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Um homem em situação de rua procurou uma unidade de saúde e teve o atendimento negado sob o argumento de que "não possuía comprovante de residência nem documentos". Um Agente Comunitário de Saúde que presenciou a cena questionou a conduta, invocando a Política Nacional para a População em Situação de Rua (Decreto nº 7.053/2009).
À luz dessa política, é CORRETO afirmar que:
À negativa foi adequada, pois o acesso aos serviços públicos de saúde pela população em situação de rua está condicionado ao cadastro prévio em programas de transferência de renda e à posse de documento oficial com foto.
A conduta da unidade violou a política, que assegura o acesso amplo, simplificado e seguro aos serviços públicos, sendo a exigência de comprovante de residência uma barreira incompatível com os princípios da igualdade, da equidade e do respeito à dignidade dessa população.
À política determina que o atendimento à população em situação de rua ocorra exclusivamente em serviços especializados, como os Consultórios na Rua, ficando as unidades básicas de saúde desobrigadas de acolher esse público.
O decreto define a população em situação de rua apenas pelo critério da ausência de moradia convencional, excluindo do seu alcance as pessoas que pernoitam em albergues ou unidades de acolhimento institucional.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um princípio da Política Nacional para a População em Situação de Rua.
Respeito à dignidade da pessoa humana.
Divulgação de indicadores sociais sobre a população em situação de rua.
Direito à convivência familiar e comunitária.
Atendimento humanizado e universalizado.
Valorização e respeito à vida e à cidadania.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua considera população em situação de rua o grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória. Essa Política define como um de seus objetivos:
implementar centros de referência especializados para atendimento da população em situação de rua, no âmbito da proteção social especial do Sistema Único de Assistência Social
criar grupos de trabalho temáticos para enfrentar as desigualdades históricas vivenciadas pela população em situação de rua no Brasil
estabelecer a internação compulsória não voluntária para os usuários de crack
instituir a contagem da população em situação de rua no censo demográfico
A Política Nacional para a População em Situação de Rua, instituída pelo Decreto Federal nº 7.053, de 23 de dezembro de 2009, estabelece princípios e diretrizes para a atuação estatal frente a esse grupo de extrema vulnerabilidade social. No que tange aos direitos de circulação e ocupação do espaço público por essa população, assinale a alternativa correta.
O acesso e a fruição dos espaços e serviços públicos são direitos garantidos à população em situação de rua, sendo vedada a realização de ações higienistas que promovam o recolhimento forçado de pertences pessoais ou o impedimento da livre circulação em logradouros.
A inexistência de documento oficial de identidade ou comprovante de residência é motivo legal suficiente para o indeferimento de acesso a serviços de saúde e programas de transferência de renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
O Município possui competência discricionária para proibir o pernoite em praças públicas e monumentos históricos, devendo o Poder Público utilizar a guarda municipal para a apreensão compulsória de cobertores e utensílios que descaracterizem o patrimônio cultural urbano.
A assistência à população em situação de rua deve ser condicionada à aceitação compulsória de tratamento para dependência química em comunidades terapêuticas, conforme o modelo de “portas fechadas" estabelecido para a recuperação da cidadania rurícola.
Durante um levantamento realizado em uma região central do Distrito Federal, a equipe responsável pelo planejamento das ações voltadas à população em situação de rua identificou pessoas com diferentes idades, histórias de vida, vínculos familiares e formas de obtenção de renda. Ao discutir os resultados, surgiram interpretações distintas sobre quais características deveriam orientar a identificação desse grupo para fins de implementação das políticas públicas.
Com base nessa situação hipotética e à luz do Decreto nº 7.053/2009, assinale a opção correta.
A caracterização da população em situação de rua decorre predominantemente da ausência de renda formal e da dependência de benefícios assistenciais, sendo esses os principais critérios para definição do público das políticas específicas.
A permanência em unidade de acolhimento institucional afasta a condição de pessoa em situação de rua, uma vez que a oferta de moradia provisória descaracteriza a situação de vulnerabilidade que fundamenta a política pública.
A identificação da população em situação de rua deve priorizar o local onde a pessoa é encontrada no momento da abordagem, independentemente das circunstâncias relacionadas aos vínculos familiares, às formas de sobrevivência ou às condições de moradia.
A população em situação de rua constitui um grupo heterogêneo, cujas trajetórias e necessidades são diversas, sendo sua identificação realizada a partir de um conjunto de características relacionadas às condições de moradia, sobrevivência e vínculos familiares ou comunitários.
