Questões de Concurso sobre Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

 
 
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Na Guerra dos Mascates, mesmo que tenha como motivações iniciais fatores econômicos, é considerada uma revolta nativista, pois:


A

Ocorreu o confronto entre os donos de terra nativos do Brasil endividados com os comerciantes portugueses da recém-criada vila de Recife, pois os primeiros não estavam satisfeitos com o favorecimento da coroa aos comerciantes.


B

Por culpa dos mascates pressionarem os fazendeiros, obrigando-os arrendarem suas terras como forma de pagamento das dıvidas que tinham feito em decorrência do bloqueio comercial sofrido pelos fazendeiros nativos pela coroa portuguesa.


C

Houve favorecimento da coroa aos fazendeiros diante do fato de que estes eram quem produziam a maior parte das riquezas que sustentava a coroa, frente aos comerciantes, ou mascates, que não estavam satisfeitos com esse favorecimento, obrigando a criação da vila de Recife através de pressão violenta.


D

Por culpa da invasão do território pelo holandeses e o comprometimento que isso causou ao comércio existente pelos comerciantes portugueses, exigindo intervenção da coroa portuguesa.

O século XVII aproximava-se do fim quando as primeiras notícias da descoberta de grandes minas de ouro começaram a surgir na América Portuguesa. A primeira notícia segura a respeito do metal precioso surgiu em 1693 com o paulista Antônio Ruiz de Arzão, após uma expedição às terras que hoje correspondem ao seguinte estado:


A

Bahia.


B

São Paulo.


C

Minas Gerais.


D

Rio de Janeiro.

Analise as afirmações sobre o Brasil Colônia.

-

1 - Com a criação do Governo Geral no Brasil, o sistema de Capitanias Hereditárias foi imediatamente extinto.

2 - No fomento da colonização do território brasileiro, o sistema de capitanias hereditárias se mostrou eficiente.

3 - Um dos objetivos da criação do Governo Geral era a centralização administrativa.

4 - Apenas as Capitanias do Pernambuco e da Bahia obtiveram êxito.

-

Marque a opção correta.


A

Apenas as afirmações 1 e 3 são corretas.


B

Apenas as afirmações 1, 3 e 4 são corretas.


C

As afirmações 1, 2, 3 e 4 são incorretas.


D

As afirmações 1, 2 e 4 são incorretas.


E

Apenas as afirmações 3 e 4 são corretas.

Leia as afirmações a seguir acerca da formação e da estrutura familiar no Brasil colonial:


I – A estrutura colonial ocorria principalmente baseada em famílias ricas, locadas nas cidades grandes, distantes das regiões rurais.

II – Os homens da família transmitiam de geração para geração os patrimônios e ofício.

III – As mulheres tinham pouca liberdade em certos momentos do período, principalmente se possuíssem origem europeia.

IV – Filhos bastardos de pai podiam ser aceitos pelo mesmo e inclusos no testamento desde que tivessem origem europeia ou indígena – mesmo que os primeiros tinham mais direitos que os segundos.


Assinale a alternativa correta:


A

II, III e IV são verdadeiras.


B

I, III e IV são verdadeiras.


C

II e III são verdadeiras.


D

Somente a II é verdadeira.

O Brasil no sistema colonial foi dividido em 14 capitanias hereditárias que foram entregues as 12 donatários. O sistema de donatárias possuía sua base jurídica em dois documentos: Carta de Doação e Foral. Com relação a Foral é CORRETO afirmar:


A

Documento que estabelecia os direitos e obrigações dos colonos. Pelo regime das donatárias, os capitães donatários possuíam amplos poderes administrativos, jurídicos e militares, sendo por isto caracterizado como um sistema de administração descentralizado.


B

Documento que estabelecia os direitos e deveres do donatário e outorgava a posse das terras ao capitão donatário. É importante notar que o donatário não possuía a propriedade da terra, mas sim a posse, o usufruto; cabendo ao rei o poder ou não de tomar a capitania de volta.


C

Documento para um melhor controle da área colonial; e o localismo político-marcado pela descentralização.


D

Documento para um maior controle sobre os donatários, criado com o intuito de coordenar a exploração econômica da colônia.

“Tancredo morreu em 21 de abril de 1985, na data simbólica da morte de Tiradentes (...). Uma parte das manifestações resultava da comoção provocada pela morte de um presidente, ainda mais em condições tão dolorosas. Mas havia também a sensação de que o país perdera uma figura política importante, em um momento delicado (...)”.

