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A charge a seguir ironiza a situação política no Brasil, ligada ao efeito da Reforma Ortográfica.
Disponível em: <http://blogdomarson.zip.net/images/reforma-ortografica.JPG>. Acesso em: 28 nov. 2017. Adaptado.
A ironia que pode ser identificada na charge é o fato de o presidente do Brasil:
Encontrar-se totalmente preocupado com as mudanças trazidas pela Reforma Ortográfica.
Mostrar-se totalmente preocupado com os devidos interesses pela Reforma Ortográfica.
Interpretar em outro sentido o termo “Reforma”, fazendo-se de desentendido quanto às solicitações de Reforma Social.
Mostrar a tranquilidade em relação às Reformas já atendidas: política, tributária e agrária.
Apresentar indignação pelas alterações feitas com a Reforma Ortográfica e os métodos.
A charge é uma tipologia textual que costuma explorar, ao mesmo tempo, as linguagens verbal e não verbal. E fazendo uma análise atenta do contexto da charge acima, é possível concluirmos que sua principal intenção é:
mostrar as dúvidas dos alunos com relação a regras e normas da Língua Portuguesa.
mostrar a incompreensão da professora diante das dificuldades dos alunos.
ressaltar as influências de gírias e estrangeirismos no emprego diário da Língua Portuguesa.
evidenciar a distância que separa o conhecimento linguístico entre alunos e professores.
valorizar a preocupação dos alunos para os conteúdos complexos no ensino da língua materna.
O texto VIII caracteriza-se por ser ilustração, que, por meio da caricatura, satiriza um acontecimento atual com um ou mais personagens envolvidos. Portanto, podemos dizer que o texto VIII é
um poema,
uma HQ.
uma narrativa.
uma charge.
uma fábula.
É correto afirmar sobre a charge:
Mostra o desespero do personagem em conjugar os verbos na frente dos colegas;
Embute um sentimento de rebeldia do personagem ao conjugar os verbos a frente dos colegas;
Faz uma crítica ao sistema de ensino, no qual é mostrado a ausência de conhecimento do personagem diante da conjugação verbal;
Faz uma crítica ao sistema de arrecadação de Impostos.
A reticências ao final da conjugação verbal, seguindo a lógica da charge, é substituída por:
Torras;
Torrão;
Torram;
Torrem.
A conjugação verbal realizada pelo personagem está:
No pretérito imperfeito
No presente do indicativo;
No futuro do subjuntivo;
No presente do subjuntivo.

Disponível em https://goo.gl/Dxukqh, acesso em 13 jun. 2017 (com adaptações).
No texto, as expressões “árvore genealógica” e “organograma da instituição” evocam, em um jogo semântico, um terceiro conceito:
Matriarcado, quando a mãe exerce autoridade preponderante.
Familismo, quando o fundamental da ordem social está na família.
Nepotismo, quando há o favorecimento a parentes na administração.
Patronato, quando houve o dispêndio recebido para a ascensão na empresa.
Leia a tirinha abaixo para responder à questão 8.

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O humor dessa tirinha decorre do seguinte fato:
Chico Bento e o amigo fazem uso da linguagem denotativa.
O garoto emprega a linguagem em sentido denotativo, literal, e Chico Bento interpreta a fala do amigo como um exagero, ou seja, como uma hipérbole.
Chico Bento, para suavizar o exagero do amigo, utiliza um eufemismo, mas ele não entende.
O garoto, para impressionar Chico Bento, interpreta a fala do amigo como uma ironia.
O garoto se expressa por meio de uma metonímia, que Chico Bento interpreta literalmente.
Leia a tirinha abaixo para responder à questão 8.

