Questões de Concurso sobre Charge

 
 
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Leia a charge.


Imagem associada para resolução da questão

(Duke. Disponível em https://www.portalotempo/photos.

Acesso em 24.04.2016.)


Sem alteração do sentido, a forma verbal fantasio, na fala do menino, pode ser substituída por


A

acredito.


B

busco.


C

entendo.


D

reflito.


E

imagino.

Ainda sobre a interpretação da charge, assinale o que for INCORRETO:


A

No alto, à esquerda, temos um político que lida de forma estranha com a própria imagem. Acha-se maior que realmente é. Essa síndrome de auto-suficiência, de crença no ser acima do bem e do mal preocupa a todos.


B

Ainda no alto, mas agora à direita, uma relação intertextual com uma personagem que faz parte do imaginário infantil. Aquele que queria ser menino, Pinóquio, retratando os políticos que mentem descaradamente para conseguir aquilo que tanto desejam.


C

Abaixo, à esquerda, mostra um candidato tentando hipnotizar os eleitores, isto é, fazer com que eles, inconscientes ou hipnotizados, vá até as urnas e elejam esses políticos sem saber o que estão fazendo.


D

Nenhuma das alternativas.

Sobre a charge, podemos afirmar que:


A

Nesse caso foi utilizada a linguagem não verbal, pois não há uso de vocabulário para expressar comunicação.


B

A linguagem verbal se dá através da palavra “vote”, apresentada nas quatro imagens que compõe a charge, portanto podemos afirmar que nessa ilustração foi utilizada a linguagem verbal.


C

Tanto a linguagem verbal quanto a linguagem não verbal estão presentes nessa charge, pois é composta por elementos verbais e visuais.


D

Nenhuma das alternativas.

Ano: 2016
Prova: FUMARC - Prefeitura - Professor de Educação Básica - Área: História - 2016

Para construir sua crítica, o autor da charge optou por:


I. contrapor notícias de temáticas distintas.

II. usar o substantivo ‘alta’ em oposição ao verbo ‘abaixar’.

III. ridicularizar a mídia.

Estão CORRETOS os itens:


A

I e II, apenas.


B

I e III, apenas.


C

II e III, apenas.


D

I, II e III.

Sobre as expressões, extraídas do texto I, “casca de banana”, “pegadinhas”, “branco” e “mix”, no contexto, é verdadeiro se afirmar que, do ponto de vista de variação linguística:


A

Fazem parte da linguagem dos concurseiros, por isso são prescindíveis e dispensáveis à compreensão do texto.


B

São gírias que, nas circunstâncias textuais, são impróprias e impertinentes como estratégias linguísticas de tentativa de interação e adesão de quem escreveu ao leitor.


C

São regionalismos que, nas circunstâncias textuais, são irrelevantes como estratégias linguísticas de tentativa de interação e adesão de quem escreveu ao leitor.


D

São gírias que, nas circunstâncias textuais, são importantes como estratégias linguísticas de tentativa de interação e adesão de quem escreveu ao leitor.


E

Pelo uso cristalizado socialmente já fazem parte da norma padrão, institucionalizada nos manuais oficiais e gramáticas normativas.

A compreensão adequada da charge exige o entendimento da combinação de elementos verbais e não-verbais. Assim, pode-se afirmar que o humor é construído, sobretudo, através:


A

do duplo sentido atribuído à palavra “perdida”.


B

da representação de um ponto turístico carioca.


C

do rosto de desespero do personagem que corre.


D

do emprego formal do pronome de tratamento “senhor”.

Assinale a alternativa que apresenta a charge que está relacionada com o texto.


A

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: < http://zip.net/blr9Z9 >. Acesso em: 13 out. 2015.


B

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: < http://zip.net/btsb9Y >. Acesso em: 13 out. 2015.


C

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: < http://zip.net/bxscH4 >. Acesso em: 13 out. 2015.


D

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: < http://zip.net/bpschS >. Acesso em: 13 out. 2015.

Texto 1

A arte de envelhecer

Dráuzio Varella

[1º§]Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a fotografia de um jovem. Tinha 50 anos naquela época, entretanto, idade em que me considerava bem distante da juventude. Se me for dado o privilégio de chegar aos 90 em pleno domínio da razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão semelhante.

[2º§]O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião de cinco dias. Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor tropical às geleiras do Ártico.

[3º§]Da mesma forma como ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos de aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos. A adolescência é um fenômeno moderno. Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem estágios intermediários. Nas comunidades agrárias, o menino de 6 Concurso IFSUDESTE • 2016 • Revisor de Texto Braille sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos antes de chegar a essa idade.

[4º§]A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós tinham filhos para criar.

[5º§]A exaltação da juventude como o período áureo da existência humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética, os costumes e os padrões de comportamento característicos dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio começa assim que essa fase se aproxima do fim.

[6º§]A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa mais desenvolvida não passava dos 40 anos.

[7º§]A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão, dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.

[8º§]Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos 80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.

