Questões de Concurso sobre Charge

 
 
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Leia a tira.


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Com humor e ironia, a tira faz uma crítica



A

a quem realiza experimentos com animais, deixando de reconhecer suas habilidades cognitivas.


B

àqueles que domesticam os animais, esquecendo-se de que estes têm potencial para usar recursos tecnológicos.


C

à falta de inteligência dos macacos, animais normalmente considerados inteligentes pelos seres humanos.


D

ao comportamento negligente das pessoas frente aos prejuízos que podem ser causados pelo uso excessivo do celular.


E

às pessoas que enaltecem a tecnologia, sem reconhecer a dificuldade que muitos sentem para utilizá-la.

Sobre a charge de Duke e a matéria jornalística “Por falta de investimentos, SUS pode ‘morrer de asfixia’, segundo especialista”, analise as afirmativas a seguir:

I. A natureza das críticas ao SUS, tanto da matéria jornalística, quanto da charge é similar, ou seja, o foco está no tempo de espera do atendimento aos pacientes.

II. Ambos os textos criticam, de forma bem humorada, a demora do atendimento do SUS. Na matéria jornalística, o bom humor aparece nos depoimentos; na charge, no texto não-verbal.

III. Linguisticamente, tanto a matéria jornalística quanto a charge, ao reproduzirem a voz dos usuários do SUS, fazem uso de uma certa coloquialidade como estratégia de aproximação do leitor.

Estão INCORRETAS as afirmativas.


A

I e II apenas.


B

I e III apenas.


C

II e III apenas.


D

I, II e III.

É correto associar o humor da charge ao fato de que


A

os personagens têm uma autoestima elevada e são otimistas, mesmo vivendo em uma situação de completo confinamento.


B

os dois personagens estão muito bem informados sobre a economia, o que não condiz com a imagem de criminosos.


C

o valor dos cosméticos afetará diretamente a vida dos personagens, pois eles demonstram preocupação com a aparência.


D

o aumento dos preços de cosméticos não surpreende os personagens, que estão acostumados a pagar caro por eles nos presídios.


E

os preços de cosméticos não deveriam ser relevantes para os personagens, dada a condição em que se encontram.

Observe a charge publicada no momento das Olimpíadas do Rio de Janeiro.


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A finalidade dessa charge é:


A

condenar a pressa na construção dos prédios olímpicos.


B

homenagear os operários que construíram a cidade olímpica.


C

criticar a falta de qualidade dos premiados nas Olimpíadas.


D

indicar a falta de seriedade nas obras públicas.


E

elogiar a participação do povo na torcida olímpica.

Considerando o conteúdo temático, propósito comunicativo, estilo e composição na esfera dos gêneros textuais, aponte a semelhança do conteúdo verbal da tirinha abaixo com o segundo parágrafo do texto.

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(QUINO. Toda Mafalda. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2012.)


A

Nos dois exemplos há a etimologia da palavra que é discutida.


B

Os dois possuem construção textual semelhante a um verbete.


C

Tanto no parágrafo quanto na tira, faz-se o uso de aspas para delimitar o discurso.


D

Os dois excertos apresentam a opinião de seus autores após a definição da palavra.

Assinale a alternativa em que os períodos "Mas ele colabora, doutora..." e "...só preciso cansá-lo mais um pouco!" estejam conectados por meio de uma conjunção, respeitando-se os sentidos pretendidos pelo autor da tirinha.


A

Ele colabora, doutora, portanto preciso cansá-lo mais um pouco.


B

Ele colabora, doutora; logo preciso cansá-lo mais um pouco.


C

Ele colabora, doutora, porque preciso cansá-lo mais um pouco.


D

Ele colabora, doutora, pois eu preciso cansá-lo mais um pouco.


E

Ele colabora, doutora, contudo preciso cansá-lo mais um pouco.

No que consiste principalmente o humor da tirinha como um todo?


A

O humor da tirinha deve-se, principalmente, ao fato de que claramente há um psicólogo tentando inserir sua paciente em uma situação que lhe é bastante cotidiana, para a mulher conseguir relatar, mais facilmente, as questões que a afligem.


B

As expressões dos personagens, as quais compõem grande parte do texto não verbal da tirinha, são o principal fator que leva ao humor dos quadrinhos, sobretudo quanto ao choro da mulher e ao espanto do homem.


C

A tirinha como um todo configura uma quebra entre as imagens e as falas dos personagens. Esse é o principal fator que leva ao humor, porque se cria uma obscuridade a partir da incoerência entre o texto verbal e o texto não verbal.


D

A quebra de expectativa é o principal fator que leva ao humor da tirinha, já que a mulher parece estar em um ponto de ônibus, quando na verdade está deitada em um divã, realizando sua sessão de terapia com um psicólogo que claramente parece não se importar com suas "lamúrias".


E

A quebra de expectativa é o principal fator que leva ao humor da tirinha, já que a mulher parece estar em uma sessão de terapia, quando na verdade está deitada em um ponto de ônibus, fazendo suas "lamúrias" a um desconhecido, não a um psicólogo.