A existência de atividade laboral remunerada impede o enquadramento da pessoa como integrante da população em situação de rua, ainda que esta utilize espaços públicos como alternativa de moradia.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua, instituída pelo Decreto nº 7.053/2009, estabelece as diretrizes e os princípios para a garantia dos direitos fundamentais desse segmento social. Considerando esse Decreto e o conceito de desproteção social no âmbito do SUAS, assinale a opção correta.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua preconiza que o atendimento a esse público deve ser realizado exclusivamente por organizações religiosas, cabendo ao Poder Público o repasse de recursos financeiros, sem a necessidade de monitoramento da qualidade das ações.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua determina que a identificação civil e a emissão de documentos pessoais são serviços secundários, que devem ser solicitados apenas após a conclusão da etapa de reinserção no mercado de trabalho formal.
O atendimento à população em situação de rua deve ser pautado pela lógica do isolamento em grandes centros de acolhimento localizados na periferia das cidades, visando evitar o contato desses indivíduos com a dinâmica dos centros urbanos e garantir a segurança coletiva.
A situação de rua é compreendida pela normativa como uma escolha individual de estilo de vida, o que desobriga o Estado de formular políticas públicas integradas que visem à superação da pobreza e à reinserção social desses indivíduos.
O Decreto estabelece princípios como o respeito à dignidade da pessoa humana, o direito à convivência familiar e comunitária e o atendimento humanizado e universalizado, além de prever o acesso amplo, simplificado e seguro aos serviços e aos programas das diferentes políticas públicas.
O Ministério Público, com atribuição para atuar na assistência social no Município Alfa, instaurou procedimento administrativo voltado ao acompanhamento das políticas públicas que estariam sendo implementadas pelo ente federativo para o cumprimento das regras de proteção à população em situação de rua.
Ao longo da tramitação do procedimento, o Promotor Natural constatou que o Município não possuía equipamentos voltados ao acolhimento, nem adotava medidas que viabilizassem e facilitassem a inserção em programas de benefícios.
Sobre o caso hipotético apresentado, considerando a legislação em vigor e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), assinale a afirmativa correta.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua (PNPSR), por ser prevista em lei federal, não é aplicável aos Municípios brasileiros, dependendo da adesão formal deles, motivo pelo qual se o Município Alfa assim não agiu, não poderá o Parquet exigir que atenda às diretrizes da PNPSR.
O Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da PNPSR é o órgão colegiado responsável por articular políticas públicas, acompanhar e avaliar a implementação de medidas voltadas à população em situação de rua, bem como propor ações para o aperfeiçoamento dessa política.
Inexiste previsão de disponibilização de apoio das vigilâncias sanitárias para garantir a instalação de lavanderias sociais e abrigo aos animais de pessoas em situação de rua, não sendo possível exigir do Município que assim proceda.
A legislação em vigor permite o recolhimento forçado de bens e pertences, assim como a remoção e o transporte compulsório de pessoas em situação de rua, em especial para a limpeza do espaço urbano e organização das vias.
O Município não é obrigado a prestar informação sobre a destinação dos bens pertencentes à população em situação de rua, que tenham sido apreendidos, sendo desnecessária, ainda, a veiculação de informações sobre a existência de bagageiros.
A Política Nacional para a Inclusão Social da População em Situação de Rua (PNPSR), instituída pelo Decreto nº 7.053/2009, e atualizada pela Lei nº 14.821/2024 (Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para a População em Situação de Rua – PNTC PopRua), sobre o objetivo, assinale a alternativa correta.
Garantir o acesso a direitos e serviços públicos, como saúde, assistência social e educação, e promover a cidadania e a autonomia.
Não garantir o acesso a direitos e serviços públicos, como saúde, assistência social e educação, e promover a cidadania e a autonomia.
Garantir apenas o direito e acesso aos serviços públicos.
Garantir apenas o direito a saúde e educação.
Em um município, a gestão solicitou à equipe do Serviço Especializado em Abordagem Social que apresentasse, em curto prazo, aumento no número de encaminhamentos de pessoas em situação de rua para unidades de acolhimento. Durante as abordagens, a equipe identificou que algumas pessoas aceitavam dialogar e receber informações sobre direitos e serviços, mas ainda não demonstravam interesse em ingressar em unidades de acolhimento ou aderir aos demais encaminhamentos propostos. Diante desse cenário, surgiram diferentes posicionamentos sobre a condução do trabalho social.
Com base nessa situação hipotética, no Decreto nº 7.053/2009 e nas Orientações Técnicas para o Centro POP, assinale a opção correta.
A equipe deve priorizar exclusivamente os usuários que manifestem interesse imediato em ingressar na rede socioassistencial, direcionando os demais casos para nova abordagem apenas quando houver solicitação espontânea.
