marco do Jauru, via de regra, foram usados no século XIX para consolidar uma narrativa de cunho nacionalista na memória coletiva, sendo sedimentada por gerações.


E

O monumento, realocado em lugar diferente do original, pode ser ressignificado historiograficamente à luz de novos contextos políticos e sociais.

O interior do território colonial brasileiro, comumente classificado sertão, também contribuiu, mesmo que de modo tímido, para a dinâmica econômica nos séculos de domínio português. Entre as principais atividades desenvolvidas na região, destacou-se a exploração das drogas do sertão, expressão utilizada:


A

na intenção de valorizar a exploração de produtos que os colonos exportavam para a Europa.


B

com o objetivo de se identificar plantas medicinais direcionadas à exportação.


C

para se evitara presença espanhola na região.


D

para designar alimentos e plantas medicinais que passaram a ser extraídas da atual região amazônica.

Analise as seguintes afirmações acerca dos períodos históricos do Brasil Colonial:


I. A história do Brasil Colonial pode ser dividida em três períodos cronológicos: o primeiro, da chegada de Pedro Álvares Cabral à instalação do governo geral; o segundo é um intervalo de tempo entre a instalação do governo geral e o final das décadas do século XVIII; já o terceiro, termina em 1822 quando foi proclamada a Independência.

II. O primeiro período histórico do Brasil Colonial é conhecido pela posse de terra e a facilidade comercial pré-estabelecida, pelos entusiasmos despertados de longe, quando Vasco da Gama chega à Índia. Nesse contexto, o Brasil surge como uma terra de possibilidade de exploração.

III. Após a montagem da colonização, com a sistematização do governo geral, configura-se uma relação colonial que se estende por mais de dois séculos; porém, nas últimas décadas do século XVIII, uma série de transformações na ordem mundial e na colônia estabeleceram uma crise ao sistema vigente.

IV. Nas tentativas de colonização, o descobrimento no Brasil não provocou grande entusiasmo inicial. Essa descrença foi porque o entorno geográfico era desconhecido. Durante anos o Brasil foi conhecido como uma grande ilha, com atrações exóticas, composta de índios, papagaios e araras. Essa configuração exótica levou alguns informantes italianos a dar ao Brasil o nome de Terra dos Papagaios.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas I e II.


D

Apenas I, III e IV.


E

I, II, III e IV.

“Mas, fundamentalmente, a participação de homens de negócio e latifundiários na administração pública no período colonial só funcionava em favor dos interesses do Estado central quando havia coincidência dos interesses imperiais com os locais, e a medida que a vigilância constante do governo central pressiona-se no sentidos das prioridades gerais sobre os interesses pessoais e facciosos da oligarquia local” (MAXWELL, 1999, p. 130). Com base no trecho anterior e em seus conhecimentos, assinale a alternativa que contenha o movimento insurgente que não se enquadre em tal contexto:


A

Balaiada


B

Sabinada


C

Inconfidência Mineira


D

Cabanagem

A atividade mineradora nas regiões das Minas Gerais possibilitou o crescimento da vida urbana no Brasil colônia. E, acerca do crescimento da vida urbana nas regiões mineradoras é adequado afirmar que:


A

Ao contrário da sociedade açucareira no Nordeste, o centro da vida nas minas eram as fazendas, onde se aglomeravam milhares de pessoas.


B

Os habitantes das minas não cuidavam dos seus próprios negócios e também não participavam de atividades religiosas.


C

A descoberta do ouro em Minas Gerais atraiu pessoas que várias partes do Brasil e da Europa.


D

Em torno das lavras surgiram poucas casas, ruas e nenhum espaço público.

As principais conquistas portuguesas obtidas pelo Tratado de Utrecht (1713) em relação às pretensões francesas na Amazônia foram:


A

o reconhecimento do Rio Oiapoque como fronteira entre as possessões francesas e portuguesas e a posse das duas margens na Foz do Rio Amazonas.


B

a cessão de Caiena para o livre comércio empreendido por súditos portugueses e a posse da Fortaleza da Ilha do Diabo.


C

a posse da margem sul do Rio Amazonas e a devolução de São Luís, antiga França Equinocial, aos portugueses.


D

o domínio da Ilha do Marajó e o direito à navegação do Rio Amazonas, controlado pelos jesuítas franceses.


E

a definição do Rio Caciporé como fronteira entre as possessões francesas e portuguesas, e a conquista de Belém aos franceses.

Sobre o exclusivismo comercial português que envolveu a Coroa e o controle da Minas no período colonial brasileiro, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a resposta correta.


I. Com a extração de ouro e diamantes no Brasil, a Coroa portuguesa intensificou a intervenção regulamentadora para arrecadar mais impostos.

II. O quinto e a capitação foram os dois sistemas básicos de impostos cobrados pela Coroa na atividade mineradora da Colônia, sendo a capitação cobrada também sobre estabelecimentos, exemplo de oficinas, lojas e hospedarias.

III. A Guerra do Emboabas (1708-1709), ocorrida na região das Minas foi uma reação de paulistas e estrangeiros aos impostos cobrados pela Coroa para adentrar na região.

IV. Os religiosos, a exemplo dos frades, foram os únicos que ficaram isentos da proibição de entrar na região da Minas sem autorização da Coroa portuguesa.


A

Somente I e III estão corretas.


B

Somente II e III estão corretas.


C

Somente I e II estão corretas.


D

Somente II e IV estão corretas.


E

Somente III e IV estão corretas.

   
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