

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia as seguintes informações A e B:
A) “Uma primeira fase de domínio das classes trabalhadoras, quando estas tomariam o poder e imporiam a Ditadura do Proletariado, mas onde ainda haveria divisão de classes”.
B) “Fase posterior, aperfeiçoada, em que as classes sociais deixariam de existir, e com elas, a dominação do homem sobre o homem, [além da] abolição da propriedade privada, da alienação humana, da divisão do trabalho”.
SILVA, Kalina Vanderlei; Silva, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. 2.ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2009. pp. 71-73.
As informações disponíveis em A e B fazem referência, respectivamente:
ao fascismo e ao nazismo
ao socialismo e ao comunismo
ao capitalismo e ao liberalismo
ao anarquismo e ao mutualismo
A Revolução Liberal do Porto, de 1820, foi um movimento ocorrido na cidade do Porto, em Portugal, que exigia o retorno de Dom João VI, em terras brasileiras desde 1808, com o objetivo de estabelecer uma monarquia constitucional no país. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que:
O movimento político lusitano exigia, além do fim do modelo absolutista de governo, que o Brasil permanecesse como uma colônia portuguesa.
A Revolução Liberal logrou êxito com o retorno de D. João VI para Portugal, com a continuidade do absolutismo e com a manutenção da colônia brasileira.
Os revolucionários defendiam a decisão de D. João VI acerca da abertura dos portos no Brasil, em virtude da situação econômica em que Portugal se encontrava.
O futuro Imperador do Brasil, Pedro de Alcântara, foi pessoalmente a Portugal negociar o fim da Revolução e a independência política do Brasil.
As elites brasileiras apoiaram a Revolução Liberal do Porto, pois desejam a saída de D. João VI do território brasileiro, pois ele estava causando prejuízos econômicos ao setor agroexportador.
O elo entre os assuntos públicos e as artes é particularmente forte nos países onde a consciência nacional e os movimentos de libertação ou de unificação nacional estavam se desenvolvendo. Não foi por acaso que o despertar ou ressurreição das culturas literárias nacionais na Alemanha, na Rússia, na Polônia, na Hungria, nos países escandinavos e em outras partes coincidisse com [...] a afirmação da supremacia cultural da língua vernácula e do povo nativo, ante uma cultura aristocrática e cosmopolita que constantemente empregava línguas estrangeiras.
(Eric J. Hobsbawm, 2007. p. 355-356.)
A restauração monárquica, uma das propostas do congresso de Viena, encontrou resistência em grande parte da Europa Ocidental, e vários movimentos revolucionários eclodiram, ao longo da primeira metade do século XIX, muitos deles impulsionados:
Pela crise de sentimento de pertença, uma vez que a mistura étnica e cultural era tão grande, que não havia pontos de culturas em comum.
Pelo proletariado e pelos artistas urbanos, grupos sociais fortes e organizados em sindicatos, associações e jornais que eram espalhados por toda a Europa.
Pelo nacionalismo que havia ganhado força nos locais invadidos pelas forças de Napoleão, pois, contra esse domínio, surgiram fortes sentimentos de identidade.
Pela crise religiosa que atingia tanto os grupos populares quanto a pequena e a média burguesia da Europa naquele período, a partir da ruptura com a Igreja Católica.
Pelo cerceamento do poder real conquistado anteriormente e pela a limitação das imigrações para as colônias, onde as chances de melhoria de vida eram maiores.
Em “A ética protestante e o espírito do capitalismo” (1905), Max Weber refletia sobre o capitalismo e a modernidade, buscando compreender como o código de valores pelos quais as pessoas viviam no Ocidente no século XX havia sido moldado pelo “espírito do capitalismo”.
A respeito da relação entre capitalismo, política e religião, estabelecida pelo sociólogo Max Weber, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Para Weber, as éticas anteriores à modernidade eram religiosas, uma vez que os códigos socialmente aceitos de comportamento se pautavam em valores cristãos.
( ) Para Weber, o trabalho operário na indústria moderna era uma experiência equivalente às práticas da ascese puritana, estando ambos marcados pela repetição e alienação.
( ) Para Weber, o indivíduo que racionalizava suas ações possuía o chamado espírito capitalista: valorizava o próprio trabalho e optava por um afastamento do gozo espontâneo.
As afirmativas são, respectivamente,
V, V e F.
F, V e V.
V, F e V.
F, F e V.
V, V e V.
Leia o fragmento:
“Os acontecimentos ocorridos no Rio de Janeiro, em junho de 1821, não se relacionavam a qualquer ação das Cortes (de Lisboa). [...] Foram as pressões da tropa portuguesa, e de uma parte da brasileira, [...] que levaram à ‘Bernarda’ de 5 de junho”. NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Corcundas e Constitucionais: a cultura política da Independência (1820- 1822). Rio de Janeiro: Revan, FAPERJ, 2003. p. 266.