Fausto, Boris. História concisa do Brasil. 2ª ed., 6ª reimp. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014.p. 285. (adaptado)


O momento delicado a que se refere o texto diz respeito ao seguinte período da história brasileira:


A

Redemocratização.


B

Era Vargas.


C

Estado Novo.


D

Regime Militar.

Segue as considerações sobre a formação social brasileira na visão dos grandes intérpretes:


I. Sentido da colonização – “a chave preciosa e insubstituível para se acompanhar e interpretar o processo histórico posterior e a resultante dele que é o Brasil de hoje” – período caracterizado pela dependência da produção material ao mercado europeu.

II. Patrimonialismo – “Não era fácil aos detentores das posições públicas de responsabilidade, formados por tal ambiente, compreenderem a distinção fundamental entre os domínios do privado e do público” – o “homem cordial” como contribuição brasileira para a civilização .

III. Democracia racial – “O Brasil formou-se, despreocupados os seus colonizadores da unidade ou pureza da raça” – a indecisão étnica e cultural do colonizador português ajudou na adaptação no Novo Mundo.


De acordo com estes pensamentos de obras consolidadas na historiografia, fazer a relação com seus devidos autores:


A

Celso Furtado, Casemiro de Abreu, Darcy Ribeiro.


B

Florestan Fernandes, Francisco de Oliveira, Octávio Ianni.


C

Antônio Candido, Gilberto Freyre, Boris Fausto.


D

Caio Prado Jr, Roberto Faoro, Gilberto Freyre.


E

Caio Prado Jr, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre.

Imagem associada para resolução da questão


Tráfico de escravos para a América portuguesa, nos séculos XVII e XVIII.


O tráfico de escravos, na Época Moderna, envolvia a sociedade colonial da América Portuguesa e as sociedades africanas.


Com base no mapa, a respeito do tráfico de escravos, assinale a afirmativa correta.


A

A história do tráfico negreiro ocorria em uma área econômica formada por Brasil e África, ativa do século XVI até a efetiva extinção do tráfico negreiro em 1850.


B

São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia mantinham ligação marítima direta com a África e produziam para exportação, além de manter contato com a região do Prata.


C

As etnias do grupo banto constituíam a maioria dos escravos do Trato da Alta Guiné, ao passo que, no Trato de Angola, predominavam os grupos iorubas, jejes e tapas.


D

A rota da Alta Guiné ligava o território da bacia do rio Senegal ao litoral das regiões Nordeste e Norte, e foi responsável pela maior parte dos africanos que entraram na América portuguesa.


E

Os grandes centros importadores de escravos foram Salvador e Rio de Janeiro, cujos traficantes utilizavam o fumo do Recôncavo e o ouro vermelho como moeda de troca no litoral africano.

Em 1640, enquanto o conde Maurício de Nassau governava o Nordeste sob domínio holandês, Portugal:


A

Reorganizava sua Marinha na tentativa de reconquista o território nordestino tomado indevidamente pela coroa holandesa.


B

Restaurava sua economia com apoio da Holanda e Inglaterra, econômica e militarmente, à frente da Espanha.


C

Aguardava de mãos atadas alguma ação dos lideres brasileiros na retomada dessas terras, pois já se encontrava em conflitos em terras europeias não podem dispor de suas forças.


D

Buscava aliança através de tratados que unissem novamente as Coroas, formando a Aliança Ibérica, podendo adquirir maior soberania sob os territórios das colônias.


E

Tentou, sem sucesso, assinar o tratado da Trégua dos Dez Anos com a Holanda, obrigando-a dividir o soldo obtido nas terras nordestinas.

“Até a descoberta dos metais preciosos a colonização foi marcada pela grande propriedade onde se cultivava predominantemente um gênero destinado à exportação com base no trabalho escravo. A afirmativa de que a Plantation foi a forma básica da colonização foi criticada por alguns historiadores que o projeto ‘plantacionista’ era assumido pela classe dominante colonial, mas a Coroa sempre se preocupou em diversificar a produção e garantir o plantio de gêneros alimentícios para o consumo da própria colônia. Houve uma excessiva redução da estrutura social a senhores e escravos esquecendo-se a importância dos brancos e ignorando-se a existência de um campesinato – pequenos proprietários. Além disso, o negócio da escravidão resultou na cumulação urbana propiciado por capitais investidos no tráfico de escravos. Esse grupo de traficantes não se especializava apenas no comércio de homens, dedicando-se também aos investimentos em prédios urbanos, à usura e às operações de importação e exportação.”