Texto II para responder às questões de 06 a 10


. “Juridiquês” é alvo de discussão em todo o País


Entre as maneiras de se escrever uma ação ou uma decisão judicial não só a poesia é vista de forma diferente. A forma rebuscada também. A recente reforma do Código de Processo Civil trouxe além da busca por agilidade nos processos jurídicos um debate acerca do vocabulário jurídico.

“Consorte supérstite”, por exemplo, significa viúvo. Pior, “ergástulo público” é sinônimo de cadeia. Esse excesso de preciosismo é considerado pelo advogado especialista em redação jurídica, Carlos André Nunes, dispensável em determinadas situações, como na busca do Latim. “Existe ainda quem utilize uma linguagem rebuscada, como em séculos passados, e em muitas vezes desnecessárias.

Há ainda a redundância dispensável, como em termos em Latim. Aquele que recebe a prestação de serviços jurisdicionais não consegue entender o que está acontecendo”, salientou. “Nesse processo de reforma a grande discussão é de como o direito vai se expor diante do público em termos de texto”, complementou.

Há, inclusive, uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a simplificação das decisões judiciais. “Eu já pratico isso há muito tempo. Não sou adepto de uma linguagem tão rebuscada. Sou a favor das decisões de forma clara e mais objetiva”, afirmou o desembargador Walter Carlos Lemes, presidente do TRE-GO. Há, porém, uma questão a ser considerada, segundo Carlos André Nunes, em relação aos termos técnicos no Direito, outra questão também criticada. Para ele, alguns têm que ser mantidos.

“Nós temos que fazer uma diferenciação daquilo que chamamos de ‘juridiquês’ e a necessidade de se usar os termos técnicos. Precisamos saber o momento ideal de utilizar. Existem termos específicos em toda profissão, como engenheiros e médicos. Toda ciência utiliza-se disso. É o caso do direito também. São termos necessários para o bom processo de comunicação na petição inicial”, defendeu. “Mesmo que haja uma simplificação. Eu não vejo com bons olhos retirar os termos técnicos”, pontuou.


(Disponível em: http://www.opopular.com.br/editorias/cidade/juridiqu%C3%AAs-%C3%A9-alvo-de-discuss%C3%A3o-em-todo-o-pa%C3%ADs1.896833 12/07/2015. Adaptado.)



Acerca do discurso produzido pelo personagem na charge que faz uma pergunta ao final, assinale a alternativa correta.


A

A situação comunicacional apresentada amplia o exposto no texto II, aplicando o conteúdo informativo apresentado através de um exagero proposital.


B

A progressão textual é demonstrada através do emprego da expressão “ou seja”, exemplificando a importância das formas referenciais na construção do texto.


C

Não há resposta diante da pergunta feita ao final de uma longa exposição, tal fato demonstra uma proposital não efetivação da comunicação, seguida de uma quebra de expectativa.


D

A expressão “ou seja” foi empregada, considerando o contexto, para iniciar uma explicação adicional em relação àquilo que foi dito anteriormente, demonstrando uma imprecisão em relação ao posicionamento do personagem no que se refere ao uso da linguagem.

Leia a charge.


Imagem associada para resolução da questão

(Gazeta do Povo, 03.02.2016)


O pensamento da personagem sugere que ela


A

exige o melhor para si.


B

é avessa à humildade.


C

despreza qualquer forma de lixo.


D

vangloria-se perante o mundo.


E

apresenta autoestima baixa.

Acerca da charge acima, é possível afirmar, sobretudo, que:


A

A Justiça ataca.


B

A Justiça é lenta


C

A Justiça é guerreira.


D

A Justiça é feminina.


E

A Justiça é brasileira.

Para compreensão da charge, o leitor precisa reconhecer alguns elementos implícitos. O trecho que torna mais evidente essa necessidade é:


A

"[...] fruto da venda de carne moída!"


B

"Eduardo Cunha vai alegar [...]."


C

"Essa carne só serve para fazer escondidinho!!!"


D

"O dinheiro na conta da Suíça é fruto da venda de carne moída!."

É CORRETO se afirmar, em relação à tirinha anterior (Texto VII), que:


A

O sujeito sintático de SEJA SINCERA é “TU”.


B

Do ponto de vista regencial, a sentença respeita com rigor a norma padrão.


C

Há explícita transgressão à norma padrão do ponto de vista regencial, já que o verbo namorar, por ser transitivo direto, não admite preposição obrigatória.


D

A expressão MINHA CARTEIRA, no contexto, exerce a função sintática, de acordo com a norma padrão, de objeto indireto da forma verbal “está”.


E

A expressão MINHA CARTEIRA, no contexto, exerce a função sintática, de acordo com a norma padrão, de sujeito.

Dos recursos linguísticos presentes nos quadrinhos, o que contribui de modo DECISIVO para o efeito de humor é:


A

A fala do personagem.


B

O segmento “é outra coisa”.


C

O texto não verbal.


D

O título “Rede Social”.