O período entre a Revolução Liberal do Porto de 1820 e a consolidação da independência do Brasil foi marcado por uma série de movimentos reivindicatórios. A referida revolta tinha como motivação o:
retorno de D. João VI para Lisboa e a contestação da nomeação do príncipe D. Pedro como regente do Brasil
atraso no pagamento dos soldos dos militares e a obrigação do príncipe D. Pedro em jurar as bases da Constituição portuguesa
provimento do novo gabinete de secretários de governo de D. João VI e a demanda da permanência da Família Real no Rio de Janeiro
destacamento de combatentes para outras províncias do Brasil e a convocação das eleições para representantes nas Cortes lisboetas
Sobre o surgimento das “Ideias Sociais no século XIX” e suas principais correntes de pensamento, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O surgimento das ideias socialistas explica-se pelos problemas econômico-sociais criados pelo Capitalismo, incluindo as condições subumanas do proletariado, com exaustivas jornadas de trabalho e sem direitos trabalhistas.
( ) O socialismo utópico apresentou os princípios de uma sociedade ideal, porém sem indicar os meios para torná-la real. Defendia a ideia de que homem, embora tenha sido pervertida pelo capitalismo, poderia livrar-se das influências corruptoras mediante o apelo da justiça e da solidariedade humana.
( ) O socialismo científico baseou-se na análise das realidades econômicas, da evolução histórica e do capitalismo para formular leis e princípios determinantes para uma sociedade sem classes e igualitária.
( ) Geralmente confundido com o Movimento Sindical, o Sindicalismo pregava a necessidade de uma ação direta da classe operária, através de greves, do fortalecimento dos sindicatos e de ações violentas que gerassem o enfraquecimento do capitalismo e favorecessem a revolução social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
F – V – V – F.
V – F – V – F.
V – V – F – F.
F – V – F – V.
O Século XIX foi marcado por várias transformações sociais, políticas e científicas com o aparecimento da máquina, auxiliando o homem no trabalho, com o surgimento da eletricidade, substituindo o processo a vapor. Essa característica levou o pesquisador Rene Remond a definir esse período histórico como o século:
Da facilidade da vida do homem urbano.
Das ideologias políticas e do pragmatismo científico.
Das revoluções.
Das apropriações indevidas de territórios alheios.
Da configuração de paradigmas globalizados egocêntricos.
As ideologias políticas sempre impulsionaram grupos sociais a lutarem por perspectivas individuais e coletivas. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um grupo ideológico histórico, extremante radical, que lutava para derrubar o Estado usando a força armada, pois, na visão do grupo, seria possível uma vivência natural do homem sem a presença do Estado.
Coluna Prestes.
Socialismo utópico.
Socialismo Real.
Anarquismos.
Força revolucionária comunista.
O surgimento do Movimento Operário no século XIX foi
um fenômeno social transnacional, uma vez que emergiu como consequência direta do internacionalismo proletário, surgido na Comuna de Paris e difundido por pensadores como Karl Marx, Friedrich Engels e Pierre-Joseph Proudhon.
uma onda de revoltas isoladas, durante a Revolução Industrial, contra a mecanização das fábricas, que tinham como característica comum serem lideradas por operários fabris ingleses, no auge da repercussão do ludismo.
fruto da sindicalização massiva que os trabalhadores, principalmente urbanos, experimentaram na Europa após o exemplo bem-sucedido da social-democracia alemã que, por meio da atuação orquestrada de vários sindicatos, tomou o poder e conseguiu inegável avanço na legislação trabalhista.
uma reação coletiva dos operários às duras condições de trabalho nas fábricas e à falta de direitos trabalhistas, que também contou com o apoio de lideranças intelectuais que queriam reformar a sociedade e construir o socialismo.
parte das mudanças na mentalidade burguesa das elites urbanas europeias, influenciada pelo liberalismo e pela defesa dos direitos essenciais dos cidadãos, inclusive os trabalhistas, em prol do progresso e da civilização.
Analise o texto abaixo:
Podemos considerar que Marx e Engels fundaram, com o _______________, dialético e científico, um método de análise do real e uma filosofia da História. Engels afirma que, tal como _______________ descobriu a lei da evolução da natureza orgânica, Marx descobriu a lei da evolução na história humana.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
18 Brumário • Vico
Socialismo • Pitágoras
Comunismo • Maquiavel
materialismo histórico • Newton
Manifesto do Partido Comunista • Aristóteles
Inspirados em Giuseppe Mazzini, político e revolucionário italiano, de 1831 a 1836, teriam se organizado os movimentos da Jovem Itália, Jovem Polônia, Jovem Suíça, Jovem Alemanha e Jovem França.