(Fausto, 2002.)


Dentre as marcas deixadas pela grande empresa monocultora que caracterizou o Brasil no período colonial podemos destacar:


A

O tráfico humano, negócio altamente lucrativo, feito através de alianças entre traficantes europeus, brasileiros e africanos.


B

O Plantation, localizado apenas em alguns pontos específicos do Brasil, por ser considerado um modo de agricultura sustentável.


C

A cultura da cana-de-açúcar, que a pesar de ter se iniciado nos tempos coloniais, ainda representa o sustentáculo da economia nordestina.


D

A grande propriedade, a vinculação com o exterior através de uns poucos produtos primários de exportação, a escravidão e suas consequências.

“A vida de Mangaratiba passou a sofrer fortes transformações em meado do século ____, devido à descoberta ___ em ____, ao comando político do marquês de Pombal, em Portugal, e ao governo do marquês de Lavradio no Rio de Janeiro”.


As lacunas ficam corretamente preenchidas por:


A

XVIII / do ouro / Minas Gerais.


B

XVIII / do minério de ferro / Minas Gerais.


C

XIX / do ouro / São Paulo.


D

XIX / da prata / São Paulo.


E

XIX / do minério de ferro / São Paulo.

Leia o texto abaixo.


Com a capitulação dos holandeses em 1654, os negros palmarinos continuaram a desafiar o poder colonial. Nos anos de 1670, duas expedições contra Palmares não cantaram vitória: a de 1675, chefiada pelo capitão Manoel Lopes Galvão, e a de 1677, comandada pelo capitão Fernão Carrilho, que pensou ter derrotado os negros, quando na verdade apenas pôs as mãos em alguns palmarinos, entre eles os parentes do chefe Ganga-Zumba.

Palmares entre sangue e fogo desde 1602, Flavio José Gomes Cabral.

Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/flavio-jose-gomes-cabral). Acesso em 11/04/2016.



Analise as proposições abaixo.


I. Nos quilombos (geralmente localizados em lugares de difícil acesso), os escravos viviam em liberdade, produziam seus alimentos, fabricavam roupas, móveis e instrumentos de trabalho, cultivavam também as crenças, as tradições e os costumes africanos. O adultério, o roubo e o homicídio eram punidos com a pena de morte.


II. Os quilombos estavam espalhados em todo o território colonial, porém, a falta de registros impede que estudiosos descubram mais detalhes sobre eles. Mesmo assim, ainda encontramos comunidades remanescentes de antigos quilombos no interior do Brasil.


III. O mais famoso de todos os quilombos chamava-se Palmares e ficava em Alagoas. Esse quilombo possuía aproximadamente 20 ou 30 mil habitantes. Dentre os seus líderes destacava-se Zumbi.


IV. Durante o século XVII, vários governos (portugueses e holandeses) quiseram destruir o quilombo dos Palmares. Foram várias tentativas, em 80 anos de conflito, mas Palmares resistia bravamente e chegou a derrotar cerca de 30 expedições enviadas.


São verdadeiras as proposições:


A

I e II.


B

II e III.


C

I, II e III.


D

II, III e IV.


E

I, II, III e IV.

A força escrava foi durante todo o período colonial e quase todo o imperial a principal forma de mão de obra utilizada ao longo do Brasil. Entretanto, pode-se dizer que muitos escravos não aceitaram sua situação sem resistir. Percebese, inclusive, a sua participação nas revoltas do período regencial. Sobre esse tema, pode-se afirmar:


I. A presença escrava pode ser verificada em vários movimentos insurretos do período regencial, como a Balaiada e a Cabanagem.

II. O levante dos Malês, além de contar com a participação de escravos, foi o único movimento liderado por esses e libertos africanos.

III. Os escravos foram importante força na Guerra dos Farrapos.

Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:


A

Apenas I.


B

Apenas I, II.


C

Apenas I, III


D

Apenas II, III.


E

I, II, III.