A efetividade da abordagem social depende da obtenção de encaminhamentos concretos para os serviços da rede, razão pela qual a permanência do usuário nas ruas evidencia a ineficácia da intervenção técnica.
A oferta de alimentação, higiene e guarda de pertences deve ser condicionada ao compromisso do usuário em aceitar o acolhimento institucional dentro de prazo previamente estabelecido pela equipe.
A construção de vínculos pressupõe reconhecer o tempo e as escolhas do usuário, mantendo a oferta continuada de escuta, orientação e acesso a direitos, ainda que a adesão aos serviços ocorra de forma gradual.
A autonomia do usuário restringe-se à escolha entre os serviços previamente definidos pela equipe técnica, cabendo aos profissionais estabelecer unilateralmente os objetivos do acompanhamento para assegurar maior efetividade da intervenção.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua (Decreto nº 7.053/2009) instituiu importantes diretrizes para o atendimento humanizado. A partir dessa informação e em consonância com as exigências que recaem sobre o Poder Público para a execução dessa política, assinale a opção correta.
A estruturação e a reestruturação da rede de serviços de acolhimento temporário devem fundamentar-se na necessidade de cada ente, adotando-se, como referência para esse planejamento, os dados obtidos pelas pesquisas de contagem oficial da população em situação de rua.
O recolhimento compulsório dos pertences da população de rua constitui-se como uma estratégia legítima de zeladoria urbana promovida pela política de assistência social.
A distribuição geográfica das unidades de acolhimento temporário deve priorizar a instalação dos equipamentos em áreas afastadas dos centros urbanos, visando resguardar essa população dos riscos e da violência das grandes cidades.
A integração intersetorial determina que as abordagens nos espaços públicos sejam realizadas mediante ação coordenada com os órgãos de segurança, autorizando-se a condução coercitiva de indivíduos em situação de rua para os equipamentos de saúde ou de acolhimento institucional.
A política exige o banimento do uso dos espaços públicos como forma de sobrevivência, promovendo a institucionalização em instituições de longa permanência para todos.
Durante busca ativa, a equipe de Abordagem Social identificou um usuário resistente ao diálogo, que relatou ter sofrido violência institucional e recolhimento forçado de pertences em abordagens anteriores. Considerando o Decreto nº 7.053/2009 e as Orientações Técnicas do Centro POP, assinale a opção que apresenta a postura profissional correta.
A equipe deve priorizar a construção de vínculos de confiança e referência, realizando intervenções voltadas ao atendimento de necessidades imediatas e à vinculação gradativa do usuário à rede de proteção, respeitando o seu protagonismo e o tempo de adesão ao serviço.
A resistência do usuário justifica o acionamento imediato dos órgãos de segurança pública para a realização do transporte compulsório até a unidade de acolhimento, visando garantir a integridade física do indivíduo e a desobstrução do logradouro.
O trabalho técnico no contexto da rua deve limitar-se à oferta estratégica de alimentação e higiene, abstendo-se de propor acompanhamento especializado ou discussões sobre a trajetória de vida para evitar o constrangimento do cidadão.
A eficácia da abordagem social é condicionada à subordinação técnica das equipes de assistência social às estratégias de zeladoria urbana, devendo a equipe de abordagem auxiliar na triagem de bens que serão descartados pelo órgão de limpeza urbana.
O acesso aos serviços da rede socioassistencial e o encaminhamento para a política habitacional devem ser condicionados à prévia aceitação, por parte do usuário, de tratamento para desintoxicação em comunidades terapêuticas indicadas pela gestão local.
O Decreto nº 7.053/2009 institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua. Com base no conceito legal, analise os itens a seguir sobre as características que definem esse grupo populacional:
I - Trata-se de grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular.
II - Inclui pessoas que utilizam logradouros públicos e áreas degradadas como espaço de moradia e sustento, de forma temporária ou permanente.
III - Compreende indivíduos que utilizam unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
IV - Abrange exclusivamente pessoas em extrema pobreza e a inexistência de moradia convencional regular.
Está correto o que se afirma em:
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II, III e IV.
(PMM/URCA 2025) Sobre o decreto nº 7.053 de 23 de dezembro de 2009 que institui a política nacional para a população em situação de rua e seu comitê intersetorial, assinale a alternativa incorreta.
A Política Nacional para a População em Situação de Rua será implementada de forma descentralizada e articulada entre a União e os demais entes federativos que a ela aderirem por meio de instrumento próprio.
Respeito à dignidade da pessoa humana, é um dos princípios da Política Nacional para a população em Situação de Rua.
