Questões de Concurso sobre Advérbio de intensidade

 
 
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Considerando-se a classe gramatical da palavra sublinhada na 2ª coluna, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(1) Adjetivo.

(2) Advérbio.

(3) Conjunção.


(_) Este foi o melhor resultado que já tivemos até agora.

(_) Conforme o presidente, os juros irão subir.

(_) Ele sempre foi agradável em suas comunicações.


A

1 - 2 - 3.


B

3 - 2 - 1.


C

2 - 3 - 1.


D

2 - 1 - 3.

No tocante às classes gramaticais, assinale a alternativa correta.


A

Em “Lá o transporte público é levado a sério, (...)” (l. 02-03), o termo em destaque é um artigo definido.


B

Em “Está tudo certo, ninguém agride, ninguém reprime” (l. 13), a palavra destacada é um pronome pessoal.


C

Em “Em muitas delas, os proprietários colocam os livros sobre uma mesa (...)” (l. 20-21), o vocábulo destacado é um advérbio de intensidade.


D

Em “(...) mas eliminar a caretice não é tão complicado, (...)” (l. 28), o termo em destaque é uma conjunção coordenativa aditiva.


E

Em “(...) a população procura se locomover de bicicleta, ônibus e metrô (...)” (l. 04), a expressão em destaque é uma locução adverbial de meio.

A previsão é de que, 'ao longo dos próximos meses', o telescópio James Webb siga registrando feitos inéditos.


Sintaticamente, a expressão destacada é:


A

Advérbio de intensidade.


B

Adjunto adverbial de intensidade.


C

Adjunto adverbial de tempo.


D

Advérbio de tempo.

Os termos destacados são referentes à mesma classe gramatical, EXCETO:


A

“(...) jogasse fora os sapatos de saltos altos.” (1º§)


B

“(...) um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, (...)” (1º§)


C

“Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, (...)” (1º§)


D

“Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias.” (4º§)

Na fala do último quadrinho – É pena que esteja tão úmido! –, a palavra destacada estabelece sentido de


A

modo.


B

tempo.


C

lugar.


D

dúvida.


E

intensidade.

Considere a passagem a seguir, do segundo parágrafo do texto, para responder às questões de números 06 e 07.


Por muito tempo a descrevemos como atributo exclusivamente humano. Melhores e mais recentes pesquisas, entretanto, vão revelando que não é bem assim.


Os termos “como” e “assim”, em destaque, expressam circunstância de


A

afirmação e de finalidade, respectivamente.


B

modo, em ambas as ocorrências.


C

dúvida e de finalidade, respectivamente.


D

afirmação, em ambas as ocorrências.


E

modo e de intensidade, respectivamente.

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo advérbio em destaque no período: “Vale a pena saber escolher aquilo que seja mais interessante”.


A

Intensidade.


B

Negação.


C

Dúvida.


D

Tempo.


E

Lugar.

Em: “Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras!”


Os termos em destaque dão ideia de:


A

Lugar / tempo.


B

Tempo / lugar.


C

Afirmação / tempo.


D

Intensidade / lugar.

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “Repleta de casas coloniais e monumentos históricos, ali parece que a cidade parou no tempo e manteve o charme que é tão apreciado na arquitetura tradicional latino-americana, com traços da colonização espanhola”.


A

Lugar.


B

Tempo.


C

Intensidade.


D

Dúvida.


E

Negação.

O tórax, relativamente pequeno e compacto, apresenta três pares de patas e dois pares de asas e o abdômen, por sua vez, é fino e longo.


Disponível: (Libélulas: conheça esses pequenos dragões (msn.com). Adaptado.)


Assinale a opção CORRETA.


A

Na última oração, o predicado é verbal


B

A expressão 'três pares de patas' é objeto direto e indireto.


C

Na última oração, 'fino e longo' são objetos diretos.


D

O termo 'relativamente' é um adjunto adverbial de intensidade.

Leia o texto 'O impossível' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Ao longo de toda a sua argumentação, a autora adota uma postura clara em defesa da ciência e dos cientistas, principalmente quando ela prevê que, em breve, as inovações científicas vão garantir a extrapolação dos níveis dos reservatórios nacionais e, consequentemente, viabilizar a universalização do acesso à energia gratuita.

II. A menção à bibliografia de Nikola Tesla, no texto, é um recurso utilizado pela autora para defender a importância de se adotar uma postura “ousada” na ciência. Para ela, a ousadia nos projetos e iniciativas científicas pode trazer benefícios para a sociedade e, portanto, é algo que deve ser estimulado.