Durante os três séculos, nos quais vigorou a escravidão no Brasil, a resistência de escravos tanto de origem africana quanto de origem indígena foi constante e tomou as mais diversas formas. No século XIX, quando a escravidão brasileira viveu seu apogeu com o maior afluxo de escravos africanos, o crescimento das cidades fez multiplicar nelas não apenas o número de escravos mas também as formas de resistência, que se diversificavam cada vez mais. E, se as fugas sempre foram as mais famosas e emblemáticas dessas formas de resistência, nunca foram as únicas. Sobre elas, diz o historiador Marcus Carvalho: “Nunca faltaram fugas de escravos no Recife. Alguns se aproveitavam dos cortes que o Capibaribe fazia entre os bairros para se evadirem dentro da própria cidade em busca de dias melhores. Existem ainda casos mostrando o outro lado da história: fugas do Recife para o interior, ou até para fora da Província, buscando a distância do senhor ou a proximidade de parentes, amores, amigos e pessoas da mesma etnia ou nação.” (CARVALHO, M. J. M. Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife, 1822-1850. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2010. P. 176) Tendo em vista esse cenário, assinale a alternativa INCORRETA.


A

O quilombo do Catucá, situado nas margens do Recife, na primeira metade do século XIX, caracterizou-se por ser um espaço de resistência contra a escravidão, que cresceu beneficiando-se dos muitos conflitos internos das próprias elites escravistas, principalmente nas chamadas insurreições liberais.


B

O quilombo do Catucá, situado nas margens do Recife, na primeira metade do século XIX, cresceu associado a esse centro urbano, beneficiado das fugas de escravos do Recife e canaviais da região, chegando também a se expandir sobre toda a região antes dominada por seu predecessor, o quilombo de Palmares..


C

Com o crescimento da escravidão urbana no Recife do século XIX, começaram a se desenvolver novas formas de fugas, como as chamadas „fugas de portas a dentro?, quando um escravo urbano fugia de seu dono, mas permanecia na mesma cidade, agora servindo a um novo senhor com o qual havia estabelecido um processo de negociação.


D

Construções culturais, como a capoeira, o maracatu, e mesmo o culto a determinados santos católicos, como São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, foram importantes formas de resistência cotidiana, elaboradas por escravos e ex-escravos nas margens da sociedade escravista e mesmo em suas instituições mais importantes, como a Igreja Católica


E

O trabalho escravo nos canaviais também gerava resistência, fosse na forma de revoltas e assassinatos de feitores, fosse na forma de sabotagens da produção.

Considere os dois excertos a seguir:

I. ( ) as sociedades de estamentos, em geral, apresentam uma mobilidade mínima, tanto horizontal quanto vertical. A sociedade colonial, ao contrário, configura uma sociedade estamental com grande mobilidade, e é essa conjunção surpreendente e mesmo paradoxal de clivagem com movimentação que marca a sua originalidade.

(NOVAIS, Fernando. “Condições da privacidade na colônia”. In: MELLO e SOUZA, Laura (org). História da vida privada no Brasil, v. I: cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 30)

II. ( ) cristalizaram-se na América Portuguesa múltiplas manifestações de religiosidade privada. A abundante diversidade ( ) explica-se antes de mais nada, pela multiplicidade dos estoques culturais presentes desde os primórdios da conquista e ocupação do Novo Mundo, onde centenas de etnias indígenas e africanas prestavam culto a panteões os mais diversos.

(MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu. In: MELLO e SOUZA, Laura (org.) História da vida privada no Brasil, v. I: cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 220)

A sociedade baiana no período colonial compartilha as características enfatizadas nos trechos acima. Os trechos I e II, referem-se, respectivamente, a


A

equilibrada democracia social; e a cristalização de manifestações étnico-religiosas.


B

relativa mobilidade social; e a densa formação de estoque cultural por meio da conquista.


C

grande clivagem cultural; e a forte religiosidade no âmbito da vida privada.


D

configuração estamental horizontal e vertical; e a singular unidade identitária.


E

combinação ambígua de clivagem e mobilidade sociais; e a diversidade de cultos e crenças.

Leia os fragmentos a seguir.


I. (...) Fazemos saber a todos os Nossos Subditos, que a Assemblea Geral Decretou, e Nós Queremos a Lei seguinte.

Art. 1º As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos, enseadas, ancoradouros, ou mares territoriaes do Brasil, tendo a seu bordo escravos (...), ou havendo-os desembarcado, serão apprehendidas pelas Autoridades, ou pelos Navios de guerra brasileiros, e consideradas importadoras de escravos.

Aquellas que não tiverem escravos a bordo, nem os houverem proximamente desembarcado, porêm que se encontrarem com os signaes de se empregarem no trafico de escravos, serão igualmente apprehendidas, e consideradas em tentativa de importação de escravos.