O humor dessa tirinha decorre do seguinte fato:
Chico Bento e o amigo fazem uso da linguagem denotativa.
O garoto emprega a linguagem em sentido denotativo, literal, e Chico Bento interpreta a fala do amigo como um exagero, ou seja, como uma hipérbole.
Chico Bento, para suavizar o exagero do amigo, utiliza um eufemismo, mas ele não entende.
O garoto, para impressionar Chico Bento, interpreta a fala do amigo como uma ironia.
O garoto se expressa por meio de uma metonímia, que Chico Bento interpreta literalmente.
A pontuação, em “Certamente, a diversidade também nos enriquece do ponto de vista cultural e humanístico, porque nos torna muito mais compreensíveis e tolerantes. Resumindo, nos torna pessoas melhores”, pode ser alterada, sem alteração do sentido original, por:
“Certamente a diversidade também nos enriquece do ponto de vista cultural e humanístico, porque nos torna muito mais compreensíveis e tolerantes. Resumindo: nos torna pessoas melhores”.
“Certamente, a diversidade, também, nos enriquece do ponto de vista cultural e humanístico, porque nos torna muito mais compreensíveis e tolerantes. Resumindo, nos torna pessoas, melhores”.
“Certamente, a diversidade também nos enriquece do ponto de vista cultural, e humanístico, porque, nos torna muito mais compreensíveis e tolerantes. Resumindo, nos torna pessoas melhores”.
“Certamente, a diversidade também nos enriquece: do ponto de vista cultural e humanístico porque nos torna muito mais compreensíveis e tolerantes. Resumindo, nos torna pessoas melhores”.
TEXTO 1
Escravidão remunerada
É do que se trata a reforma da Previdência e o projeto de terceirização ampla e irrestrita
Por Djamila Ribeiro — publicado 03/04/2017
[1] Vivemos inegavelmente tempos difíceis no que diz respeito aos direitos conquistados. A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto que terceiriza todas as atividades de uma empresa, não somente a atividade meio, como vigorava até então, precariza a vida do trabalhador e da trabalhadora e é um grande retrocesso e uma saída regressiva.
[2] A reforma da Previdência, que caminha no Congresso sob a forma da Proposta de Emenda Constitucional nº 287, também é um acinte, pois aumenta o tempo de contribuição para 25 anos e a idade mínima para 65 anos para as mulheres.
[3] Essa medida não leva em consideração a divisão sexual do trabalho imposta em nossa sociedade. Mulheres ainda são aquelas moldadas para ser responsáveis pela criação dos filhos e pelos trabalhos domésticos. Não se vê que as mulheres partem de pontos diferentes, sobretudo desiguais. Para além dessa constatação, é necessário fazer algumas observações.
[4] Que as duas medidas são configuradas pelo retrocesso, sabemos, porém, questiono: quais os grupos mais afetados e por que existe uma maior comoção a partir do momento em que aqueles mais privilegiados correm o risco de ser atingidos?
[5] Explico: de modo geral, mulheres negras não conseguiam se aposentar antes de a PEC 287 ser proposta. Por conta da informalidade, de uma relação descontínua no mercado de trabalho e da dificuldade das empregadas domésticas terem seus direitos garantidos, esse grupo historicamente sempre se viu à margem. E isso se dá por conta da relação direta entre escravismo e trabalho doméstico.
[6] No processo de industrialização do Brasil, com o incentivo à imigração de trabalhadores europeus, a população negra saiu da condição de escravizada para aquela de “precarizada” ou desempregada. Mulheres negras empreendiam por necessidade ou trabalhavam como domésticas nas casas dos ex-senhores. Essa relação de desigualdade leva esse grupo a uma condição de maior vulnerabilidade.
[7] Para se ter uma ideia, de 2003 a 2014, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o contingente de domésticas sem carteira assinada que contribuíam para o INSS aumentou de 8% para 23% no período.
[8] Ainda assim, a categoria tem dificuldade de se aposentar por tempo de contribuição, pois o setor é marcado por grande informalidade. No último trimestre do ano passado, 68,1% das trabalhadoras domésticas não tinham carteira assinada. O mesmo raciocínio se aplica em relação ao trabalho terceirizado para atividades meio.
[9] Existe um grande contingente de negras nessa relação de trabalho, sobretudo em funções de limpeza. Essas medidas vão dificultar ainda mais a vida dessas trabalhadoras, que já viviam em uma realidade precária. Antes essa condição não gerava muita comoção, justamente por se tratar de grupos historicamente “invisibilizados”.
[10] Por conta desses atentados, propagou-se a ideia de que viveríamos uma relação de escravidão moderna, o que, a meu ver, é equivocado.
[11] A escravidão moderna refere-se à comercialização de seres humanos que legitimou a dominação europeia. Ela fez parte da história de muitos povos. Quem perdia a guerra tornava-se propriedade do outro e existem vários exemplos de como esse processo se dava.
[12] O que entendemos por escravidão moderna foi, porém, a mercantilização de indivíduos, corpos negros como mercadoria a atravessar o Oceano Atlântico e para enriquecer os senhores na base do chicote nos países para os quais foram sequestrados.
[13] Entendo o uso do termo escravidão moderna quando se mencionam os quase 46 milhões de seres humanos a viver em um sistema análogo à escravidão pelo mundo. Nesse caso, falamos de tráfico humano, trabalho forçado, escravidão por endividamento, casamento forçado ou servil e exploração sexual comercial.
[14] Em relação à redução das leis trabalhistas, diria que viveremos uma espécie de “escravidão remunerada”.
[15] Em um país que ainda nega a terrível herança dos mais de 300 anos de escravidão e as violências históricas contra a população negra, apesar do reconhecimento de que a escravidão foi um crime contra a humanidade, como consta no documento final da Conferência de Durban, em 2001, é necessário fazer a historicidade do conceito. Nenhum conceito é “a-histórico”.
[16] Acredito que devemos lutar contra todas as formas de injustiças sociais e não somente contra aquelas que passam a nos atingir. É um dever moral exibir a realidade dos grupos categorizados “como vidas que não importam”, para citar Judith Butler. Dessa forma, poderemos realmente denunciar de maneira mais ampla todas as violências e reivindicar a humanidade verdadeira.
Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/946/escravidao-remunerada Acesso em: 04/05/2017. (Adaptado)
TEXTO 2