III. No texto, o trecho “Mas precisamos de cientistas, engenheiros e empreendedores com a mesma capacidade de sonhar, de desbravar o que hoje parece impossível” traz o vocábulo “Mas” que é classificado morfologicamente como advérbio de intensidade, sendo usado para intensificar algo.


Marque a alternativa CORRETA:


A

Nenhuma afirmativa está correta.


B

Apenas uma afirmativa está correta.


C

Apenas duas afirmativas estão corretas.


D

Todas as afirmativas estão corretas.

Nas passagens do texto:

• Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. (4o parágrafo)

• Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante. (4o parágrafo)

• Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. (8o parágrafo)

As palavras em destaque expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de


A

tempo; modo; tempo.


B

modo; modo; tempo.


C

tempo; tempo; afirmação.


D

afirmação; tempo; modo.


E

intensidade; afirmação; afirmação.

Em relação ao fragmento “Muitos negócios nascidos no digital, inclusive, estão criando espaços físicos para o consumidor”, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) “Muitos” é um advérbio de intensidade.

( ) A expressão “estão criando” é uma locução verbal.

( ) O vocábulo “físicos” é adjetivo simples.

( ) O vocábulo “para” é uma preposição.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

F – V – V – F.


B

F – F – F – F.


C

V – V – V – V.


D

F – V – V – V.


E

V – F – F – V.

A frase abaixo em que esteja ausente qualquer processo de intensificação é:


A

Escolheu um fruto madurinho no tabuleiro.


B

José chegou elegantão à festa.


C

Achou que o corredor estava bem cansado.


D

Além, muito além da fronteira.


E

Trazia muito dinheiro no bolso.

Considerando os excertos extraídos do texto “Ipês Amarelos”, assinale a alternativa correta.


A

No excerto “[...] eles se despem das folhas para poupar energia. Fingem-se de mortos, até nos surpreender com o desabrochar de uma profusão de flores com pétalas que se juntam [...]”, os itens destacados exercem função de pronome reflexivo.


B

No excerto “Senhores do que restou da Mata Atlântica, conscientes de que viver em São Paulo exige resiliência [...]”, o referente da palavra destacada é “árvores”.


C

No excerto “A partir dos anos 1950, a cidade começou a ser arborizada [...]”, as palavras destacadas constituem uma locução verbal na qual o auxiliar “ser” define o aspecto de início da ação do verbo principal “arborizada”.


D

No excerto “No processo de seleção natural, levaram vantagem evolutiva os ipês mais floridos [...]”, a palavra destacada pode ser substituída por “levou”, preservando os sentidos e a correção gramatical.


E

No excerto “[...] levaram vantagem evolutiva os ipês mais floridos, capazes de atrair mais insetos para a polinização [...]”, os itens destacados têm função de advérbio, sendo que o primeiro introduz uma ideia de modo para o verbo e o segundo funciona como um intensificador do adjetivo.

Assinale a alternativa em que a palavra indicada, no texto, não exerça papel adverbial.


A

mais (linha 18)


B

muitas (linha 18)


C

muito (linha 24)


D

mais (linha 26)


E

muito (linha 42)

João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho

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A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

João Branco 18 de março de 2022

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Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?

Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.

É nesse contexto que os filmes recentes do Homem-Aranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.

Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?

Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um super-herói.

Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.

Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.


João Branco é CMO do McDonald’s.

linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco


BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha

sobre trabalho? Forbes Brasil, 18 de março de 2022.

Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/colunas/2022/03/joao-branco-o-que-

aprendemos-com-o-homem-aranha-sobre-trabalho/.


As palavras grifadas no trecho “O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente.” (3º parágrafo) são classificadas, nesse contexto, como


A

advérbios intensificadores.


B

adjetivos pátrios.


C

advérbios locativos.


D

substantivos intensificadores.


E

advérbios temporais.

Considerando que o adjetivo é uma classe de palavras que atribui características aos substantivos, ou seja, ele indica suas qualidades e estados, assinale a expressão destacada que NÃO se refere a tal classe gramatical.


A

“O problema é mais sério entre os jovens e as mulheres.” (2º§)


B

“Como toda ansiedade, a angústia típica de nosso tempo machuca.” (1º§)


C

“O sono não vem, espantado por uma atitude de alerta anormal da pessoa que sofre.” (2º§)


D

“Ou, ao menos, não deixar que ela assuma proporções dolorosas para quem precisa ultrapassá-la no dia a dia.” (6º§)

   
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