Sobre os recursos linguísticos empregados na elaboração da charge, é possível afirmar que:


( ) Do ponto de vista gramatical, emprega-se o demonstrativo “este(a)” para a referência a um objeto próximo de quem fala e “esse(a)” em referência ao ouvinte. Já “aquele(a)”, se refere a algo distante dos interlocutores; logo, na charge, a referência à notícia teria, obrigatoriamente, de ser feita por meio do demonstrativo “aquela”.

( ) A escolha das formas de tratamento tem relação com os interlocutores envolvidos na comunicação; logo, é adequado o uso do termo “cara” no vocativo, dada a proximidade social dos interlocutores.

( ) A satisfação do locutor quanto ao conteúdo da notícia é enfatizada no texto pela frase exclamativa “Olha que legal!!”; frase que também poderia vir no final do texto sem o uso do marcador, resultando em: “Cara, a taxa de escolarização [...] 93%. Que legal!!”

( ) O autor optou pelo conector “mas” na estrutura coordenada na última fala: “Li... mas não entendi...”. A substituição por “embora”: “Li... embora não tenha entendido...” alteraria o sentido do texto.


A alternativa que avalia CORRETAMENTE essas afirmações é:


A

F, F, V, F


B

F, V, V, F


C

V, V, F, V


D

F, F, V, V


E

V, F, F, V

Após a leitura da charge abaixo exposta, analise as possíveis linhas interpretativas:


Imagem associada para resolução da questão

http://consciencia.blog.br/wpcontent/uploads/2015/02/meritocracia.jpg


I - A charge evidencia o disparate existente entre as condições oferecidas a indivíduos de classes sociais distintas, para que alcancem suas metas, pondo em dúvida o conceito de meritocracia.

II - Meritocracia é um conceito defendido por adeptos do liberalismo, estando na base a noção de que o esforço/empenho pessoal conduz ao êxito profissional e, por isso, à valorização do indivíduo.

III - Depreende-se, da leitura do texto, que há compartilhamento da posição do autor e a do professor referido na charge, que alega o não merecimento de sucesso por parte daquele aluno que não se empenhou tanto quanto deveria.


Conclui-se que:


A

Apenas II está correta.


B

Apenas I está correta.


C

I e II estão corretas.


D

II e III estão corretas.


E

I e III estão corretas.

Imagem associada para resolução da questão

.

(Disponível em: https://www.google.com.br/#tbm=isch&q=charge+educa%C3%A7%C3%A3o+inclusiva&imgrc=hCmSNcT-3xAM8M%3ª.)


A charge chama a atenção de uma forma bem humorada e crítica:


A

Acerca do uso indiscriminado e abusivo de tecnologias que banalizam, muitas vezes, a importância da leitura e da escrita, gerando nos estudantes uma acomodação e prejudicando a aprendizagem.


B

Para a escola das massas, que nega mudanças em seus projetos educativos. Hoje a diversidade dos estudantes gera a heterogeneidade e a necessidade de novas propostas educativas de escolas e professores.


C

Para a perda de tempo, e a emissão e recebimento de informações antiquadas, preconizando o uso das formas tradicionais e das formas mecanicistas de transmitir conteúdos disponíveis no cotidiano do ser humano.


D

Para a chamada “tecnologia assistiva”, uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade na educação.

Texto para questão 49



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Figuras de Linguagem são recursos não-convencionais que o falante ou escritor usa para dar mais expressividade a sua mensagem. Nesse contexto, a figura de linguagem presente na tirinha acima é denominada de:


A

Hipérbato;


B

Catacrese;


C

Eufemismo;


D

Disfemismo;


E

Hipérbole.

Na escrita de um texto em que se exige o padrão culto da língua, o uso dos pronomes na charge acima não o seguiria. Isto porque


A

desobedece à norma de colocação pronominal quanto à sua posição nos enunciados.


B

não mantém a uniformidade de tratamento, usando, respectivamente, o “você” e o “te”.


C

é usado um pronome de tratamento (“você”) em vez de um pronome pessoal reto (“vós”).


D

não mantém uma relação de concordância com os respectivos verbos com os quais se relacionam.


E

segue o padrão informal típico da escrita, mais apropriado aos usos da fala mais formal.

Enfatizando a linguagem escrita, juntamente com todas as particularidades específicas que a mesma apresenta, torna-se de fundamental importância nos atermos às novas mudanças que ocorreram na Língua Portuguesa no que se refere à ortografia. Abaixo estão algumas alterações trazidas pelo novo Acordo ortográfico. Assinale a alternativa que está em desacordo com as novas regras:


A

O 'i' e 'u' tônicos em paroxítonas devem ser acentuados quando precedidos de ditongo.


B

Não existe mais o trema na língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados.


C

Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas.


D

Nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua.

A tirinha contém uma ironia, que leva à construção do humor. Essa ironia está concentrada na carga semântica de uma palavra, que é:


A

"piora".


B

"otimista".


C

"médico".


D

"atendido".


E

"emergência".

   
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