Certo
Errado
“Durante a segunda metade do século XIX, a Europa foi tomada por um grande susto: o crescimento desenfreado das cidades. As indústrias recrutavam quantidades cada vez maiores de trabalhadores fabris, mas os centros urbanos eram também ocupados por outros tipos de trabalhadores informais, como biscateiros, além de mendigos e prostitutas, sem falar dos subempregados e desempregados. A plebe urbana parecia não ter fim.
-
[...] Apesar disso, a revolução nas indústrias química e metalúrgica consolidavam uma crença aparentemente inabalável no progresso e no crescimento material.” (MARTINHO, Francisco C. P. Resistências ao capitalismo: plebeus, operários e mulheres. In: REIS FILHO, Daniel A.; FERREIRA, Jorge; ZENHA, Celeste. O século XX: tempo das certezas. 2. ed. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 185).
-
Assinale a alternativa incorreta.
Apesar do clima geral de otimismo com os avanços técnicos e as transformações culturais em um contexto de crescente urbanização, o período do final do século XIX e início do século XX, foi marcado por inúmeros problemas sociais, principalmente nos grandes centros urbanos.
Nesse contexto de crescimento das cidades, as elites preocupavam-se, constantemente, com o controle dos segmentos populares, ao passo que havia maiores possibilidades de mobilização dos trabalhadores urbanos no cenário político.
A diversificação dos tipos de trabalhadores urbanos no final do século XIX estagnou as mobilizações operárias, uma vez que as pautas de reivindicação dos sindicatos e partidos operários não representavam os interesses dos demais segmentos.
No contexto das transformações urbanas, as mobilizações populares caracterizaram-se pela diversificação de correntes políticas que ora colaboravam entre si, ora disputavam a liderança desses movimentos na tentativa de organizar os trabalhadores.
Começamos analisando a situação do mundo em 1789. Concluiremos examinando-o cerca de 50 anos mais tarde, ao final do meio-século mais revolucionário da história até hoje registrado. Desde cerca de 1830, tais mudanças cresciam visivelmente.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções: 1789-1848. Texto adaptado)
Entre outros exemplos em relação às “tais mudanças”, Eric Hobsbawm apresenta
as revoluções de 1820, marcadas pelo nacionalismo e pelo absolutismo monárquico, que provocaram um conjunto de leis no sentido de garantir plenos direitos políticos para todos os cidadãos.
as reformas políticas ocorridas na Grã-Bretanha, que ofereceram o direito ao voto universal, ao mesmo tempo, os colonos britânicos da Índia e Austrália ganharam o direito de voto para o parlamento.
os processos de unificações nacionais ocorridos na Alemanha e na Itália, processos estes que foram diretamente influenciados pelas ideias socialistas presentes nas revoluções de 1848.
a onda revolucionária de 1830 introduziu constituições moderadamente liberais - antidemocráticas mas também claramente antiaristocráticas - nos principais Estados da Europa Ocidental.
as consequências das revoluções liberais para o mundo do trabalho, no qual os sindicatos dos trabalhadores são legalizados e, a partir de 1830, implanta-se uma legislação de proteção aos assalariados.
O movimento nacionalista, já nesse período, encerrava uma grave ambiguidade: os nacionalismos exacerbados ou nacionalismos em expansão (este assumindo o expansionismo característico da Revolução Francesa), como, por exemplo, o movimento dos eslaváfilos russos e a defesa da “Sagrada Rússia” como a “Terceira Roma”, e o nacionalismo germânico que aspirava purificar o mundo com o “espírito alemão”.
Certo
Errado
Julgue as frases abaixo:
I.A tradição marxista entende que o estudo da História serve como instrumento para combater às injustiças sociais.
II.A pesquisa em fontes históricas é intuitivo, ou seja, não é necessário utilizar qualquer método de análise.
III.Carlo Ginzburg, que estudou e adotou o paradigma indiciário, é conhecido como um dos mais renomados historiadores do século XX.
Está (ão) CORRETA (S) a(s) seguinte (s) proposição (ões).
Apenas, I e III.
Apenas, III.
Apenas, II e III.
Apenas, I e II.
O movimento operário proporcionou uma resposta ao grito do homem pobre. Ela não deve ser confundida com a mera reação coletiva contra o sofrimento intolerável, que ocorreu em outros momentos da história, nem sequer com a prática da greve e outras formas de militância que se tornaram características da classe trabalhadora.