Coleção das leis do Império do Brasil, Rio de Janeiro, v. 1, parte 1, p. 267.


II. (...) Faz saber a todos os Subditos do Imperio, que a Assembléa Geral Decretou, e Ella Sanccionou a Lei seguinte: Art. 1º Todos os escravos, que entrarem no territorio ou portos do Brazil, vindos de fóra, ficam livres. Exceptuam-se:

1º Os escravos matriculados no serviço de embarcações pertencentes a paiz, onde a escravidão é permittida, emquanto empregados no serviço das mesmas embarcações.

2º Os que fugirem do territorio, ou embarcação estrangeira, os quaes serão entregues aos senhores que os reclamarem, e reexportados para fóra do Brazil. Para os casos da excepção nº 1º, na visita da entrada se lavrará termo do numero dos escravos, com as declarações necessarias para verificar a identidade dos mesmos, e fiscalisar-se na visita da sahida se a embarcação leva aquelles, com que entrou. Os escravos, que forem achados depois da sahida da embarcação, serão apprehendidos, e retidos até serem reexportados.


(Coleção de Leis do Império do Brasil, Rio de janeiro, vol. 1 pt 1, p. 182.)


Os fragmentos I e II correspondem, respectivamente,


A

à Lei do Ventre Livre e ao Bill Aberdeen.


B

à Lei Eusébio de Queiroz e à Lei Feijó.


C

à Lei Saraiva-Cotegipe e à Lei Nabuco de Araújo.


D

à Lei Nabuco de Araújo e à Lei Eusébio de Queiroz.


E

ao Bill Aberdeen e à Lei Feijó.

Entre os séculos XVI e início do século XIX, Portugal estabeleceu relações coloniais com o Brasil e partes da África. É possível afirmar:


A

No século XVI foi instituído, no Brasil, o sistema de capitanias hereditárias, o qual foi substituído, posteriormente, por um governo-geral.


B

No século XVI foi instituído o sistema de capitanias hereditárias, o qual obteve muito sucesso e foi bastante eficiente na manutenção da dominação colonial portuguesa.


C

O estabelecimento de um governo-geral no Brasil deve-se ao fato de que a introdução das capitanias hereditárias seria dificultada pela proximidade com os territórios espanhóis.


D

O governo-geral, instituído no século XVI, no Brasil, foi posteriormente substituído pelo sistema de capitanias hereditárias.


E

Tanto o governo-geral, como as capitanias hereditárias, mostraram-se, ainda no século XVI, ineficientes no sentido de possibilitar a gerência da colônia.

Segundo Celso Furtado, “do ponto de vista da economia europeia em seu conjunto, o _____________ do Brasil teve um efeito tanto mais positivo quanto o _____________ por ele criado se concentrou no país que melhor aparelhado estava para dele _____________ o máximo de proveito”. (Fonte: FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Cia. Ed. Nacional/Publifolha, 2000, p 87.)


Assinale a alternativa com as palavras que completam corretamente os espaços acima.


A

açúcar – meio – explorar


B

pau brasil – trabalho – apropriar


C

trabalho – êxito – consagrar


D

ouro – estímulo – tirar

Para Celso Furtado, “para fins de análise do comportamento da renda real, no período que estamos considerando, convém dividir a economia brasileira em três setores principais. O primeiro, constituído pela economia do _____________ e do _____________ e pela vasta zona de economia de subsistência a ela ligada, se bem que por vínculos cada vez mais débeis. O segundo, formado pela economia principalmente de subsistência do sul do país. O terceiro, tendo como centro a economia _____________”. (Fonte: FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Cia. Ed. Nacional/Publifolha, 2000, p 148.)


Assinale a alternativa com as palavras que completam corretamente os espaços acima.


A

ouro – café – canavieira


B

açúcar – algodão – cafeeira


C

café – pau brasil – açucareira


D

engenho – mercantilismo – seringueira

Entre 1708 e 1709 o estado de Minas Gerais foi palco de um conflito marcado pela disputa pelo Ouro. Tal guerra se baseou no conflito entre bandeirantes paulistas e forasteiros que buscavam a riqueza oriunda dos metais preciosos. Tal conflito ficou conhecido como:


A

Guerra das Emboabas.


B

Inconfidência Mineira.


C

Levante de Vila Rica.


D

Guerra Mata Maroto.

   
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