Promoção dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, não é um dos princípios da Política Nacional para a população em Situação de Rua.
Valorização e respeito à vida e à cidadania, compreende uma das Diretrizes da Política Nacional para a população em Situação de Rua.
Um dos objetivos da Política Nacional para população em situação de Rua é: assegurar o acesso amplo, simplificado e seguro aos serviços e programas que integram as políticas públicas de saúde, educação, previdência, assistência social, moradia, segurança, cultura, esporte, lazer, trabalho e renda.
(PMM/URCA 2025) No âmbito do decreto nº 7.053 de 23 de dezembro de 2009: são diretrizes da política nacional para a população em situação de rua, exceto:
Responsabilidade do Poder Público pela sua elaboração e financiamento;
Implantar centros de defesa dos direitos humanos para a população em situação de rua;
Democratização do acesso e fruição dos espaços e serviços públicos;
Participação da sociedade civil, por meio de entidades, fóruns e organizações da população em situação de rua, na elaboração, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas;
Integração das políticas públicas em cada nível de governo;
A Política Nacional para a População em Situação de Rua, instituída pelo Decreto nº 7.053/2009, tem como um de seus principais objetivos:
garantir a segregação dessa população em abrigos permanentes.
restringir o atendimento apenas a adultos sem vínculos familiares.
priorizar o recolhimento compulsório de pessoas em situação de rua.
promover o cadastramento obrigatório da população em situação de rua para fins tributários.
assegurar o acesso amplo, simplificado e seguro aos serviços, programas e benefícios socioassistenciais.
O Decreto nº 7.053/2009 institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua, que se orienta por princípios como a igualdade, equidade e respeito à dignidade da pessoa humana. Assinale a alternativa que descreve uma ação estratégica que está em desacordo com os princípios desta política.
Implementar ações de segurança alimentar e nutricional, incluindo a oferta de refeições em restaurantes populares e a distribuição de alimentos.
Realizar ações compulsórias de remoção e transferência de pessoas em situação de rua para abrigos ou locais de origem, visando à higienização dos espaços públicos.
Facilitar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde, incluindo equipes de Consultório na Rua e atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
Promover a capacitação de profissionais e gestores públicos para o trabalho com a população em situação de rua, com base nos princípios dos direitos humanos.
Com base exclusivamente no disposto no Decreto federal nº 7.053, de 23 de dezembro de 2009, que institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua, e considerando que o trabalho de acesso a direitos e serviços − envolvendo orientação, encaminhamento e articulação da rede socioassistencial e intersetorial − é inerente à atuação do assistente social e exige domínio da legislação e da organização das políticas públicas, analise as afirmativas a seguir:
I. A Política Nacional tem como princípios o respeito à dignidade humana, a universalidade, a equidade e o respeito às escolhas e singularidades dos indivíduos, incluindo o direito de moradia digna.
II. A moradia e a saúde são diretrizes prioritárias da Política, sendo vedado o encaminhamento da população de rua para os serviços socioassistenciais da Proteção Social Básica, pois estes não possuem estrutura para atender a complexidade das demandas.
III. A articulação intersetorial é uma diretriz fundamental, abrangendo o acesso, a garantia e a inclusão da população em situação de rua nas políticas de saúde, educação, trabalho, renda, assistência social e segurança alimentar.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
II.
I e III.
I, II e III.
I e II.
O Decreto no 7.053, de 23 de dezembro de 2009, institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências. Este decreto considera a população em situação de rua
o grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
somente homens que possuem em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
o grupo intergeracional que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
o grupo populacional feminino que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
o grupo familiar que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos comunitários interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
De acordo com a Política Nacional para a População em Situação de Rua, instituída pelo Decreto nº 7.053/2009: “Considera-se população em situação de rua o grupo populacional ____________ que possui em comum o(a) ____________, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
heterogêneo – pobreza extrema
heterogêneo – uso de drogas
homogêneo – condição psiquiátrica
homogêneo – vulnerabilidade social
O Decreto nº 7.053/2009 institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua, que orienta ações articuladas entre União, estados e municípios para garantir direitos e atendimento a esse grupo social vulnerável. O Decreto define a população em situação de rua, destacando elementos comuns e espaços utilizados por esse segmento.
Nesse contexto, assinale a alternativa que corresponde corretamente à definição legal de população em situação de rua conforme o Decreto nº 7.053/2009:
Considera-se população em situação de rua o grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
Grupo populacional com renda baixa que reside em casas populares e utiliza serviços públicos.
Pessoas que residem em moradias regulares, mas sofrem discriminação social.
Pessoas com vínculos familiares fortes, porém em situação de pobreza moderada.