[9º§]Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos nessa época. Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem "cabeça de jovem". É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.

[10º§]Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 23/01/2016. Texto adaptado.

A visão crítica sobre envelhecer, presente nessa charge,


A

corresponde à noção de velhice presente no texto 1.


B

sustenta a ideia de envelhecimento construída no texto 1.


C

ridiculariza a concepção de ‘ser velho’ proposta no texto 1.


D

endossa a noção moderna de velhice apresentada no texto 1.


E

corrobora a vantagem de se envelhecer explicitada no texto 1.

Observe a charge abaixo, publicada em 15/10/10, e, em seguida, assinale a única afirmativa CORRETA:


Imagem associada para resolução da questão

http://photusfactus.blogspot.com/2010/10/censo-e-internet.html


A

O verbo ser é empregado de forma indevida na estrutura oracional.


B

Aincoerência da resposta da entrevistada, motivada pelo desconhecimento ou pela desatenção em relação ao sentido do verbo acessar e do termo rede, presentes na pergunta, é o mecanismo responsável pelo efeito de humor.


C

O título proposto é incoerente com relação ao tema focalizado na charge.


D

O estranhamento e, consequentemente, o riso esperado da leitura da charge resultam exclusivamente do caráter polissêmico do termo rede, cuja interpretação por parte da entrevistada foi o de “leito”, daí a afirmação de que os filhos dormem no chão.


E

No texto predomina a função fática, por se estabelecer um diálogo entre entrevistador e entrevistado.

A palavra "chato", que aparece no segundo balão do quadrinho, exerce a função sintática de:


A

objeto direto.


B

objeto indireto.


C

vocativo.


D

predicativo do objeto.


E

predicativo do sujeito.

A respeito do uso da pontuação no segundo balão da charge, assinale a alternativa correta.


A

Todas as vírgulas utilizadas são facultativas e indicam o isolamento de expressões explicativas de natureza substantiva.


B

Todas as vírgulas utilizadas são obrigatórias e indicam o isolamento de expressões explicativas de natureza substantiva.


C

O uso das vírgulas está correto e se justifica por se tratar da separação de termos com mesma função sintática.


D

As reticências que aparecem ao final da fala do médico não deveriam ter sido utilizadas, pois causam incoerência.


E

O ponto de interrogação deveria obrigatoriamente ser substituído por exclamação, já que indica espanto ou surpresa.

O humor da tirinha constrói-se com base em uma expressão polissêmica, que é:


A

"ganhar no grito".


B

"deixam o Tarzan".


C

"fica querendo".


D

"muito chato".


E

"jogar também".

Em "...só preciso cansá-lo mais um pouco!", qual é a classificação morfológica e qual é a função sintática do termo destacado?



A

Artigo definido; objeto direto.


B

Pronome pessoal do caso oblíquo; objeto indireto.


C

Artigo definido; predicativo do objeto direto.


D

Pronome pessoal do caso oblíquo; objeto direto.


E

Pronome demonstrativo; predicativo do sujeito.

A expressão sublinhada em “Estudar por materiais 'duvidosos'” pode significar, no contexto:


A

Cujas questões geram dúvidas na elaboração e interpretação.


B

De qualidade questionável.


C

De qualidade desabonadora.


D

Cujas questões são concisas demais.


E

De qualidade editorial e gráfica comprometedora.

As palavras "só", "está" e "médico" aparecem acentuadas no segundo balão da charge. Sobre elas, assinale a alternativa correta.


A

A acentuação é adequada nos três casos devido à mesma regra.


B

O uso do acento agudo é obrigatório nos três casos, mas cada uma dessas palavras segue uma regra diferente.


C

Duas dessas palavras são acentuadas pela mesma regra.


D

Uma das três palavras não deveria ter sido acentuada.


E

O uso do acento agudo está correto nos três casos, mas em um deles também se poderia usar o circunflexo.

Em "Que livro interessante", a palavra "que" classifica-se, morfologicamente, como:


A

pronome substantivo.


B

pronome adjetivo.


C

preposição.


D

interjeição.


E

conjunção.

Na tirinha, a construção do humor tem como foco a polissemia de uma palavra. Qual é ela?


A

"Livro".


B

"Interessante".


C

"BLAM".


D

"Prende".


E

"Leitor".

Na charge, a personagem critica as pessoas que


A

ignoram qualquer opinião ao exporem suas ideias.


B

são extremamente técnicas em seus julgamentos.


C

buscam a justiça com vigor e sem nenhum desânimo.


D

fazem seus julgamentos fora dos limites da razão.


E

controlam seus sentimentos no embate de opiniões.

TEXTO X:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Imagem de livre circulação no whatsApp. OuU2016

A análise desta charge nos remete à seguinte interpretação:


A

foge de uma temática social.


B

é uma propaganda comercial.


C

informa sobre a violência infanto-juvenil.


D

alude a uma intenção crítica.


E

sugere a redução da expectativa de vida dos personagens.

   
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