(Eric J. Hobsbawm, A era das revoluções: 1789-1848)
O excerto refere-se ao princípio do século XIX. O autor considera que esse movimento não deve ser confundido com momentos anteriores da história, uma vez que traz como elementos novos
a fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores e conquista de espaços nos parlamentos europeus.
a eleição de representantes dos trabalhadores para os parlamentos europeus e a elaboração de leis trabalhistas.
o papel central exercido pelos trabalhadores industriais não especializados, que deram origem aos partidos operários.
a consciência de classe e a ambição de classe, de uma classe específica – a classe operária.
as associações sindicais de trabalhadores surgidas, na Inglaterra, compreendendo a necessidade de diálogo e harmonização entre o capital e o trabalho.
“Doutrina política, econômica e filosófica surgida no final do século XVIII. O _____________ caracteriza-se pela ideia de transformação da sociedade através da tomada dos meios de produção e do controle dos recursos econômicos pela classe trabalhadora, bem como a gestão pública orientada pelo princípio da igualdade social.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
socialismo
liberalismo
capitalismo
comunismo
Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. (A Ásia e a África permaneciam até então imunes: as primeiras revoluções em grande escala na Ásia [...] só ocorreram na década de 1850). A primeira ocorreu em 1820-24. Na Europa, ela ficou limitada principalmente ao Mediterrâneo, com Espanha e Portugal (1820), Nápoles (1820) e a Grécia (1821) como seus epicentros. Fora a grega, todas essas insurreições foram sufocadas. […]
A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 […].
(Eric J. Hobsbawm, A Era das revoluções: Europa 1789-1848)
Segundo Hobsbawm, essa “segunda onda revolucionária”, entre outros eventos,
enfraqueceu o absolutismo na Rússia com a imposição de uma carta constitucional; garantiu as condições políticas para a efetivação da unificação da Itália, e uma revolução liberal em Portugal reestabelece a coroa de dom Miguel.
fortaleceu o absolutismo nas nações ibéricas graças a uma considerável reação aristocrática; a Polônia conquistou a independência do Império Alemão, e houve uma forte ampliação dos direitos de cidadania na Grã-Bretanha.
disseminou-se por toda a Europa e pelos Estados Unidos legislações de proteção aos trabalhadores; a Finlândia libertou-se do Império Russo, e uma revolta conservadora em Portugal resultou na ampliação dos poderes absolutistas do soberano.
representou a derrota da revolução liberal na Suíça; a instituição dos direitos de cidadania ativa oferecida a todos os franceses, e o estabelecimento de regimes monárquicos constitucionais pela Dinamarca e pela Romênia, depois de convulsões sociais.
afetou toda a Europa a oeste da Rússia e a nação norte-americana, com as reformas do presidente Andrew Johnson; a derrubada dos Bourbon na França estimulou várias outras insurreições, e a Bélgica conquistou a sua independência da Holanda.
Na década de 1840, o movimento pela Jovem Irlanda deu origem à mais duradoura organização nacionalista originária das organizações conspiratórias do século 19: os Fenianos ou a Fraternidade Republicana Irlandesa, cujo braço executivo foi o recém-extinto Exército Republicano Irlandês.
Certo
Errado
Marx afirmou, em Formações econômicas pré-capitalistas, que ”a Idade Média (período germânico) começa com o campo como local da história, cujo desenvolvimento continua até a oposição cidade/campo. Assim, uma oposição dinâmica de cidade e campo só foi possível no modo de produção feudal.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo. Texto adaptado)
No modo de produção feudal, a oposição cidade e campo, segundo Perry Anderson, refere-se à oposição entre
a estrutura feudal, marcadamente rural e produtora de alimentos e matérias primas para o autoconsumo, com níveis de produtividade sempre crescentes, e as cidades medievais, voltadas para a administração pública, sem qualquer forma de produção de manufaturados.
o espaço urbano voltado à prática política e à devoção religiosa, sem ligações orgânicas com as principais estruturas feudais, e o espaço rural, especialmente o feudo, produtor de manufaturas, alimentos, matérias primas, obtidos com a mão de obra compulsória e livre.
a unidade produtiva modelo da Idade Média, o domínio senhorial, dependia pouco do trabalho dos servos, porque as necessidades de mercadorias eram diminutas, e as cidades medievais, marcadas por uma profunda dependência político-econômica dos feudos e da mão de obra livre.
a cidade medieval, grande produtora de manufaturas por meio das indústrias caseiras, tinha como mercado consumidor cidades do leste europeu, e a estrutura feudal baseava-se na produção de alimentos, com trabalho servil e escravo, destinados ao consumo local e às feiras locais e regionais
uma economia urbana de crescente comércio de bens, controlada pelos mercadores e organizada em associações e corporações, e uma economia rural de troca natural, controlada pelos nobres e organizada em terras senhoriais e pequenas propriedades, com enclaves camponeses individuais.