Disponível em: http://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo-02-04-2017-1.1455381 Acesso em: 04/02/2017
A partir da leitura do artigo de opinião e da charge, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas.
( ) Ambos os textos, artigo de opinião e charge, apontam para o sacrifício de uma parcela da sociedade historicamente “invisibilizada” e prejudicada.
( ) O humor da charge, entre outras coisas, é construído pelo duplo sentido assumido pela expressão “sociedade anônima”.
( ) Por serem essencialmente multimodais, na acepção mais tradicional, o artigo de opinião e a charge produzem críticas ao projeto de terceirização mais contundentes.
( ) O posicionamento argumentativo do chargista, apesar da crítica ao projeto de terceirização, é construído a partir de uma oposição às ideias defendidas pela articulista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
F V F V.
V V F F.
F F V F.
V F F F.
Assinale a alternativa que apresenta uma frase nominal:
Licença!
Pode entrar!
Eu sou pediatra.
Como é que um adulto marca consulta comigo?
Julgue o que se afirma acerca do texto II:
I- O autor faz crítica acerca basicamente de duas categorias de ladrão: os pequenos, que não “levam nem vão ao inferno”; e os grandes, os de maior calibre, aqueles que furtam em massa grandes quantidades e atingem grandes populações.
II- O autor reflete acerca basicamente de duas categorias de ladrão: os ricos, que agem contra os mais pobres; e os pobres que sempre “vão ao inferno”.
III- O critério de categorização dos ladrões de que o autor lança mão se prende meramente à posição intelectual do larápio: apenas se refere aos ricos.
IV- Não se pode estabelecer nenhuma relação entre os ladrões do século XVII e os do século XXI.
É VERDADE o que se afirma apenas em
III e IV.
I, II e IV
II e III.
I e IV.
I.
Acerca das informações colhidas na imagem do texto I, e levando-se em conta as questões relacionadas aos recentes escândalos políticos que envolvem muitos de nossos representantes no Congresso Nacional, pode-se afirmar:
I- O Brasil atravessa uma crise de valores éticos marcada pelo descrédito, por parte da população, e corrosão moral da classe política.
II- O simbolismo do enterro da ética presente na imagem em nada compromete a reputação de nossos representantes políticos do Legislativo e do Executivo já que, na verdade, somos nós, os eleitores, os únicos responsáveis por este quadro corruptivo.
III- Deduz-se da imagem do texto I que o conjunto, formado pela presença da ética - enquanto conjunto de regras de conduta, que rege comportamentos e atitudes morais as mais diversas em todas as áreas da sociedade, neste caso na política, sendo tais comportamentos valorados a partir de parâmetros que envolvem verdade, honestidade, lisura, justiça, retidão, etc. – quando atrelado à representação do desenho do Congresso Nacional, na política, são importantes instâncias de representação da nossa democracia.
É VERDADE o que se afirma em
I e III, apenas.
I, II e III.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
Assinale a alternativa que apresenta a crítica transmitida pela charge.
A informação do rádio é mais precisa do que da TV, pois apresenta a quantidade exata de tiros.
As famílias gostam mais de notícias pelo rádio do que pela TV.
A sociedade se preocupa mais com fatos fictícios que ocorrem na TV do que com a realidade.
A sociedade não gosta de ouvir programas de rádio e prefere os programas da TV, pois apresenta imagens mais chocantes.
A palavra “avô” é acentuada por ser uma:
Oxítona.
Paroxítona.
Proparoxítona.
Ditongo.
Nenhuma das alternativas.
Leia a tira abaixo de Quino.

No cerne do processo de compreensão da tira, está um processo figurativo. Que figura é essa?
Metáfora.
Metonímia.
Eufemismo.
Prosopopeia.
A partir da leitura da tirinha, é CORRETO afirmar que
A tira faz uma reclamação a respeito do Sistema Único de Saúde (SUS).
A tira faz uma crítica à demora do atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A tira faz uma reflexão moral sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).
A tira faz um elogio explícito sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).
A alternativa que contém a análise CORRETA a respeito do cartum é:
O cartum faz uma crítica ao fato de a sociedade estar cada vez mais preocupada com o consumismo.
O cartum critica o fato de as pessoas adquirirem cada vez mais carros, causando congestionamento nas cidades.
O cartum ironiza o fato de não haver maiores investimentos públicos em estradas.
O cartum faz uma reclamação da falta de sinalização nas vias públicas das grandes cidades.
O tema do texto, tratado pela personagem Mônica ao fazer a pergunta, refere-se
a questões ortográficas, referente ao emprego das letras.
a um problema social existente com o transporte urbano.
à acentuação gráfica.
a problemas com horários de maior tráfego urbano.
a sua preocupação quanto ao desespero das pessoas que, cansadas, disputam por um banco no ônibus.